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  <title>Repositório Colecção:</title>
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  <updated>2026-04-09T15:49:28Z</updated>
  <dc:date>2026-04-09T15:49:28Z</dc:date>
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    <title>Inventário das formigas de serapilheira da reserva biológica do Tinguá, Rio de Janeiro, Brasil (Hymenoptera: formicidae)</title>
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      <name>Ferreira, Sergio Veiga</name>
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    <updated>2025-11-05T05:15:04Z</updated>
    <published>2003-02-21T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Inventário das formigas de serapilheira da reserva biológica do Tinguá, Rio de Janeiro, Brasil (Hymenoptera: formicidae)
Autor: Ferreira, Sergio Veiga
Resumo: O estudo da biodiversidade vem recebendo, atualmente, uma maior atenção por parte da comunidade científica e da sociedade. O programa internacional Systematics Agenda 2000, que tem como princípio o estudo da biodiversidade, possui três missões, sendo que inventários faunísticos fazem parte da Missão 1, que visa descobrir a diversidade biológica. O presente trabalho teve como principal objetivo fazer um inventário das formigas de serapilheira da Reserva Biológica do Tinguá (Rebio-Tinguá). Dessa maneira está sendo formado um banco de dados sobre os formicídeos de Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro que servirá como base, no futuro, para a utilização das formigas como bioindicadores ecológicos. Foi utilizado como método de amostragem o extrator de Winkler em uma área da Rebio-Tinguá conhecida como Barrelão, durante o verão e inverno de 2002. Foram coletadas 50 parcelas de 1m2 de serapilheira em cada estação, para a extração dos formicídeos. Neste inventário obteve-se um total de 119 espécies de formigas, sendo que 32 spp foram encontradas somente no verão, 20 spp apenas no inverno e 67 spp foram encontradas em ambas estações. Apesar do maior número de espécies encontrado no verão, o índice de Morisita-Horn mostrou uma grande similaridade entre as duas estações. O extrator de Winkler teve sua eficiência analisada através das curvas do esforço de coleta, indicando que 50 parcelas são o mínimo desejável para este tipo de trabalho. Nesta amostragem foram encontrados dois gêneros que não tinham ocorrência para o Rio de Janeiro (Amblyopone e Thaumatomyrmex). O estudo realizado na Rebio-Tinguá representa o primeiro passo para o aprofundamento das pesquisas sobre formigas de serapilheira de Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro.</summary>
    <dc:date>2003-02-21T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Dinâmicas espaciais e temporais da assembleia de peixes recifais da baía da Ilha Grande, RJ.</title>
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      <name>Maciel, Maria Dávila Rodrigues</name>
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    <updated>2025-09-18T05:19:39Z</updated>
    <published>2024-04-19T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Dinâmicas espaciais e temporais da assembleia de peixes recifais da baía da Ilha Grande, RJ.
Autor: Maciel, Maria Dávila Rodrigues
Resumo: Os ambientes recifais encontram-se ameaçados por múltiplos distúrbios que operam em&#xD;
diferentes escalas espaciais e temporais, promovendo mudanças na diversidade, na estrutura e&#xD;
no funcionamento dos ecossistemas. Compreender como as assembleias de peixes recifais&#xD;
respondem às influências ambientais e antrópicas no espaço e a longo prazo é essencial para&#xD;
implementar estratégias de gestão e reduzir os efeitos da perda de biodiversidade nos ambientes&#xD;
