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  <title>Repositório Comunidade:</title>
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  <updated>2026-10-13T11:30:40Z</updated>
  <dc:date>2026-10-13T11:30:40Z</dc:date>
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    <title>Fatores de virulência e resistência antimicrobiana em Pseudomonas spp. sob uma perspectiva de saúde única</title>
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      <name>Machado, Natália Pereira de Oliveira</name>
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    <updated>2026-10-07T16:26:15Z</updated>
    <published>2026-06-30T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Fatores de virulência e resistência antimicrobiana em Pseudomonas spp. sob uma perspectiva de saúde única
Autor: Machado, Natália Pereira de Oliveira
Resumo: O gênero Pseudomonas spp. abrange bactérias Gram-negativas, ubíquas, reconhecidas por sua&#xD;
alta plasticidade genética e por acumular genes inerentes e/ou adquiridos associados à&#xD;
virulência e à resistência antimicrobiana (RAM), os quais são essenciais para sua colonização&#xD;
e persistência em diferentes ambientes, como o solo, água, animais e seres humanos. A&#xD;
circulação dessas bactérias entre diferentes nichos ecológicos favorece a disseminação da&#xD;
resistência por transferência horizontal de genes (THG) que, por consequência, torna esse&#xD;
gênero um excelente modelo de estudos de adaptação microbiana e RAM em diferentes nichos&#xD;
ambientais e humanos. Dessa forma, para o Capítulo I, foram selecionadas 53 cepas de&#xD;
Pseudomonas spp., dentre as quais 38 foram isoladas de solos agrícolas e 2 de mata nativa em&#xD;
São José do Vale do Rio Preto, Rio de Janeiro, 13 foram oriundas de solos salinos de Guaratiba,&#xD;
região dos Lagos/RJ. Dentre as cepas analisadas, 89% dessas bactérias apresentaram pelo&#xD;
menos um fator de virulência, com predominância das atividades lipolítica (47%), proteolítica&#xD;
(45%) e hemolítica (32%). Em relação a resistência a antimicrobianos, 53% apresentaram&#xD;
resistência a pelo menos um antimicrobiano, com destaque para aztreonam (36%),&#xD;
ciprofloxacino (23%) e meropenem (19%), sendo observada multirresistência em cepas de solos&#xD;
agrícolas. A resistência à colistina foi confirmada em 19% das cepas. Foi verificado que as dez&#xD;
cepas positivas para resistência a colistina nos testes COL-AS e COL-DT mostraram&#xD;
concordância categórica de 100% (10/10) com o teste de microdiluição em caldo. Três cepas&#xD;
(SI276, SI277, SI283) apresentação concentração inibitória mínima (CIM) maior que 512&#xD;
mg/L, ultrapassando o limite de detecção do método e superando em mais de 100 vezes o ponto&#xD;
de corte clínico (&gt;4mg/L). No Capítulo II, foi realizada uma análise in silico com 1955 genomas&#xD;
de Pseudomonas spp. provenientes de origens humana, animal, solo e água. Os genomas de&#xD;
origem humana e animal apresentaram maior abundância e diversidade de genes de resistência&#xD;
antimicrobiana e fatores de virulência quando comparados aos de origem ambiental. Foram&#xD;
identificados 249 genes de virulência distintos, sendo fliG e flgG os mais prevalentes (99,4%),&#xD;
enquanto os genes de resistência adquirida mais frequentes foram vanW (67%), blaOXA (64%)&#xD;
e aph(3') (63,5%). Foi observada correlação positiva significativa entre o número de genes de&#xD;
resistência e fatores de virulência (ρ = 0,67; p = 3,45 × 10−254). Em conjunto, os resultados&#xD;
demonstram que Pseudomonas spp. presentes em diferentes ambientes constituem importantes&#xD;
reservatórios de genes de resistência antimicrobiana e fatores de virulência. Dessa forma, de&#xD;
acordo com os dados fenotípicos e da análise in silico, os ambientes naturais e antropizados&#xD;
