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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8959</link>
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    <pubDate>Sun, 30 Aug 2026 17:40:19 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-30T17:40:19Z</dc:date>
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      <title>As Flores da Memória: uma análise da História da Educação do Campo em Nova Iguaçu (RJ) através da Escola Municipalizada Jardim Montevidéo</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26236</link>
      <description>Título: As Flores da Memória: uma análise da História da Educação do Campo em Nova Iguaçu (RJ) através da Escola Municipalizada Jardim Montevidéo
Autor: Oliveira, Clodoaldo Ferreira de
Resumo: A preservação da memória cultural e coletiva no Brasil é um tema bastante complexo, por demandar uma série de fatores e relações existentes nas experiências entre diversos sujeitos. A sua rememoração e a sua conservação, contidas nas narrativas, são relevantes, principalmente no que diz respeito à construção da identidade dos povos e grupos. Nesse sentido, a presente pesquisa de doutoramento propõe estabelecer reflexões acerca da História da Educação no Brasil, por meio do relevante histórico da Escola Municipalizada Jardim Montevidéo, estabelecida como Escola do Campo, situada no município de Nova Iguaçu, no Estado do Rio de Janeiro. Para a viabilidade desta tese, foi estabelecida uma profunda pesquisa mnemônica visando à compreensão dos processos históricos-sociais presentes nas práticas cotidianas dos sujeitos que compõem a comunidade escolar, definida como campesina, pesquisada. Desta forma, os estudos sobre história e memória foram fundamentais, por representarem a maneira pela qual (ou pelas quais) a humanidade desenvolve mecanismos de conservação das informações, isto é, a forma com que armazenamos, individual ou coletivamente, os conhecimentos selecionados. Sendo assim, a memória coletiva é constituída pelo conjunto de memórias individuais, ou seja, segundo Halbwachs (1990), as lembranças individuais, quando agrupadas, podem contribuir para a evocação da construção histórica de uma determinada população ou sociedade que vão se afixando, ultrapassando os limites coletivos a ponto de promover a construção histórica. Através dessas abordagens, para a realização desta pesquisa qualitativa, foram utilizadas como metodologia: o aporte da História Oral (no âmbito da História da Educação), o levantamento documental e o bibliográfico que permitiram a compreensão das questões necessárias para o desenvolvimento da pesquisa. Assim, o estudo sobre a referida escola do campo revelou uma profusão de múltiplos sujeitos que encontravam-se intrinsecamente ligados ao histórico de resistência das populações periféricas que buscam superar a exploração imposta pelas estruturas de poder dominantes.</description>
      <pubDate>Mon, 27 Oct 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-10-27T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Professores no YouTube! O inédito viável freireano na pandemia</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26170</link>
      <description>Título: Professores no YouTube! O inédito viável freireano na pandemia
Autor: Soares, Roberta Ferreira Sandim
Resumo: Esta pesquisa apresenta as práticas pedagógicas de professores de escolas públicas&#xD;
que lecionaram por intermédio do YouTube durante a pandemia. É pertinente ressaltar&#xD;
que os vídeos, assim como suas possibilidades de gravação, edição e&#xD;
compartilhamentos, a incluir os dispositivos móveis, ganharam iminência no cenário&#xD;
pandêmico, enfrentado no Brasil e no mundo. Assim, problematizamos a prática&#xD;
democrática por uma educação pública em contextos pandêmicos, em tempos de&#xD;
isolamento físico na cultura da conectividade. O objetivo é investigar como os&#xD;
professores desenvolveram suas práticas pedagógicas e quais invenções tornamos&#xD;
possíveis. Nesse sentido, tentar compreender a formação de professores a partir das&#xD;
