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  <title>Repositório Comunidade:</title>
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  <updated>2026-08-30T17:44:45Z</updated>
  <dc:date>2026-08-30T17:44:45Z</dc:date>
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    <title>Indicação Geográfica da mandioca (Manihot esculenta – Euphorbiaceae), para as microrregiões produtoras do Rio de Janeiro, Brasil</title>
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      <name>Xavier, Catherine Siqueira Alves</name>
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    <updated>2026-08-27T18:30:08Z</updated>
    <published>2025-07-28T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Indicação Geográfica da mandioca (Manihot esculenta – Euphorbiaceae), para as microrregiões produtoras do Rio de Janeiro, Brasil
Autor: Xavier, Catherine Siqueira Alves
Resumo: A Indicação Geográfica (IG) é um importante instrumento de valorização territorial e diferenciação de produtos agroalimentares com características específicas associadas à sua origem. Neste contexto, esta dissertação teve como objetivo identificar agrupamentos de municípios produtores de mandioca no estado do Rio de Janeiro com características edafoclimáticas semelhantes, por meio da utilização de geotecnologias e Análise de Componentes Principais (ACP), visando fornecer uma justificativa técnica para a potencial obtenção de uma IG coletiva. Foram utilizadas as variáveis edafoclimáticas de precipitação, temperatura, relevo e tipos de solo. A partir da ACP, foi possível reduzir a dimensionalidade dos dados e através da estatística de agrupamento identificar padrões de similaridade entre os municípios analisados. Como resultado, foram definidos três grupos: Grupo 1, composto por Duque de Caxias, Magé, Guapimirim, Cachoeiras de Macacu, Silva Jardim e Casimiro de Abreu; Grupo 2, com São Francisco de Itabapoana, Campos dos Goytacazes e Quissamã; e Grupo 3, formado por Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Japeri. Esses agrupamentos revelam a existência de territórios com semelhanças edafoclimáticas, o que fortalece o argumento para a utilização de geotecnologias no auxílio da construção da documentação para pedido de IG, baseado em critérios técnicos e científicos. Conclui-se que a metodologia aplicada pode servir como base para estudos iniciais de potencialidade de IG para produtos agroalimentares.</summary>
    <dc:date>2025-07-28T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Fenotipagem digital aplicada e redes neurais artificias para estimativa de variáveis biométricas de mudas de Moringa olifeira Lam</title>
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      <name>Nhantumbo, Bilton Gilberto</name>
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    <updated>2026-08-21T14:11:00Z</updated>
    <published>2026-02-09T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Fenotipagem digital aplicada e redes neurais artificias para estimativa de variáveis biométricas de mudas de Moringa olifeira Lam
Autor: Nhantumbo, Bilton Gilberto
Resumo: A crescente demanda por mudas de alta qualidade tem impulsionado o uso de técnicas de&#xD;
fenotipagem digital no setor florestal, especialmente em espécies de rápido crescimento, como&#xD;
Moringa oleifera Lam. Com os avanços tecnológicos e a crescente necessidade de aprimorar a&#xD;
eficiência no processo de produção de mudas, a fenotipagem digital é uma alternativa promissora&#xD;
para o monitoramento não destrutivo e, permite avaliações rápidas, precisas e de baixo custo.&#xD;
Nesse contexto, técnicas de imagens multiespectrais têm sido amplamente aplicadas para&#xD;
caracterizar atributos biométricos, subsidiar a tomada de decisão em viveiros e otimizar o manejo&#xD;
de espécies florestais. O objetivo desta pesquisa foi avaliar o potencial de imagens multiespectrais&#xD;
na estimativa do Índice de Área Foliar (IAF) e do diâmetro do coleto de mudas de Moringa oleifera&#xD;
Lam., integrando modelos de regressão linear múltipla e redes neurais artificiais. O experimento&#xD;
foi conduzido durante o desenvolvimento inicial das mudas, com avaliações semanais, envolvendo&#xD;
a coleta de variáveis biométricas tradicionais (IAF e diâmetro) e a aquisição de imagens com a&#xD;
câmera MAPIR Survey3 (bandas vermelhas - R, verde - G e infravermelho próximo - NIR). Para&#xD;
cada avaliação, foram calculados os índices de vegetação NDVI, GNDVI, RVI e CVI, após&#xD;
correção radiométrica e segmentação das imagens. A correlação de Pearson indicou forte&#xD;
associação entre o IAF e os índices NDVI (r = 0,89), GNDVI (r = 0,98) e SAVI (r = 0,90), enquanto&#xD;
