<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>Repositório Colecção:</title>
  <link rel="alternate" href="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8984" />
  <subtitle />
  <id>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8984</id>
  <updated>2026-04-10T11:02:11Z</updated>
  <dc:date>2026-04-10T11:02:11Z</dc:date>
  <entry>
    <title>"Viração digital": percursos e desafios do trabalho streamer</title>
    <link rel="alternate" href="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24320" />
    <author>
      <name>Santos, Sara Soares dos</name>
    </author>
    <id>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24320</id>
    <updated>2025-12-11T05:16:55Z</updated>
    <published>2025-07-04T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: "Viração digital": percursos e desafios do trabalho streamer
Autor: Santos, Sara Soares dos
Resumo: O crescimento das plataformas digitais nos últimos anos, intensificado pelo contexto de isolamento social decorrente da pandemia de Covid-19, contribuiu para a consolidação do trabalho de streamers enquanto uma categoria profissional emergente. Este estudo propõe uma análise etnográfica do trabalho streamer na Twitch, plataforma digital de transmissão ao vivo, voltada majoritariamente para conteúdos relacionados a jogos eletrônicos, mas que abriga também uma diversidade de produções audiovisuais em tempo real. A pesquisa examina a usabilidade da plataforma, a construção de sociabilidades e os percursos profissionais dos streamers, compreendendo esse trabalho como uma ocupação que, embora digital, também se articula com práticas urbanas e presenciais. A investigação inclui ainda a observação da atuação de streamers em eventos de cultura pop, como a Brasil Game Show e a Comic Con Experience, ambos realizados na cidade de São Paulo. Nesse sentido, o estudo evidencia como o trabalho digital se entrelaça com o espaço urbano, ao mesmo tempo em que aponta as desigualdades e os desafios presentes nesse campo profissional em expansão. A partir da ideia de viração digital, essa pesquisa propõe uma reflexão sobre a emergência de novas formas de trabalho e a imbricação entre digital, cotidiano e cidade.</summary>
    <dc:date>2025-07-04T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Itaguaí não tem cultura nem arte: políticas públicas de cultura e projetos de cidade em disputa.</title>
    <link rel="alternate" href="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23516" />
    <author>
      <name>Santos, Pamela da Silva dos</name>
    </author>
    <id>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23516</id>
    <updated>2025-10-29T05:08:17Z</updated>
    <published>2024-12-17T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Itaguaí não tem cultura nem arte: políticas públicas de cultura e projetos de cidade em disputa.
Autor: Santos, Pamela da Silva dos
Resumo: Esta pesquisa acompanhou movimentos de pessoas que se organizam na cidade de Itaguaí,&#xD;
Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, com o objetivo de observar a construção de políticas de&#xD;
cultura. Focaliza-se em entender as práticas dessas organizações, especialmente ao lidar com&#xD;
concepções de “ausência” e “presença” da cultura no contexto local. Durante algum tempo, uma&#xD;
narrativa comum na cidade era de que “em Itaguaí, não existe cultura ou arte”, o que indicava&#xD;
uma percepção de ausência de produção cultural ou de investimentos por parte da prefeitura. No&#xD;
entanto, esta pesquisa evidenciou a existência de iniciativas culturais realizadas por agentes&#xD;
locais que, muitas vezes, operam sem apoio direto da administração municipal. A principal&#xD;
questão que se coloca é: como se consolida a presença de políticas públicas culturais ou da ação&#xD;
dos agentes locais que atuam como representantes do Estado ou de forma independente? A&#xD;
pesquisa foi realizada por meio da observação de dois eventos: o primeiro, a Primeira&#xD;
Conferência Popular de Cultura de Itaguaí, organizada por agentes culturais locais; e o segundo,&#xD;
a 22a Expo Itaguaí, promovida pela própria estrutura do poder executivo municipal. O ponto em&#xD;
comum entre estes eventos é a mobilização das políticas públicas: no primeiro, esta mobilização&#xD;
se dá no âmbito das disputas por recursos impulsionadas pelos agentes culturais; no segundo, é&#xD;
possível compreender um modelo, claramente desigual, que emula uma ideia de acesso às&#xD;
políticas públicas de “cultura” por esses agentes. A metodologia utilizada foi a pesquisa&#xD;
etnográfica, com o objetivo de compreender os processos envolvidos na organização desses&#xD;
eventos e as relações entre os diferentes agentes.</summary>
    <dc:date>2024-12-17T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>“Não é sobre armas, é sobre liberdade”: discursos em defesa da liberdade e do armamento em redes sociais no governo Bolsonaro</title>
    <link rel="alternate" href="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23468" />
    <author>
      <name>Silva, Caio Almeida Borba da</name>
    </author>
    <id>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23468</id>
    <updated>2025-10-21T05:08:36Z</updated>
