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  <title>Repositório Comunidade:</title>
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  <updated>2026-04-20T16:05:09Z</updated>
  <dc:date>2026-04-20T16:05:09Z</dc:date>
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    <title>Respostas autonômicas e comportamentais ao estresse sonoro agudo em cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício</title>
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      <name>Souza, Carla Caroline Franzini de</name>
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    <updated>2025-11-22T05:19:57Z</updated>
    <published>2015-02-25T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Respostas autonômicas e comportamentais ao estresse sonoro agudo em cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício
Autor: Souza, Carla Caroline Franzini de
Resumo: O estresse é a situação gerada por um desafio ao qual um organismo está submetido. E apesar da resposta de estresse ser fundamental para homeostase, a persistência do estímulo estressor ou o exagero na resposta pode provocar consequências deletérias para o indivíduo. A fobia é considerada um transtorno de ansiedade, onde o medo (estado emocional em resposta a uma situação de perigo) é persistente e excessivo o que resulta num aumento da reatividade ao estresse. Nesse contexto vários estímulos são considerados estressores em cães e a exposição a estímulos sonoros como trovões e fogos de artifício representa uma opção natural para o estudo da reatividade ao estresse. Desta forma, avaliamos a reatividade de cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício a um modelo de estresse sonoro agudo, através da análise da Variabilidade do Intervalo Cardíaco (VIC) e de parâmetros comportamentais. Foram utilizados 28 cães de companhia, de diversas raças, de 2 a 6 anos, pesando de 10 a 30 Kg, sem sinais de outras doenças, provenientes de proprietários voluntários do municipio de Seropédica-RJ. Estes foram selecionados por questionário referente a intensidade do medo de trovão e fogos de artifício, dividos em grupos de fóbicos e não fóbicos e ainda entre os estímulos som de trovão e fogos de artifício. O estímulo sonoro consistiu numa gravação padronizada de 2,5 minutos, a uma intensidade sonora máxima de 103-104 dB. Para a análise da VIC, os intervalos RR foram registrados através de frequencímetro (Polar® modelo RS800CX), computados e analisados pelo programa CardioSeries 2.4.1. Também foram avaliados o perfil dos proprietários, características gerais (peso, idade, raça e sexo) e de manejo dos animais. Não foram detectadas diferenças no perfil socioeconômico dos proprietários, nem características gerais ou de manejo entre animais fóbicos e não-fóbicos. O estímulo sonoro (trovão ou fogos) foi capaz produzir aumento significativo da razão LF/HF tanto em animais não-fóbicos como em animais fóbicos. No entanto, a magnitude do aumento na razão LF/HF produzida pelo som foi significativamente maior em animais fóbicos do que em animais não-fóbicos. O modelo de estresse sonoro agudo produziu um aumento nos comportamentos de vigilância, tremer e se esconder. Apenas animais fóbicos submetidos ao modelo som de fogos apresentaram respostas comportamentais significativamente mais intensas que cães não-fóbicos nos parâmetros Tremer, Se Esconder, Vigilância e Salivação. As respostas comportamentais descritas pelos proprietários e as exibidas pelos cães durante o modelo de estresse foram correlacionadas apenas nos parâmetros Tremer e Se Esconder. Foi detectada correlação significativa entre os valores da razão LF/HF e os seguintes parâmetros comportamentais induzidos pelo som no laboratório: Arfar, Tremer, Se Esconder, Fugir, Inquietação, Vigilância, Salivação e Sobressalto. O modelo utilizado foi capaz de induzir respostas comportamentais e autonômicas de estresse e se mostra uma boa ferramenta na mensuração da magnitude das respostas de estresse de animais de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e fogos de artifício e pode ser utilizado na avaliação de novos caminhos terapêuticos.</summary>
