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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8939</link>
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    <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:15:22 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-06T22:15:22Z</dc:date>
    <item>
      <title>Sinais clínicos e determinações hematológicas em equinos submetidos a aplicação oral da warfarina técnica e suas eficiência como vampiricida</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25947</link>
      <description>Título: Sinais clínicos e determinações hematológicas em equinos submetidos a aplicação oral da warfarina técnica e suas eficiência como vampiricida
Autor: Silva, Denise Aparecida da
Resumo: Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de verificar a eficiência da&#xD;
Warfaina Técnica no controle de morcegos hematófagos quando administrada por via oral&#xD;
em eqüinos, bem como a inocuidade da droga para a espécie tratada.&#xD;
&#xD;
O experimento foi realizado em duas etapas, sendo que a primeira foi&#xD;
precedida por dois ensaios, quando se administrou a Warfarina Técnica nas doses de 1,0 e&#xD;
de 3,0 mg/kg de peso vivo em dois eqüinos, os quais foram colocados com seis morcegos&#xD;
cada um. Determinou-se, dessa forma, a dose a ser testada, equivalente a 4,0 mg/kg de&#xD;
&#xD;
peso vivo, que foi administrada por via oral em dois eqüinos colocados em baias-&#xD;
morcegários individuais, contendo oito Desmodus rotundus cada uma. Verificou-se o dia&#xD;
&#xD;
do óbito dos morcegos, sendo observadas as alterações post mortem e realizado o exame&#xD;
para diagnóstico da Raiva.&#xD;
&#xD;
Na segunda etapa do experimento, foram obtidos os valores de referência de&#xD;
vários parâmetros fisiológicos de quatro eqüinos. Então, a Warfarina Técnica foi&#xD;
administrada sendo verificados os mesmos parâmetros que incluíram: as freqüências&#xD;
&#xD;
xix&#xD;
&#xD;
cardíaca e respiratória; a temperatura corporal; o tempo de protrombina; o tempo de&#xD;
tromboplastina parcial ativada; o volume globular; a proteína plasmática total e o&#xD;
fibrinogênio. Avaliaram-se também a gamaglutamil-transferase, a creatinina e a uréia, e&#xD;
ainda alguns aspectos urinários. Os dados referentes à uréia e à urina foram analisados&#xD;
novamente quando a droga foi readministrada, após 30 dias.&#xD;
&#xD;
Os resultados revelaram a morte de 11 morcegos, o que ocorreu entre sete e 13&#xD;
dias. Os principais achados anatomopatológicos foram hemorragias na cavidade abdominal&#xD;
e nas articulações. O diagnóstico da Raiva acusou resultados negativos para todos os&#xD;
morcegos.&#xD;
&#xD;
Foram observados aumentos significativos nas freqüências cardíaca e&#xD;
respiratória dos eqüinos, provavelmente ocasionados pelo estresse, sendo que os valores&#xD;
médios foram de 12 e 15 movimentos respiratórios por minuto, de 31 e 36 batimentos&#xD;
cardíacos por minuto, antes e após a administração da droga, respectivamente.&#xD;
&#xD;
Dentre os exames laboratoriais, o tempo de tromboplastina parcial ativada&#xD;
apresentou aumento significativo na comparação dos períodos anterior e posterior ao&#xD;
tratamento. A média do tempo de tromboplastina parcial ativada dos eqüinos foi de 68&#xD;
segundos antes e de 89 segundos após o tratamento com o anticoagulante. O tempo de&#xD;
protrombina apresentou um aumento máximo no segundo dia após a administração do&#xD;
anticoagulante. A concentração de uréia apresentou aumento significativo em seus valores&#xD;
médios após a administração da Warfarina Técnica, quando esta foi administrada pela&#xD;
primeira vez, provavelmente por falhas técnicas.&#xD;
&#xD;
xx&#xD;
&#xD;
Repetindo-se os testes, não houve variação significativa. Um dos principais&#xD;
achados laboratoriais foi a hematúria, observada em todos os eqüinos em graus variados&#xD;
nas duas vezes em que a droga foi administrada.&#xD;
&#xD;
Considerando-se a metodologia utilizada e a avaliação dos resultados obtidos,&#xD;
conclui-se que esta apresentou uma eficiência de 68,75% na eliminação dos morcegos&#xD;
hematófagos. A dose de 4,0 mg/kg de peso vivo causa efeitos colaterais nos eqüinos&#xD;
