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  <title>Repositório Colecção:</title>
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  <updated>2026-07-21T11:30:13Z</updated>
  <dc:date>2026-07-21T11:30:13Z</dc:date>
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    <title>Serviços ecossistêmicos nas cidades: o papel de formigas na reciclagem de lixo urbano</title>
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      <name>Fernandes, Matheus Silva Racca</name>
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    <updated>2026-07-20T18:58:20Z</updated>
    <published>2026-04-16T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Serviços ecossistêmicos nas cidades: o papel de formigas na reciclagem de lixo urbano
Autor: Fernandes, Matheus Silva Racca
Resumo: As formigas (Hymenoptera: Formicidae) fornecem diversos serviços ecossistêmicos para o&#xD;
funcionamento e manutenção dos ambientes urbanos, sendo essenciais para o enriquecimento&#xD;
dos solos, reciclagem de materia orgânica e dispersão de sementes. Recentemente, diferentes&#xD;
estudos destacaram o papel das formigas na reciclagem de restos de alimentos humanos&#xD;
acumulados nas cidades, ressaltando a importância desses animais para a preservação de praças&#xD;
e parques urbanos. Diante desse cenário, esse estudo teve como objetivo investigar como a&#xD;
reciclagem de restos de alimentos humanos realizada por formigas é afetada sob diferentes&#xD;
condições ambientais e fatores locais. Para isso, dois estudos foram conduzidos em ambientes&#xD;
com históricos distintos para avaliar o serviço de remoção de restos de alimentos por formigas:&#xD;
I) no campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) em Seropédica (RJ),&#xD;
em ambientes com alta e baixa intervenção humana; e II) em praças e parques localizados na&#xD;
cidade do Rio de Janeiro (RJ). Em ambos os estudos, foram disponibilizados pedaços de&#xD;
salsicha e biscoito em estações de alimentos, e utilizado duas métricas de eficiência para avaliar&#xD;
o serviço: Tempo de descoberta (TD) e Tempo de remoção total (TRT). No experimento I, a&#xD;
espécie nativa Pheidole obscurithorax Naves, 1985 foi um fator chave para a alta eficiência na&#xD;
descoberta e remoção dos alimentos em áreas com alta intervenção humana. No experimento&#xD;
II, a presença da espécie invasora Pheidole megacephala (Fabricius, 1793) esteve&#xD;
positivamente associada com o maior risco na descoberta e remoção dos restos de alimentos em&#xD;
praças e parques urbanos. Esses resultados destacam como as formigas, nativas ou exóticas,&#xD;
podem ser importantes para reciclagem de restos de alimentos e que a presença e dominância&#xD;
de determinadas espécies pode ser fundamental para a execução desse serviço</summary>
    <dc:date>2026-04-16T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Efeito da endogamia em caracteres de importância econômica de escargot da espécie Helix aspersa</title>
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      <name>Soares, Elizene Damasceno Rodrigues</name>
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    <updated>2026-07-19T20:11:19Z</updated>
    <published>2001-02-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Efeito da endogamia em caracteres de importância econômica de escargot da espécie Helix aspersa
Autor: Soares, Elizene Damasceno Rodrigues
Resumo: A helicicultura, assim como outras culturas, necessitam de conhecimentos científicos para orientações mais econômicas e racionais. Este trabalho teve como objetivo estudar o efeito da endogamia nos caracteres sobrevivência, maturidade sexual, fecundidade e longevidade durante três gerações sucessivas do escargots da espécie Helix aspersa (Gros Gris). Os experimentos foram desenvolvidos no Laboratório de Genética Animal, do Departamento de Genética da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. A temperatura ambiente variou entre 20 e 25°C com umidade relativa em torno de 70 a 90 %. Durante todo experimento os animais foram mantidos em caixas de polietileno com dimensões de 22.4 x 14,7 x 11,4 cm e 48 x 32 x 18 cm, para reprodução e crescimento respectivamente. A alimentação foi a base de mistura balanceada composta por: milho, farelo de soja, premix vitamínico, calcário, óleo vegetal, fosfato bicálcio e uma fonte de cálcio (farinha de ostra). Foram obtidas três gerações endogâmicas (G2, G3 e G4), através de acasalamentos sucessivos de irmãos completos a partir de uma população base (G 1). Os progenitores da G1 foram provenientes de uma população já existente no laboratório supracitado. Os coeficientes de endogamia (F) de cada geração foram: GO e G1 igual a zero, G2 = 0,25; G3 = 0,375 e G4 = 0,50. Analisou-se dados de sete (=lias (linhagens). Os resultados mostraram que com o aumento do coeficiente de endogamia houve um decréscimo significativo dos valores médios obtidos em todas as características analisadas, onde o aumento de 1% em F diminuiu 1,34% no percentual de sobrevivência, 1,64% no percentual de maturidade sexual, e de 1,65 animais em media na fecundidade realizada. Não foi observada depressão endogârnica significativa para longevidade. Foram feitas simulações para avaliar o efeito da endogamia em função do número de reprodutores (10, 30, 50, 70, 90, 100, e 110) utilizados na implantação da criação durante 10 gerações sucessivas. Verificou-se que populações com F = 5% apresentaram efeito deletério já na la geração para criatórios iniciados com 10 animais. Para os criatórios iniciados com 100 animais, esse efeito só foi observado na 10ª geração. Com base nestes resultados, recomenda-se iniciar uma criação com no mínimo 50 animais, desde que a cada 2 anos sejam introduzidos animais novos na população.</summary>