    <dc:date>2015-02-25T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Efeitos do enriquecimento ambiental perinatal no comportamento análogo à ansiedade e na sociabilidade e o possível envolvimento dos neurônios vasopressinérgicos e ocitocinérgicos do núcleo paraventricular do hipotálamo</title>
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      <name>Muniz, Samantha Costa Amorim</name>
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    <updated>2025-05-31T05:04:47Z</updated>
    <published>2025-02-25T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Efeitos do enriquecimento ambiental perinatal no comportamento análogo à ansiedade e na sociabilidade e o possível envolvimento dos neurônios vasopressinérgicos e ocitocinérgicos do núcleo paraventricular do hipotálamo
Autor: Muniz, Samantha Costa Amorim
Resumo: Os transtornos de ansiedade estão entre as condições psiquiátricas de maior prevalência na&#xD;
população ocidental, levando à perda da qualidade de vida das pessoas acometidas. Isso reflete&#xD;
em prejuízos no convívio social, no desempenho escolar e no trabalho, além de promover&#xD;
grandes custos financeiros tanto para o paciente quanto para os sistemas de saúde. Diferentes&#xD;
mecanismos estão envolvidos no desenvolvimento de transtornos de ansiedade, dentre eles,&#xD;
alterações neuroendócrinas, como por exemplo, disfunções dos sistemas vasopressinérgico e&#xD;
ocitocinérgico. Além disso, disfunções nesses sistemas também podem causar déficits sociais,&#xD;
prejudicando a capacidade de integrar habilidades comportamentais, cognitivas e afetivas para&#xD;
se adaptar a diferentes contextos sociais. Ansiedade e déficits sociais são características comuns&#xD;
em transtornos neuropsiquiátricos, como depressão, transtornos bipolares e autismo. Eventos&#xD;
ocorridos no período perinatal têm grande impacto no comportamento do indivíduo desde a&#xD;
infância até a idade adulta. Fatores desfavoráveis nesta fase, têm sido correlacionados com a&#xD;
manifestação de doenças neuropsiquiátricas devido à sensibilidade neuroplástica desse período&#xD;
no desenvolvimento do sistema nervoso central. Por outro lado, ambientes favoráveis podem&#xD;
melhorar as capacidades cognitivas e emocionais. Neste trabalho, avaliamos os efeitos do&#xD;
enriquecimento ambiental (EA) perinatal no comportamento social e comportamento análogo&#xD;
à ansiedade em camundongos adolescentes e adultos, tanto machos quanto fêmeas. Também&#xD;
foi realizada uma análise por imunofluorescência dos neurônios vasopressinérgicos e&#xD;
ocitocinérgicos do núcleo paraventricular do hipotálamo. Na adolescência, os grupos&#xD;
submetidos ao ambiente enriquecido perinatal (AEP) apresentaram um aumento de 144,9% no&#xD;
tempo de brincadeira social em comparação aos animais de ambiente padrão perinatal (APP)&#xD;
(fator ambiente: F1,28 = 12,23, p = 0,0016). O EA perinatal não foi capaz de promover redução&#xD;
&#xD;
dos comportamentos ansiosos no teste do labirinto em cruz elevado (LCE) e da caixa claro-&#xD;
escuro (CCE). Contudo, no LCE, o aumento da atividade locomotora em 23,6% foi observado&#xD;
&#xD;
nos animais AEP em comparação aos animais APP (fator ambiente: (F1,60 = 4.28, p = 0,04). Na&#xD;
análise dos neurônios vasopressinérgicos, não foram encontradas diferenças significativas nos&#xD;
animais adolescentes. Porém, na análise dos neurônios ocitocinérgicos, os animais EAP&#xD;
apresentavam área do soma 10,7% maior que os APP (fator ambiente: F1,17 = 4,95, p = 0,03),&#xD;
assim como um aumento de 7,5% no diâmetro (fator ambiente: F1,17 = 13,2, p = 0,002). Nos&#xD;
adultos, independente do sexo, não houve diferenças significativas nos comportamentos sociais&#xD;
no teste de sociabilidade e preferência pela novidade social. Contudo, os animais EAP&#xD;
