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  <title>Repositório Comunidade:</title>
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  <updated>2026-10-15T03:34:28Z</updated>
  <dc:date>2026-10-15T03:34:28Z</dc:date>
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    <title>Sucessão de Diptera caliptrata em carcaça de Sus scrofa Linnaeus, Rio de Janeiro, RJ</title>
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      <name>Salviano, Ricardo Jose Barbosa</name>
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    <updated>2026-10-09T13:11:18Z</updated>
    <published>1996-09-25T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sucessão de Diptera caliptrata em carcaça de Sus scrofa Linnaeus, Rio de Janeiro, RJ
Autor: Salviano, Ricardo Jose Barbosa
Resumo: Na presente dissertação foi analisada a sucessão dos dípteros caliptrados durante a&#xD;
decomposição de carcaças de Sus scrofa L., expostas em ambiente aberto. O objetivo deste&#xD;
trabalho foi avaliar as espécies que participam direta ou indiretamente da degradação do&#xD;
corpo em condições naturais na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.&#xD;
Além disso foram registrados alguns fatores ambientais locais, para definir a flutuação&#xD;
populacional dos insetos durante o processo de decomposição. A finalidade da pesquisa foi&#xD;
verificar a possível aplicação desses parâmetros como indicadores do período post-mortem.&#xD;
Os experimentos foram realizados em todas as estações climáticas de 1995, no campus&#xD;
da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), em uma área arborizada.&#xD;
Foram capturados 17.627 exemplares adultos de Diptera Caliptrata pertencentes a 38&#xD;
espécies. Os representantes da família Calliphoridae, além de terem sido os mais abundantes,&#xD;
foram também, os que mais colonizaram as carcaças. As espécies de Chrysomya&#xD;
representaram 91% dos exemplares dessa família, sendo que Chrysomya megacephala&#xD;
(Fabricius, 1794) foi a mais abundante (49%). Dentre os Muscidae, Atherigona orientalis&#xD;
Schiner, 1868 (46%) e Ophyra aenescens (Wiedemann, 1824) (40%) foram as mais&#xD;
freqüentes. Nos Fanniidae, apenas Fannia pusio (Wiedemann, 1830), foi capturada, embora&#xD;
tenha sido esta, a segunda espécie mais coletada. Ravinia belforti (Prado &amp; Fonseca, 1932)&#xD;
foi o sarcofagídeo mais abundante (23%).&#xD;
Foram identificados cinco estágios de decomposição: fresco, inchamento,&#xD;
deterioração, massa e restos. Os estágios de deterioração e massa foram os mais atrativos&#xD;
para os dípteros caliptrados. O período de decomposição foi maior no outono (27 dias) e&#xD;
menor no inverno (17 dias).&#xD;
Dentre as espécies colonizadoras Hemilucilia segmentaria (Fabricius, 1805),&#xD;
Chrysomya albiceps (Wiedemann, 1819), Phaenicia eximia (Wiedemann, 1819)&#xD;
(Calliphoridae), Patonella intermutans (Thomson, 1869) (Sarcophagidae), O. aenescens&#xD;
(Muscidae) e F. pusio (Fanniidae) foram considerados como possíveis indicadoras de&#xD;
período post-mortem.</summary>
    <dc:date>1996-09-25T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Aspectos clínicos da infecção natural por Dirofilaria immitis em cães atendidos no Serviço de Cardiologia e Doenças Respiratórias do Setor de Pequenos Animais do Hospital Veterinário da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro</title>
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      <name>Lemos, Nathália Marques de Oliveira</name>
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    <updated>2026-10-07T16:19:09Z</updated>
    <published>2021-05-11T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Aspectos clínicos da infecção natural por Dirofilaria immitis em cães atendidos no Serviço de Cardiologia e Doenças Respiratórias do Setor de Pequenos Animais do Hospital Veterinário da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Autor: Lemos, Nathália Marques de Oliveira
Resumo: A dirofilariose canina é uma das principais afecções cardiorrespiratórias parasitárias cujo&#xD;