tratados. Estudos complementares devem ser realizados não apenas no sentido de&#xD;
aumentar a eficiência do método em questão, mas também no sentido de anular os efeitos&#xD;
indesejáveis nos eqüinos.</description>
      <pubDate>Mon, 30 Mar 1998 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25947</guid>
      <dc:date>1998-03-30T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Avaliação da eficácia do bloqueio regional do quadrado lombar em cadelas submetidas à ovariectomia com uso da associação do sulfato de magnésio à bupivacaína</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25917</link>
      <description>Título: Avaliação da eficácia do bloqueio regional do quadrado lombar em cadelas submetidas à ovariectomia com uso da associação do sulfato de magnésio à bupivacaína
Autor: Ferreira, Priscila Soares
Resumo: A analgesia multimodal, incluindo bloqueios interfasciais como o bloqueio do quadrado&#xD;
lombar (QLB), tem sido investigada na medicina veterinária como alternativa ao uso&#xD;
exclusivo de opióides. Na medicina humana, a associação de sulfato de magnésio aos&#xD;
anestésicos locais têm demonstrado prolongar a duração do bloqueio e potencializar a&#xD;
analgesia; entretanto, em cães, as evidências ainda são limitadas. Desta forma, o presente&#xD;
estudo prospectivo, randomizado, cego, teve como objetivo avaliar o efeito analgésico da&#xD;
bupivacaína isolada ou associada ao sulfato de magnésio (MgSO4) no bloqueio do quadrado&#xD;
lombar em cadelas submetidas à ovariectomia. Quarenta e cinco cadelas foram sedadas com a&#xD;
associação de acepromazina (0,03 mg/kg) à meperidina (3 mg/kg), por via intramuscular. A&#xD;
indução e manutenção anestésica foi feita com propofol (dose-efeito) pela via intravenosa. As&#xD;
cadelas foram distribuídas em 3 tratamentos (n=15): O grupo QLB controle (GS) recebeu&#xD;
NaCl 0,9% 0,5 ml/kg/ponto; O grupo QLB bupivacaína (GB) recebeu 0,5 ml/kg de solução&#xD;
50:50 de Bupivacaína a 0,5% + NaCl 0,9% por ponto; já o grupo QLB bupivacaína-magnésio&#xD;
(GM) recebeu 0,5 ml/kg solução 50:50 de bupivacaína 0,5% + MgSO4 10% por ponto.&#xD;
Durante a cirurgia a suplementação analgésica foi realizada com remifentanil de acordo com&#xD;
os parâmetros cardiovasculares (incremento de 20% na frequência cardíaca e/ou pressão&#xD;
arterial, em relação à mensuração no tempo de estabilização). As variáveis mensuradas foram:&#xD;
frequência cardíaca e respiratória, pressão arterial, temperatura, saturação periférica de&#xD;
oxihemoglobina, concentração de dióxido de carbono no ar expirado, requerimento de&#xD;
remifentanil, requerimento de propofol, tempo até o primeiro resgate analgésico, número de&#xD;
resgates com morfina, número de cadelas resgatadas, avaliação da dor por meio de escala&#xD;
analógica visual interativa (IVAS) e escala composta reduzida de Glasgow (GCMPS-SF) e&#xD;
grau de sedação. As análises estatísticas foram realizadas com o software GraphPad Prism&#xD;
versão 6.0 e o grau de significância estabelecido para cada teste de 5% (P&lt;0,05). Os&#xD;
resultados não apontaram diferença entre os grupos para os escores de dor (IVAS e&#xD;
GCMPS-SF) e sedação entre os grupos (P&gt;0,05). Entretanto, para o escore GCMPS-SF&#xD;
quando comparado ao tempo basal (TB), o grupo GM foi o único a não apresentar diferença&#xD;
significativa entre os tempos avaliados após uma hora de avaliação (T1h). Em relação ao&#xD;
requerimento intra-operatório e pós-operatório de analgésico não houve diferença entre os&#xD;
grupos. Entretanto as cadelas do grupo GS (130 ± 60,8 minutos) necessitaram resgate com&#xD;
morfina mais rápido que o grupo GB (450 ± 75,5 minutos) (P&lt;0,05). Com relação a&#xD;
frequência cardíaca, foi observada diferença significativa entre o grupo GS e o grupo GB na&#xD;
incisão de pele, tendo o grupo GS valor superior (P&lt;0,05). Entretanto, a pressão arterial não&#xD;
acompanhou essa diferença entre os grupos. Sendo assim, a partir dos resultados encontrados,&#xD;
conclui-se que o tratamento com bupivacaína e bupivacaína e MgSO4 administrados no&#xD;