apresentaram aumento da atividade exploratória neste teste, com aumento no número de rearing&#xD;
88,1% maior que dos animais APP (fator ambiente: F1,57 = 5,10, p = 0,02). No teste do LCE, os&#xD;
animais enriquecidos demonstraram evidente redução dos comportamentos ansiosos, com&#xD;
aumento de 67,12% do tempo relativo de permanência nos braços abertos em relação aos</summary>
    <dc:date>2025-02-25T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação farmacológica das atividades antinociceptiva e anti-inflamatória do composto híbrido: (±-cis) (6-etil-tetraidro-2H-pirano-2-il)metil 2-(2- (2,6-diclorofenilamino) fenil acetato</title>
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      <name>Oliveira, Joyce Mattos de</name>
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    <updated>2025-05-16T05:06:59Z</updated>
    <published>2022-03-11T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação farmacológica das atividades antinociceptiva e anti-inflamatória do composto híbrido: (±-cis) (6-etil-tetraidro-2H-pirano-2-il)metil 2-(2- (2,6-diclorofenilamino) fenil acetato
Autor: Oliveira, Joyce Mattos de
Resumo: Os analgésicos estão entre uma das classes de medicamentos mais utilizadas para o&#xD;
tratamento ou alívio de situações dolorosas e inflamatórias. Porém, devido ao grande número&#xD;
de efeitos colaterais e muitas vezes da ineficácia dessas drogas, se faz necessária a busca por&#xD;
novos fármacos. Quando um novo composto apresenta respostas promissoras, a conjugação&#xD;
de estruturas bioativas específicas em uma única molécula pode ser realizada através da&#xD;
hibridação molecular. Uma saída eficaz de planejar racionalmente novos fármacos que tenha&#xD;
ação sinérgica e/ou diminuição de efeitos adversos. O objetivo deste estudo foi avaliar a&#xD;
atividade antinociceptiva aguda e crônica e anti-inflamatória do novo composto híbrido: (±-&#xD;
cis) (6-etil-tetraidro-2H-pirano-2-il)metil 2-(2-(2,6-diclorofenilamino) fenil acetato (LS26),&#xD;
sintetizado a partir da hibridação do composto [(±)-Cis)(6-etil-Tetrahidro-2H-Pirano-2-&#xD;
il]Metanol (LS20) e o anti-inflamatório não-esteroidal diclofenaco de sódio. O composto&#xD;
LS26 foi administrado pela via oral em todos os animais e em todos os modelos&#xD;
experimentais. De acordo com os resultados, o composto possui atividade antinociceptiva&#xD;
aguda observada nos modelos de contorções abdominais, formalina (ambas as fases) e&#xD;
imersão da cauda em água quente. O mecanismo de ação do composto envolve o sistema&#xD;
opioide, tendo em vista que a aplicação de antagonistas seletivos opioides foram capazes de&#xD;
reduzir o efeito antinociceptivo do composto híbrido. A via NO/GMPc/K+ATP também é um&#xD;
dos mecanismos de ação do LS26 devido a redução do efeito antinociceptivo com a&#xD;
administração prévia de L-NAME, ODQ e glibenclamida. A atividade antinociceptiva aguda e&#xD;
crônica sobre a alodinia induzida pela constrição crônica do nervo ciático, também foi&#xD;
observada no modelo de dor neuropática devido a inibição da produção de IL-1β e IL-6 no&#xD;
nervo ciático. O composto não apresenta relação entre o efeito antinociceptivo e um déficit&#xD;
motor, de acordo com os resultados do teste de rota-rod. Quanto a atividade anti-inflamatória,&#xD;
o composto LS26 apresentou atividade anti-edematogênica, pois foi capaz de reduzir a&#xD;
migração leucocitária e a produção de citocinas pró-inflamatórias como IL-1β, TNF-α e IL-6&#xD;
e aumentar a síntese da citocina anti-inflamatória IL-10 no modelo da bolsa de ar subcutânea.&#xD;
O composto apresentou seletividade para a inibição da COX-2 observada na avaliação in&#xD;
vitro. No teste toxicológico, o composto não apresentou alterações agudas e subcrônica nas&#xD;
avaliações microscópicas e macroscópicas. Esses resultados indicam atividade antinociceptiva&#xD;
através dos receptores opioides e a via NO/GMPc/K+ATP, além de atividade anti-inflamatória&#xD;
com inibição da migração leucocitária, redução dos níveis de IL-1β, TNF-α e IL-6, aumento&#xD;