narrativas em vídeo e o que suas experiências teriam a nos dizer. Como método,&#xD;
busco apoio na pesquisa-narrativa e pesquisa-formação, usada para construir&#xD;
possíveis entendimentos do problema proposto, em diálogo com obras freireanas e&#xD;
com Estudos do Cotidiano. Nestes escritos estão articulados minha história de&#xD;
formação à narrativas de outros professores, que lançam mão de uma linguagem mais&#xD;
cotidiana, que roça nos procedimentos da produção em vídeo, valendo-se das&#xD;
intensidades de uma pesquisa de campo em uma página pública da internet, por uma&#xD;
estratégia de composição baseada em frames, montagens, linkando tramas e nós. A&#xD;
intenção é contribuir para o fortalecimento de espaços em rede que oportunizam a&#xD;
democratização do conhecimento, bem como, motivar a criação de ambientes online&#xD;
para a difusão e divulgação desses caminhos como espaço possível para lecionar.&#xD;
Ademais, perceber quais são os atravessamentos deste estudo a partir da minha&#xD;
trajetória de vida e formação, como professora-pesquisadora e de outros professores,&#xD;
também sujeitos-praticantes desta pesquisa. As análises nos revelaram que a&#xD;
plataforma YouTube pode ser considerada uma rede social que possibilita e incentiva&#xD;
uma aprendizagem autônoma e colaborativa. Com efeito, as práticas a partir de&#xD;
narrativas gravadas em vídeo buscou também compreender as características de uma&#xD;
linguagem multifacetada. Como aporte teórico dessas análises, busquei apoio nas&#xD;
obras de Paulo Freire cuja finalidade é abordar a docência atravessada pelas&#xD;
situações-limites, atos-limites, o inédito viável e, principalmente, a esperança em&#xD;
sintonia com as práticas sociais libertárias na Cibercultura, promovendo docências&#xD;
surpreendentes, histórias de professores da rede pública, suas práticas e reflexões&#xD;
teórico-metodológicas inspiradas nesta articulação. Na perspectiva de demonstrar&#xD;
como o pensamento do autor vem sendo reinventado na contemporaneidade. Sendo&#xD;
assim, estes escritos se constituem também como um lugar possível para discutir a&#xD;
produção audiovisual na formação de professores. Uma forma de aprender que&#xD;
integra as linguagens, as mídias e as conexões produzidas na cibercultura com/para&#xD;
a formação de professores, sobretudo para a educação.</description>
      <pubDate>Tue, 27 Feb 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-02-27T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Micropolíticas de jovens que habitam e inventam o Rio das Pedras</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26169</link>
      <description>Título: Micropolíticas de jovens que habitam e inventam o Rio das Pedras
Autor: Santos, Vanessa de Andrade Lira dos
Resumo: Este trabalho investiga os modos inventivos de habitar o território do Rio das Pedras, com e&#xD;
para além do planejamento ou da precarização de seu terreno. Fincado na Zona Oeste do Rio&#xD;
de Janeiro, o Rio das Pedras carrega as marcas das memórias dos seus habitantes, as&#xD;
discrepâncias dos poderes e das carências que o constituem, e uma rede de elaborações que o&#xD;
configura enquanto espaço de resistência. O coletivo Cine &amp; Rock, e a praça do Pinheiro,&#xD;
surgem como pontos de ancoragem para os deslocamentos na região. Neste sentido, pensar&#xD;
em como os sujeitos, sobretudo os jovens, criam maneiras de pertencer neste ponto da cidade,&#xD;
se apresenta como percurso para iluminar a seguinte tese: É na invenção cotidiana,&#xD;
humanizadora dos territórios, que os sujeitos criam para além das demandas estratégicas que&#xD;
reduzem seus corpos. E é na amplitude destes corpos fazedores de lugares, que os espaços são&#xD;
redimensionados em seus aspectos físicos e imaginados. A metodologia da cartografia é&#xD;
elencada nesta pesquisa como recurso para pensar e viver os lugares, ao acessar memórias e&#xD;
caminhar por eles, em um exercício de concomitância entre o recurso de cruzar pontos do&#xD;
