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  <title>Repositório Colecção:</title>
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  <updated>2026-11-02T11:29:00Z</updated>
  <dc:date>2026-11-02T11:29:00Z</dc:date>
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    <title>Ocorrência e uso de fungos micorrízicos arbusculares no cultivo de lúpulo</title>
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      <name>Almeida, Anastácia Perci Campos de</name>
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    <updated>2026-10-21T11:49:56Z</updated>
    <published>2025-08-21T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Ocorrência e uso de fungos micorrízicos arbusculares no cultivo de lúpulo
Autor: Almeida, Anastácia Perci Campos de
Resumo: O cultivo do lúpulo (Humulus lupulus L.) no Brasil expande-se em um cenário climático&#xD;
desafiador, exigindo soluções biotecnológicas que garantam produtividade e qualidade&#xD;
fitoquímica sob estresses hídricos e térmicos. Esta tese investigou a dinâmica da comunidade&#xD;
de Fungos Micorrízicos Arbusculares (FMAs) em campo (Capítulo I) e a eficiência funcional&#xD;
de isolados selecionados (Capítulo II), visando o desenvolvimento de estratégias de manejo&#xD;
adaptativo. O Capítulo I analisou a comunidade de FMAs na rizosfera do lúpulo cv. 'Cascade'&#xD;
sob manejo orgânico em Latossolo tropical. A comunidade de propágulos (22 espécies&#xD;
identificadas) não foi modulada pelas doses de Composto Orgânico Fermentado (COF), mas&#xD;
sim pelo estádio fenológico do hospedeiro, com densidade e diversidade significativamente&#xD;
maiores na fase de dormência (ID) em relação à fase vegetativa. A ausência de resposta-dose&#xD;
ao COF foi atribuída ao efeito supressor do fósforo mineral residual (P-background) do ciclo&#xD;
anterior. Atributos edáficos (acidez potencial e Ca2+) emergiram como os principais filtros&#xD;
ambientais determinantes na partição de nicho das espécies. O Capítulo II teve como objetivo&#xD;
a seleção de estirpes de FMAs para o lúpulo cv. 'Comet' em casa de vegetação, comparando dez&#xD;
isolados do CRB-JD com dois inoculantes comerciais. A Análise de Componentes Principais&#xD;
(PCA) revelou uma clara dicotomia funcional na alocação de recursos: o controle químico (Z2)&#xD;
atingiu a máxima biomassa, mas sofreu o Efeito de Diluição Nutricional (inversão da hierarquia&#xD;
de Mg, K, Ca); em contraste, os FMAs promoveram otimização metabólica e maior densidade&#xD;
nutricional. A seleção culminou na validação de isolados de elite: RHCL e DEHE foram os&#xD;
mais eficientes na maximização de biomassa e vigor vegetativo, enquanto ACCO (Acaulospora&#xD;
colombiana) destacou-se como um estrategista funcional ruderal, apresentando o topo da&#xD;
concentração de todos os macronutrientes foliares, mas menores investimentos na biomassa,&#xD;
devida à alta esporulação. Os resultados demonstram que a eficácia da simbiose em lúpulo é&#xD;
fortemente dependente do genótipo fúngico e do contexto edafoclimático. O manejo de FMAs&#xD;
&#xD;
deve ser ajustado à fenologia da planta em campo e priorizar a seleção de estirpes nativas (CRB-&#xD;
JD) que ofereçam resiliência fisiológica e qualidade nutricional (ACCO) em detrimento da&#xD;
&#xD;
busca por crescimento massivo imediato (Z2), fornecendo um pilar biotecnológico crucial para&#xD;
a sustentabilidade da lupulicultura tropical.</summary>
    <dc:date>2025-08-21T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sistema capacitivo sem fio para monitoramento da umidade do solo em diferentes profundidades</title>
