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  <title>Repositório Comunidade:</title>
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  <updated>2026-09-09T15:26:46Z</updated>
  <dc:date>2026-09-09T15:26:46Z</dc:date>
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    <title>Digestibilidade do fósforo da farinha de carne e ossos para suínos em crescimento</title>
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      <name>Oliveira, Diana Assis de</name>
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    <updated>2026-09-02T17:37:54Z</updated>
    <published>2025-08-05T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Digestibilidade do fósforo da farinha de carne e ossos para suínos em crescimento
Autor: Oliveira, Diana Assis de
Resumo: Objetivou-se com este trabalho determinar os coeficientes de digestibilidade verdadeira de fósforo (CDVP) da farinha de carne e ossos (FCO). Para isso, dois ensaios foram conduzidos. No primeiro ensaio, avaliou-se o CDVP da farinha de carne e ossos comparando o método direto e de regressão. Três dietas experimentais purificadas foram formuladas e 5g/kg de dióxido de titânio foi adicionado nas dietas como indicador indigestível. Foram utilizados 18 suínos em crescimento (12 machos castrados e 6 fêmeas) os quais foram alojados em baias individuais. Os animais foram distribuídas em delineamento de blocos casualizados, consistindo em três tratamentos, com seis repetições, sendo cada animal uma unidade experimental. O método direto apresentou perdas endógenas de 753,5 mg/kg de matéria seca ingerida (MSI), enquanto o método de regressão apresentou 416 mg/kg de MSI. Os CDVPs determinados pelos métodos direto e de regressão foram de 46,12% e 51,21%, respectivamente, não havendo diferenças significativas entre os valores (P&gt;0,05). No segundo ensaio, objetivou-se determinar o CDVP da FCO através do método de regressão com uso de dietas práticas. Três dietas experimentais, à base de milho e farelo de soja, foram formuladas e 5g/kg de dióxido de titânio foi adicionado nas dietas como indicador indigestível. Um total de 15 suínos em crescimento (9 machos castrados e 6 fêmeas) foram alojados em baias individuais. O delineamento foi em blocos casualizados, consistindo em três tratamentos, com cinco repetições, sendo cada animal uma unidade experimental. No método de regressão, o ingrediente teste é a única fonte de variação do fósforo dietético. A perda endógena com o uso da dieta prática foi estimada em 3200 mg/kg de MSI. O CDVP da FCO foi de 89,60%. A utilização destes valores permite a elaboração de banco de dados mais precisos de fósforo da FCO para suínos. No entanto, a padronização dos ensaios parece ser necessária para que os valores obtidos possam ser confiáveis.</summary>
    <dc:date>2025-08-05T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Valor Nutritivo da Forragem do Consórcio de Capim-tamani com Amendoim Forrageiro, Manejado sob Frequências e Intensidades de Desfolha</title>
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      <name>Santos, Breno Augusto Vaz</name>
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    <updated>2026-09-02T15:07:40Z</updated>
    <published>2026-03-07T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Valor Nutritivo da Forragem do Consórcio de Capim-tamani com Amendoim Forrageiro, Manejado sob Frequências e Intensidades de Desfolha
Autor: Santos, Breno Augusto Vaz
Resumo: Sob a hipótese de que o valor nutritivo da forragem pode ser incrementado sob manejos de&#xD;
frequências e intensidades de desfolha em sistemas consorciados durante os períodos chuvosos&#xD;
e secos, objetivou-se com este trabalho avaliar o valor nutritivo do capim-Tamani (Megathyrsus&#xD;
maximus cv. BRS Tamani) e do amendoim forrageiro (Arachis pintoi cv. Belmonte)&#xD;
estabelecidos em consórcio e submetidos a frequências e intensidades de desfolha, durante os&#xD;
períodos das Águas 1, que incluiu a primavera e verão (de 23/09/2023 a 20/03/2024), de&#xD;
Outono (de 21/03 a 17/06/2024), e das Águas 2 que incluiu a Primavera e verão seguintes (de&#xD;
22/09/2024 a 20/03/2025). Foi conduzido um experimento sob delineamento em blocos&#xD;
casualizados e em arranjo fatorial, com quatro tratamentos e cinco repetições. Os tratamentos&#xD;
foram formados pela combinação de duas frequências (85 e 95% de interceptação luminosa –&#xD;
