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  <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Sítio Histórico Vila de Estrela: gestão do patrimônio arqueológico na perspectiva da preservação e uso do bem</title>
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      <name>Rosa, Alexsandro Eduardo Adriano</name>
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    <updated>2026-10-20T16:27:23Z</updated>
    <published>2025-12-12T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sítio Histórico Vila de Estrela: gestão do patrimônio arqueológico na perspectiva da preservação e uso do bem
Autor: Rosa, Alexsandro Eduardo Adriano
Resumo: A Vila de Estrela, localizada no município de Magé, estado do Rio de Janeiro, remonta aos&#xD;
períodos colonial (1530–1822) e imperial (1822–1889), com registros de ocupação também no&#xD;
início da República, quando se consolidou como ponto estratégico de articulação comercial.&#xD;
Foi nesse contexto que se tornou o marco inicial da Estrada Real. Na contemporaneidade, o&#xD;
sítio é protegido no âmbito federal, por meio do Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos, e&#xD;
tombado, no âmbito estadual e municipal, e conserva remanescentes arquitetônicos em ruínas,&#xD;
entre os quais se destacam o Porto da Estrela, a Capela de Nossa Senhora da Estrela dos Mares&#xD;
e a antiga Casa de Câmara e Cadeia, esta última, símbolo emblemático da organização&#xD;
sociopolítica local. No entanto, seu potencial educativo e turístico é negligenciado pela ausência&#xD;
de um plano de gestão articulado com a política pública, estando o bem em completo abandono.&#xD;
Assim, esta dissertação tem como objetivo geral analisar como se deu a gestão do Sítio&#xD;
Histórico Vila de Estrela e discutir as oportunidades da aplicação do instrumento Plano de&#xD;
Gestão para a preservação e valorização do bem cultural. A pesquisa tem caráter bibliográfico&#xD;
e documental. Os resultados evidenciam que a ausência de um plano estruturado de gestão tem&#xD;
contribuído significativamente para a degradação do patrimônio, sendo esse instrumento legal&#xD;
indispensável à construção de políticas públicas eficazes de salvaguarda. Conclui-se que sua&#xD;
implementação pode assegurar a continuidade da memória e dos valores simbólicos da Vila de&#xD;
Estrela, promovendo sua valorização por meio da educação patrimonial e do turismo cultural,&#xD;
como patrimônio cultural das gerações presentes e futuras.</summary>
    <dc:date>2025-12-12T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Chega mais: memórias juninas de uma festa que ainda não acabou.</title>
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      <name>Silva, Milton Luis da</name>
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    <updated>2026-10-09T16:07:25Z</updated>
    <published>2025-09-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Chega mais: memórias juninas de uma festa que ainda não acabou.
Autor: Silva, Milton Luis da
Resumo: Esta pesquisa tem como objetivo analisar as especificidades da festa junina Chega Mais,&#xD;
realizada durante quinze anos no bairro de Cabuçu, em Nova Iguaçu (RJ), e responsável pela&#xD;
formação de grupos de dança de quadrilha compostos por moradores locais. O evento teve papel&#xD;
fundamental na construção da memória cultural e afetiva da região, especialmente entre as&#xD;
décadas de 1980 e 1990. A problemática central está relacionada às dinâmicas criativas e&#xD;
organizacionais que consolidaram a festa como um espaço de sociabilidade e de construção de&#xD;
laços duradouros entre vizinhos, dançarinos e organizadores que, em muitos casos, resultaram&#xD;
em amizades e famílias que extrapolaram os limites temporais do evento. A investigação propõe&#xD;
compreender como os processos de criação, organização e evocação de memórias associados à&#xD;
Chega Mais contribuem para a construção de uma memória coletiva no bairro, analisando de&#xD;
que maneira essas lembranças são mobilizadas por antigos participantes como forma de&#xD;
preservar e valorizar os significados simbólicos e sociais de um bem cultural que influenciou&#xD;
profundamente a identidade e o sentimento de pertencimento em Cabuçu. As inquietações que&#xD;
orientam esta pesquisa emergiram a partir da observação participante em festas juninas&#xD;
contemporâneas em Nova Iguaçu e em outras cidades do estado do Rio de Janeiro, permitindo&#xD;
a formulação das questões de estudo. Por meio do método indutivo, pretendeu-se compreender&#xD;
a trajetória da festa — desde sua criação até sua extinção — e estabelecer comparações com&#xD;
outras festas de relevância cultural que também deixaram de ocorrer em diferentes territórios.&#xD;
Para tanto, foram realizados levantamentos bibliográficos, análises audiovisuais e entrevistas&#xD;
com fundadores e participantes do evento. Consideram-se, ainda, os fatores que motivaram o&#xD;
surgimento da festa, bem como os aspectos que contribuíram para seu encerramento, além da&#xD;
percepção intergeracional sobre o legado deixado por esse patrimônio imaterial. Os resultados&#xD;
apontam que a Chega Mais permanece na memória daqueles que o vivenciaram como símbolo&#xD;
de pertencimento, identidade e história coletiva dos moradores de Cabuçu, reconhecido e&#xD;
ressignificado continuamente pelo olhar da comunidade. Além disso, observa-se que as atuais&#xD;
comemorações juninas no bairro, assim como os encontros familiares que ocorrem em torno&#xD;
dessas celebrações, configuram-se como espaços de memória ativa, nos quais a história da festa&#xD;
e de seus personagens é constantemente revisitada e atualizada.</summary>
