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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8920</link>
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    <pubDate>Sun, 30 Aug 2026 18:50:39 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-30T18:50:39Z</dc:date>
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      <title>Racionalização do processo de elaboração de bases protéicas desidratadas usando tilápias (Oreochromis niloticus)</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26254</link>
      <description>Título: Racionalização do processo de elaboração de bases protéicas desidratadas usando tilápias (Oreochromis niloticus)
Autor: Gonçalves, Eliane Barros
Resumo: O projeto MISPRAN (Mistura com Proteína Animal) foi iniciado em 1978, no&#xD;
Departamento de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal Rural do Rio de&#xD;
Janeiro. Desenvolveu tecnologia de utilização de miúdos bovinos como fonte protéica&#xD;
de baixo custo e considerável valor nutricional. Os órgãos eram desintegrados e&#xD;
incorporados a um veículo amiláceo, o fubá, e adicionados de proteína de soja,&#xD;
resultando urna base desidratada com cerca de 40% de proteína total. O presente&#xD;
trabalho utiliza, no lugar dos miúdos bovinos, tilápia (Oreochromis niloticus) seguindo&#xD;
os parâmetros que orientaram o projeto MISPRAN. Em vários testes realizados&#xD;
utilizaram-se, como fonte protéica, tilápia inteira; inteira sem vísceras; sem vísceras e&#xD;
sem cabeça; sem vísceras, sem cabeça e sem nadadeiras. Como veículo amiláceo foram&#xD;
testados fubá de milho, farinha de mandioca e farinha de trigo. Da mistura inicial de&#xD;
farinha com tilápia resultaram massas úmidas que foram submetidas a diferentes&#xD;
condições de secagem Os melhores resultados foram obtidos a 80°&#xD;
&#xD;
C durante 6 horas em&#xD;
estufa com circulação de ar. As diferentes bases desidratadas foram submetidas a&#xD;
análises químicas e a provas sensoriais, não mostrando maiores diferenças entre si,&#xD;
&#xD;
exceto aquela preparada com tilápia com vísceras, que se mostrou de qualidade inferior.&#xD;
Testadas diferentes formulações, a melhor base foi obtida pela mistura de 60 partes de&#xD;
tilápia eviscerada com 40 partes de uma mistura de fubá de milho com 10% de farinha&#xD;
de trigo. Para se obter 1 kg de base seca com cerca de 24% de proteína total são&#xD;
necessários, aproximadamente, 3kg de tilápias frescas e 0,7kg da mistura fubá : farinha&#xD;
de trigo (90:10). Após o processo de secagem o produto continha 6,5% de umidade e&#xD;
23,9% de proteína. Durante três meses foi feito um acompanhamento da estabilidade&#xD;
da base através da análise de umidade e de rancidez (índice de peróxido). Os resultados&#xD;
revelaram pequenas variações na umidade e o produto alcançou um índice de peróxido&#xD;
máximo após trinta dias (110,02 meq/kg). Sob o ponto de vista microbiológico, não&#xD;
houve comprometimento relativo à qualidade. O produto final apresentou cerca de 64%&#xD;
de aceitabilidade.</description>
      <pubDate>Fri, 30 Aug 1996 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>1996-08-30T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Farinha de bagaço de malte como propulsora da economia circular e da sustentabilidade na indústria de alimentos</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26243</link>
      <description>Título: Farinha de bagaço de malte como propulsora da economia circular e da sustentabilidade na indústria de alimentos
Autor: Resplande, Carla Regina de Souza
Resumo: A erradicação da fome (ODS 2) e o aumento da demanda alimentar global exigem a transição da economia linear para a economia circular que foca na regeneração e no reuso de insumos e materiais. O desperdício de alimentos, que atinge 1300 toneladas anuais, é inversamente proporcional a situação de fome e desnutrição que se instala no Brasil e no mundo, além da demanda alimentar da população futura. O bagaço de malte, principal coproduto da indústria cervejeira, representa uma oportunidade de geração de negócios, visto que o Brasil gera milhões de toneladas deste coproduto, que é alto em proteínas, sendo uma oportunidade de implementação do sistema econômico circular. Assim, o trabalho busca, por meio de estudo bibliométrico e caracterização de farinha de bagaço de malte, impulsionar o reaproveitamento deste coproduto através da produção de barras de cereais. A análise bibliométrica acerca de resíduos de frutas, bagaço de cana-de açúcar e de malte de cevada confirma a tendência de valorização de coprodutos para o desenvolvimento de materiais sustentáveis, como nanocelulose e bioplásticos, sinalizando, inclusive, diversos usos destes coprodutos no campo industrial e acadêmico. As nuvens de palavras por tema e espaço temporal, além do mapa de calor demonstram crescimento da temática a partir de 2023 e ênfase em estudos de biofilmes com foco em embalagens. O processamento da farinha demonstrou que a temperatura de 60°C mostrou mais eficiente para a secagem. A granulometria e a temperatura modularam a composição centesimal, mostrando que menor granulometria e baixa temperatura preservam lipídeos, enquanto alta granulometria e alta temperatura preservam carboidratos. A composição centesimal da farinha confirma o teor de proteínas elevado em todas as condições testadas. A análise de cor indicou que a farinha de bagaço a 80°C, independente de granulometria, tende a tonalidade avermelhada (a*) e amarelada (b*).  A caracterização tecnológica revelou que, embora rica em nutrientes, a farinha apresenta limitações funcionais, como a ineficácia como agente emulsificante e baixa retenção de água. Na aplicação em barras de cereal, a formulação F4 (30% bagaço de malte) apresenta melhor desempenho nutricional (teor proteico, açúcar e sódio) embora tenha oportunidades de melhoria no parâmetro de textura (desintegração).</description>
