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  <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Respostas autonômicas e comportamentais ao estresse sonoro agudo em cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício</title>
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      <name>Souza, Carla Caroline Franzini de</name>
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    <updated>2025-11-22T05:19:57Z</updated>
    <published>2015-02-25T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Respostas autonômicas e comportamentais ao estresse sonoro agudo em cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício
Autor: Souza, Carla Caroline Franzini de
Resumo: O estresse é a situação gerada por um desafio ao qual um organismo está submetido. E apesar da resposta de estresse ser fundamental para homeostase, a persistência do estímulo estressor ou o exagero na resposta pode provocar consequências deletérias para o indivíduo. A fobia é considerada um transtorno de ansiedade, onde o medo (estado emocional em resposta a uma situação de perigo) é persistente e excessivo o que resulta num aumento da reatividade ao estresse. Nesse contexto vários estímulos são considerados estressores em cães e a exposição a estímulos sonoros como trovões e fogos de artifício representa uma opção natural para o estudo da reatividade ao estresse. Desta forma, avaliamos a reatividade de cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício a um modelo de estresse sonoro agudo, através da análise da Variabilidade do Intervalo Cardíaco (VIC) e de parâmetros comportamentais. Foram utilizados 28 cães de companhia, de diversas raças, de 2 a 6 anos, pesando de 10 a 30 Kg, sem sinais de outras doenças, provenientes de proprietários voluntários do municipio de Seropédica-RJ. Estes foram selecionados por questionário referente a intensidade do medo de trovão e fogos de artifício, dividos em grupos de fóbicos e não fóbicos e ainda entre os estímulos som de trovão e fogos de artifício. O estímulo sonoro consistiu numa gravação padronizada de 2,5 minutos, a uma intensidade sonora máxima de 103-104 dB. Para a análise da VIC, os intervalos RR foram registrados através de frequencímetro (Polar® modelo RS800CX), computados e analisados pelo programa CardioSeries 2.4.1. Também foram avaliados o perfil dos proprietários, características gerais (peso, idade, raça e sexo) e de manejo dos animais. Não foram detectadas diferenças no perfil socioeconômico dos proprietários, nem características gerais ou de manejo entre animais fóbicos e não-fóbicos. O estímulo sonoro (trovão ou fogos) foi capaz produzir aumento significativo da razão LF/HF tanto em animais não-fóbicos como em animais fóbicos. No entanto, a magnitude do aumento na razão LF/HF produzida pelo som foi significativamente maior em animais fóbicos do que em animais não-fóbicos. O modelo de estresse sonoro agudo produziu um aumento nos comportamentos de vigilância, tremer e se esconder. Apenas animais fóbicos submetidos ao modelo som de fogos apresentaram respostas comportamentais significativamente mais intensas que cães não-fóbicos nos parâmetros Tremer, Se Esconder, Vigilância e Salivação. As respostas comportamentais descritas pelos proprietários e as exibidas pelos cães durante o modelo de estresse foram correlacionadas apenas nos parâmetros Tremer e Se Esconder. Foi detectada correlação significativa entre os valores da razão LF/HF e os seguintes parâmetros comportamentais induzidos pelo som no laboratório: Arfar, Tremer, Se Esconder, Fugir, Inquietação, Vigilância, Salivação e Sobressalto. O modelo utilizado foi capaz de induzir respostas comportamentais e autonômicas de estresse e se mostra uma boa ferramenta na mensuração da magnitude das respostas de estresse de animais de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e fogos de artifício e pode ser utilizado na avaliação de novos caminhos terapêuticos.</summary>
    <dc:date>2015-02-25T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação dos efeitos antinociceptivo e anti-inflamatório de extrato, frações e compostos de Borreria verticillata (L.) G. Mey (Vassourinha de botão)</title>
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      <name>Mariano, Geysa de Matos Dutra</name>
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    <updated>2023-12-22T01:52:21Z</updated>
    <published>2017-02-22T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação dos efeitos antinociceptivo e anti-inflamatório de extrato, frações e compostos de Borreria verticillata (L.) G. Mey (Vassourinha de botão)
Autor: Mariano, Geysa de Matos Dutra
Resumo: A Borreria verticillata (L.) G. Mey é uma planta herbácea da família Rubiaceae, considerada uma erva&#xD;
daninha e conhecida como vassourinha-de-botão. Por ser usada pela população como analgésica e&#xD;
antipirética, o objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial antinociceptivo e anti-inflamatório do extrato&#xD;
aquoso das folhas de B. verticillata (EFBV), das frações flavonoídica (Flav), butanólica (BuOH) e acetato de&#xD;