o diâmetro apresentou correlações elevadas com NDVI (r = 0,88) e GNDVI (r = 0,79). Os modelos&#xD;
de regressão linear múltipla apresentaram alto desempenho para estimar IAF (R2 = 0,935) e&#xD;
diâmetro (R2 =0,90), com destaque para o GNDVI como variável mais significativa. A análise com&#xD;
redes neurais artificiais mostrou resultados superiores, com valores de R2 = 0,994 para o IAF e R2&#xD;
= 0,992 para o diâmetro o, que indicou excelente capacidade de generalização. Os resultados&#xD;
demonstram que a combinação entre fenotipagem digital e modelos estatísticos ou de inteligência&#xD;
artificial constitui uma ferramenta robusta para a estimativa de atributos biométricos em mudas e,&#xD;
permite avanços significativos no monitoramento em viveiros e oferece subsídios para práticas de&#xD;
manejo mais eficientes e sustentáveis</summary>
    <dc:date>2026-02-09T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Análise da maturidade para uso agronômico de resíduo sólido gerado da desidratação térmica e mecânica de restos de alimentos</title>
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      <name>Reis, Fabiana Loureiro dos</name>
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    <updated>2026-08-20T13:48:55Z</updated>
    <published>2024-05-08T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Análise da maturidade para uso agronômico de resíduo sólido gerado da desidratação térmica e mecânica de restos de alimentos
Autor: Reis, Fabiana Loureiro dos
Resumo: O desperdício anual de restos de alimentos é significativo e causa vários impactos negativos&#xD;
ao meio ambiente como a emissão de gases do efeito estufa em aterros sanitários. Uma&#xD;
alternativa para o reaproveitamento desses resíduos é utilizá-los como matéria-prima para&#xD;
a compostagem ou para substratos após estabilização fazendo retornar nutrientes e carbono&#xD;
para o solo e cultivos vegetais. Neste sentido, é importante realizar análises de estabilidade&#xD;
e maturidade do produto final, o composto orgânico, antes de seu uso como insumo na&#xD;
agricultura ou como substrato de mudas. Este trabalho tem como objetivo a análise da&#xD;
maturidade do produto final do tratamento térmico e mecânico de restos alimentares&#xD;
(chamados “composteiras elétricas”). Para isso, foram realizadas análises laboratoriais para&#xD;
determinar o Potencial Hidrogeniônico, a Condutividade Elétrica e composição química do&#xD;
Resíduo Alimentar Processado (RAP) para a determinação dos teores de carbono,&#xD;
nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio e magnésio. Para análise de estabilidade biológica e&#xD;
maturidade química foram realizados os testes no RAP e no composto orgânico proveniente&#xD;
da compostagem do RAP com bagaço de cana- de-açúcar comparados a substrato comercial&#xD;
Carolina®, composto orgânico Organosolo® e vermiculita. Testes de germinação com&#xD;
sementes de pepino (Cucumis sativus) foram realizados em duas etapas: primeiro o teste de&#xD;
germinação realizado em placas de Petri para determinação do Índice de Germinação (IG&#xD;
%), com base no número de sementes germinadas e alongamento da raíz. O segundo teste&#xD;
de germinação e vigor utilizou-se sementeiras com 36 células em três testes: (1):&#xD;
vermiculita, vermiculita com RAP, Carolina®; (2) vermiculita, vermiculita com&#xD;
Organosolo®, Carolina®; (3): vermiculita, vermiculita com composto orgânico,&#xD;
Carolina®. Posteriormente, foram observadas os&#xD;
I.G. % através do número de sementes germinadas e crescimento das plântulas. O terceiro&#xD;
teste foi a análise da estabilidade dos compostos através do teste de respirometria, que&#xD;
determinou as emissões de CO2 e NH3 dos materiais, utilizando armadilhas de NaOH e&#xD;
H3BO3. Por fim foi realizado a compostagem em biorreatores de bancada dos materiais&#xD;
RAP com bagaço de cana-de-açúcar para avaliar o potencial como matéria-prima para&#xD;
compostagem do RAP. Foram observadas diferenças significativas nos Índices de&#xD;
Desenvolvimento (%) peso, comprimento e área foliar em ambos os testes em bandeja onde&#xD;
não houve emergência das sementes com o substrato contendo RAP, indicando que o&#xD;
produto apresenta fitotoxicidade. Nos testes de germinação em placa de Petri, o IG% da&#xD;
RAP, apresentou um valor de 29,5%, indicando um composto imaturo. No teste de&#xD;
estabilidade, RAP não apresentou emissão de CO2 evidenciando ausência de atividade&#xD;
biológica, possivelmente pela acidez e tratamento térmico sofrido no processamento. A&#xD;
