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  <title>Repositório Comunidade:</title>
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  <updated>2026-10-14T03:12:48Z</updated>
  <dc:date>2026-10-14T03:12:48Z</dc:date>
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    <title>Preferência alimentar e consumo de madeira de quatro essências florestais portérmitas subterrâneos (Isoptera: Rhinotermitidae e Termitidae)</title>
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      <name>Peralta, Regina Célia Gonçalves</name>
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    <updated>2026-10-06T14:51:58Z</updated>
    <published>2001-07-17T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Preferência alimentar e consumo de madeira de quatro essências florestais portérmitas subterrâneos (Isoptera: Rhinotermitidae e Termitidae)
Autor: Peralta, Regina Célia Gonçalves
Resumo: Os térmitas constituem uma importante praga, tanto na área urbana como na&#xD;
atividade agroflorestal. A sua fonte alimentar básica são os materiais celulósicos sob&#xD;
diferentes formas, madeira viva ou morta em diferentes estágios de decomposição,&#xD;
gramíneas, raízes, sementes, fezes de herbívoros, húmus, etc. Dentre os gêneros de&#xD;
Rhinotermitidae, que ocorrem na região sudeste do Brasil, destacamos os gêneros&#xD;
Coptotermes e Heterotermes, sendo algumas espécies pragas. Coptotermes havilandi é a&#xD;
principal praga dos grandes centros urbanos e suburbanos e várias espécies de&#xD;
Heterotermes ocorrem tanto em áreas urbanas como em zonas rurais. Dentro da família&#xD;
Termitidae, a subfamília Nasutitermitinae tem algumas espécies que atacam madeiramento&#xD;
de construções em áreas urbanas no Brasil. O gênero Nasutitermes tem distribuição&#xD;
mundial e é um dos mais ricos em espécies, podendo ser muito abundantes nos ambientes&#xD;
de matas tropicais, nos cerrados e nas caatingas. Sem a presença de cupins, brocas, fungos e&#xD;
outros agentes decompositores, as árvores e a maioria da vegetação terrestre seria incapaz&#xD;
de sobreviver, pois a degradação da madeira é uma etapa fundamental na ciclagem de&#xD;
nutrientes dentro de um ecossistema, colaborando para o equilíbrio entre a diversidade de&#xD;
formas vivas existentes na natureza. O experimento foi realizado no município de&#xD;
Seropédica-RJ (Julho a Setembro, 2000), com o objetivo de conhecer a preferência&#xD;
alimentar e o consumo de madeira por térmitas subterrâneos, foram confeccionadas um&#xD;
total de 240 amostras de madeira de quatro essências florestais (Eucalyptus pellita, E&#xD;
robusta, E. urophylla e Pinus sp.) que receberam quatro tratamentos: 0, 24, 48 e 72 horas&#xD;
de imersão em água, antecedendo sua exposição ao solo. O tempo de permanência das&#xD;
amostras no solo variou em 30, 45 e 60 dias após a instalação. Em trinta dias de exposição&#xD;
ao solo, Heterotermes longiceps (Snyder) consumiu 18g de Pinus sp. Do total das amostras&#xD;
infestadas, 40,7% foram de Pinus sp. e 25,9% foram de E. urophylla. Em quarenta e cinco&#xD;
dias de exposição, Coptotermes havilandi Holmgren consumiu 50g de Pinus sp. Do total&#xD;
das amostras infestadas, 42,8% foram de Pinus sp. e 22,8% foram de E. urophylla. Aos&#xD;
sessenta dias, C. havilandi e Nasutitermes nordenskioeldi (Snyder) consumiram 14g de&#xD;
Pinus sp., tendo como preferência alimentar, neste período, Pinus sp. e E. urophylla, com&#xD;
com 34,7% e 30,4% do total das amostras infestadas, respectivamente. Com relação ao&#xD;
tratamento recebido, as amostras que foram imersas em água por 48 horas, obtiveram os&#xD;
maiores indícios de infestação. Neste experimento a densidade não influenciou a&#xD;