mapa da região e conduzir uma espécie de bricolagem que relaciona narrativas, notícias e&#xD;
registros imagéticos mapeados em e sobre o Rio das Pedras. A pesquisa inicia-se com um&#xD;
resgate autobiográfico do sentido de habitar, que faz da memória o primeiro recurso de&#xD;
mapeamento de lugares. A seguir, compreendemos a cartografia como um modo de&#xD;
mergulhar, e nos apropriamos de suas ferramentas para pisar nas bordas do território do Rio&#xD;
das Pedras, percorrendo pontos da região até a chegada na praça do Pinheiro, berço do&#xD;
coletivo Cine &amp; Rock. A relação entre juventudes e cidade se desdobra como ponto focal&#xD;
deste lugar de encontro, que afunila a pesquisa na ação de limpeza da praça. A partir deste&#xD;
cruzamento no mapa, que se assenta em um local de encontro da região, conduzimos nossa&#xD;
reflexão no diálogo com autores que se afinam em direção à dimensão estética das&#xD;
territorialidades, sempre indissociável das micropolíticas que a definem. No tensionamento&#xD;
entre conformidade e resistência, o espaço relacional da cidade é reelaborado sem cessar&#xD;
como prática educativa. Ainda que as fomes se relativizem com as necessidades implicadas&#xD;
em sobreviver, e para além do descarte de coisas e de experiências, a dimensão estética dos&#xD;
cotidianos precarizados se apresenta como “mundos que se negam e existem, também, em&#xD;
virtude dessa negação” (HISSA, 2010, p.85). É na incapacidade de manutenção das&#xD;
obviedades programadas que a inventividade de todos os dias acontece, nos tempos interiores&#xD;
dos sujeitos em diálogo criativo com os seus lugares.</description>
      <pubDate>Thu, 29 Feb 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-02-29T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Quinhoar Ensino de História pública e digital: a cibercultura e o uso do Facebook na educação básica</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26167</link>
      <description>Título: Quinhoar Ensino de História pública e digital: a cibercultura e o uso do Facebook na educação básica
Autor: Costa, Raquel Elison
Resumo: Este trabalho desenvolveu reflexões em torno do Facebook, a partir do conceito de&#xD;
sociedade civil de Gramsci. Nesse sentido, realizou algumas ponderações acerca&#xD;
desta rede social e suas implicações nas esferas sociais. Procurou-se refletir sobre&#xD;
as possibilidades de ensinar história utilizando a página Quinhoar Ensino de História&#xD;
no Facebook como um recurso didático nas salas de aula do ensino básico. A&#xD;
pesquisa utilizou a página “Quinhoar: Ensino de História” para mobilizar os conceitos&#xD;
de gênero, classe e raça, dentro de uma perspectiva da teoria da reprodução social.&#xD;
Alguns estudos de Paulo Freire foram utilizados com o intuito de refletir sobre uma&#xD;
educação democrática, inclusiva e de resistência à ordem capitalista. A pesquisa&#xD;
teve início com o seguinte questionamento: É possível ensinar história por meio de&#xD;
uma página no Facebook? Ao longo da pesquisa se chegou à conclusão de que sim,&#xD;
desde que o professor fique atento às seguintes constatações: as redes sociais&#xD;
on-line e a internet, estão sob grande domínio dos interesses mercadológicos,&#xD;
sobretudo devido à forma com que os algoritmos foram escritos; muitos alunos já&#xD;
dominam um saber que os permite circular pelas redes sociais e obter&#xD;
conhecimentos. Estas duas conclusões criaram o seguinte impasse: Como ensinar&#xD;
uma história crítica através da página Quinhoar, mobilizando o conhecimento que os&#xD;
alunos já possuem, em uma rede social submetida à lógica capitalista? Um caminho&#xD;
encontrado foi produzir e utilizar materiais didáticos por meio da página “Quinhoar:&#xD;
Ensino de História”, contudo, subordinando-os ao contexto histórico vivenciado no&#xD;
chão da sala de aula e voltar o foco da pesquisa para as demandas do ensino&#xD;
presencial.</description>
      <pubDate>Mon, 26 Feb 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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