etila (AcOEt) e dos compostos rutina (Ru, rendimento de 58%) e ácido clorogênico (AC, rendimento de 3%),&#xD;
administrados via oral em camundongos. Estudos anteriores, mostraram a atividade do extrato de EFBV, do&#xD;
flavonóide rutina e do composto fenólico ácido clorogênico em diversas atividades biológicas, incentivando&#xD;
nossa pesquisa com estes compostos, objetivando a confirmação dos usos da B. verticillata. A avaliação da&#xD;
atividade antinociceptiva pelo modelo das contorções abdominais (ácido acético), mostrou que a&#xD;
administração de EFBV (100, 300 e 1000mg/kg) produziu inibições no número de contorções de 23,6%,&#xD;
30,3% e 47,3% respectivamente, quando comparados ao veículo, assim como o controle positivo (CP)&#xD;
indometacina reduziu as contorções. No modelo de imersão cauda, a administração de EFBV não mostrou&#xD;
alterações no tempo de latência dos animais diante do estímulo térmico e para confirmar estes resultados&#xD;
antinociceptivos, avaliamos a atividade motora do EFBV, no qual sua administração não modificou o tempo&#xD;
de permanência dos animais no rota-rod. A avaliação da atividade anti-inflamatória, utilizando o modelo de&#xD;
pleurisia por carragenina, mostrou que a administração de EFBV (1g/kg) inibiu a migração leucocitária em&#xD;
33,7%, comparativamente ao veículo e as frações Flav (20mg/kg), BuOH (200mg/kg) e AcOEt (25mg/kg)&#xD;
também apresentaram reduções na migração leucocitária de 38,9%, 71,1%, 78,8% respectivamente.&#xD;
Avaliando a atividade antiedematogênica com o modelo de edema de orelha (óleo de cróton), a administração&#xD;
de EFBV (1g/kg) reduziu o edema de orelha em 47,6%. Na artrite articular por zimosan, o EFBV (1g/kg), a&#xD;
Ru (30mg/kg) e o AC (2mg/kg) reduziram o edema da articulação fêmur-tibial em 57,8%, 49,2% e 51,7%&#xD;
respectivamente, quando comparados aos veículos. Neste mesmo modelo, o EFBV (1g/kg), os compostos Ru&#xD;
(30mg/kg) e AC (2mg/kg) inibiram a migração leucocitária para cavidade articular em 64,9%, 79,5% e&#xD;
77,8%, quando comparados aos seus respectivos veículos, assim como a CP dexametasona também produziu&#xD;
reduções nos dois parâmetros avaliados neste modelo. Na mensuração do diâmetro fêmur-tibial, seguida da&#xD;
dosagem da citocina TNF-α no macerado articular, EFBV, Ru e AC reduziram a espessura articular em 58,1%&#xD;
(EFBV, Ru) e 40,7% (AC), quando comparados ao controle salina-zimosam. Avaliamos a concentração de&#xD;
TNF-α após administração de EFBV, Ru ou AC, onde observamos reduções de 30,4%, 37,0%, 21,7%,&#xD;
respectivamente, na concentração da citocina, comparados com controle salina-zimosan e semelhante ao CP,&#xD;
reduzindo em 50,0% esta concentração. Estes resultados evidenciam que a antinocicepção do EFBV, no&#xD;
modelo das contorções abdominais mostrando envolvimento de mecanismos anti-inflamatórios, tendo este&#xD;
extrato apresentado atividade antiedematogênica no modelo de edema de orelha e, juntamente com os&#xD;
compostos Ru e AC, no modelo de artrite por zimosan. Adicionalmente, o EFBV e as frações (Flav, BuOH e&#xD;
AcOEt) inibiram a migração leucocitária na pleurisia por carragenina, tendo também o extrato, Ru e AC&#xD;
apresentado efetividade semelhante na artrite articular por zimosan, reduzindo também a concentração de&#xD;
TNF-α. Esses resultados sugerem que os efeitos anti-inflamatório, antinociceptivo e anti-artrite obtidos&#xD;
envolve a inibição do TNF-α, justificando os efeitos biológicos do EFBV, da rutina e do ácido clorogênico,&#xD;
podendo explicar alguns dos usos da B. verticillata (L.) G. Mey.</summary>
    <dc:date>2017-02-22T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Respostas autonômicas e comportamentais ao estresse sonoro agudo em cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício</title>
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      <name>Franzini, Carla Caroline de Souza</name>
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    <updated>2023-12-22T01:52:20Z</updated>
    <published>2015-02-25T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Respostas autonômicas e comportamentais ao estresse sonoro agudo em cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício
Autor: Franzini, Carla Caroline de Souza
Resumo: O estresse é a situação gerada por um desafio ao qual um organismo está submetido. E apesar da resposta de estresse ser fundamental para homeostase, a persistência do estímulo estressor ou o exagero na resposta pode provocar consequências deletérias para o indivíduo. A fobia é considerada um transtorno de ansiedade, onde o medo (estado emocional em resposta a uma situação de perigo) é persistente e excessivo o que resulta num aumento da reatividade ao estresse. Nesse contexto vários estímulos são considerados estressores em cães e a exposição a estímulos sonoros como trovões e fogos de artifício representa uma opção natural para o estudo da reatividade ao estresse. Desta forma, avaliamos a reatividade de cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício a um modelo de estresse sonoro agudo, através da análise da Variabilidade do