agente etiológico é o filarídeo Dirofilaria immitis (Leidy, 1856), associado ao seu&#xD;
endossimbionte Wolbachia sp. Muitos cães infectados são assintomáticos, sendo a suspeita&#xD;
clínica muitas vezes elaborada mediante o exame clínico minucioso ou pelo achado casual de&#xD;
microfilárias em exames laboratoriais. Animais sintomáticos apresentam manifestações clínicas&#xD;
&#xD;
inespecíficas, o que dificulta os médicos veterinários a suspeitarem da infecção e a incluírem-&#xD;
na no diagnóstico diferencial. Sendo assim, objetivou-se analisar os aspectos clínicos,&#xD;
&#xD;
descrevendo as alterações cardiorrespiratórias de cães, com mais de 12 meses de idade,&#xD;
apresentados ao Serviço de Cardiologia e Doenças Respiratporias (SCDR) do Hospital&#xD;
Veterinário de Pequenos Animais (HVPA) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro&#xD;
(UFRRJ). Após o consentimento formal dos tutores 26 cães foram submetidos a exame clínico&#xD;
(histórico, anamnese e exame físico), laboratorial (hemograma, pesquisa de microfilária e&#xD;
antígeno), radiográfico (radiografia torácica) e ecodopplercardiográfico. A maioria dos cães&#xD;
incluídos, parasitados (11/26) ou não (15/26), apresentava tosse (65,4%) e alteração na ausculta&#xD;
pulmonar (81%). O sopro em foco tricúspide foi observado em sete cães (26,9%), quatro deles&#xD;
infectados (57,1%) e três livres da infecção (42,9%). Ao ecodopplercardiograma observou-se&#xD;
insuficiência tricúspide em oito cães (30,8%), três deles infectados (37,5%) e, insuficiência&#xD;
pulmonar em 12 (46,1%), sendo seis infectados (50%). A maioria dos animais apresentava&#xD;
alteração no padrão pulmonar (88,5%) à radiografia torácica. O padrão bronquial foi&#xD;
identificado em 45,5% dos cães infectados e em 46,7% nos cães não infectados. Já o padrão&#xD;
intersticial foi identificado em 18,2% dos infectados e em 6,7% dos livres da infecção. Nenhum&#xD;
animal apresentava conjunto de alterações que denotasse probabilidade de hipertensão&#xD;
pulmonar, embora tenham sido observados parâmetros que indiquem que tenha ocorrido&#xD;
aumento da pressão pulmonar. Helmintos foram visualizados ao ecodopplercardiograma em&#xD;
45,5% das infecções. Os valores hematológicos dos cães infectados e dos não infectados foram&#xD;
semelhantes, apresentando valores médios dentro da faixa de referência para a espécie. As&#xD;
avaliações realizadas demonstraram que os animais estudados não apresentavam doença grave,&#xD;
sendo infectados ou não. Como a dirofilariose é uma doença cardiorrespiratória que apresenta&#xD;
características clínicas indiferenciáveis de afecções cardiorrespiratórias por outras etiologias,&#xD;
fez-se necessário realizar exames parasitológicos, fossem eles pesquisa de microfilárias ou e de&#xD;
antígenos específicos ou até a visualização dos parasitos pelo ecodopplercardiograma, apesar&#xD;
de sua baixa sensibilidade. Conclui-se que a tosse foi o sinal clínico mais referido pelos tutores&#xD;
e, em todos os casos, confirmado pelos médicos veterinários durante o exame físico. A maioria&#xD;
dos animais apresentava sopro em foco tricúspide, ausculta pulmonar alterada, insuficiência da&#xD;
valva tricúspide e pulmonar e parênquima pulmonar com padrões bronquial ou intersticial.</summary>
    <dc:date>2021-05-11T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Observações sobre a fauna flebotomínica da Zona da Mata Mineira, município de Santana do Deserto, sul do estado de Minas Gerais</title>
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      <name>Souza,  Marcos Barbosa de</name>
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    <updated>2026-09-28T14:52:14Z</updated>
    <published>1996-04-02T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Observações sobre a fauna flebotomínica da Zona da Mata Mineira, município de Santana do Deserto, sul do estado de Minas Gerais
Autor: Souza,  Marcos Barbosa de
Resumo: Nos períodos de julho de 1990 a junho de 1991 e de janeiro a dezembro de 1994,&#xD;
realizou-se estudos de comportamento de flebotomíneos no Município de Santana do Deserto.,&#xD;
