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    <title>Repositório Colecção:</title>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23303">
    <title>Tem que ter foice e enxada: memórias dos trabalhadores rurais de Meruoca.</title>
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    <description>Título: Tem que ter foice e enxada: memórias dos trabalhadores rurais de Meruoca.
Autor: Sousa, Juliana Marques de
Resumo: A tese tem como tema a configuração da luta de classe e a trajetória de trabalhadores sertanejos,&#xD;
e o campo de investigação é a cidade Meruoca, localizada no interior do Ceará, cujo sujeito&#xD;
analítico compreende o trabalhador meruoquense, suas práticas e suas subjetividades. Nesse&#xD;
sentido, considero que a experiência de classe e os conflitos que a definem foram&#xD;
reconfigurados no capitalismo contemporâneo, ocorrendo a destituição de marcadores de&#xD;
interesses antagônicos e gerando subjetividades ambíguas, uma identidade de classe&#xD;
desmanchada. Ademais, são elaboradas, nos direitos sociais e trabalhistas ou na ausência deles,&#xD;
as subjetividades de classe – linguagem que conta o conflito de uma vida inteira marcada por&#xD;
regimes de exploração, precarização e subalternização. Portanto, essa é a relação social que&#xD;
defendo com as margens da classe trabalhadora.</description>
    <dc:date>2024-12-16T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23268">
    <title>O bônus que precariza: a desvalorização do trabalho docente  no arranjo federativo.</title>
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    <description>Título: O bônus que precariza: a desvalorização do trabalho docente  no arranjo federativo.
Autor: Avila, Clarice de Freitas Silva
Resumo: O trabalho “não-material” que produz ideias, conceitos, símbolos, hábitos, atitudes, habilidades,&#xD;
executado pelo/a professor/a, encontra-se precarizado no mundo do trabalho. Alguns dispositivos&#xD;
contribuem para esse processo e propusemo-nos a analisar a política de bonificação como um&#xD;
mecanismo que acrescenta valores aos vencimentos dos/das docentes, mas sua racionalidade é&#xD;
incapaz de alterar uma ordem estrutural relacionada ao tripé da valorização do magistério que&#xD;
elencamos como sendo a carreira, o salário e as condições de trabalho. Outrossim, dar tratamento&#xD;
a esta temática, que consideramos inovadora e desafiadora, pode ajudar a responder sobre a&#xD;
necessidade de detectar os efeitos sociais do mecanismo da bonificação sobre o trabalho dos/das&#xD;
professores/as. Com a pretensão de examinar múltiplas abordagens de dados, neste estudo,&#xD;
empregamos as “Matrizes multimétodos” a partir da ideia de provisoriedade da pesquisa. Assim&#xD;
como não há medida estabelecida para o entendimento das homogeneidades, da diversidade e da&#xD;
intensidade das informações necessárias a um adequado trabalho de pesquisa, igualmente não&#xD;
existe um ponto de saturação definido, mas sim, um resultado provisório dessa “geração do&#xD;
material” que contribuirá para a construção de significados. O trabalho docente, cada vez mais,&#xD;
passa a ser determinado pelo Sistema Capitalista que exerce poder sobre as vidas através de um&#xD;
rosto e sobre a educação pelo processo de mercantilização, que se materializa em mecanismos&#xD;
como a bonificação salarial. A pesquisa trabalhou com dados a partir do estado do Rio de Janeiro,&#xD;
pioneiro na implementação da política de bonificação e, com mais três municípios do estado:&#xD;
Itaboraí, Valença e Barra do Piraí, revelando que, para a carreira docente, o mecanismo de&#xD;
bonificação surge como uma espécie de controle disciplinar dos corpos dos/as trabalhadores/as da&#xD;
educação, regulando as faltas, os afastamentos e o desempenho das Unidades Escolares. Além de&#xD;
não ser incorporado aos vencimentos dos professores e das professoras, a bonificação tende a&#xD;
substituir o Plano de Cargos, Carreira e Salários. Está em jogo a força de trabalho docente versus&#xD;
o seu valor mensurado em forma de bônus. A lógica mercantilista precifica o trabalho produzido&#xD;
pelo/a docente por um valor bem menor em relação ao valor obtido se fosse implementado o Plano&#xD;
de Cargos, Carreira e Salários.</description>
    <dc:date>2024-12-20T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22820">