Intervalo Cardíaco (VIC) e de parâmetros comportamentais. Foram utilizados 28 cães de companhia, de diversas raças, de 2 a 6 anos, pesando de 10 a 30 Kg, sem sinais de outras doenças, provenientes de proprietários voluntários do municipio de Seropédica-RJ. Estes foram selecionados por questionário referente a intensidade do medo de trovão e fogos de artifício, dividos em grupos de fóbicos e não fóbicos e ainda entre os estímulos som de trovão e fogos de artifício. O estímulo sonoro consistiu numa gravação padronizada de 2,5 minutos, a uma intensidade sonora máxima de 103-104 dB. Para a análise da VIC, os intervalos RR foram registrados através de frequencímetro (Polar® modelo RS800CX), computados e analisados pelo programa CardioSeries 2.4.1. Também foram avaliados o perfil dos proprietários, características gerais (peso, idade, raça e sexo) e de manejo dos animais. Não foram detectadas diferenças no perfil socioeconômico dos proprietários, nem características gerais ou de manejo entre animais fóbicos e não-fóbicos. O estímulo sonoro (trovão ou fogos) foi capaz produzir aumento significativo da razão LF/HF tanto em animais não-fóbicos como em animais fóbicos. No entanto, a magnitude do aumento na razão LF/HF produzida pelo som foi significativamente maior em animais fóbicos do que em animais não-fóbicos. O modelo de estresse sonoro agudo produziu um aumento nos comportamentos de vigilância, tremer e se esconder. Apenas animais fóbicos submetidos ao modelo som de fogos apresentaram respostas comportamentais significativamente mais intensas que cães não-fóbicos nos parâmetros Tremer, Se Esconder, Vigilância e Salivação. As respostas comportamentais descritas pelos proprietários e as exibidas pelos cães durante o modelo de estresse foram correlacionadas apenas nos parâmetros Tremer e Se Esconder. Foi detectada correlação significativa entre os valores da razão LF/HF e os seguintes parâmetros comportamentais induzidos pelo som no laboratório: Arfar, Tremer, Se Esconder, Fugir, Inquietação, Vigilância, Salivação e Sobressalto. O modelo utilizado foi capaz de induzir respostas comportamentais e autonômicas de estresse e se mostra uma boa ferramenta na mensuração da magnitude das respostas de estresse de animais de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e fogos de artifício e pode ser utilizado na avaliação de novos caminhos terapêuticos.</summary>
    <dc:date>2015-02-25T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A angiotensina-(1-7) está envolvida na resposta à privação hídrica?</title>
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      <name>Santos, Raoni da Conceição dos</name>
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    <updated>2023-12-22T01:52:20Z</updated>
    <published>2015-07-09T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A angiotensina-(1-7) está envolvida na resposta à privação hídrica?
Autor: Santos, Raoni da Conceição dos
Resumo: A manutenção do equilíbrio dos fluidos corporais é essencial para a manutenção da vida, de forma que pequenas alterações de volume sanguíneo ou osmolaridade incorrem em respostas neuroendócrinas correspondentes para recuperação da homeostase. O sistema renina angiotensina está implicado nesse controle destas funções. As ações clássicas das angiotensinas (ANG) são mediadas pela ANG-II, no entanto, um metabólito de ANG-II, a ANG-(1-7), está envolvida em diversas respostas fisiológicas. A influência da ANG-(1-7) sobre desafios osmóticos ainda não está bem estabelecida. Este estudo avaliou a participação da ANG-(1-7) na resposta a privação hídrica (PRIV) em diversos parâmetros. A microinjeção de ANG-(1-7) não alterou a ingestão de água ou salina hipertônica em condições basais – grupo controle (CTRL), no entanto, os animais PRIV-salina ingeriam mais água (25 ± 4,7 vs. 5,9 ± 2,7 ml, p &lt; 0,05 aos 240 min) e salina hipertônica (9 ± 2,4 vs. 1 ± 1 ml, p &lt; 0,05 aos 120 min) que os CTRL-salina enquanto os animais PRIV-ANG-(1-7) aumentavam a ingestão de água (29,1 ± 4,3 vs 5,1 ± 2,3 ml, p &lt; 0,05 aos 60 min) mais rápido, sem aumentos significativos na ingestão de salina hipertônica (7,1 ± 2,4 vs 1,6 ± 1,6 ml, p &gt; 0,05 aos 300 min) em relação ao CTRL-Salina. Estes resultados indicam que este peptídeo pode ser importante na resposta normal a privação hídrica. A análise imunoistoquímica demonstrou que a densidade do receptor MAS aumentou nos núcleos mediano pré-óptico (MNPO) e supra-óptico (SON) após privação hídrica. A intensidade de marcação de proteína FOS aumentou em todos os núcleos estudados, porém as duplas marcações só foram significativamente maiores no SON e MNPO, indicando que estes podem estar envolvidos nas respostas observados no experimento comportamental. Em conclusão, nossos resultados sugerem que a ANG-(1-7) está implicada na resposta à privação hídrica, sendo o MNPO uma região de especial interesse para o estudo destas respostas, no entanto, estudos futuros são necessários para se investigar esta hipótese.</summary>
    <dc:date>2015-07-09T00:00:00Z</dc:date>
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