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dc.contributor.authorPaiva, Fernando
dc.date.accessioned2023-12-22T01:56:53Z-
dc.date.available2023-12-22T01:56:53Z-
dc.date.issued1988-03-09
dc.identifier.citationPAIVA, Fernando. Habronema muscae (Carter 1861) Diesing, 1861: descrição de formas imaturas, uma nova técnica de diagnóstico e a prevalência da habronemíase gástrica no Estado de Mato Grosso do Sul. 1988. 58 f. Tese (Doutorado em Ciências Veterinárias) - Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica-RJ, 1988.por
dc.identifier.urihttps://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/11777-
dc.description.abstractAs formas imaturas de Habronema muscae (Carter, 1861) Diesing, 1861 liberadas pelas fêmeas são descritas e definidas como larvas de primeiro estágio. É proposta a técnica de UENO (1968) e UENO & GUTIERRES (1983) modificada, para evidenciar as larvas de primeiro estágio de H. muscae nas fezes dos equídeos, e esta técnica também é capaz de proceder o diagnóstico parasitológico da habronemíase gástrica causada pela espécie supra citada. Esta técnica apresenta o coeficiente de regressão linear de 77%, quando os seus resultados são comparados com o nú- mero de fêmeas adultas recuperadas à necrópsia. Foi determinada em 95,45% a prevalência de H. muscae parasitando o estômago de eqüinos no Estado de Mato Grosso do Sul, e apenas um animal apresentou-se parasitado por Draschia megastoma (Rudolphi, 1819). Foram feitas descrições morfológicas e morfométricas das formas imaturas parasíticas de H. xi muscae: L3 inicial, L3 final, L4 inicial, L4 final e L5 inicial. Descreveu-se a morfogênese da porção labial da fase parasítica de H. muscae.por
dc.description.sponsorshipCoordenação e Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectMedicina Veterináriapor
dc.titleHabronema muscae (Carter 1861) Diesing, 1861: descrição de formas imaturas, uma nova técnica de diagnóstico e a prevalência da habronemíase gástrica no Estado de Mato Grosso do Sulpor
dc.title.alternative...por
dc.typeTesepor
dc.description.abstractOtherThe immature forms liberated by female Habronema muscae (Carter, 1861) Diesing, 1861 are described and defined as first stage larvae. A modified UENO (1968) and UENO & GUTIERRES (1968) technique is proposed to show these first stage larvae of H. muscae in horse faeces; this technique is also capable of carrying out the parasitological diagnosis of gastric habronemiasis caused by this species. The results of this technique show a coefficient of linear correlation of 77% when compared with the number of females recovered post-mortem. The prevalence of H. muscae was determined as 95,45% in the stomach of horses in Mato Grosso do Sul State while only one animal was found to be parasitized by Draschia megastoma (Rudolphi, 1819). Morphological and morphometric descriptions are given of the immature parasitic forms of H. muscae: L3 initial and final, L4 initial and final and L5 x i i i initial. The morphogenesis of the labial portion of the parasitic phase of H. muscae is also described.eng
dc.contributor.advisor1Honer, Michael Robin
dc.contributor.referee1Honer, Michael Robin
dc.contributor.referee2Gomes, Delir Correa
dc.contributor.referee3Araújo, José Luiz de Barros
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7833660059364011por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Biológicas e da Saúdepor
dc.publisher.initialsUFRRJpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Veterináriaspor
dc.relation.referencesAs formas imaturas de Habronema muscae (Carter, 1861) Diesing, 1861 liberadas pelas fêmeas são descritas e definidas como larvas de primeiro estágio. É proposta a técnica de UENO (1968) e UENO & GUTIERRES (1983) modificada, para evidenciar as larvas de primeiro estágio de H. muscae nas fezes dos equídeos, e esta técnica também é capaz de proceder o diagnóstico parasitológico da habronemíase gástrica causada pela espécie supra citada. Esta técnica apresenta o coeficiente de regressão linear de 77%, quando os seus resultados são comparados com o nú- mero de fêmeas adultas recuperadas à necrópsia. Foi determinada em 95,45% a prevalência de H. muscae parasitando o estômago de eqüinos no Estado de Mato Grosso do Sul, e apenas um animal apresentou-se parasitado por Draschia megastoma (Rudolphi, 1819). Foram feitas descrições morfológicas e morfométricas das formas imaturas parasíticas de H. xi muscae: L3 inicial, L3 final, L4 inicial, L4 final e L5 inicial. Descreveu-se a morfogênese da porção labial da fase parasítica de H. muscae.por
dc.subject.cnpqMedicina Veterináriapor
dc.thumbnail.urlhttps://tede.ufrrj.br/retrieve/62742/1988%20-%20Fernando%20Paiva.pdf.jpg*
dc.originais.urihttps://tede.ufrrj.br/jspui/handle/jspui/4088
dc.originais.provenanceSubmitted by Celso Magalhaes (celsomagalhaes@ufrrj.br) on 2020-10-26T17:39:53Z No. of bitstreams: 1 1988 - Fernando Paiva.pdf: 462283 bytes, checksum: 6212e04f2cdfb914336bd16bc05c16f3 (MD5)eng
dc.originais.provenanceMade available in DSpace on 2020-10-26T17:39:53Z (GMT). No. of bitstreams: 1 1988 - Fernando Paiva.pdf: 462283 bytes, checksum: 6212e04f2cdfb914336bd16bc05c16f3 (MD5) Previous issue date: 1988-03-09eng
Appears in Collections:Mestrado em Ciências Veterinárias

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