podem atuar como fontes de manutenção e disseminação desses mecanismos de defesa&#xD;
bacteriano. Portanto, faz-se necessário uma vigilância contínua e abordagens integradas&#xD;
baseadas no conceito One Health para o monitoramento e controle da circulação de&#xD;
microrganismos patogênicos e da resistência antimicrobiana</summary>
    <dc:date>2026-06-30T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação de metodos de determinação de fósforo disponível em solos do estado do Rio de Janeiro</title>
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      <name>Almeida, Dejair Lopes de</name>
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    <updated>2026-09-30T12:38:14Z</updated>
    <published>1979-06-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação de metodos de determinação de fósforo disponível em solos do estado do Rio de Janeiro
Autor: Almeida, Dejair Lopes de
Resumo: Em 40 solos do Estado do Rio de Janeiro (10 Podzólicos vermelho Amarelo, 9 Latossolos Vermelho Amarelo, 10 Podzólicos Vermelho Amarelo Latossólicos de tabuleiro - derivados de sedimentos do terciário, 9 hidromórficos e aluviais e dois Brunizens) estudou-se a capacidade de fixação de fosfato e avaliou-se a disponibilidade de fósforo através dos métodos de Carolina do Norte (N.C.), Bray-l, Olsen e resina troca aniônica.</summary>
    <dc:date>1979-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Manejo de solos orgânicos em condições tropicais: impactos no carbono, propriedades do solo, diversidade bacteriana e emissões de gases de efeito estufa</title>
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      <name>Santos, Otavio Augusto Queiroz dos</name>
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    <updated>2026-09-28T17:43:48Z</updated>
    <published>2025-09-15T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Manejo de solos orgânicos em condições tropicais: impactos no carbono, propriedades do solo, diversidade bacteriana e emissões de gases de efeito estufa
Autor: Santos, Otavio Augusto Queiroz dos
Resumo: Organossolos são reconhecidos como importantes reservatórios globais de carbono, mas sua conversão para sistemas agrícolas geralmente exige drenagem e calagem, práticas que podem acelerar a degradação da matéria orgânica do solo (MOS), alterar o microbioma e aumentar as emissões de gases de efeito estufa (GEE). Este estudo avaliou os efeitos combinados do manejo de longo prazo e da drenagem sobre a dinâmica da MOS, atributos do solo, diversidade microbiana e fluxos de GEE em Organossolos do sudeste do Brasil. Avaliações em campo, conduzidas em Organossolos com diferentes usos da terra—monocultivo de mandioca (Manihot esculenta) por 80 anos, consórcio mandioca–coqueiro (Cocos nucifera) por 20 anos e fragmento florestal em regeneração natural por 20 anos, evidenciaram reduções expressivas nas frações lábeis e humificadas da MOS sob cultivo contínuo, enquanto apenas estruturas recalcitrantes permaneceram na área em regeneração. Análises espectroscópicas de estado sólido (UV-vis, ATR-FTIR e 13C NMR) confirmaram essas alterações estruturais. Em experimentos laboratoriais, a calagem elevou significativamente as emissões de CO2, independentemente do nível de drenagem, com perdas estimadas de 4,1 Mg ha-1 na primeira fase de incubação e 1,6 Mg ha-1 na segunda. Observou-se ainda redução nos teores de ácidos fúlvico e húmico, indicando degradação das frações húmicas. Outro ensaio de drenagem, realizado em colunas de PVC, mostrou que a drenagem intensiva reduziu o pH (de 5,2 para ~4,0), promoveu perdas de carbono e aumentou as emissões de CO2, enquanto a menor drenagem preservou o carbono, mas favoreceu emissões de CH4 por metanogênese. Ambientes menos drenados também apresentaram maior diversidade bacteriana, ressaltando a influência da oxigenação na estrutura microbiana. De forma geral, os resultados demonstram que a intensidade de manejo e os regimes de drenagem afetam fortemente a estabilidade da MOS e o balanço de GEE em Organossolos. Níveis intermediários de lâmina d’água podem representar um compromisso sustentável, equilibrando a conservação da MOS e a mitigação das emissões de CO2 e CH4.</summary>