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      <name>Sacramento Junior, Luiz Carlos Gomes</name>
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    <updated>2026-10-16T13:54:57Z</updated>
    <published>2025-10-07T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sistema capacitivo sem fio para monitoramento da umidade do solo em diferentes profundidades
Autor: Sacramento Junior, Luiz Carlos Gomes
Resumo: O monitoramento remoto da umidade do solo em várias profundidades tem sido um desafio para&#xD;
diversos pesquisadores, uma vez que demanda sensores físicos adequados, acoplados a uma rede&#xD;
de coleta e transmissão de dados. Dentre as técnicas indiretas de estimativa da umidade do solo,&#xD;
destacam-se aquelas que utilizam princípios eletromagnéticos (como a constante dielétrica, a&#xD;
capacitância e a resistência elétrica do solo). Os sensores eletromagnéticos (sobretudo os&#xD;
baseados na constante dielétrica e na capacitância) têm apresentado boa precisão nas estimativas,&#xD;
além de oferecerem facilidade e segurança no uso, bem como possibilitarem o monitoramento&#xD;
contínuo de forma remota. Por outro lado, os sensores eletromagnéticos utilizados no Brasil são,&#xD;
em sua maioria, desenvolvidos em outros países, o que eleva os custos. Assim, o&#xD;
desenvolvimento de um sistema com tecnologia nacional para estimar a umidade do solo tem&#xD;
importância estratégica. Outro desafio relevante refere-se à construção de um sistema de&#xD;
transmissão de dados sem fio capaz de cobrir grandes distâncias. Nesse contexto, o presente&#xD;
trabalho propõe a construção de uma sonda segmentada para a estimativa da umidade do solo&#xD;
em diferentes profundidades, com transmissão de dados a longas distâncias. A construção física&#xD;
da sonda consistiu em pares de anéis de cobre de baixa resistência fixados em uma haste de&#xD;
resina, bem como em um circuito eletrônico capaz de converter valores de capacitância em&#xD;
tensão elétrica. A técnica indireta utilizada foi a da capacitância de alta frequência, gerada por&#xD;
um circuito tank composto pela associação entre indutor e capacitor. Quanto ao&#xD;
dimensionamento, obteve-se a maior faixa de capacitância ao se utilizarem anéis com 30 mm de&#xD;
altura e espaçamento de 30 mm entre si, para um segmento de sonda de aproximadamente 120&#xD;
mm. A análise da faixa de capacitância é fundamental, pois está diretamente relacionada à&#xD;
sensibilidade da sonda e, consequentemente, a uma discretização mais adequada da umidade do&#xD;
solo. A placa de prototipagem eletrônica (TTGO T-Beam) foi utilizada no projeto para o&#xD;
condicionamento dos sinais recebidos da placa eletrônica, cuja função é converter a umidade do&#xD;
solo em tensão elétrica. Além disso, o sistema de transmissão de sinais sem fio, com tecnologia&#xD;
LoRa, conta com um TTGO situado em campo e outro TTGO localizado no Instituto de&#xD;
Agronomia da UFRRJ, distantes aproximadamente 642 m entre si. Os resultados obtidos da&#xD;
calibração da umidade do solo em função da tensão elétrica em condição de laboratório, a partir&#xD;
de solos com diversas classes texturais utilizando coeficiente de determinação (R2&#xD;
&#xD;
) e raiz do erro&#xD;
&#xD;
quadrático médio (RMSE), foram: Areia franca obteve R2&#xD;
&#xD;
= 0,93 e RMSE = 0,0204;&#xD;
&#xD;
Argiloarenosa R2 = 0,95 e RMSE = 0,0187; Argila R2&#xD;
&#xD;
= 0,90 e RMSE = 0,0362, orgânico R2&#xD;
=&#xD;
0,92 e RMSE = 0,0400. Em campo, a sonda multissegmentada foi capaz de estimar a umidade&#xD;
