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  <title>Repositório Comunidade: Bibliografia de referência e instrumentos de pesquisa sobre a História da Baixada Fluminense</title>
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  <subtitle>Bibliografia de referência e instrumentos de pesquisa sobre a História da Baixada Fluminense</subtitle>
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  <updated>2026-10-24T00:07:51Z</updated>
  <dc:date>2026-10-24T00:07:51Z</dc:date>
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    <title>Baixada Fluminense: A violência na construção do poder</title>
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      <name>Alves, Jose Claudio Souza</name>
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    <updated>2026-10-23T15:56:40Z</updated>
    <published>1998-02-03T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Baixada Fluminense: A violência na construção do poder
Autor: Alves, Jose Claudio Souza
Resumo: O padrão de violência existente na Baixada Fluminense será aqui analisado dentro do processo de formação histórica da região. Na compreensão deste fenômeno, expresso nos permanentes e elevados índices de homicídios e na atuação dos grupos de extermínio, a relação desta violência com o poder local toma-se central. Assim, parte da estratégia política de determinados setores, a violência estará inscrita na construção de bases políticas sobre as quais se fundamentarão não só o poder local, mas os demais grupos políticos estabelecidos no plano estadual e federal. A permeabilidade das instituições democráticas aos mecanismos de perpetuação desta violência ilegal se associará à pobreza de uma imensa periferia urbana, possibilitando a construção de trajetórias políticas calcadas tanto no medo como no clientelismo. Mandatos populares de matadores surgirão assim, não como expressão da barbárie de uma sociedade à margem da civilização e impregnada por uma cultura da violência, mas como possibilidades historicamente construídas pelas relações de poder O resultado da morte de milhares de pessoas, na sua maioria não-identificadas e ignoradas pelo sistema de justiça criminal, corresponde, assim, à transformação destas mortes em credenciais políticas, reconhecidas pelos donos do poder local, pelos grupos políticos “supra-locais” e por ampla parcela da população. Exumar socialmente o processo de formação desta realidade é o que se pretende aqui. Orientado pelo Prof. Dr. Emir Simão Sader.</summary>
    <dc:date>1998-02-03T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Resistência e organização popular: movimentos sociais na Baixada Fluminense nas décadas de 1970 e 1980</title>
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      <name>Kronemberger, Adriana Bastos</name>
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    <updated>2026-10-23T15:55:59Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Resistência e organização popular: movimentos sociais na Baixada Fluminense nas décadas de 1970 e 1980
Autor: Kronemberger, Adriana Bastos
Resumo: Este estudo constitui uma parte da minha investigação de doutorado realizada na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) em 2023, centrada na análise dos movimentos sociais urbanos que emergiram durante as décadas de 1970 e 1980 em Nova Iguaçu, cidade do estado do Rio de Janeiro, Brasil. Os movimentos sociais urbanos surgiram como resposta às injustiças sociais e eram estreitamente conectados com a Igreja Católica adepta da Teologia da Libertação. O estudo investigou a preservação da memória dessas lutas, obje-tivando compreender as percepções dos militantes sobre suas participações e a resistência à ditadura civil-militar. Utilizando a metodologia de História oral e uma abordagem da análise de discursos, objetivou-se analisar tanto as falas dos entrevistados quanto os documentos escritos. O resgate dessas lutas sociais não apenas honra o passado, mas também pode inspirar ações sociais futuras em favor dos direitos básicos e da dignidade da população.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Camponeses, operários e a tentativa de resistência armada ao golpe de 1964 na Baixada Fluminense</title>
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      <name>Bastos, Gabriel Souza</name>
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    <updated>2026-10-23T15:55:21Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Camponeses, operários e a tentativa de resistência armada ao golpe de 1964 na Baixada Fluminense
Autor: Bastos, Gabriel Souza
Resumo: O artigo analisa uma tentativa abortada de resistência armada ao golpe de 1964, envolvendo  um  bloco político  composto  por  associações  de  camponeses  e  sindicatos,  especialmente   petroleiros,   na   Baixada   Fluminense.   Através   de   análises   documentais,   jornalísticas e entrevistas, é destacada a organização desse bloco político naquela conjuntura e  as  circunstâncias  da  tentativa  de  resistência.  O  artigo  também  aborda  representações  sociais da memória dessa tentativa e de uma possibilidade de formação de guerrilha em uma localidade  rural  da  Baixada  Fluminense,  alvo  de  intensa  repressão  após  o  golpe.  Através  dessa análise, o artigo problematiza a suposição de amplo apoio popular ao golpe e conclui que essa tentativa de resistência armada dependia da reação do presidente João Goulart ao movimento golpista.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O governo dos engenhos de açúcar no recôncavo da Guanabara — século XVIII</title>
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      <name>Machado, Ana Paula Souza Rodrigues</name>
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    <updated>2026-10-23T15:53:19Z</updated>
    <published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O governo dos engenhos de açúcar no recôncavo da Guanabara — século XVIII
Autor: Machado, Ana Paula Souza Rodrigues
Resumo: O objetivo deste artigo é o de aferir o número de engenhos de açúcar do Recôncavo da Guanabara fluminense, ao longo do século XVIII, assim como analisar os elementos que contribuíram para o bom (permanência) e o mau (falência) governo desses engenhos, tendo em vista que a atividade açucareira foi a porta de entrada para a nobreza do Rio de Janeiro setecentista. Deste modo, tentaremos responder as seguintes perguntas: quantos engenhos de açúcar estiveram em funcionamento na capitania do Rio de Janeiro? Dos que se tornaram fogo morto, ou seja, deixaram de funcionar, quais foram os motivos que levaram algumas famílias à bancarrota? O que fez surgirem novos engenhos? Esclareço que o uso do termo ‘governo’ fez parte do vocabulário social da época recortada, e que a escolha do verbete não foi ao acaso, sendo utilizado também na esfera doméstica</summary>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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