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  <title>Repositório Comunidade:</title>
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  <updated>2026-09-09T15:28:18Z</updated>
  <dc:date>2026-09-09T15:28:18Z</dc:date>
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    <title>Estudo comparativo de métodos analíticos para determinação da fração fibra da dieta</title>
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      <name>Batista, Patrícia Rodrigues</name>
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    <updated>2026-09-09T14:46:30Z</updated>
    <published>1998-11-06T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Estudo comparativo de métodos analíticos para determinação da fração fibra da dieta
Autor: Batista, Patrícia Rodrigues
Resumo: O presente trabalho tem como objetivo, comparar os métodos de determinação&#xD;
químico-gravimétrico e enzímico-gravimétrico da fração fibra em diferentes tipos de&#xD;
alimentos. As amostras utilizadas foram: feijão comum (Phaseolus vulgaris) variedade&#xD;
branco, farelo de trigo e couve. A composição centesimal das amostras foi determinada e a&#xD;
fração fibra foi quantificada usando o método químico-gravimétrico, detergente neutro e&#xD;
ácido, proposto por VAN SOEST (1963) e o detergente neutro modificado por MENDEZ&#xD;
et al.(1985) para alimentos ricos em amido e o método enzímico-gravimétrico proposto por&#xD;
PROSKY et al. (1992). Os resultados encontrados para fibra insolúvel obtidos pelo método&#xD;
enzímico-gravimétrico foram maiores que os obtidos pelo químico-gravimétrico, no&#xD;
entanto os valores de fibra solúvel obtidos pelo método enzímico-gravimétrico foram&#xD;
menores que os obtidos pelo químico-gravimétrico. Os resultados de fibra total não&#xD;
apresentaram diferenças significativas entre os métodos.</summary>
    <dc:date>1998-11-06T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Produção e caracterização do pó das folhas de ora-pronóbis (Pereskia aculeata Miller) para obtenção de hidrolisado proteico em pó: hidrólise enzimática, propriedades físico-químicas, microestruturais e tecnofuncionalidades</title>
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      <name>Toledo, Jamylle Monteiro Marques</name>
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    <updated>2026-09-04T20:30:10Z</updated>
    <published>2025-07-28T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Produção e caracterização do pó das folhas de ora-pronóbis (Pereskia aculeata Miller) para obtenção de hidrolisado proteico em pó: hidrólise enzimática, propriedades físico-químicas, microestruturais e tecnofuncionalidades
Autor: Toledo, Jamylle Monteiro Marques
Resumo: O presente trabalho teve como objetivo o estudo do processo de secagem do pó das folhas de ora-pro-nóbis (OPN), para caracterização e obtenção de hidrolisado proteico em pó a partir de hidrólise enzimática. Foram elaborados quatro estudos científicos apresentados nos capítulos I, II, III e IV. O capítulo I resume e avalia, de forma breve, a literatura atual sobre a extração de proteínas vegetais das folhas verdes, apresentando seus desafios e oportunidades. O capítulo II investigou a cinética de secagem das folhas da OPN em três temperaturas (30, 40 e 50 °C) para obtenção do pó e caracterização da composição nutricional, propriedades tecnofuncionais, estabilidade térmica e microestruturais, indicando bom desempenho diante do binômio tempo x temperatura de secagem. O capítulo III estudou o efeito dos tratamentos térmicos (branqueamento e secagem) na composição fitoquímica e comparou as folhas da OPN in natura, branqueada e desidratada às três temperaturas estudadas no capítulo I. Os resultados indicaram a predominância de compostos fenólicos insolúveis em todas as amostras, e que as folhas branqueadas apresentaram teores mais elevados diante das análises de perfil de fenólicos por HPLC-DAD, com destaque para o ácido sinápico, seguido da catequina, ácido cafeico e o-coumarico, todos com concentrações acima de 400 mg/ 100 g (base seca). Além da capacidade antioxidante, ácido ascórbico e fitoesteróis. No capítulo IV, foi realizado o estudo para a obtenção de hidrolisado proteico de OPN, a partir de hidrólise enzimática em dois graus de hidrólise (10 e 20%), que foram desidratados em spray dryer com a maltodextrina (MD) e goma arábica (GA) como agentes carreadores. Neste estudo os hidrolisados foram caracterizados quanto à capacidade antioxidante, microestrutura, além de tamanho e densidade das partículas. Os resultados indicaram que o grau de