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  <title>Repositório Colecção:</title>
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  <updated>2026-10-14T18:53:32Z</updated>
  <dc:date>2026-10-14T18:53:32Z</dc:date>
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    <title>José Marianno Filho: um estudo comparativo entre o retrato de um crítico de arte segundo a historiografia da arquitetura brasileira e sua atuação intelectual (anos 1920-1940)</title>
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      <name>Santos, Rafaelli Machado dos</name>
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    <updated>2026-10-14T13:27:11Z</updated>
    <published>2026-03-11T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: José Marianno Filho: um estudo comparativo entre o retrato de um crítico de arte segundo a historiografia da arquitetura brasileira e sua atuação intelectual (anos 1920-1940)
Autor: Santos, Rafaelli Machado dos
Resumo: Entre os anos de 1920 e 1940, debates efervescentes dominaram o campo da Arquitetura e do&#xD;
Urbanismo no Brasil. No centro desses debates destacam-se os defensores do recém criado&#xD;
Movimento Neocolonial e os defensores do Movimento Modernista, ainda pouco conhecido,&#xD;
mas que começava a se manifestar pouco a pouco na arquitetura brasileira. É nesse contexto&#xD;
que surge José Marianno Filho (1881-1946), um médico pernambucano que dedicou sua vida&#xD;
à crítica de arte, arquitetura e urbanismo. Ao se encantar com a Arquitetura Neocolonial,&#xD;
Marianno se tornou um dos seus defensores mais proeminentes, servindo também de teórico e&#xD;
patrocinador do movimento. Foi atuando diretamente na propagação do neocolonial que o&#xD;
médico atraiu jovens arquitetos e estudantes, entre os quais destaca-se Lucio Costa&#xD;
(1902-1998), de quem José foi o mentor até a virada modernista. A partir de então, mentor e&#xD;
ex-discípulo se tornam inimigos e protagonizam debates acalorados sobre o que deveria ser a&#xD;
arquitetura legitimamente brasileira. Com o triunfo da Arquitetura Modernista e o isolamento&#xD;
de José Marianno Filho, a narrativa do Movimento Modernista ganhou ainda mais força e&#xD;
passou a dominar os livros de História da Arquitetura e Urbanismo no Brasil a partir dali. O&#xD;
objetivo deste trabalho é, através de fontes históricas primárias, conhecer a produção&#xD;
intelectual de José Marianno Filho e assim compreender o seu pensamento, reconhecendo os&#xD;
impactos da difusão da ótica de Lucio Costa sobre a produção historiográfica da arquitetura&#xD;
brasileira do século XX. Sendo assim, pretende-se analisar a produção teórica de José&#xD;
Marianno Filho a respeito da arquitetura nacional, identificar as principais influências que&#xD;
incidiram sobre o seu pensamento e comparar a forma como o pensamento de Marianno foi&#xD;
retratado na historiografia da arquitetura e do urbanismo brasileiro com o conteúdo que ele de&#xD;
fato produziu a respeito. Para tanto, será efetuada uma análise comparativa entre o retrato de&#xD;
Marianno segundo a historiografia da arquitetura brasileira e o conteúdo de sua obra escrita.&#xD;
Para análise da historiografia mencionada, foram selecionadas obras clássicas que abordam&#xD;
esse recorte temporal, a saber: Quatro séculos de arquitetura (1965), de Paulo Santos,&#xD;
Arquitetura Brasileira (1979), de Carlos A. C. Lemos, Arquitetura contemporânea no Brasil&#xD;
(1981), de Yves Bruand, e Arquiteturas no Brasil: 1900-1990 (1995), de Hugo Segawa. As&#xD;
fontes selecionadas são três livros de José Marianno Filho: Estudos de arte brasileira (1942),&#xD;
À margem do problema arquitetônico nacional (1943) e Debates sobre estética e urbanismo&#xD;
(1943). Espera-se que a partir das fontes históricas obtidas seja possível conhecer com mais&#xD;
profundidade o pensamento de José Marianno Filho e assim oferecer uma nova perspectiva&#xD;
histórica, tornando públicas não só as atuações como mecenas e defensor do neocolonial, mas&#xD;
também as contribuições ao campo da crítica de arquitetura que fizeram de Marianno uma&#xD;
figura importante do debate cultural das décadas de 1920 a 1940.</summary>
    <dc:date>2026-03-11T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Silêncios e Evidências Ressignificadas: a construção da memória de Mariana Grajales Cuello (Séculos XIX e XX)</title>
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      <name>Martins, Mariana Ventura</name>
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    <updated>2026-10-07T14:36:57Z</updated>
    <published>2026-02-06T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Silêncios e Evidências Ressignificadas: a construção da memória de Mariana Grajales Cuello (Séculos XIX e XX)
Autor: Martins, Mariana Ventura
Resumo: Esta dissertação é resultado da análise crítica das memórias relacionadas a Mariana Grajales&#xD;
Cuello, negra, que se tornou um símbolo da mulher cubana, protagonista das lutas políticas&#xD;
pela independência da ilha, ocorrida a partir de 1868. Popularmente, Grajales ainda é&#xD;