recifais. O presente estudo teve como objetivo investigar as mudanças temporais na estrutura e&#xD;
composição das assembleias de peixes recifais da baia da Ilha Grande através de um gradiente&#xD;
de distância da costa, contrastando interior e adjacências da unidade de proteção integral Estação&#xD;
Ecológica de Tamoios. Censos visuais subaquáticos foram realizados em locais próximos&#xD;
(&lt;2km) e intermediários (~4,5km, área protegida pela ESEC) da costa nos períodos de 2010 e&#xD;
2019, bem como em locais mais distantes (área não protegida) em 2010/2011 e 2015. O nível de&#xD;
impacto nos locais da unidade de conservação foi mensurado através do Indice de Impacto&#xD;
Humano (IIH). Os parâmetros da assembleia de peixes conhecidos por responderem aos&#xD;
impactos antrópicos de longo prazo como sobrepesca e a destruição de habitats (estrutura da&#xD;
assembleia de peixes, riqueza, abundância, e diversidade de grupos tróficos) foram registrados.&#xD;
Análises multivariadas de variância permutacional e Análises de Coordenadas Principais (PCO)&#xD;
foram utilizadas para testar e explorar a variação espacial nos parâmetros da assembleia de peixes&#xD;
entre recifes (próximos, intermediários e distantes da costa) e entre períodos (2010 vs. 2019 e&#xD;
2010/2011 vs. 2015). A estrutura da assembleia de peixes não variou entre períodos nos locais&#xD;
mais próximos da costa, enquanto mudanças significativas foram registradas para os locais&#xD;
intermediários e distantes (PERMANOVA; P &lt; 0,01). Uma marcante mudança na composição&#xD;
da assembleia de peixes recifais entre o período de 2010 e 2019 foi observada, principalmente&#xD;
nos locais intermediários da costa (Ilha de Búzios). As espécies alvo da pesca recreativa e&#xD;
&#xD;
subaquática foram as mais afetadas, com destaque para Epinephelus marginatus (Garoupa-&#xD;
verdadeira), Mycteroperca acutirostris (Badejo-mira) e Sparisoma frondosum (peixe Papagaio),&#xD;
&#xD;
que não foram registradas em 2019 nos locais intermediários. Os grupos tróficos também&#xD;
diferiram entre os periodos, com maior destaque para carnívoros, herbívoros raspadores e&#xD;
predadores de invertebrados vágeis. O valor de IIH foi maior nos locais próximos da costa (Ilha&#xD;
do Sandri e Ilha da Samambaia), seguido pelos locais intermediários (Ilha dos Búzios). A&#xD;
assembleia de peixes recifais mudou de uma estrutura mais diversa, com maior número de&#xD;
espécies e abundância de grupos chave e importantes para a pesca para uma comunidade menos&#xD;
diversa, dominada principalmente por predadores de invertebrados vágeis. A redução na&#xD;
abundância de mesopredadores e herbívoros raspadores alvos da pesca destaca a urgência de&#xD;
implementar planos de recuperação de espécies e intensificar as ações de proteção na ESEC&#xD;
Tamoios. Essas ações são fundamentais para restaurar a funcionalidade dos recifes e prevenir&#xD;
que recifes distantes sofram o mesmo declínio observado nos recifes próximos e intermediários&#xD;
da costa.</summary>
    <dc:date>2024-04-19T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Biodiversidade na cidade: efeitos das características locais e da paisagem sobre comunidades de formigas em praças do Rio de Janeiro.</title>
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      <name>Violante, Guilherme Martins</name>
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    <updated>2025-09-13T05:15:41Z</updated>
    <published>2024-07-14T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Biodiversidade na cidade: efeitos das características locais e da paisagem sobre comunidades de formigas em praças do Rio de Janeiro.