em três profundidades obtendo os seguintes resultados de calibração conforme a classe textural&#xD;
apresentada no perfil do solo em análise: Areia franca (10 cm), R2&#xD;
&#xD;
= 0,98 e RMSE = 0,0073;&#xD;
&#xD;
Franco-Argiloarenosa (30 cm), R2&#xD;
&#xD;
= 0,94 e RMSE = 0,0139; e Franco-Argiloarenosa (50 cm),&#xD;
&#xD;
R&#xD;
2&#xD;
= 0,98 e RMSE = 0,0058. Os resultados de calibração, tanto em laboratório quanto em campo,&#xD;
indicam que a sonda apresentou boa acurácia e robustez, podendo ser utilizada em diferentes&#xD;
situações em que o conhecimento da umidade do solo é essencial para a tomada de decisão como&#xD;
em sistemas de irrigação, alertas de movimentos de massa, monitoramento de barragens e&#xD;
contenção de encostas, bem como em estudos de modelagem dos fluxos de água no solo.</summary>
    <dc:date>2025-10-07T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Manejo de solos orgânicos em condições tropicais: impactos no carbono, propriedades do solo, diversidade bacteriana e emissões de gases de efeito estufa</title>
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      <name>Santos, Otavio Augusto Queiroz dos</name>
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    <updated>2026-09-28T17:43:48Z</updated>
    <published>2025-09-15T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Manejo de solos orgânicos em condições tropicais: impactos no carbono, propriedades do solo, diversidade bacteriana e emissões de gases de efeito estufa
Autor: Santos, Otavio Augusto Queiroz dos
Resumo: Organossolos são reconhecidos como importantes reservatórios globais de carbono, mas sua conversão para sistemas agrícolas geralmente exige drenagem e calagem, práticas que podem acelerar a degradação da matéria orgânica do solo (MOS), alterar o microbioma e aumentar as emissões de gases de efeito estufa (GEE). Este estudo avaliou os efeitos combinados do manejo de longo prazo e da drenagem sobre a dinâmica da MOS, atributos do solo, diversidade microbiana e fluxos de GEE em Organossolos do sudeste do Brasil. Avaliações em campo, conduzidas em Organossolos com diferentes usos da terra—monocultivo de mandioca (Manihot esculenta) por 80 anos, consórcio mandioca–coqueiro (Cocos nucifera) por 20 anos e fragmento florestal em regeneração natural por 20 anos, evidenciaram reduções expressivas nas frações lábeis e humificadas da MOS sob cultivo contínuo, enquanto apenas estruturas recalcitrantes permaneceram na área em regeneração. Análises espectroscópicas de estado sólido (UV-vis, ATR-FTIR e 13C NMR) confirmaram essas alterações estruturais. Em experimentos laboratoriais, a calagem elevou significativamente as emissões de CO2, independentemente do nível de drenagem, com perdas estimadas de 4,1 Mg ha-1 na primeira fase de incubação e 1,6 Mg ha-1 na segunda. Observou-se ainda redução nos teores de ácidos fúlvico e húmico, indicando degradação das frações húmicas. Outro ensaio de drenagem, realizado em colunas de PVC, mostrou que a drenagem intensiva reduziu o pH (de 5,2 para ~4,0), promoveu perdas de carbono e aumentou as emissões de CO2, enquanto a menor drenagem preservou o carbono, mas favoreceu emissões de CH4 por metanogênese. Ambientes menos drenados também apresentaram maior diversidade bacteriana, ressaltando a influência da oxigenação na estrutura microbiana. De forma geral, os resultados demonstram que a intensidade de manejo e os regimes de drenagem afetam fortemente a estabilidade da MOS e o balanço de GEE em Organossolos. Níveis intermediários de lâmina d’água podem representar um compromisso sustentável, equilibrando a conservação da MOS e a mitigação das emissões de CO2 e CH4.</summary>