reconhecida por seus conterrâneos como “Madre de la Pátria”. Mais especificamente, o estudo&#xD;
do caso Grajales visa compreender o trabalho de construção da memória sobre essa&#xD;
personagem, considerando as possíveis disputas relacionadas à construção do panteão da&#xD;
memória nacional cubana em contextos diversos, como os da independência, em meados do&#xD;
século XIX, e o da Revolução Cubana, em meados do século XX. O referencial teórico da&#xD;
pesquisa inclui estudos sobre a construção da memória coletiva e da identidade nacional, à luz&#xD;
da reflexão sobre interseccionalidade. A metodologia visa dar conta de fontes diversas: desde&#xD;
a correspondência, passando por textos de teor biográfico, monumentos e símbolos que&#xD;
representam a personagem estudada</summary>
    <dc:date>2026-02-06T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Entre o exílio e as urnas: a gênese do Partido Democrático Trabalhista, sua proposta política e inserção eleitoral (1977-1982)</title>
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      <name>Gonçalves, Matheus de Oliveira</name>
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    <updated>2026-10-06T15:02:51Z</updated>
    <published>2026-04-27T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Entre o exílio e as urnas: a gênese do Partido Democrático Trabalhista, sua proposta política e inserção eleitoral (1977-1982)
Autor: Gonçalves, Matheus de Oliveira
Resumo: O presente trabalho tem por objetivo analisar o processo que culminou na fundação do Partido&#xD;
Democrático Trabalhista (PDT), assim como o programa adotado pela sigla e o desempenho&#xD;
desta nas eleições de 1982; dando ênfase ao caso do Rio de Janeiro. Nesse sentido,&#xD;
começaremos falando sobre o contexto geral da política brasileira, que no momento passava&#xD;
por uma transição “pelo alto” encabeçada pela ditadura. Nosso foco estará na anistia e reforma&#xD;
partidária que, dentre outras coisas, abriram o caminho para que novos partidos pudessem ser&#xD;
organizados no Brasil. Feito isso, passaremos a acompanhar o projeto partidário liderado por&#xD;
Leonel Brizola, que a partir de 1977, ainda no exílio, começa a se movimentar visando a&#xD;
fundação de um novo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Veremos que importantes apoios&#xD;
foram obtidos no exterior, como o de brasileiros exilados e de organizações reunidas na&#xD;
Internacional Socialista (IS). Por fim, abordaremos os trabalhos em solo brasileiro,&#xD;
demonstrando as atividades realizadas aqui em prol do PTB. Um dos pontos importantes nesse&#xD;
percurso é a disputa travada na Justiça com a ex-deputada Ivete Vargas pela sigla petebista.&#xD;
Nesse momento, os brizolistas acabaram levando a pior, tendo, em consequência disso, de&#xD;
fundarem uma nova agremiação, batizada de Partido Democrático Trabalhista. Posteriormente,&#xD;
faremos uma análise das propostas programáticas apresentadas pelo PDT, sintetizadas no termo&#xD;
“socialismo moreno”, que fora cunhado por Darcy Ribeiro. Ainda, realizaremos uma avaliação&#xD;
do desempenho dos pedetistas nas eleições de 1982, que se constituem no primeiro desafio&#xD;
eleitoral da sigla. Tomando o estado do Rio como foco de análise, perceberemos que o PDT&#xD;
obteve expressiva votação, ficando com o governo fluminense e tornando-se a maior força&#xD;
política na Assembleia Legislativa local (Alerj)</summary>
    <dc:date>2026-04-27T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O Real Theatro de São João e a política em cena na capital imperial (Rio de Janeiro, 1813-1824)</title>
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      <name>Costa, Millene Pinheiro da</name>
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    <updated>2026-09-24T18:02:21Z</updated>
    <published>2025-12-08T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O Real Theatro de São João e a política em cena na capital imperial (Rio de Janeiro, 1813-1824)
Autor: Costa, Millene Pinheiro da
Resumo: O presente trabalho tem como objetivo principal investigar o Real Theatro de São João como espaço privilegiado na esfera política da sociedade fluminense entre os anos de 1813 e 1824. Esse teatro, construído no contexto da transferência da corte portuguesa para Rio de Janeiro, fez parte da sociabilidade do período, sendo o principal espaço cultural e um dos primeiros edifícios teatrais da cidade. A população mais abastada da sociedade, e a própria família real, frequentou esse teatro com frequência, assistindo os espetáculos e festejos. Porém, muito além da importância social, esse teatro foi palco para diversas comemorações políticas durante o governo joanino. Utilizando como fonte principal os periódicos do período, buscamos compreender como o Real Theatro de São João se constituiu como um dos principais locus políticos da cidade, fazendo parte das festividades e cerimônias da monarquia portuguesa, servindo como espaço para a manifestação política da sociedade fluminense.</summary>
    <dc:date>2025-12-08T00:00:00Z</dc:date>
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