bloqueio do quadrado lombar não apresentaram resultados robustos que comprovem uma&#xD;
melhor analgesia durante o período intra-operatório e pós-operatório.</description>
      <pubDate>Tue, 30 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25917</guid>
      <dc:date>2025-09-30T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Novo dispositivo para ovariohisterectomia em cadelas</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25858</link>
      <description>Título: Novo dispositivo para ovariohisterectomia em cadelas
Autor: Freire, Kelly Regina Freitas
Resumo: Técnicas que promovem a esterilização de cadelas são utilizadas com frequência na rotina&#xD;
clínico-cirúrgica. Com o desenvolvimento da medicina veterinária, novas opções de técnicas&#xD;
menos invasivas e mais refinadas surgem colaborando com o aprimoramento da especialidade,&#xD;
a fim de conferir maior conforto pós-operatório, menor tempo cirúrgico, benefícios a qualidade&#xD;
de vida dos animais e redução de complicações trans e pós-cirúrgicas. No geral, são utilizadas&#xD;
ligaduras confeccionadas com fios de sutura, que promovem hemostasia dos vasos com&#xD;
diversos tipos de materiais, como fios absorvíveis ou inabsorvíveis, monofilamentares e&#xD;
multilamentares. Apesar da boa capacidade dos fios de sutura em promover a hemostasia dos&#xD;
vasos durante a cirurgia, a busca por alternativas que apresentem melhor eficiência ao mesmo&#xD;
tempo que promova redução de tempo cirúrgico é crescente. O objetivo desse trabalho é avaliar&#xD;
a eficácia de um novo dispositivo confeccinado de polímero biocompatível, a poliamida 11,&#xD;
capaz de causar hemostasia eficiente dos vasos do complexo arteriovenoso ovariano e do corpo&#xD;
do útero, e rápida utilização durante a cirurgia, colaborando com menor tempo cirúrgico e&#xD;
rápida recuperação pos-operatória dos animais. Para isso, foram realizadas cirurgias de&#xD;
ovariohisterectomia, em cadelas, divididas em dois grupos, onde um grupo recebeu ligaduras&#xD;
realizadas com fio de sutura poliglactina 910 e o outro grupo recebeu o dispositivo de poliamida&#xD;
11 confeccionado em impressora 3D. Os animais foram avaliados quanto ao tempo cirúrgico,&#xD;
marcador de inflamação sistêmica através da Proteína C reativa (PCR) e reação tecidual local&#xD;
através de avaliação ultrassonográfica qualitativa no pós-operatório. Através das análises&#xD;
estatísticas, observou-se que, o tempo cirúrgico com a utilização do dispositivo foi menor&#xD;
quando comparado com a utilização do fio de sutura (p&lt;0,05), a hemostasia resultante da&#xD;
utilização do dispositivo foi eficiente, e não houve diferença significativa entre os implantes na&#xD;
ocorrência de complicações pós-operatórias relacionadas à cirurgia</description>
      <pubDate>Tue, 26 Aug 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25858</guid>
      <dc:date>2025-08-26T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Efeitos da queimada controlada sobre pupas de dípteros muscidae e calliphoridae</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24251</link>
      <description>Título: Efeitos da queimada controlada sobre pupas de dípteros muscidae e calliphoridae
Autor: Moraes, João Luiz Constante de
Resumo: O efeito da queimada controlada sobre pupas de Musca domestica (Linnaeus,&#xD;
1758), Stomoxys calcitrans (Linnaeus, 1758), Lucilia cuprina (Wiedmann, 1830) e&#xD;
Cochliomyia hominivorax (Coquerel, 1858) foi avaliado em áreas de pastagens da&#xD;
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Após a determinação em laboratório da&#xD;
profundidade de pupação das larvas, feita em sistema de terrário, experimentos de&#xD;
campo foram realizados enterrando-se as pupas no solo &amp; 1, 2, 3, 4, e 5 cm de&#xD;
profundidade. As pupas enterradas foram submetidas à queimada experimental e&#xD;
posteriormente foram transferidas para o laboratério, onde o desenvolvimento foi&#xD;
acompanhado até a emergéncia dos adultos da 22 geração.</description>
      <pubDate>Fri, 28 Jun 1996 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>1996-06-28T00:00:00Z</dc:date>
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