    <dc:date>2025-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ácidos húmicos de solos escuros da Amazônia (Terra preta de índio)</title>
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      <name>Cunha, Tony Jarbas Ferreira</name>
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    <updated>2026-09-28T13:05:03Z</updated>
    <published>2005-04-04T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Ácidos húmicos de solos escuros da Amazônia (Terra preta de índio)
Autor: Cunha, Tony Jarbas Ferreira
Resumo: Ácidos húmicos de solos escuros da Amazônia brasileira (Terra Preta do Índio) foram&#xD;
caracterizados usando-se espectroscopias de UV-Vis, DRIFT, Fluorescência de excitação e&#xD;
emissão, EPR, e RMN, analises termogravimétricas, composição elementar, e medidas de&#xD;
acidez (total, carboxílica e fenólica). A fração ácidos húmicos (AH) foi extraída usando-se o&#xD;
método da Sociedade Internacional de Substâncias Húmicas (IHSS). Os AH foram separados&#xD;
em três grupos conforme o uso da terra. Solos antropogênicos sob floresta (SAF), solos&#xD;
antropogênicos sob cultivo (SAC) e solos não antropogênicos sob floresta (SNAF). Os solos do&#xD;
grupo SNAF são representativos dos Latossolos amazônicos e foram coletados em áreas&#xD;
adjacentes aos solos antropogênicos, sendo este o grupo referência para comparação como os&#xD;
grupos SAF e SAC. Teste de comparação de media (teste t), e análises estatísticas&#xD;
multivariadas (análise fatorial, análise de agrupamento e análise discriminante) foram aplicadas&#xD;
no estudo. Os solos dos grupos SAF e SAC mostraram melhores características de fertilidade&#xD;
que os solos não antropogênicos (SNAF) (pH: SAF = 5,1, SAC = 5,4, SNAF = 4,4; saturação&#xD;
por bases [V%]: SAF =59, SAC = 51, SNAF = 18; capacidade de troca cátions [CTC]: SAF =&#xD;
17,5, SAC = 17,2, SNAF = 9,5 cmolc kg-1&#xD;
&#xD;
; P assimilável: SAF = 116, SAC = 291, SNAF = 5 mg&#xD;
&#xD;
kg-1&#xD;
). No grupo SAF e SAC ~ 44% do carbono total foi encontrado na fração humina, ~32% na&#xD;
fração ácidos húmicos e ~13% na fração ácidos fúlvicos. Estes valores para o grupo SNAF&#xD;
foram 49, 19 e 16%, respectivamente. A mais relevante característica dos AH dos solos&#xD;
antropogênicos, comparado aos solos não antropogênicos foram sua superior reatividade,&#xD;
estabilidade, e grau de humificação. Os AH dos grupos SAF e SAC foram caracterizados por&#xD;
alta acidez total (SAF = 612, SAC = 712, SNAF = 575 cmol kg-1&#xD;
&#xD;
) e acidez carboxílica (SAF =&#xD;
&#xD;
435, SAC = 454, SNAF = 320 cmol kg-1&#xD;
&#xD;
), altas concentrações de radicais livres orgânicos (SAF&#xD;
&#xD;
= 4,07, SAC = 6,59, SNAF = 2,11 spin g-1&#xD;
&#xD;
1017), alto índice termogravimétrico (ITG) (SAF = 3,0,&#xD;
SAC = 3,3, SNAF = 2,3), baixa razão E4/E6 (SAF = 4,2, SAC = 4,2, SNAF = 6,0), alto índice de&#xD;
aromaticidade (IADRIFT: SAF = 0,87, SAC = 0,85, SNAF = 0,77; NMR(%): SAF = 36, SAC =&#xD;
39, SNAF = 25), alto índice de hidrofobicidade (SAF = 0,37, SAC = 0,48, SNAF = 0,35), alto&#xD;
grau de humificação (A4/A1: SAF = 2.574, SAC = 3.313, SNAF = 1.713; I485/I400: SAF = 2.004,&#xD;
SAC = 2.161, SNAF = 1.510), e foram mais recalcitrantes (C recalcitrante/C lábil: SAF = 2,0,&#xD;
SAC = 2,0, SNAF = 1,0) que os AH do grupo SNAF. Os dados também mostraram diferenças&#xD;
entre os AH dos grupos SAF e SAC.</summary>
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