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  <title>Repositório Comunidade:</title>
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  <updated>2026-09-21T00:43:13Z</updated>
  <dc:date>2026-09-21T00:43:13Z</dc:date>
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    <title>Engajamento no tratamento hemodialítico sob diferentes olhares: pacientes renais crônicos, familiares e equipe multiprofissional</title>
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      <name>Ribeiro, Juliana Fernandes de Souza</name>
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    <updated>2026-09-14T18:43:54Z</updated>
    <published>2025-10-31T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Engajamento no tratamento hemodialítico sob diferentes olhares: pacientes renais crônicos, familiares e equipe multiprofissional
Autor: Ribeiro, Juliana Fernandes de Souza
Resumo: A doença renal crônica acarreta alterações corporais e mudanças em atividades diárias e relações interpessoais, o que pode afetar a identidade e o estado emocional das pessoas que recebem este diagnóstico. Esta realidade tende a comprometer o engajamento do paciente em seu processo de cuidado, incluindo a aceitação e seguimento de orientações e prescrições terapêuticas. O presente estudo, de natureza qualitativa e abordagem descritiva, objetivou investigar as percepções de pacientes renais crônicos, seus familiares e profissionais da saúde acerca dos fatores e estratégias que influenciam a adesão e facilitam o engajamento no tratamento hemodialítico. Para tanto, entrevistas semiestruturadas foram realizadas com 12 profissionais de diferentes especialidades, atuantes na clínica de hemodiálise de um hospital universitário localizado em um município fluminense, bem como foram ouvidos 5 (cinco) usuários por eles atendidos e 5 (cinco) acompanhantes familiares. Com vistas a guiar a coleta dos dados, foram elaborados e utilizados roteiros de entrevistas compostos por questões abertas destinadas a investigar, na perspectiva dos entrevistados, os desafios e obstáculos na adesão ao tratamento hemodialítico, bem como as ações profissionais com potencial para facilitar a adesão e o engajamento dos pacientes neste processo. Os dados obtidos foram analisados com base na Análise de Conteúdo de Bardin. Junto aos pacientes, também foi utilizada a versão adaptada e validada para o Brasil do The End-Stage Renal Disease Adherence Questionnaire (ESRD-AQ). Falta de controle da ingesta hídrica e da dieta, conhecimento insuficiente sobre o tratamento, além de mudanças físicas, na vida social e laboral foram destacados como fatores dificultadores para adesão e engajamento ao tratamento , assim como presença da família, cuidados da equipe multiprofissional e comunicação foram sinalizados como os principais fatores facilitadores. Ademais, foi possível observar que, para os profissionais entrevistados, o engajamento depende de um conjunto de ações que inclui comunicação eficiente, tomada de decisão compartilhada e reconhecimento da subjetividade dos pacientes e de modos diferentes de vivenciar o adoecimento e seu tratamento. Nesse sentido, a equipe multiprofissional utilizava a comunicação, a disponibilidade para esclarecimentos, a aproximação com a família e a construção de uma relação de confiança com os pacientes e familiares como estratégias para facilitar a adesão e obter o engajamento na hemodiálise. Contrapondo-se ao modelo biomédico, a compreensão das variáveis contempladas neste estudo oferece subsídios para um melhor planejamento das intervenções em clínicas de hemodiálise, contribuindo para maior humanização do cuidado neste centro.</summary>
    <dc:date>2025-10-31T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>TOPA – treinamento de orientação parental para pais no processo de pós adoção</title>
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      <name>Medeiros, Ilanna Pinheiro da Costa</name>
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    <updated>2026-09-14T16:49:29Z</updated>
    <published>2026-03-26T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: TOPA – treinamento de orientação parental para pais no processo de pós adoção
Autor: Medeiros, Ilanna Pinheiro da Costa
Resumo: A construção da parentalidade não é linear ou que ocorre a partir de um único viés. A adoção é&#xD;
