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  <title>Repositório Colecção:</title>
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  <updated>2026-11-04T00:59:34Z</updated>
  <dc:date>2026-11-04T00:59:34Z</dc:date>
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    <title>O ensino de história em disputa: uma análise crítica do discurso do escola sem partido e projeto mecenas</title>
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      <name>Carvalho, Lohana Jéssica de</name>
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    <updated>2026-11-03T12:14:19Z</updated>
    <published>2026-08-11T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O ensino de história em disputa: uma análise crítica do discurso do escola sem partido e projeto mecenas
Autor: Carvalho, Lohana Jéssica de
Resumo: Esta dissertação analisa os discursos produzidos pelo Escola Sem Partido e pelo Projeto&#xD;
Mecenas, vinculado à Brasil Paralelo, buscando compreender como tais iniciativas constroem&#xD;
narrativas sobre o ensino de história no Brasil contemporâneo. Inserida no campo da História&#xD;
do Tempo Presente, a pesquisa parte da compreensão de que o ensino de história constitui um&#xD;
espaço de disputas discursivas e políticas, especialmente em um contexto marcado pela&#xD;
ampliação das mídias digitais e pela circulação imensurável de conteúdos históricos fora do&#xD;
ambiente acadêmico. O trabalho utiliza como principal metodologia a Análise Crítica do&#xD;
Discurso Textualmente Orientada (ADTO) (Fairclough, 2001), entendida como uma&#xD;
perspectiva capaz de examinar as relações entre linguagem, ideologia e poder presentes nos&#xD;
discursos analisados. A partir dessa abordagem, são investigadas as estratégias discursivas&#xD;
mobilizadas pelos objetos pesquisados na construção de determinadas representações sobre&#xD;
professores, produção historiográfica, escola, neutralidade política e conhecimento histórico.&#xD;
A pesquisa busca identificar de que maneira esses discursos se articulam a perspectivas&#xD;
revisionistas e negacionistas, produzindo críticas ao ensino e professores de história, e&#xD;
questionamentos à legitimidade do trabalho historiográfico acadêmico. Desse modo, a&#xD;
dissertação pretende contribuir para as reflexões sobre ensino de história, circulação de&#xD;
discursos históricos e disputas narrativas no tempo presente, evidenciando o papel das mídias&#xD;
digitais na difusão e fortalecimento desses discursos.</summary>
    <dc:date>2026-08-11T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O Xingu vinga Diacuí? Alteridade em um casamento interétnico (1938-1954)</title>
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      <name>Souza, Bruna Lacerda de</name>
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    <updated>2026-10-21T12:13:00Z</updated>
    <published>2025-09-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O Xingu vinga Diacuí? Alteridade em um casamento interétnico (1938-1954)
Autor: Souza, Bruna Lacerda de
Resumo: O presente trabalho tem por objetivo compreender como a alteridade se manifestou no&#xD;
casamento interétnico de Diacuí Kalapalo, indígena da região do Alto Xingu, e de Ayres&#xD;
Câmara Cunha, sertanista que prestava serviços à Fundação Brasil Central, órgão ligado ao&#xD;
Serviço de Proteção aos Índios. Durante as décadas de 1940 a 1950, o contato interétnico&#xD;
entre alto-xinguanos e não indígenas acentuou-se devido à promoção de um projeto de&#xD;
interiorização do Brasil, chamado de Expedição Roncador-Xingu. A ocupação dessas áreas&#xD;
promoveu o encontro entre Ayres e Diacuí, levando-os a manter um contato constante. Isso&#xD;
resultou em um envolvimento amoroso entre ambos e um contato pautado na harmonia, em&#xD;
certa medida, entre os integrantes da expedição com os grupos do Alto Xingu. O posterior&#xD;
desejo do sertanista em contrair matrimônio com a indígena Kalapalo gerou controvérsias&#xD;