hidrólise melhorou a capacidade antioxidante, e a aplicação de goma arábica foi mais eficiente na retenção de compostos antioxidantes e fenólicos, mas apresentou estabilidade cromática mais baixa quando comparado com a formulação com maltodextrina, A utilização destes agentes influenciou diretamente a microestrutura, cor, porosidade e densidade dos hidrolisados. E por fim, o Apêndice I apresenta um estudo que foi realizado previamente, sobre a hidrólise enzimática do pó das folhas de OPN com a utilização de duas enzimas proteolíticas (alcalase e pancreatina). O hidrolisado proteico de OPN obtido com a enzima alcalase apresentou maior grau de hidrólise e teores de compostos fenólicos totais e capacidade antioxidante, em comparação com os hidrolisados obtidos com a pancreatina. Os hidrolisados apresentaram teores mais baixos de proteínas em comparação com pó das folhas de ora-pro-nóbis. Por fim, o estudo com as folhas da ora-pro-nóbis apresenta um tema promissor e relevante para a produção de alimentos e ingredientes naturais, tendo em vista a valorização da cadeia produtiva de uma espécie ainda subutilizada, mas que, nos últimos anos têm ganhado destaque devido à sua composição química e funcional. Além disso, a pesquisa promove sustentabilidade e agregação de valor ao desenvolvimento de produtos de baixo custo e que também são oriundos da agricultura familiar.</summary>
    <dc:date>2025-07-28T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Bioconservação por Lacticaseibacillus casei e sanitização com ácido lático: estratégias naturais para melhoria da qualidade, segurança microbiológica e redução de patulina em suco de maçã</title>
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      <name>Pereira, Cristina Barbosa</name>
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    <updated>2026-08-31T21:57:53Z</updated>
    <published>2025-12-12T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Bioconservação por Lacticaseibacillus casei e sanitização com ácido lático: estratégias naturais para melhoria da qualidade, segurança microbiológica e redução de patulina em suco de maçã
Autor: Pereira, Cristina Barbosa
Resumo: A crescente demanda por alimentos minimamente processados, com menor uso de aditivos químicos e preservação das características sensoriais naturais, tem incentivado o desenvolvimento de estratégias de conservação mais sustentáveis. Nesse contexto, a bioconservação com bactérias ácido-láticas (BAL) e a sanitização com ácido lático despontam como alternativas promissoras. Este trabalho teve como objetivo avaliar o uso de Lacticaseibacillus casei como agente bioconservador em suco de maçã, sanitizadas com ácido lático, considerando sua eficácia microbiológica, impacto sensorial, atividade antioxidante e capacidade de mitigação da patulina. Para isso, foram conduzidos três estudos complementares: (i) avaliação da sanitização com ácido lático e aplicação de L. casei; (ii) estudo da estabilidade microbiológica, da atividade antioxidante e sensorial durante o armazenamento refrigerado; e (iii) investigação da mitigação da patulina por células de L. casei comparado a pasteurização e radiação por UV-C. Inicialmente, verificou-se que a sanitização com ácido lático promoveu maior redução microbiana em relação ao hipoclorito de sódio, comumente utilizado pela indústria alimentícia, atingindo 2,64 log UFC/mL para aeróbios mesófilos, 2,41 log UFC/mL para bolores e leveduras e 2,41 log UFC/mL para Enterobacteriaceae. Adicionalmente, o suco sanitizado com ácido lático e adicionado de L. casei, permaneceu livre de coliformes por até 20 dias, demonstrando efeito sinérgico entre a sanitização com ácido lático e a          bioconservação por L. casei, aumentando assim, a segurança microbiológica do produto. No segundo estudo, a eficácia de L. casei na bioconservação de suco de maçã foi comparada com a pasteurização convencional. Duas estratégias foram avaliadas: inoculação direta de culturas liofilizadas e inoculação seguida de incubação a 37 °C por 16 h. Ambas as estratégias de aplicação de L. casei mantiveram viabilidade próxima de 6,0 log UFC/mL por 15 dias, sem detecção de Salmonella e E. coli, além de preservar parâmetros físico-químicos do suco. A capacidade antioxidante permaneceu elevada (&gt;90% de inibição do DPPH) e o teor de fenólicos totais variou entre 1000–1686 mg GAE/L, sendo mais estável na condição com incubação a 37 °C. A avaliação sensorial revelou escores de aceitação entre 4,1 e 6,7 na escala hedônica de 9 pontos, demonstrando melhor aceitação quando comparado ao suco pasteurizado. A aceitação do consumidor foi maior para os sucos bioconservados armazenados por até 7 dias, apresentando perfis sensoriais semelhantes ao suco controle. Entretanto, a incubação associada ao armazenamento prolongado levou ao aumento da acidez, amargor e aroma fermentado, reduzindo a aceitação, enquanto, a inoculação direta de L. casei no suco alcançou melhores scores de aceitação e perfil sensorial.  