Minas Gerais. Foram coletados 7.758 flebotomíneos pertencentes a dezoito espécies. Nas duas&#xD;
metodologias empregadas, captura com isca humana e coleta com armadilha luminosa; ocorreu&#xD;
nítido predomínio de Lu, intermedia, 54,4% na primeira e 55,5% na segunda. A espécie&#xD;
supracitada predominou em maior proporção no ecótopo aberto e no ecótono. sua freqüência&#xD;
nos ambientes silvestres foram insignificantes. A segunda espécie predominante na área, Lu,&#xD;
carrerai compareceu em maior número no ecótono. Ambas as espécies compareceram em&#xD;
todos os meses trabalhados, Lu, intermedia, apresentou maior pico de atividade no mês de&#xD;
julho, Lil carrerai. no mês de agosto. No âmbito geral as espécies coletadas na região&#xD;
apresentaram maior pico de atividade entre 21:00 e 01:00 hora. Todos os flebotomíneos&#xD;
iniciaram suas atividades no crepúsculo vespertino, aumentando-as durante a noite. As únicas&#xD;
espécies coletadas durante o dia foram Lu, carrerai e Lu, fischeri. Em coletas&#xD;
humana os flebótomos foram coletados em maior número em noites mais escuras, lua&#xD;
pouco freqüentes em noites mais claras, lua cheia. Entretanto, nas coletas com armadilhas&#xD;
luminosas os flebótomos compareceram em maior número na lua minguante. Quanto a&#xD;
freqüência desses dípteros em abrigos de animais domésticos, houve nítida preferência dos flebotomineos pela pocilga seguida em segundo plano pelo curral. Entre as dezoito espécies de&#xD;
flebotomíneos coletados, quatro apresentaram importância epidemiológica como possíveis&#xD;
vetores de Leishmaniose Tegumentar Americana; Lm. intermedia, Lu. carrerai, Lu. whitmani&#xD;
e Lu. hirsuta.</summary>
    <dc:date>1996-04-02T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Diagnóstico da infecção por Platynosomum illiciens (Braun, 1901) Kossack, 1910 (Trematoda: Dicrocoeliidae) em gatos domésticos (Felis catus L.)</title>
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      <name>Leal, Paulo Daniel Sant'Anna</name>
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    <updated>2026-09-25T14:53:54Z</updated>
    <published>2003-08-13T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Diagnóstico da infecção por Platynosomum illiciens (Braun, 1901) Kossack, 1910 (Trematoda: Dicrocoeliidae) em gatos domésticos (Felis catus L.)
Autor: Leal, Paulo Daniel Sant'Anna
Resumo: A trematodeose pelo Platynosomum illiciens é freqüentemente encontrada em gatos&#xD;
habitantes do sudeste brasileiro, embora o diagnóstico ante mortem seja raro. Esta parasitose&#xD;
pode cursar com inflamação, obstrução ou até neoplasias. A dificuldade no diagnóstico&#xD;
laboratorial por coproparasitologia advém do fato dos ovos serem pesados (requerendo&#xD;
métodos de sedimentação para serem encontrados) e sua eliminação juntamente com as fezes&#xD;
ser intermitente e em pouca quantidade. Decidiu-se então testar se o ácido ursodesoxicólico&#xD;
contribuiria para aumentar a concentração desses ovos nas fezes. Para tanto, 16 gatos foram&#xD;
incluídos aleatoriamente, sem restrição quanto' a idade, sexo ou condições clínicas, embora&#xD;
nenhum deles fosse hígido. Os animais foram alojados individualmente e suas fezes colhidas&#xD;
e examinadas por sedimentação e flutuação, diariamente, durante 10 dias consecutivos. No&#xD;
quinto dia, após a colheita de fezes, todos receberam ácido ursodesoxicólico (10-15 mg/kg)&#xD;
em dose única. Após a última colheita de fezes, os animais foram submetidos à eutanásia&#xD;
seguida de necropsia para pesquisa de ovos na vesícula biliar e de parasitos nos ductos&#xD;
biliares. Dentre os 16 animais, nove foram encontrados albergando parasitos no Ligado&#xD;
(56,25%). A administração de ácido ursodesoxicólico não mostrou resultados significativos,&#xD;
embora o número de ovos nas fezes tenha aumentado. O exame de fezes por sedimentação,&#xD;
de amostras seriadas, foi a mais sensível das opções diagnósticas usadas.</summary>
    <dc:date>2003-08-13T00:00:00Z</dc:date>
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