    <dc:date>2001-02-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Composição e estrutura da comunidade de metazoários parasitos do peixe-galo, Selene setapinnis (Mitchill, 1815) (Osteichthyes:Carangidae) do litoral do Estado do Rio de Janeiro, Brasil</title>
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      <name>Cordeiro, Andrea da Silva</name>
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    <updated>2026-07-19T19:32:50Z</updated>
    <published>2003-02-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Composição e estrutura da comunidade de metazoários parasitos do peixe-galo, Selene setapinnis (Mitchill, 1815) (Osteichthyes:Carangidae) do litoral do Estado do Rio de Janeiro, Brasil
Autor: Cordeiro, Andrea da Silva
Resumo: Oitenta e nove espécimes de Selene setapinnis (Mitchill, 1815) coletados do litoral do estado do Rio de Janeiro (21-23°S, 41-45°W e 23°05’S, 44°30’W), Brasil, desde agosto de 2001 a maio de 2002, foram necropsiados para o estudo dos seus metazoários parasitos. Oitenta e um (91%) espécimes de S. setapinnis estavam parasitados por uma ou mais espécies de metazoários parasitos. Vinte e uma espécies de parasitos foram coletadas: 8 digenéticos, 3 monogenéticos, 2 cestóides, 5 nematóides, e 3 copépodes. Os endoparasitos (digenéticos, cestóides, e nematóides) foram 74,1% do número total de espécimes de parasitos coletados. O monogenético Pseudomazocraes selene Hargis, 1957 foi a espécie mais dominante e com maior valor de prevalência na comunidade parasitária de S. setapinnis. Os metazoários parasitos deste hospedeiro mostraram o típico padrão agregado de distribuição. Apenas uma espécie de parasito Acanthocolpoides pauloi Travassos, Freitas &amp; Bührnheim, 1955 mostrou correlação positiva entre o comprimento total do hospedeiro e a abundância parasitária. Caligus robustus Bassett-Smith, 1898; P. selene Hargis, 1957 e Pseudoterranova sp. tiveram uma correlação positiva entre o comprimento total do hospedeiro e a prevalência parasitária. Larvas de Pseudoterranova sp. mostraram influência do sexo do hospedeiro sobre sua prevalência parasitária. Apenas um par de espécies de ectoparasitos, P. Selene – C. robustus, mostraram covariação positiva entre suas abundâncias. Dois pares de espécies de endoparasitos, L. microstomum – P. merus e A. pauloi – P. merus mostraram covariação positiva entre suas abundâncias; e o par Pseudoterranova sp. - Raphidascaris sp. teve co-ocorrência e covariação positiva nas infracomunidades de S. setapinnis. Como nas outras comunidades parasitárias de peixes carangídeos do Rio de Janeiro, a comunidade parasitária de S. setapinnis é aparentemente um complexo de espécies pouco ordenado e caracterizado pela dominância de endoparasitos.</summary>
    <dc:date>2003-02-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Inventário das formigas de serapilheira da reserva biológica do Tinguá, Rio de Janeiro, Brasil (Hymenoptera: formicidae)</title>
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      <name>Ferreira, Sergio Veiga</name>
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    <updated>2025-11-05T05:15:04Z</updated>
    <published>2003-02-21T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Inventário das formigas de serapilheira da reserva biológica do Tinguá, Rio de Janeiro, Brasil (Hymenoptera: formicidae)
Autor: Ferreira, Sergio Veiga
Resumo: O estudo da biodiversidade vem recebendo, atualmente, uma maior atenção por parte da comunidade científica e da sociedade. O programa internacional Systematics Agenda 2000, que tem como princípio o estudo da biodiversidade, possui três missões, sendo que inventários faunísticos fazem parte da Missão 1, que visa descobrir a diversidade biológica. O presente trabalho teve como principal objetivo fazer um inventário das formigas de serapilheira da Reserva Biológica do Tinguá (Rebio-Tinguá). Dessa maneira está sendo formado um banco de dados sobre os formicídeos de Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro que servirá como base, no futuro, para a utilização das formigas como bioindicadores ecológicos. Foi utilizado como método de amostragem o extrator de Winkler em uma área da Rebio-Tinguá conhecida como Barrelão, durante o verão e inverno de 2002. Foram coletadas 50 parcelas de 1m2 de serapilheira em cada estação, para a extração dos formicídeos. Neste inventário obteve-se um total de 119 espécies de formigas, sendo que 32 spp foram encontradas somente no verão, 20 spp apenas no inverno e 67 spp foram encontradas em ambas estações. Apesar do maior número de espécies encontrado no verão, o índice de Morisita-Horn mostrou uma grande similaridade entre as duas estações. O extrator de Winkler teve sua eficiência analisada através das curvas do esforço de coleta, indicando que 50 parcelas são o mínimo desejável para este tipo de trabalho. Nesta amostragem foram encontrados dois gêneros que não tinham ocorrência para o Rio de Janeiro (Amblyopone e Thaumatomyrmex). O estudo realizado na Rebio-Tinguá representa o primeiro passo para o aprofundamento das pesquisas sobre formigas de serapilheira de Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro.</summary>
    <dc:date>2003-02-21T00:00:00Z</dc:date>
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