IL) e duas intensidades de desfolha (10 e 20 cm de altura resíduo). Foram determinadas as&#xD;
concentrrações de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), fibra&#xD;
insolúvel em detergente neutro (FDN) e de fibra insolúvel em detergente neutro indigestível&#xD;
(FDNi), além do coeficiente de digestivilidade in vitro da matéria seca (DIVMS)das forragens&#xD;
das plantas consorciadas. Os dados foram analisados como medidas repetidas no tempo pelo&#xD;
PROC MIXED do SAS®&#xD;
&#xD;
, e as médias dos tratamentos comparadas pela PDIFF (P&lt;0,05). As&#xD;
concentrações de MS, PB e de MO do capim-Tamani e do amendoim forrageiro variaram em&#xD;
função da interação entre tratamentos e períodos, enquanto a concentração de FDN e o&#xD;
coeficiente de DIVMS variam em função dos períodos e das frequências de desfolha para o&#xD;
capim-Tamani, e dos tratamentos e períodos para o amendoim forrageiro. Dosséis&#xD;
consorciados, manejados sob maior frequência de desfolha (85% de IL), concomitante à menor&#xD;
altura de resíduo (10 cm de resíduo) para o amendoim forrageiro e à maior altura de resíduo (20&#xD;
cm de resíduo) para o capim-Tamani, resultam em maiores concentrações de PB da forragem&#xD;
durante os períodos chuvosos e seco. Maiores DIVMS das forragens do capim-Tamani e do&#xD;
amendoim forrageiro são obtidas sob maior frequência de desfolha (85% de IL), com o avanço&#xD;
do estabelecimento e durante o período chuvoso para o capim-Tamani, e durante o Outono para&#xD;
o amendoim forrageiro. A concentração de FDN do capim-Tamani não variou em função das&#xD;
frequências e alturas de resíduo testadas, enquanto aquela do amendoim forrageiro aumentou&#xD;
sob o manejo de 95% de IL e 20 cm de resíduo nos períodos avaliados. Maiores concentrações&#xD;
&#xD;
de PB e coeficientes de DIVMS foram obtidos para o amendoim forrageiro do que para o capim-&#xD;
Tamani (84,0 e 6,4% maiores, respectivamente) durante todo o período experimental. Para&#xD;
&#xD;
maximizar o valor nutritivo das forragens do amendoim forrageiro e do capim-Tamani em&#xD;
consórcio na região da Baixada Fluminense, recomenda-se adotar o manejo sob maior&#xD;
frequência (85% de IL), e sob maior intensidade de desfolha (10 cm de resíduo) para priorizar&#xD;
os atributos nutricionais do amendoim forrageiro, ou sob menor intensidade de desfolha (20 cm&#xD;
de resíduo) para beneficiar o perfil nutricional do capim-Tamani</summary>
    <dc:date>2026-03-07T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Implantação e manejo da braquiária (Urochloa ruziziensis) consorciada com milho (Zea mays) em integração lavoura-pecuária</title>
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      <name>Santos, Julia Crespo dos</name>
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    <updated>2026-08-31T15:42:05Z</updated>
    <published>2026-01-26T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Implantação e manejo da braquiária (Urochloa ruziziensis) consorciada com milho (Zea mays) em integração lavoura-pecuária
Autor: Santos, Julia Crespo dos
Resumo: A intensificação da produção agropecuária ocorre pelo desenvolvimento de novas alternativas&#xD;
que devem estar associadas a práticas sustentáveis, com o objetivo de reduzir os impactos&#xD;
ambientais oriundos dos sistemas produtivos tradicionais. Neste foco, foi conduzido um&#xD;
estudo com objetivo de avaliar estratégias de implantação e o manejo da Urochloa ruziziensis&#xD;
cv. BRS Integra em um sistema de integração lavoura-pecuária. O experimento foi realizado&#xD;
no Campo Experimental José Henrique Brusqui, pertencente à Embrapa Gado de Leite,&#xD;
localizado em Coronel Pacheco – MG, durante a safra 2024/2025 (06/11/2024 a 28/10/2025),&#xD;
sob delineamento experimental em blocos casualizados, em esquema de parcelas&#xD;
subsubdivididas. Nas parcelas foram alocados os métodos de plantio da U. ruziziensis cv. BRS&#xD;
Integra (plantio a lanço e plantio em linha), nas subparcelas as taxas de semeadura da forrageira&#xD;
(2, 4, 6 e 8 kg ha−1 de sementes puras viáveis) e, nas subsubparcelas, as estratégias de manejo&#xD;
da forrageira após a colheita do milho (sem colheita, colheita simulando pastejo e colheita para&#xD;
ensilagem durante a entressafra), em área total de 2.240 m2, sendo as áreas das parcelas,&#xD;