Por fim, no terceiro estudo as análises de quantificação de patulina em suco de maçã contaminado em intencionalmente foram realizadas por HPLC em 0 h, 48 h e após 15 dias de armazenamento. A pasteurização e a radiação UV-C apresentaram reduções limitadas, não ultrapassando 26% e 33%, respectivamente. Em contraste, as células inativadas de L. casei reduziram até 53% da patulina, destacando o papel da adsorção passiva na parede celular. O melhor desempenho foi observado em caldo MRS suplementado com células viáveis, atingindo 85% de redução após 15 dias, sugerindo a ação combinada de adsorção e biotransformação enzimática. Em suco de maçã, células viáveis também foram eficazes, alcançando uma redução de 47,7%. De forma integrada, os resultados demonstram que a bioconservação com L. casei, principalmente por inoculação direta em suco sanitizado com ácido lático, é uma estratégia natural, eficiente, sensorialmente aceitável e alinhada às tendências de consumo atual, contribuindo para a segurança, qualidade e funcionalidade de sucos minimamente processados.</summary>
    <dc:date>2025-12-12T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Racionalização do processo de elaboração de bases protéicas desidratadas usando tilápias (Oreochromis niloticus)</title>
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      <name>Gonçalves, Eliane Barros</name>
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    <updated>2026-08-28T14:49:44Z</updated>
    <published>1996-08-30T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Racionalização do processo de elaboração de bases protéicas desidratadas usando tilápias (Oreochromis niloticus)
Autor: Gonçalves, Eliane Barros
Resumo: O projeto MISPRAN (Mistura com Proteína Animal) foi iniciado em 1978, no&#xD;
Departamento de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal Rural do Rio de&#xD;
Janeiro. Desenvolveu tecnologia de utilização de miúdos bovinos como fonte protéica&#xD;
de baixo custo e considerável valor nutricional. Os órgãos eram desintegrados e&#xD;
incorporados a um veículo amiláceo, o fubá, e adicionados de proteína de soja,&#xD;
resultando urna base desidratada com cerca de 40% de proteína total. O presente&#xD;
trabalho utiliza, no lugar dos miúdos bovinos, tilápia (Oreochromis niloticus) seguindo&#xD;
os parâmetros que orientaram o projeto MISPRAN. Em vários testes realizados&#xD;
utilizaram-se, como fonte protéica, tilápia inteira; inteira sem vísceras; sem vísceras e&#xD;
sem cabeça; sem vísceras, sem cabeça e sem nadadeiras. Como veículo amiláceo foram&#xD;
testados fubá de milho, farinha de mandioca e farinha de trigo. Da mistura inicial de&#xD;
farinha com tilápia resultaram massas úmidas que foram submetidas a diferentes&#xD;
condições de secagem Os melhores resultados foram obtidos a 80°&#xD;
&#xD;
C durante 6 horas em&#xD;
estufa com circulação de ar. As diferentes bases desidratadas foram submetidas a&#xD;
análises químicas e a provas sensoriais, não mostrando maiores diferenças entre si,&#xD;
&#xD;
exceto aquela preparada com tilápia com vísceras, que se mostrou de qualidade inferior.&#xD;
Testadas diferentes formulações, a melhor base foi obtida pela mistura de 60 partes de&#xD;
tilápia eviscerada com 40 partes de uma mistura de fubá de milho com 10% de farinha&#xD;
de trigo. Para se obter 1 kg de base seca com cerca de 24% de proteína total são&#xD;
necessários, aproximadamente, 3kg de tilápias frescas e 0,7kg da mistura fubá : farinha&#xD;
de trigo (90:10). Após o processo de secagem o produto continha 6,5% de umidade e&#xD;
23,9% de proteína. Durante três meses foi feito um acompanhamento da estabilidade&#xD;
da base através da análise de umidade e de rancidez (índice de peróxido). Os resultados&#xD;
revelaram pequenas variações na umidade e o produto alcançou um índice de peróxido&#xD;
máximo após trinta dias (110,02 meq/kg). Sob o ponto de vista microbiológico, não&#xD;
houve comprometimento relativo à qualidade. O produto final apresentou cerca de 64%&#xD;
de aceitabilidade.</summary>
    <dc:date>1996-08-30T00:00:00Z</dc:date>
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