um desses caminhos que permite a execução de uma parentalidade diferente, com suas&#xD;
especificidades e semelhanças. Essa tese visou implementar o Treinamento de Orientação&#xD;
Parental para Pais Adotivos no pós-adoção (TOPA). Para responder a esse objetivo, três estudos&#xD;
foram realizados sendo estes inter-relacionados. O primeiro artigo consiste em uma revisão&#xD;
integrativa da literatura nacional e internacional sobre treinamentos parentais no pós-adoção,&#xD;
cujos resultados fundamentaram a construção do TOPA; o segundo artigo detalha a construção&#xD;
do treinamento, suprindo uma lacuna frequente na literatura acadêmica, que muitas vezes&#xD;
apresenta protocolos sem descrever minuciosamente seu desenvolvimento; o terceiro artigo&#xD;
relata a aplicação do TOPA., descrevendo o recrutamento dos participantes, o processo de&#xD;
intervenção e a análise de seus efeitos. Como resultados, o estudo (I) sugeriu que existem&#xD;
programas de pós-adoção, porém que carecem de maior amplitude nas temáticas,&#xD;
especificamente sobre o trauma da devolução e que auxiliem no cotidiano com seus filhos. No&#xD;
estudo (II), foi apresentado toda a estrutura do treinamento e como resultados, um treinamento&#xD;
composto por seis encontros de aproximadamente 90 minutos, que incluem atividades&#xD;
psicoeducativas, dinâmicas de grupo e role plays, além da aplicação de instrumentos de&#xD;
avaliação pré e pós-intervenção; destinando-se a pais adotivos de crianças de até seis anos e&#xD;
pode ser implementado nos formatos presencial, online ou híbrido. O estudo (III) é a aplicação&#xD;
deste treinamento e traz os achados mais relevantes; o mesmo indica que o TOPA constitui uma&#xD;
estratégia de apoio às famílias adotivas, contribuindo para o fortalecimento dos vínculos&#xD;
&#xD;
parentais. Os achados reforçam a necessidade de ações contínuas de orientação no período pós-&#xD;
adotivo, visando à prevenção de rupturas e à promoção da proteção integral da infância</summary>
    <dc:date>2026-03-26T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Candomblé, corpo e trauma: periferizar a psicologia dançando até o inferno</title>
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      <name>Silva, Auanna Marques</name>
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    <updated>2026-09-02T14:44:26Z</updated>
    <published>2026-05-22T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Candomblé, corpo e trauma: periferizar a psicologia dançando até o inferno
Autor: Silva, Auanna Marques
Resumo: O racismo, enquanto tecnologia social, configura-se como uma manifestação direta da&#xD;
estruturação da sociedade brasileira, e se materializa como trauma social, uma vez que culmina&#xD;
com a opressão da liberdade cultural e de expressão, sendo o sofrimento individualizado e&#xD;
deslegitimado. Os ataques racistas ferem intimamente seus alvos, incorporando marcas&#xD;
traumáticas às subjetividades. Essas marcas, envoltas sob relações de poder, incidem na não&#xD;
simbolização das experiências, provocando sofrimentos narcísico-identitários. Nesse contexto,&#xD;
este trabalho traz a hipótese de que a dança no candomblé atua como dispositivo clínico-político&#xD;
de elaboração traumática, subvertendo os moldes tradicionais da psicanálise clássica. Através&#xD;
de um trabalho de perlaboração sob novas perspectivas e referências, a dança no candomblé&#xD;
pode ser vista como um ato de rememoração que descristaliza posições de assujeitamento&#xD;
social, filiando os adeptos ao culto no laço social, a partir da identificação com seus semelhantes&#xD;
e os orixás. Considera-se aqui o candomblé como sinônimo de encantamento: uma tecnologia&#xD;
ancestral de contracolonização do inconsciente, que promove uma subversão, através de&#xD;
ferramentas próprias. Nesse sentido, a pesquisa em campo, pautada na metodologia da&#xD;
Escrevivência, abre caminhos para que a psicanálise dance novos movimentos, indo ao inferno&#xD;
e simbolizando de forma corporal as marcas traumáticas oriundas do racismo. Deste modo,&#xD;
busca fortalecer a reconstrução do campo psi, para que se implique nas encruzilhadas do&#xD;
conhecimento, valorizando epistemologias não academicistas, considerando os saberes&#xD;
