<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>Repositório Colecção: A coleção reúne as monografias sobre Baixada Fluminense produzidas pelos alunos do curso de História do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do  Rio de Janeiro.</title>
  <link rel="alternate" href="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/2685" />
  <subtitle>A coleção reúne as monografias sobre Baixada Fluminense produzidas pelos alunos do curso de História do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do  Rio de Janeiro.</subtitle>
  <id>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/2685</id>
  <updated>2026-02-11T22:33:19Z</updated>
  <dc:date>2026-02-11T22:33:19Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Estação de Vila de Cava como “lugar de memória”: (re)significações e sentidos em torno de um patrimônio cultural</title>
    <link rel="alternate" href="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/4842" />
    <author>
      <name>VIANA, Joana D'arc Cesar</name>
    </author>
    <id>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/4842</id>
    <updated>2023-11-09T15:30:37Z</updated>
    <published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Estação de Vila de Cava como “lugar de memória”: (re)significações e sentidos em torno de um patrimônio cultural
Autor: VIANA, Joana D'arc Cesar
Resumo: A estação de Vila de Cava agrega memórias distintas que atravessaram diferentes temporalidades, e, por isso, constitui-se como expressivo “lugar de memória” que abarca diferentes sentidos, que foram modificando-se de geração a geração. Essas memórias estão ligadas e, muitas vezes, se superpõe remontando a sua fundação no século XIX e a outras temporalidades, e se encontram presentes nas histórias contadas pelos antigos moradores da região. Aqueles que viajaram no trem de carga a carona, aqueles que dizem que foram funcionários ou filhos destes, aqueles que utilizaram o prédio como um espaço de aprendizado com o Movimento Brasileiro de Alfabetização em 1967 (MOBRAL), ou simplesmente, aqueles que de nada participaram diretamente mais presenciaram as tantas (re)significações pelas quais passou o prédio da antiga&#xD;
estação. Procura-se, portanto, estabelecer um diálogo entre os “lugares de memória” e a produção de sentidos em torno deste patrimônio cultural que se estabelece na fronteira entre o patrimônio material e imaterial. É importante destacar que a estação de Vila de Cava pode ser considerada uma fonte histórica e cultural, pois está presente no cotidiano e na memória da população, e hoje existem distintas representações históricas&#xD;
vinculadas à diferentes temporalidades da estação, que trazem à tona elementos de pertencimento e de coesão social. Trata-se de um legado histórico ainda presente que remonta a história social de Vila de Cava, a própria formação desse bairro e sua historicidade que aparece nas estórias dos grupos que viveram e vivem na localidade da estação. A estação de Vila de Cava encontra-se entre a “história e a memória”. A História nos permite entender os fatos e acontecimentos que ocorreram em torno dela, e qual o seu papel e valor histórico para a sociedade e a memória nos permitem compreender os sentidos que cada um desses fatos e acontecimentos proporcionou a comunidade de Vila de Cava para que, hoje, ela se constitua como um patrimônio cultural. Se, por um lado, a História nos permite entender os fatos e acontecimentos que ocorreram em torno dela, e qual o seu papel e valor histórico para a sociedade, por outro lado, a memória nos permite compreender os sentidos que cada um desses fatos e acontecimentos proporcionou a comunidade de Vila de Cava. Todos esses múltiplos sentidos permitem que, hoje, ela se constitua como um patrimônio cultural a ser&#xD;
difundido pela perspectiva da Educação Patrimonial.</summary>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>"PERGUNTE AO BISPO": Em defesa de um projeto cristão de sociedade na Diocese de Nova Iguaçu (1972)</title>
    <link rel="alternate" href="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/4841" />
    <author>
      <name>UCHÔA JR, Cezar Augusto Sales</name>
    </author>
    <id>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/4841</id>