    <published>2025-05-30T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: “Não é sobre armas, é sobre liberdade”: discursos em defesa da liberdade e do armamento em redes sociais no governo Bolsonaro; “Não é sobre armas, é sobre liberdade”: discursos em defesa da liberdade e do armamento em redes sociais no governo Bolsonaro
Autor: Silva, Caio Almeida Borba da
Resumo: O bolsonarismo é um fenômeno brasileiro recente que, de fato, adentrou na tessitura&#xD;
social do país e mexeu com as paixões de inúmeros brasileiros desacreditados com a&#xD;
política convencional. Uma das ações do governo Bolsonaro foi a tentativa de facilitar o&#xD;
acesso da população as armas de fogo, mesmo que, por vias inconstitucionais, fosse&#xD;
necessário lançar mão de inúmeros decretos e portarias para cumprir com a promessa de&#xD;
campanha. Além de armar o civil comum, tal medida referente ao controle das armas&#xD;
favoreceu diretamente os grupos armamentistas. O mais proeminente deles é o Pro armas,&#xD;
que atua tanto nas redes sociais quanto de maneira institucional, tendo elegido até mesmo&#xD;
representantes políticos. Tanto bolsonarismo, quanto armamentismo compartilham de&#xD;
uma noção particular de liberdade, que possui suas origens no neoliberalismo e sobretudo&#xD;
molda uma visão de mundo com certos valores morais. Em grande medida o objetivo&#xD;
desta dissertação se concentra em como o bolsonarismo e o armamentismo se valem desse&#xD;
discurso sobre liberdade, antipolítico e antidemocrático, para moldar uma visão de mundo&#xD;
que relega para além do segundo plano o social e os espaços públicos. Não existindo,&#xD;
assim, a própria noção de segurança pública. Buscamos conciliar uma bibliografia que&#xD;
pudesse apontar alguns traços desses novos fenômenos sociais brasileiros, junto a dados&#xD;
estatísticos sobre a violência no Brasil e autores renomados no tema do neoliberalismo.&#xD;
Além disso, aliou-se tal bibliografia junto a uma etnografia virtual referente ao grupo&#xD;
armamentista Pro armas. O primeiro capítulo reconstrói um cenário da política nacional&#xD;
sobre o controle de armas de fogo desde o final do século passado, perpassando pelo&#xD;
Estatuto do Desarmamento até desembocar na inflexão ocorrida no governo Bolsonaro&#xD;
em vista do descontrole das armas. O segundo capítulo traz uma etnografia do grupo&#xD;
armamentista Pro armas, mais especificamente em seu Instagram, e como o discurso&#xD;
sobre liberdade é utilizado tanto pelo armamentismo quanto pelo bolsonarismo para&#xD;
legitimar a arma de fogo nas mãos do cidadão de bem. Por fim, o último capítulo traz&#xD;
como os CACs se organizam e como essa visão de mundo presente no armamentismo é&#xD;
moldada para o discurso sobre liberdade, que possui suas origens no neoliberalismo e tem&#xD;
como objetivo a destruição do social.</summary>
    <dc:date>2025-05-30T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Ubuntu: uma análise sobre relações, conexões e a valorização do coletivo que  tornaram possível o mandato de Marielle Franco</title>
    <link rel="alternate" href="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23461" />
    <author>
      <name>Aguiar, Ane Salazar de</name>
    </author>
    <id>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23461</id>
    <updated>2025-10-18T05:08:10Z</updated>
    <published>2025-08-11T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Ubuntu: uma análise sobre relações, conexões e a valorização do coletivo que  tornaram possível o mandato de Marielle Franco
Autor: Aguiar, Ane Salazar de
Resumo: Esta pesquisa de mestrado propõe uma análise das redes de relações e conexões que&#xD;
possibilitaram a emergência de Marielle Franco como figura pública e notável no cenário&#xD;
político carioca. Ao partir do pressuposto de que ninguém se constrói sozinha, investigo de que&#xD;
forma essas redes – formadas por afetos, alianças, práticas coletivas e trocas simbólicas e&#xD;
materiais – atuaram como mecanismos de sustentação em sua trajetória até a Câmara dos&#xD;
Vereadores do Rio de Janeiro. O problema que norteia esta investigação diz respeito à&#xD;
invisibilização das relações que tornam possíveis determinados corpos e trajetórias políticas,&#xD;
especialmente quando se trata de mulheres negras, faveladas e lésbicas em espaços institucionais&#xD;
de poder. Para reconstruir e resignificar a trajetória de Marielle Franco, adoto uma metodologia&#xD;
qualitativa e interseccional, baseada em entrevistas semiestruturadas com mulheres próximas à&#xD;
vereadora e com moradores e moradoras da Maré, território que moldou sua existência política.&#xD;
A escuta atenta dessas narrativas permite a reconstituição das tramas coletivas que sustentaram&#xD;
sua caminhada, bem como a identificação de práticas, estratégias e afetos que continuam&#xD;
reverberando após seu assassinato. Concluo que o fenômeno Marielle não pode ser&#xD;
compreendido fora das redes que a formaram: redes de cuidado, de militância, de lealdade&#xD;
política e de pertencimento territorial. Ao trazer essas redes à luz, esta pesquisa não apenas&#xD;
reinscreve sua trajetória em um horizonte coletivo, mas também contribui para o fortalecimento&#xD;
de práticas políticas insurgentes que desafiam a lógica individualizante da representação política&#xD;
tradicional.</summary>
    <dc:date>2025-08-11T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