de IL-10 e atividade inibitória seletiva sobre a COX-2. Podemos então sugerir que o&#xD;
&#xD;
composto híbrido LS26 possui efeitos antinociceptivo e anti-inflamatório além de ser atóxico&#xD;
em modelos animais.</summary>
    <dc:date>2022-03-11T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Comunicação juncional em macrófagos no processo infecto inflamatório in vitro com toxoplasma gondii</title>
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      <name>Carvalho, Gabriella Oliveira Alves Moreira de</name>
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    <updated>2025-01-30T05:04:02Z</updated>
    <published>2023-04-24T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Comunicação juncional em macrófagos no processo infecto inflamatório in vitro com toxoplasma gondii
Autor: Carvalho, Gabriella Oliveira Alves Moreira de
Resumo: Toxoplasma gondii (T. gondii) é o agente causador da toxoplasmose. Este&#xD;
protozoário possui a característica de ser intracelular obrigatório e ter alta&#xD;
prevalência em todo o mundo, em que se acredita ter infectado um terço da&#xD;
população mundial, causando grande morbidade e mortalidade. Dada à&#xD;
complexidade desta doença, diversas pesquisas têm se dedicado ao estudo de&#xD;
estruturas que estejam associadas às doenças parasitárias. Dentre estas&#xD;
estruturas, estão as Junções Comunicantes que são responsáveis pela troca de&#xD;
íons e pequenos mensageiros que mantém a homeostase tecidual. Estes canais&#xD;
transmembranares exercem um importante papel na comunicação intercelular&#xD;
em diferentes tecidos, pois permitem a comunicação em diferentes tipos&#xD;
celulares, incluindo os macrófagos. Com isto, a caracterização morfológica e&#xD;
funcional das junções comunicantes em macrófagos, e em particular formada&#xD;
pela conexina 43 tem sido alvo de estudo de diversos grupos, mas seus&#xD;
mecanismos regulatórios ainda merecem esclarecimentos, principalmente&#xD;
diante de alterações patológicas, como nos processos infecto-inflamatórios&#xD;
causados pelo T. gondii. Diante disto, o objetivo principal deste estudo foi avaliar&#xD;
a modulação das junções comunicantes na linhagem macrofágica J774-G8,&#xD;
após a infecção com o parasito Toxoplasma gondii e a posterior ativação com&#xD;
fatores pró-imuno inflamatórios. Como metodologia, foi utilizada: (1) Cultura de&#xD;
células J774-G8; (3) Infecção da cultura pelo do T. gondii cepa RH; (4)&#xD;
Tratamento com os fatores pró-imuno inflamatórios individuais e conjugados&#xD;
(IFN-γ, TNF-α, IFN-γ + TNF-α); (5) Ensaios imunoeletroforéticos (Western Blot);&#xD;
e (4) Ensaios de imunofluorescência e análise por microscopia confocal. Os&#xD;
resultados gerais achados foram: (1) A melhora no perfil morfológico das culturas&#xD;
&#xD;
de células J774-G8 infectadas com T. gondii tratadas com os fatores pró-imuno-&#xD;
inflamatórios; (2) O aumento da expressão proteica da Cx43 em células J774-&#xD;
&#xD;
G8 infectadas após o tratamento com os fatores imunes pró-inflamatórios, por&#xD;
24 e 48 horas; (3) A ativação celular estimulada pelo tratamento com fatores&#xD;
conjugados; (4) Os danos no citoesqueleto celular causados pela infecção foram&#xD;
irreversíveis, mesmo após o tratamento com os fatores pró-imuno inflamatórios&#xD;
em células infectadas; (5) O dano ao citoesqueleto impediu o transporte e o&#xD;
ancoramento da Cx43 na membrana plasmática, porém os fatores proveram um&#xD;
aumento dos níveis citoplasmáticos da Cx43. Com isto foi possível concluir que:&#xD;
a infecção com o T. gondii causa danos irreversíveis nas células macrofágicas,&#xD;
porém o tratamento com fatores pró-imuno inflamatórios estimula a produção da&#xD;
Cx43, que mesmo não conseguindo se inserir na membrana plasmática em&#xD;
células infectadas por conta dos danos no citoesqueleto, pode exercer papéis&#xD;
importantes no processo de manutenção da estrutura celular infectada.</summary>
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