ancestrais recalcados no inconsciente colonizado. A dança no candomblé é, assim, uma&#xD;
ferramenta clínica que possibilita novas produções de sentido</summary>
    <dc:date>2026-05-22T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Atuação da Psicóloga no CRAS: possibilidades e desafios de intervenção psicossocial breve com crianças do município de Itaguaí - RJ</title>
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      <name>Vicente, Iris da Silva</name>
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    <updated>2026-08-28T14:43:37Z</updated>
    <published>2026-03-06T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Atuação da Psicóloga no CRAS: possibilidades e desafios de intervenção psicossocial breve com crianças do município de Itaguaí - RJ
Autor: Vicente, Iris da Silva
Resumo: Esta pesquisa buscou contextualizar a incorporação dos profissionais de psicologia na&#xD;
Política Nacional de Assistência Social (PNAS), especificamente no Centro de&#xD;
Referência de Assistência Social (CRAS). A pesquisa foi realizada em dois estudos: o&#xD;
primeiro uma Revisão de Escopo com o objetivo de conhecer as atuações de psicólogas&#xD;
no âmbito do CRAS. A pergunta norteadora foi: quais foram as intervenções psicossociais&#xD;
desenvolvidas no contexto do CRAS, publicadas no Brasil entre 2018 e 2025? Para&#xD;
responder a essa questão, foram feitos levantamentos nas plataformas SciELO, PePSIC,&#xD;
Google Acadêmico e LILACS entre o período de março a maio de 2025, considerando&#xD;
apenas artigos científicos publicados em língua portuguesa. Inicialmente, foram&#xD;
identificados 44 artigos, dos quais 02 foram excluídos por duplicidades. Após a análise&#xD;
dos resumos, foram excluídos 20 artigos; permaneceram 22 para leitura completa. Por&#xD;
fim, 05 artigos foram excluídos, um deles foi suprimido, devido a inconsistência nos&#xD;
dados de publicação da revista, restando 17 artigos de amostra para análise. Os resultados&#xD;
indicaram uma produção científica escassa sobre atuações de psicólogas no CRAS no&#xD;
período analisado. Foi constatada na pesquisa a relevância dos profissionais de psicologia&#xD;
nas estruturações e organizações da PNAS, e também nas intervenções realizadas junto&#xD;
aos usuários do SUAS. Observou-se uma carência de estudos com abordagens empíricas&#xD;
que investiguem intervenções psicossociais realizadas nesses serviços, e que permitam&#xD;
compreender como tais ações têm sido desenvolvidas no cotidiano profissional. No&#xD;
segundo estudo, a finalidade foi desenvolver uma Intervenção Psicossocial Breve com as&#xD;
crianças de 07 a 12 anos de idade, inseridas no Serviço de Convivência e Fortalecimento&#xD;
de Vínculos (SCFV) no âmbito do CRAS do município de Itaguaí, RJ, com objetivos de&#xD;
identificar e analisar as percepções sociais dos participantes em vários contextos que estão&#xD;
inseridos. A intervenção foi executada em modalidades de seis (06) oficinas, e os&#xD;
resultados foram organizadas em categorias pré-estabelecidas, a partir da análise de&#xD;
conteúdo. Os dados evidenciaram que as atuações nos dispositivos do CRAS são&#xD;
atravessadas por desafios que perpassam pelas estruturas e organizações institucionais e&#xD;
comunitárias, bem como das possibilidades de aproximações com a realidade social das&#xD;
&#xD;
famílias com o propósito de promover mudanças e garantir os direitos sociais. Constatou-&#xD;
se a necessidade de mediação da psicóloga junto aos participantes, portanto indícios do&#xD;
&#xD;
desenvolvimento infantil ainda em maturação. Os dados revelaram que as crianças&#xD;
percebem a ausência do poder público na comunidade e na unidade de Assistência Social,&#xD;
além da presença da criminalidade. Não foram identificadas mudanças das crianças nas&#xD;
entrevistas pós-intervenção relacionado a percepção da convivência familiar, somente nas&#xD;
percepções da comunidade. A pesquisa desta natureza pode oferecer subsídios para o&#xD;
planejamento e desenvolvimento de intervenções psicossociais construídas com os&#xD;
usuários, com a intenção de promover o desenvolvimento infantil saudável e potencializar&#xD;
os recursos da comunidade para mudanças no cotidiano</summary>
    <dc:date>2026-03-06T00:00:00Z</dc:date>
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