      <pubDate>Mon, 22 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-12-22T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Descontaminação de aflatoxinas em torta de castanha-da-amazônia como estratégia para aumentar a segurança na formulação de produtos</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26230</link>
      <description>Título: Descontaminação de aflatoxinas em torta de castanha-da-amazônia como estratégia para aumentar a segurança na formulação de produtos
Autor: Lemos, Hanna Barbosa
Resumo: A torta de castanha-da-amazônia, subproduto do processamento da amêndoa, apresenta&#xD;
elevado valor nutricional e potencial de utilização em formulações alimentares humanas e&#xD;
animais. Contudo, a contaminação por aflatoxinas (AFs), especialmente a aflatoxina&#xD;
B1(AFB1), representa um risco significativo para a segurança alimentar e para a&#xD;
comercialização destes produtos. Este trabalho teve como objetivo avaliar estratégias de&#xD;
descontaminação de AFs na torta de castanha-da-amazônia, de forma a aumentar a segurança&#xD;
da sua utilização em diferentes formulações. O Capítulo 1 consistiu numa revisão abrangente&#xD;
sobre métodos de descontaminação aplicados a tree nuts, destacando avanços e limitações das&#xD;
tecnologias em investigação nos últimos 20 anos. O Capítulo 2 apresentou os ensaios&#xD;
realizados com plasma frio (CP) de descarga de barreira dielétrica (DBD) e radiação UV-C,&#xD;
comparando a sua eficácia na degradação das AFs. Os resultados demonstraram que o plasma&#xD;
frio DBD foi o método mais eficiente, promovendo uma redução aproximadamente de 66%&#xD;
para AFT e 75% AFB1, após 10 minutos de exposição, enquanto o tratamento com UV-C&#xD;
evidenciou limitações analíticas, reforçando a necessidade de técnicas complementares, como&#xD;
LC-MS/MS e RMN, para confirmar os produtos de degradação e avaliar a sua toxicidade&#xD;
residual. Este estudo reforça a importância da inovação tecnológica como estratégia para a&#xD;
segurança alimentar e para a valorização da cadeia produtiva amazônica</description>
      <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26230</guid>
      <dc:date>2026-03-09T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Carreamento da vitamina E empregando proteína isolada de lentilha e lactoferrina como material de parede através do processo de coacervação complexa</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26186</link>
      <description>Título: Carreamento da vitamina E empregando proteína isolada de lentilha e lactoferrina como material de parede através do processo de coacervação complexa
Autor: Almeida, Emilie Ferreira de
Resumo: A vitamina E é um composto bioativo lipossolúvel com reconhecida atividade&#xD;
antioxidante, atuando na neutralização de radicais livres e no retardo da peroxidação&#xD;
lipídica, processo associado ao desenvolvimento de diversas doenças e à deterioração de&#xD;
alimentos. Apesar de sua relevância funcional, sua instabilidade frente a condições&#xD;
ambientais e fisiológicas limita sua aplicação direta em sistemas alimentícios, tornando a&#xD;
microencapsulação uma estratégia promissora para sua proteção e liberação controlada.&#xD;
Nesse contexto, esta pesquisa teve como objetivo microencapsular a vitamina E por&#xD;
coacervação complexa utilizando isolado proteico de lentilha (IPL) e lactoferrina (Lf)&#xD;
como materiais de parede, bem como aplicar essas microcápsulas no desenvolvimento de&#xD;
filmes comestíveis à base de pectina, visando à obtenção de embalagens. Adicionalmente,&#xD;
as microcápsulas foram submetidas à reticulação com ácido tânico, com o intuito de&#xD;
fortalecer a matriz proteica aumentando sua estabilidade estrutural e modulando a&#xD;
liberação do composto bioativo. A formação dos complexos IPL:Lf foi investigada por&#xD;
meio de diagrama de fases, potencial zeta, calorimetria de titulação isotérmica (ITC),&#xD;
eletroforese e análises reológicas. Já os filmes foram caracterizados quanto às&#xD;
propriedades físico-químicas, mecânicas, estruturais, de barreira e funcionais. A&#xD;
incorporação de 0,05%, 0,10% e 0,20% de microcápsulas de vitamina E resultou em&#xD;
filmes com elevada solubilidade em água e atividade antioxidante, especialmente aqueles&#xD;
contendo microcápsulas reticuladas. A presença do ácido tânico promoveu redução da&#xD;
resistência à tração, sem comprometer a flexibilidade dos filmes, indicando um equilíbrio&#xD;
adequado entre desempenho mecânico e funcionalidade. Os resultados demonstram que&#xD;
a microencapsulação da vitamina E por coacervação complexa IPL:Lf, aliada à&#xD;
reticulação com ácido tânico, constitui uma estratégia eficiente para aumentar a&#xD;
bioacessibilidade do composto bioativo e viabilizar sua aplicação em filmes comestíveis</description>
      <pubDate>Tue, 10 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26186</guid>
      <dc:date>2026-02-10T00:00:00Z</dc:date>
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