Autor: Violante, Guilherme Martins
Resumo: A urbanização é uma das principais ameaças à biodiversidade, causando mudanças no&#xD;
ambiente que facilitam a entrada de espécies exóticas e a perda de biodiversidade e de serviços&#xD;
ecossistêmicos. No entanto, as cidades também podem abrigar uma grande biodiversidade,&#xD;
principalmente através dos espaços verdes urbanos como praças. As formigas são organismos&#xD;
importantes, pois desempenham vários papéis ecológicos e também podem ser usadas para&#xD;
monitorar as mudanças na biodiversidade provocadas pelas ações antrópicas. O objetivo do&#xD;
trabalho foi avaliar como as características locais das praças (e.g. cobertura do dossel) e também&#xD;
da paisagem na qual as praças estão inseridas (e.g. cobertura florestal) afetam: (1) a comunidade&#xD;
de formigas nativas, (2) diferentes grupos funcionais de formigas nativas (e.g. cultivadoras de&#xD;
fungos), (3) a comunidade de formigas exóticas e (4) algumas espécies individuais de formigas&#xD;
exóticas (e.g. Pheidole megacephala). O estudo foi realizado em 30 praças, em cada praça&#xD;
foram estabelecidas 15 estações de coleta onde foram colocadas iscas de sardinha no solo e no&#xD;
tronco da árvore para coletar as formigas. Foi calculada a quantidade e configuração da floresta&#xD;
nas 30 paisagens nas quais as praças estavam inseridas. Para cada praça foi obtida a média da&#xD;
cobertura do dossel e do diâmetro de árvores e também foi contabilizada a densidade de lixeiras.&#xD;
Além disso, cada praça foi categorizada de acordo com o grau de impermeabilização do solo e&#xD;
teve sua temperatura do ar medida durante a amostragem das formigas. Foram identificadas 87&#xD;
espécies, sendo oito exóticas. As praças com maior ocorrência da formiga exótica P.&#xD;
megacephala tiveram menor ocorrência de formigas nativas e das outras espécies exóticas. A&#xD;
ocorrência de P. megacephala também afetou também afetou negativamente a riqueza e&#xD;
ocorrência dos grupos funcionais onívoras de serrapilheira e necrófagos, arborícolas onívoras e&#xD;
dominantes de solo ou serrapilheira. Quanto maior o grau de impermeabilização do solo das&#xD;
praças, menor a riqueza de formigas nativas e de formigas onívoras de serrapilheira e&#xD;
necrófagas, e maior a ocorrência de P. megacephala. A riqueza e ocorrência de predadoras&#xD;
generalistas foi maior em praças com árvores de maior diâmetro e a riqueza e ocorrência de&#xD;
arborícolas predadoras foi maior em praças com maior densidade de lixeiras. O tamanho das&#xD;
praças afetou negativamente a riqueza e ocorrência de todas as exóticas. A composição de&#xD;
espécies de formigas diferiu entre praças com maior e menor ocorrência de P. megacephala e&#xD;
com diferentes graus de impermeabilização do solo. As características da paisagem não se&#xD;
mostraram importantes para explicar a variação na riqueza e ocorrência de formigas nativas.&#xD;
Esses resultados sugerem que estratégias simples como aumentar a cobertura do dossel e da&#xD;
permeabilidade do solo nas praças urbanas podem contribuir para a conservação da diversidade&#xD;
de formigas nativas. Também sugerem que para a conservação de formigas nativas em praças&#xD;
urbanas é importante mitigar os efeitos negativos causados por espécies exóticas.</summary>
    <dc:date>2024-07-14T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Diversidade de Sabellidae Latreille, 1825 (Annelida) no litoral Sul Fluminense do Rio de Janeiro</title>
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      <name>Oliveira, João Gabriel Rebello Machado de</name>
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    <updated>2025-06-19T05:06:56Z</updated>
    <published>2024-02-22T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Diversidade de Sabellidae Latreille, 1825 (Annelida) no litoral Sul Fluminense do Rio de Janeiro
Autor: Oliveira, João Gabriel Rebello Machado de
Resumo: A família Sabellidae se destaca por sua diversidade com 42 gêneros e mais de 400 espécies descritas. Reconhecidos por suas coroas radiolares coloridas, os sabelídeos são anelídeos sedentários com identificação baseada nas características morfológicas de três regiões corporais: a coroa, o tórax e o abdômen. Antes, a costa brasileira registrava aproximadamente 21 gêneros e 40 espécies, mas após várias revisões taxonômicas e sinonimizações, apenas 11 espécies são reconhecidas atualmente, sendo dez delas descritas originalmente no Brasil. O objetivo do presente estudo foi investigar a diversidade de sabelídeos no litoral Sul Fluminense através de um levantamento sistemático-morfológico, visando compreender melhor a composição específica e o status taxonômico das espécies encontradas. As coletas abrangentes em diversos substratos resultaram na identificação de 16 espécies distribuídas em cinco gêneros, incluindo cinco novas ocorrências para o litoral brasileiro e a adição de novas espécies aos gêneros Acromegalomma, Notaulax e Pseudopotamilla. Este trabalho destaca a necessidade de resolver confusões taxonômicas e procurar novos caracteres morfológicos para melhorar a identificação e compreensão da família Sabellidae, contribuindo para o conhecimento da biodiversidade marinha brasileira.</summary>
    <dc:date>2024-02-22T00:00:00Z</dc:date>
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