preferência alimentar nem o o consumo de madeira das quatro essências florestais estudadas&#xD;
portérmitas subterrâneos.</summary>
    <dc:date>2001-07-17T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Evolução de DNA Satélite na ordem Acipenseriformes (Vertebrata: Actinopterygii): uma abordagem genômica</title>
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      <name>Stornioli, José Henrique Forte</name>
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    <updated>2026-09-08T19:04:48Z</updated>
    <published>2025-12-16T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Evolução de DNA Satélite na ordem Acipenseriformes (Vertebrata: Actinopterygii): uma abordagem genômica
Autor: Stornioli, José Henrique Forte
Resumo: Com a popularização do sequenciamento de nova geração tornou-se possível estudar elementos que, outrora, era inacessível o estudo massivo, como por exemplo os DNAs satélites. Com isso, houve um grande desenvolvimento de formas de se estudar estes elementos e melhor compreender sua possível funcionalidade e dinâmica evolutiva. Portanto, visando descrever os processos evolutivos dessas sequências em Actionpterygii, seis catálogos de DNAs satélites foram descritos, com 233 novos DNAs satélites distribuídos nas seis espécies, com 106 DNAs satélites compartilhados entre todas as espécies exceto Polypterus senegalus, a maioria deles no gênero Acipenser, corroborando a predição da hipótese Library. Além disso, foi caracterizado 12 DNAs satélites altamente conservados (&gt;95% de similaridade) e observou-se que um conjunto de satDNAs foi encontrado apenas no gênero Acipenser, não ocorrendo nos demais grupos externos, demonstrando que este conjunto de sequências possui uma origem de, pelo menos, 100 ma. Por fim, o satDNA HindIII, que já foi isolado em outras espécies de Acipenser, foi isolado no presente estudo enquanto outros satDNAs foram encontrados em possíveis regiões de lncRNA ou mRNA de scaffolds não ancorados de Acipenser ruthenus.</summary>
    <dc:date>2025-12-16T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Diversidade de Plecoptera (Insecta) na Reserva Biológica de Araras, Rio de Janeiro, Brasil</title>
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      <name>Souza, Karoline Oliveira de</name>
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    <updated>2026-08-31T16:18:15Z</updated>
    <published>2026-02-27T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Diversidade de Plecoptera (Insecta) na Reserva Biológica de Araras, Rio de Janeiro, Brasil
Autor: Souza, Karoline Oliveira de
Resumo: A ordem Plecoptera reúne cerca de 4.300 espécies descritas no mundo e ocorre em praticamente&#xD;
todos os continentes. No Brasil, sua fauna é representada por duas famílias, Gripopterygidae e&#xD;
Perlidae. Um levantamento da fauna de Plecoptera foi realizado na Reserva Biológica de Araras&#xD;
(REBIO Araras), no estado do Rio de Janeiro, com amostragem baseada em adultos, totalizando&#xD;
1.634 indivíduos coletados. Foram registradas 24 espécies distribuídas em duas famílias e seis&#xD;
gêneros, incluindo cinco novos registros para o estado do Rio de Janeiro: Paragripopteryx&#xD;
blanda Froehlich, 1969, P. delicata Froehlich, 1994, P. intervalensis Bispo &amp; Lecci, 2011,&#xD;
Anacroneuria toriba Froehlich, 2002 e A. vanini Froehlich, 2004. Além disso, duas espécies&#xD;
novas são descritas aqui, Tupiperla sp. nov. e Kempnyia sp. nov., ampliando de 17 para 24 o&#xD;
número total de espécies de Plecoptera conhecidas para o estado do Rio de Janeiro. Por se tratar&#xD;
do primeiro estudo sobre Plecoptera realizado na REBIO Araras, os resultados contribuem para&#xD;