subparcelas e subsubparcelas de 280, 70 e 23 m2, respectivamente, totalizando 96 unidades&#xD;
experimentais. Os plantios do milho e da U. ruziziensis cv. BRS Integra foram realizados&#xD;
simultaneamente nas parcelas do plantio em linha com semeadora de plantio direto e em&#xD;
sequência no mesmo dia no plantio a lanço. Avaliou-se o desempenho produtivo da cultura do&#xD;
milho por meio da caracterização do estande de plantas, altura de plantas e de inserção de&#xD;
espigas, além da produtividade para ensilagem. Para o componente forrageiro, foram avaliadas&#xD;
a massa seca acumulada, a taxa de acúmulo de forragem e o valor nutritivo da forragem de U.&#xD;
ruziziensis cv. BRS Integra. Os dados foram submetidos à análise de variância utilizando o&#xD;
procedimento PROC MIXED do pacote estatístico SAS®, versão 9.3 para Windows. As médias&#xD;
dos tratamentos foram estimadas pela média dos mínimos quadrados (LSMEANS) e&#xD;
comparadas pelo teste PDIFF (P&lt;0,05). Os efeitos significativos das taxas de semeadura foram&#xD;
avaliados por análise de regressão, utilizando o PROC REG (P&lt;0,05). Houve efeito do método&#xD;
de plantio e do manejo da forrageira sobre a massa seca acumulada para dessecação, sendo o&#xD;
plantio em linha, em média, 11,7% superior ao plantio a lanço. Os manejos sem colheita e com&#xD;
colheita simulando pastejo promoveram produção de palhada superior ao mínimo recomendado&#xD;
para a safra subsequente, com média de 4,7 t ha−1 de massa seca. Quanto à produtividade do&#xD;
milho, maiores valores foram observados no método de plantio a lanço e no manejo da&#xD;
forrageira para ensilagem, com médias de 14,8 e 14,5 t ha−1 de massa seca, respectivamente. A&#xD;
cultivar BRS Integra mostrou-se adequada para sistemas de integração lavoura-pecuária com&#xD;
milho, apresentando bom desempenho sob condições de déficit hídrico e potencial para&#xD;
produção de forragem e palhada durante a entressafra</summary>
    <dc:date>2026-01-26T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Influência do Grupo Genético na Duração da Gestação e no Desempenho Ponderal até o Primeiro Parto em Novilhas de Corte</title>
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      <name>Aniceto, Julia Benner Inez</name>
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    <updated>2026-08-31T15:06:55Z</updated>
    <published>2026-02-27T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Influência do Grupo Genético na Duração da Gestação e no Desempenho Ponderal até o Primeiro Parto em Novilhas de Corte
Autor: Aniceto, Julia Benner Inez
Resumo: Para o planejamento das atividades reprodutivas na produção de bovinos de corte, é essencial&#xD;
compreender a duração da gestação das matrizes, a qual varia de acordo com o grupo genético&#xD;
e influencia o ganho de peso. Os objetivos deste estudo foram: (a) avaliar a duração da&#xD;
gestação em novilhas de diferentes grupos genéticos; (b) avaliar o ganho de peso corporal em&#xD;
novilhas de diferentes grupos genéticos do momento da concepção até o parto; e (c) avaliar o&#xD;
peso corporal ao primeiro parto. Este estudo foi conduzido em uma fazenda comercial no&#xD;
estado de Mato Grosso do Sul, Brasil. Três grupos genéticos foram avaliados: 1. Angus&#xD;
(n=181); 2. Brangus (n=125); e 3. Nelore (n=96), com idade inicial de 19±6 meses e peso&#xD;
corporal médio de 291 kg, sob sistema de produção baseado em pastagens. Todas as novilhas&#xD;
foram pesadas no início da estação de monta e inseminadas. Após o parto, foram pesadas&#xD;
novamente. As novilhas Angus apresentaram a menor duração de gestação (282 dias),&#xD;
enquanto as novilhas Nelore apresentaram a maior (295 dias) (p&lt;0,01). As novilhas Angus&#xD;
também apresentaram o menor ganho de peso corporal do momento da concepção ao parto&#xD;
(p&lt;0,01) e, consequentemente, o menor peso corporal em comparação às novilhas Brangus e&#xD;
Nelore. Este estudo conclui que os parâmetros reprodutivos de novilhas de corte variam de&#xD;
acordo com o grupo genético. Essas diferenças devem orientar a seleção genética, auxiliar na&#xD;
definição de pesos mínimos para a primeira cobertura e na duração da estação de monta, a fim&#xD;
de melhorar a eficiência na produção de carne bovina</summary>
    <dc:date>2026-02-27T00:00:00Z</dc:date>
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