entre o Serviço de Proteção aos Índios, órgão indigenista, e a opinião pública, desdobrando-se&#xD;
em uma comoção popular a favor do casamento. A investigação proposta baseou-se nas&#xD;
análises de documentação produzida por Ayres, como sua autobiografia, as reportagens do&#xD;
jornal Diário da Noite (RJ) e depoimentos indígenas coletados por etnógrafos. Por meio da&#xD;
etnohistória, foi possível acessar o passado do contato interétnico entre os povos indígenas do&#xD;
Xingu e os não indígenas, auxiliando no entendimento dos valores dos alto-xinguanos e na&#xD;
construção histórica das interações interétnicas naquela região.</summary>
    <dc:date>2025-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Do lar à tribuna: mulheres e política eleitoral na Baixada Fluminense (1945-1950)</title>
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      <name>Andrade, Vitória Godoy de</name>
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    <updated>2026-10-19T14:43:05Z</updated>
    <published>2025-08-18T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Do lar à tribuna: mulheres e política eleitoral na Baixada Fluminense (1945-1950)
Autor: Andrade, Vitória Godoy de
Resumo: O presente trabalho buscou analisar as trajetórias de Carmelita Brasil Monteiro e Stella de&#xD;
Queiroz Pinheiro, ambas eleitas como vereadoras dos municípios de Nova Iguaçu e Nilópolis&#xD;
no imediato pós-guerra. Para tal, partimos do entendimento de que as ex-vereadoras teceram&#xD;
redes de relações a partir de sua inserção em núcleos de atuação valorizados pelos setores&#xD;
ligados à citricultura e que, durante as primeiras décadas do século XX, se preocuparam em&#xD;
fortalecer o discurso do capital citricultor como o produtor de uma Nova Iguaçu moderna e&#xD;
aparelhada. Os novos aparatos urbanos e sociais serviram, também, para ampliar o espaço de&#xD;
atuação para as mulheres que, àquela altura, extravasaram os limites da vida privada. Nosso&#xD;
recorte temporal está baseado entre 1945 e 1950, período no qual Carmelita Brasil e Stella de&#xD;
Queiroz integraram as fileiras do Partido Social Democrático, legenda situacionista. A escolha&#xD;
do recorte, porém, não nos impediu de recuar e avançar no tempo para melhor compreensão do&#xD;
contexto e das trajetórias de nossas personagens. Esta dissertação está estruturada em três&#xD;
capítulos. No primeiro, abordamos o cenário político e econômico de Nova Iguaçu durante a&#xD;
primeira metade do século XX, pautado pela preocupação dos setores ligados à citricultura em&#xD;
fortalecer o discurso de uma Nova Iguaçu moderna e civilizada como fruto do capital citricultor,&#xD;
que retornava ao distrito-sede através do investimento em educação, lazer e reformas urbanas.&#xD;
As mulheres iguaçuanas avançaram nos novos espaços sociais – como a imprensa e clubes&#xD;
associativos – e, através deles, discutiram sobre feminismo e a participação feminina no espaço&#xD;
público. No segundo capítulo, tratamos das trajetórias das ex-vereadoras a partir de sua atuação&#xD;
em setores valorizados pelo discurso citricultor, como a vida social e o magistério. No último&#xD;
capítulo, refletimos sobre a participação feminina na política institucional após a conquista do&#xD;
voto e a repercussão da discussão sobre a aptidão das mulheres à política especialmente no&#xD;
cenário iguaçuano. A seguir, discutimos o impacto da crise da citricultura, do avanço da mancha&#xD;
urbana e da primeira onda emancipatória em Nova Iguaçu sobre as eleições municipais de 1947&#xD;
e a posição de Carmelita e Stella como figuras relevantes para a manutenção do poder político&#xD;
do PSD na região. Por fim, analisamos a atuação das ex-vereadoras nas Câmaras de Nova&#xD;
Iguaçu e Nilópolis durante a legislatura de 1947 e 1950.</summary>