ampliar o conhecimento da fauna do Rio de Janeiro e reforçam a importância da Unidade de&#xD;
Conservação para a preservação da diversidade da biota aquática, em especial dos plecópteros.&#xD;
No mais, a presença de espécies inéditas para a ciência, bem como de espécies ainda não&#xD;
registradas para o estado, evidenciam a presença de lacunas de conhecimento sobre a ordem no&#xD;
Rio de Janeiro e principalmente na Mata Atlântica</summary>
    <dc:date>2026-02-27T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Investigação de hemoparasitos em Sapajus nigritus (Primates: Cebidae) da Ilha da Marambaia, Mangaratiba, Rio de Janeiro</title>
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      <name>Medeiros, Juliana de Moura</name>
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    <updated>2026-08-31T16:03:23Z</updated>
    <published>2026-02-26T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Investigação de hemoparasitos em Sapajus nigritus (Primates: Cebidae) da Ilha da Marambaia, Mangaratiba, Rio de Janeiro
Autor: Medeiros, Juliana de Moura
Resumo: Os primatas são considerados sentinelas em estudos de parasitologia e epidemiologia de&#xD;
Doenças Infecciosas Emergentes (DIE), devido à sua proximidade evolutiva com os humanos.&#xD;
O macaco-prego, Sapajus nigritus, é endêmico da Mata Atlântica e habita a Ilha da&#xD;
Marambaia, no município de Mangaratiba, RJ, onde vive em proximidade com 430&#xD;
moradores. Investigações sobre hemoparasitos ainda são limitadas nesta região. Assim, este&#xD;
estudo teve como objetivo investigar a presença da hemoparasitofauna em S. nigritus da Ilha&#xD;
da Marambaia, utilizando microscopia óptica e PCR para identificar as espécies. Também&#xD;
buscou analisar os aspectos epidemiológicos e compreender a relação parasito-hospedeiro,&#xD;
com base na carga parasitária e nos parâmetros clínicos e hematológicos dos animais. Os&#xD;
primatas foram capturados com armadilhas Tomahawk para avaliação clínica e coleta de&#xD;
sangue, destinada às análises moleculares e hematológicas, além da confecção de esfregaços&#xD;
sanguíneos. A extração de DNA seguiu o protocolo de fenol-clorofórmio, e a PCR foi usada&#xD;
para detectar microfilárias, Trypanosoma sp., Plasmodium sp. e Borrelia sp. Os amplicons&#xD;
foram purificados, sequenciados e submetidos à análise filogenética, incluindo sequências&#xD;
disponíveis no GenBank. Um modelo linear multivariado foi utilizado para analisar a&#xD;
correlação entre a carga parasitária e os parâmetros hematológicos. Dos 27 S. nigritus&#xD;
capturados, microfilárias foram detectadas em 25 (92,59%) por meio da amplificação da&#xD;
região ITS1 e em 27 (100%) por meio do gene 12S rDNA. Pela microscopia, as microfilárias&#xD;
foram detectadas em 22 indivíduos (81,48%). Trypanosoma sp. foi identificado em dois&#xD;
indivíduos apenas pela PCR. As microfilárias foram identificadas como Mansonella sp. por&#xD;
ambos os métodos. Não foram obtidos resultados satisfatórios no sequenciamento de&#xD;
Trypanosoma sp. Por meio da microscopia, a prevalência de microfilárias nos 27 indivíduos&#xD;
de S. nigritus amostrados foi de 81,48% ± 7,48, com uma intensidade média de 92,01 ± 31,10&#xD;
e uma abundância média de 74,97 ± 26,15. Os macacos apresentaram-se clinicamente&#xD;
saudáveis. A análise multivariada indicou efeito significativo da carga parasitária apenas&#xD;
sobre os parâmetros hematológicos da série vermelha, sugerindo que S. nigritus convive com&#xD;
microfilárias de Mansonella sp. sem apresentar sinais de doença grave, o que pode indicar&#xD;
tolerância imunológica</summary>
    <dc:date>2026-02-26T00:00:00Z</dc:date>
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