    <dc:date>2025-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ácidos húmicos de solos escuros da Amazônia (Terra preta de índio)</title>
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      <name>Cunha, Tony Jarbas Ferreira</name>
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    <updated>2026-09-28T13:05:03Z</updated>
    <published>2005-04-04T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Ácidos húmicos de solos escuros da Amazônia (Terra preta de índio)
Autor: Cunha, Tony Jarbas Ferreira
Resumo: Ácidos húmicos de solos escuros da Amazônia brasileira (Terra Preta do Índio) foram&#xD;
caracterizados usando-se espectroscopias de UV-Vis, DRIFT, Fluorescência de excitação e&#xD;
emissão, EPR, e RMN, analises termogravimétricas, composição elementar, e medidas de&#xD;
acidez (total, carboxílica e fenólica). A fração ácidos húmicos (AH) foi extraída usando-se o&#xD;
método da Sociedade Internacional de Substâncias Húmicas (IHSS). Os AH foram separados&#xD;
em três grupos conforme o uso da terra. Solos antropogênicos sob floresta (SAF), solos&#xD;
antropogênicos sob cultivo (SAC) e solos não antropogênicos sob floresta (SNAF). Os solos do&#xD;
grupo SNAF são representativos dos Latossolos amazônicos e foram coletados em áreas&#xD;
adjacentes aos solos antropogênicos, sendo este o grupo referência para comparação como os&#xD;
grupos SAF e SAC. Teste de comparação de media (teste t), e análises estatísticas&#xD;
multivariadas (análise fatorial, análise de agrupamento e análise discriminante) foram aplicadas&#xD;
no estudo. Os solos dos grupos SAF e SAC mostraram melhores características de fertilidade&#xD;
que os solos não antropogênicos (SNAF) (pH: SAF = 5,1, SAC = 5,4, SNAF = 4,4; saturação&#xD;
por bases [V%]: SAF =59, SAC = 51, SNAF = 18; capacidade de troca cátions [CTC]: SAF =&#xD;
17,5, SAC = 17,2, SNAF = 9,5 cmolc kg-1&#xD;
&#xD;
; P assimilável: SAF = 116, SAC = 291, SNAF = 5 mg&#xD;
&#xD;
kg-1&#xD;
). No grupo SAF e SAC ~ 44% do carbono total foi encontrado na fração humina, ~32% na&#xD;
fração ácidos húmicos e ~13% na fração ácidos fúlvicos. Estes valores para o grupo SNAF&#xD;
foram 49, 19 e 16%, respectivamente. A mais relevante característica dos AH dos solos&#xD;
antropogênicos, comparado aos solos não antropogênicos foram sua superior reatividade,&#xD;
estabilidade, e grau de humificação. Os AH dos grupos SAF e SAC foram caracterizados por&#xD;
alta acidez total (SAF = 612, SAC = 712, SNAF = 575 cmol kg-1&#xD;
&#xD;
) e acidez carboxílica (SAF =&#xD;
&#xD;
435, SAC = 454, SNAF = 320 cmol kg-1&#xD;
&#xD;
), altas concentrações de radicais livres orgânicos (SAF&#xD;
&#xD;
= 4,07, SAC = 6,59, SNAF = 2,11 spin g-1&#xD;
&#xD;
1017), alto índice termogravimétrico (ITG) (SAF = 3,0,&#xD;
SAC = 3,3, SNAF = 2,3), baixa razão E4/E6 (SAF = 4,2, SAC = 4,2, SNAF = 6,0), alto índice de&#xD;
aromaticidade (IADRIFT: SAF = 0,87, SAC = 0,85, SNAF = 0,77; NMR(%): SAF = 36, SAC =&#xD;
39, SNAF = 25), alto índice de hidrofobicidade (SAF = 0,37, SAC = 0,48, SNAF = 0,35), alto&#xD;
grau de humificação (A4/A1: SAF = 2.574, SAC = 3.313, SNAF = 1.713; I485/I400: SAF = 2.004,&#xD;
SAC = 2.161, SNAF = 1.510), e foram mais recalcitrantes (C recalcitrante/C lábil: SAF = 2,0,&#xD;
SAC = 2,0, SNAF = 1,0) que os AH do grupo SNAF. Os dados também mostraram diferenças&#xD;
entre os AH dos grupos SAF e SAC.</summary>
    <dc:date>2005-04-04T00:00:00Z</dc:date>
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