compostagem em biorreator de bancada, mostrou-se eficiente para tratamento do RAP, pois&#xD;
o composto final apresentou IG % = 103. Entende-se que as técnicas utilizadas para&#xD;
determinar a maturidade do potencial de uso agronômico do composto RAP foram&#xD;
eficientes e demonstraram que o composto apresentou fitotoxicicidade, isto é, impróprio&#xD;
para uso como substrato em viveiros e apresenta limitação para aplicação no solo&#xD;
agrícola. Porém com a compostagem houve melhora nas características finais do produto&#xD;
tornando-o próprio para uso.</summary>
    <dc:date>2024-05-08T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Bioinsumos produzidos com microalga cultivada em efluente de biopesticidas e biofertilizantes e seus efeitos na germinação e no desenvolvimento inicial do milho</title>
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      <name>Paiva, Andressa Blasi</name>
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    <updated>2026-08-19T15:36:41Z</updated>
    <published>2026-02-23T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Bioinsumos produzidos com microalga cultivada em efluente de biopesticidas e biofertilizantes e seus efeitos na germinação e no desenvolvimento inicial do milho
Autor: Paiva, Andressa Blasi
Resumo: As indústrias de fertilizantes e defensivos biológicos geram efluentes com relevante potencial&#xD;
poluidor dos recursos hídricos, exigindo tratamento desses materiais. Dessa forma, o tratamento&#xD;
biológico utilizando microalgas é uma nova alternativa para a biorremediação destas águas&#xD;
residuárias com possibilidade de obtenção de bioinsumos como bioestimulantes, ao término do&#xD;
processo. O presente trabalho avaliou o desempenho de bioestimulantes microalgais produzidos&#xD;
em água residuária de biopesticidas e biofertilizantes (ARBB) na germinação e&#xD;
desenvolvimento inicial de plântulas de milho cv. AG1051. Foram quantificadas as&#xD;
concentrações de poluentes como Nitrogênio Total (NT), Demanda Química de Oxigênio&#xD;
(DQO) e Fósforo (P) no efluente utilizado como meio de cultura para obtenção dos&#xD;
bioestimulantes. Após finalização do cultivo, foram preparadas 3 soluções contendo&#xD;
bioestimulantes: S1, ARBB + microalgas, S2, solução ARBB + microalgas concentrada por&#xD;
meio da remoção de 50% da fase líquida utilizando cloreto férrico, e S3, contendo apenas a fase&#xD;
líquida removida da S2. A presença de fitormônios foi quantificada nas 3 soluções. O teste de&#xD;
germinação foi realizado em câmara BOD, com duração de 7 dias, avaliando-se os tratamentos&#xD;
S1, S2 e S3 em comparação com ácido giberélico e o controle (água destilada). O delineamento&#xD;
foi inteiramente casualizado, com 5 repetições, contendo 80 sementes cada, totalizando 2000&#xD;
sementes testadas. Os parâmetros analisados foram: percentual de germinação, índice de&#xD;
velocidade de germinação, altura, comprimento radicular e massa seca e fresca de raiz e parte&#xD;
aérea. Observou-se boa eficiência de remoção dos poluentes do efluente bruto após o tratamento&#xD;
com microalgas, alcançando percentuais de 79,75%, 98,29% e 99,18% de P, NT e DQO,&#xD;
respectivamente. Foram detectados fitormônios das classes Giberelina, Citocinina, Auxina e&#xD;
Ácido abscísico nos bioestimulantes S1 e S2. Os resultados do teste germinativo apontaram que&#xD;
não houve interferência na velocidade de germinação nem no percentual de germinação com&#xD;
relação aos tratamentos analisados, uma vez que não houve diferença estatística entre o&#xD;
tratamento controle e os tratamentos com microalgas e com ácido giberélico. O ácido giberélico&#xD;
obteve melhor resultado na altura de plântulas, diferenciando-se estatisticamente dos demais&#xD;
(10,10 cm) seguido pelos bioestimulantes, que alcançaram comprimento de até 8,85 cm e foram&#xD;
estatisticamente superiores em relação ao controle. Nas massas fresca e seca da parte aérea, os&#xD;
&#xD;
25&#xD;
&#xD;
maiores valores foram encontrados nos tratamentos com ácido giberélico (3,35 g de massa&#xD;
fresca e 0,30 g de massa seca) e com o bioestimulante S1 (3,27 g de massa fresca e 0,28 g de&#xD;
massa seca), que se igualaram e diferiram estatisticamente dos demais. Portanto, conclui-se que&#xD;
o tratamento com microalgas foi eficiente para a remoção de poluentes em ARBB. Também se&#xD;
observa que a utilização da ARBB tratada pode gerar benefícios para as plântulas de milho,&#xD;
promovendo crescimento da parte aérea e, consequentemente, aumentando a matéria fresca e&#xD;
seca das plantas</summary>
    <dc:date>2026-02-23T00:00:00Z</dc:date>
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