    <updated>2023-11-09T15:30:37Z</updated>
    <published>2014-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: "PERGUNTE AO BISPO": Em defesa de um projeto cristão de sociedade na Diocese de Nova Iguaçu (1972)
Autor: UCHÔA JR, Cezar Augusto Sales
Resumo: Os desafios em torno da compreensão da relação Igreja-Estado, sagrado-profano, são muitos. A presente monografia buscou discutir como na Diocese de Nova Iguaçu, a partir da publicação do jornal semanal A Folha, o bispo Dom Adriano Hypólito se utiliza de uma coluna de perguntas e respostas para expor um projeto de sociedade que deveria ser construído pela cristandade. Como o período em questão (1972) o Brasil estava sob o regime de uma Ditadura Militar, e a Igreja vivia um processo de revisão de sua identidade e missão, o&#xD;
caso da Igreja em Nova Iguaçu torna-se emblemático para o entendimento que o ponto chave para entender essa relação é encontrar como cada instituição interagiu com a sociedade e a partir daí encontrar os elos entre Igreja e Estado. Esses elos são percebidos, no discurso religioso-político da Igreja, demonstrando sua tentativa de ampliar a esfera religiosa, não somente no cotidiano das pessoas, mas agora também nas relações que estruturam a sociedade.</summary>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Nos caminhos de Nilópolis de Ontem e de Hoje de Ernesto Cardoso</title>
    <link rel="alternate" href="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/4840" />
    <author>
      <name>SOUZA, Elenice Paz de</name>
    </author>
    <id>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/4840</id>
    <updated>2023-11-09T15:30:37Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Nos caminhos de Nilópolis de Ontem e de Hoje de Ernesto Cardoso
Autor: SOUZA, Elenice Paz de
Resumo: Este estudo teve por objetivo analisar o livro “Nilópolis de Hontem e de Hoje” do autor Ernesto Cardoso, publicado em 1938. Busca-se descrever a obra, já que é rara, e analisá-la a partir de dois pontos abordados pelo autor em seu trabalho: a história da Fazenda São Matheus como origem de Nilópolis e a participação do presidente Nilo Peçanha na formação do município. Foram comparadas essas duas questões com autores&#xD;
contemporâneos buscando semelhanças e divergências na interpretação. Ernesto Cardoso apresentou uma narrativa descritiva da localidade na década de 1930, quando era então distrito de Nova Iguaçu. O autor não poupou esforços em enaltecer a cidade por ele idealizada. Foi sinalizado nas páginas do livro palavras com significados de progresso para a cidade.</summary>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>E os Pomos eram de Ouro: A importância da Citricultura de Nova Iguaçu para a economia fluminense e brasileira nas décadas de 1920 à 1940.</title>
    <link rel="alternate" href="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/4839" />
    <author>
      <name>SOUZA, Ricardo Luiz de</name>
    </author>
    <id>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/4839</id>
    <updated>2023-11-09T15:30:36Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: E os Pomos eram de Ouro: A importância da Citricultura de Nova Iguaçu para a economia fluminense e brasileira nas décadas de 1920 à 1940.
Autor: SOUZA, Ricardo Luiz de
Resumo: O presente trabalho possui como objetivos principais, esmiuçar a evolução da Citricultura no país e o seu grande desenvolvimento no município fluminense de Nova Iguaçu, no período compreendido entre os anos 20 e 40 do século XX. Não obstante, será também analisado nesse trabalho, como a laranja desenvolveu-se como uma alternativa de diversificação econômica, com o intuito de suprimir a grande dependência das exportações do café e como tal produto irá encontrar as condições para se desenvolver em Nova Iguaçu. Assim, discutiremos os incentivos, deliberações e políticas estatais para a laranja ser comercializada com a devida qualidade e pujança, com a adoção dos “Packing Houses”, entre outras medidas, além é claro, como&#xD;
o boom da produção e exportação de laranjas trará recursos financeiros para o Estado Brasileiro e Fluminense.</summary>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