    <dc:date>2025-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Chega Mais: memórias juninas de uma festa que ainda não acabou</title>
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    <updated>2026-09-24T19:00:30Z</updated>
    <published>2025-09-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Chega Mais: memórias juninas de uma festa que ainda não acabou
Autor: Silva, Milton Luis da
Resumo: Esta pesquisa tem como objetivo analisar as especificidades da festa junina Chega Mais, realizada durante quinze anos no bairro de Cabuçu, em Nova Iguaçu (RJ), e responsável pela formação de grupos de dança de quadrilha compostos por moradores locais. O evento teve papel fundamental na construção da memória cultural e afetiva da região, especialmente entre as décadas de 1980 e 1990. A problemática central está relacionada às dinâmicas criativas e organizacionais que consolidaram a festa como um espaço de sociabilidade e de construção de laços duradouros entre vizinhos, dançarinos e organizadores que, em muitos casos, resultaram em amizades e famílias que extrapolaram os limites temporais do evento. A investigação propõe compreender como os processos de criação, organização e evocação de memórias associados à Chega Mais contribuem para a construção de uma memória coletiva no bairro, analisando de que maneira essas lembranças são mobilizadas por antigos participantes como forma de preservar e valorizar os significados simbólicos e sociais de um bem cultural que influenciou profundamente a identidade e o sentimento de pertencimento em Cabuçu. As inquietações que orientam esta pesquisa emergiram a partir da observação participante em festas juninas contemporâneas em Nova Iguaçu e em outras cidades do estado do Rio de Janeiro, permitindo a formulação das questões de estudo. Por meio do método indutivo, pretendeu-se compreender a trajetória da festa — desde sua criação até sua extinção — e estabelecer comparações com outras festas de relevância cultural que também deixaram de ocorrer em diferentes territórios. Para tanto, foram realizados levantamentos bibliográficos, análises audiovisuais e entrevistas com fundadores e participantes do evento. Consideram-se, ainda, os fatores que motivaram o surgimento da festa, bem como os aspectos que contribuíram para seu encerramento, além da percepção intergeracional sobre o legado deixado por esse patrimônio imaterial. Os resultados apontam que a Chega Mais permanece na memória daqueles que o vivenciaram como símbolo de pertencimento, identidade e história coletiva dos moradores de Cabuçu, reconhecido e ressignificado continuamente pelo olhar da comunidade. Além disso, observa-se que as atuais comemorações juninas no bairro, assim como os encontros familiares que ocorrem em torno dessas celebrações, configuram-se como espaços de memória ativa, nos quais a história da festa e de seus personagens é constantemente revisitada e atualizada.</summary>
    <dc:date>2025-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Aldeia Sapukai de Bracuí, o primeiro território indígena tombado pelo estado do Rio de Janeiro: práticas e referências culturais narradas através do processo de patrimonialização da década de 1990</title>
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      <name>Preta, Leonardo de Souza Lopes</name>
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    <updated>2026-09-18T19:48:36Z</updated>
    <published>2025-05-20T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Aldeia Sapukai de Bracuí, o primeiro território indígena tombado pelo estado do Rio de Janeiro: práticas e referências culturais narradas através do processo de patrimonialização da década de 1990
Autor: Preta, Leonardo de Souza Lopes
Resumo: O objeto de estudo desta dissertação é o processo de tombamento da Aldeia Sapukai, registrado no INEPAC, órgão responsável pela preservação do patrimônio cultural do Estado do Rio de Janeiro, que garantiu a proteção legal desse território indígena. A pesquisa busca investigar as referências culturais indígenas incorporadas nesse processo de tombamento, considerando as perspectivas das políticas públicas patrimoniais da década de 1990. Dessa forma, a partir da análise desse processo, pretende-se examinar a Aldeia Sapukai como detentora da tradição Guarani Mbyá, conforme reconhecido oficialmente pelo tombamento. A metodologia adotada neste trabalho insere-se no campo da abordagem qualitativa, fundamentada em uma pesquisa de natureza básica, com ênfase em levantamento bibliográfico e documental. A investigação centra-se, sobretudo, na análise da fonte primária, que é o processo de tombamento proveniente do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC). A pesquisa estrutura-se em três capítulos, abordando o tombamento da Aldeia Sapukai no contexto das políticas patrimoniais brasileiras. O primeiro capítulo analisa o processo de tombamento na década de 1990, destacando a trajetória histórica dos Guarani Mbyá, seus processos de ocupação, migração e demarcação territorial, bem como as políticas de salvaguarda do patrimônio cultural. O segundo capítulo investiga a historicidade e a culturalidade dos Guarani Mbyá em Angra dos Reis, explorando sua organização social, práticas culturais e os fundamentos do reconhecimento patrimonial do território. Por fim, o terceiro capítulo promove uma análise crítica da narrativa do tombamento, examinando os limites e desafios das políticas públicas de preservação patrimonial na contemporaneidade, refletindo sobre a adequação desse instrumento às dinâmicas socioculturais e às necessidades atuais da comunidade indígena.</summary>
    <dc:date>2025-05-20T00:00:00Z</dc:date>
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