    <dc:date>2025-08-18T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>José Marianno Filho: um estudo comparativo entre o retrato de um crítico de arte segundo a historiografia da arquitetura brasileira e sua atuação intelectual (anos 1920-1940)</title>
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      <name>Santos, Rafaelli Machado dos</name>
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    <updated>2026-10-14T13:27:11Z</updated>
    <published>2026-03-11T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: José Marianno Filho: um estudo comparativo entre o retrato de um crítico de arte segundo a historiografia da arquitetura brasileira e sua atuação intelectual (anos 1920-1940)
Autor: Santos, Rafaelli Machado dos
Resumo: Entre os anos de 1920 e 1940, debates efervescentes dominaram o campo da Arquitetura e do&#xD;
Urbanismo no Brasil. No centro desses debates destacam-se os defensores do recém criado&#xD;
Movimento Neocolonial e os defensores do Movimento Modernista, ainda pouco conhecido,&#xD;
mas que começava a se manifestar pouco a pouco na arquitetura brasileira. É nesse contexto&#xD;
que surge José Marianno Filho (1881-1946), um médico pernambucano que dedicou sua vida&#xD;
à crítica de arte, arquitetura e urbanismo. Ao se encantar com a Arquitetura Neocolonial,&#xD;
Marianno se tornou um dos seus defensores mais proeminentes, servindo também de teórico e&#xD;
patrocinador do movimento. Foi atuando diretamente na propagação do neocolonial que o&#xD;
médico atraiu jovens arquitetos e estudantes, entre os quais destaca-se Lucio Costa&#xD;
(1902-1998), de quem José foi o mentor até a virada modernista. A partir de então, mentor e&#xD;
ex-discípulo se tornam inimigos e protagonizam debates acalorados sobre o que deveria ser a&#xD;
arquitetura legitimamente brasileira. Com o triunfo da Arquitetura Modernista e o isolamento&#xD;
de José Marianno Filho, a narrativa do Movimento Modernista ganhou ainda mais força e&#xD;
passou a dominar os livros de História da Arquitetura e Urbanismo no Brasil a partir dali. O&#xD;
objetivo deste trabalho é, através de fontes históricas primárias, conhecer a produção&#xD;
intelectual de José Marianno Filho e assim compreender o seu pensamento, reconhecendo os&#xD;
impactos da difusão da ótica de Lucio Costa sobre a produção historiográfica da arquitetura&#xD;
brasileira do século XX. Sendo assim, pretende-se analisar a produção teórica de José&#xD;
Marianno Filho a respeito da arquitetura nacional, identificar as principais influências que&#xD;
incidiram sobre o seu pensamento e comparar a forma como o pensamento de Marianno foi&#xD;
retratado na historiografia da arquitetura e do urbanismo brasileiro com o conteúdo que ele de&#xD;
fato produziu a respeito. Para tanto, será efetuada uma análise comparativa entre o retrato de&#xD;
Marianno segundo a historiografia da arquitetura brasileira e o conteúdo de sua obra escrita.&#xD;
Para análise da historiografia mencionada, foram selecionadas obras clássicas que abordam&#xD;
esse recorte temporal, a saber: Quatro séculos de arquitetura (1965), de Paulo Santos,&#xD;
Arquitetura Brasileira (1979), de Carlos A. C. Lemos, Arquitetura contemporânea no Brasil&#xD;
(1981), de Yves Bruand, e Arquiteturas no Brasil: 1900-1990 (1995), de Hugo Segawa. As&#xD;
fontes selecionadas são três livros de José Marianno Filho: Estudos de arte brasileira (1942),&#xD;
À margem do problema arquitetônico nacional (1943) e Debates sobre estética e urbanismo&#xD;
(1943). Espera-se que a partir das fontes históricas obtidas seja possível conhecer com mais&#xD;
profundidade o pensamento de José Marianno Filho e assim oferecer uma nova perspectiva&#xD;
histórica, tornando públicas não só as atuações como mecenas e defensor do neocolonial, mas&#xD;
também as contribuições ao campo da crítica de arquitetura que fizeram de Marianno uma&#xD;
figura importante do debate cultural das décadas de 1920 a 1940.</summary>
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