    <title>Ser feminista e se relacionar com mulheres: política, afeto e sexualidade em uma perspectiva geracional</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22820</link>
    <description>Título: Ser feminista e se relacionar com mulheres: política, afeto e sexualidade em uma perspectiva geracional
Autor: Zanetti, Julia Paiva
Resumo: Este trabalho tem como objetivo investigar a conexão entre ser feminista e se relacionar afetiva&#xD;
e sexualmente com mulheres. Um conjunto de pesquisas tem apontado que nos últimos anos os&#xD;
movimentos feministas ganharam maior proporção no cenário público e que, paralelo a isso,&#xD;
houve também um aumento no número de pessoas que se identificam como lésbicas, bissexuais&#xD;
e trans entre suas militantes, sobretudo entre as mais jovens. Entendendo que o processo de&#xD;
politização promovido pelos feminismos leva a uma problematização dos padrões de&#xD;
comportamento tradicionalmente esperado das mulheres, o que impacta também a construção&#xD;
de si, observo como este processo favorece a ampliação do campo de possibilidades das&#xD;
feministas, com especial interesse nas relações entre mulheres. Assim, analiso os sentidos de&#xD;
ser feminista, como este engajamento influencia experiências pessoais de afeto e sexualidade e&#xD;
como questões relacionadas à diversidade sexual e de gênero têm sido abordadas pública e&#xD;
coletivamente pelo movimento. Para isso, além da observação participante de atividades do&#xD;
movimento feminista no Rio de Janeiro e em Bogotá, de um mapeamento de organizações e&#xD;
coletivas/os feministas brasileiros, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com&#xD;
feministas dos dois países, ainda que aqui sejam priorizadas as realizadas com aquelas do Rio&#xD;
de Janeiro. As narrativas apresentam os feminismos como uma forma de ver o mundo, que&#xD;
produz questionamentos e rompimentos, que levam a um maior respeito aos próprios desejos&#xD;
e, desta forma, a viver de forma mais plena. Este processo possibilita também se fortalecer para&#xD;
viver, reconhecer e/ou se abrir para a possibilidade de um relacionamento afetivo-sexual com&#xD;
mulheres, o que gera mudanças identitárias, na forma de se relacionar consigo mesma e com&#xD;
sua/seu parceira/o. Se a associação entre feminismos e lesbianidade foi historicamente usada&#xD;
como acusação, aqui observa-se que este cenário mudou, há relatos inclusive de certo&#xD;
desconforto de algumas feministas com a própria heterossexualidade. A presente investigação&#xD;
ainda evidencia como questões relacionadas à diversidade sexual e de gênero têm avançado no&#xD;
movimento feminista, mas também na cena pública, principalmente entre a juventude.</description>
    <dc:date>2025-05-28T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22720">
    <title>Gênero e ciência: Mulheres e a produção do conhecimento na UFRRJ</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22720</link>
    <description>Título: Gênero e ciência: Mulheres e a produção do conhecimento na UFRRJ
Autor: Assumpção, Andreia dos Santos Barreto Monsores de
Resumo: A pesquisa “Gênero e ciência: mulheres e a produção do conhecimento na&#xD;
UFRRJ” analisa a condição feminina na ciência e na universidade a partir de uma&#xD;
perspectiva interseccional, que articula gênero, raça e classe como categorias&#xD;
estruturantes da experiência acadêmica. Tendo como estudo de caso a Universidade&#xD;
Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), a investigação examina como as desigualdades&#xD;
se manifestam e são contestadas no cotidiano universitário, evidenciando não apenas os&#xD;
obstáculos enfrentados pelas mulheres, mas também suas práticas de resistência, com&#xD;
ênfase nas trajetórias de docentes e pesquisadoras das áreas de ciências exatas e agrárias&#xD;
da instituição. A UFRRJ, marcada por sua localização periférica e pela proximidade com&#xD;
comunidades tradicionalmente excluídas, constitui um espaço privilegiado para refletir&#xD;
sobre inclusão e justiça social no ensino superior. A pesquisa dialoga com estudos&#xD;
contemporâneos sobre a presença crescente das mulheres no ambiente acadêmico e&#xD;
científico, procurando observar tanto os avanços obtidos quanto as tensões estruturais e&#xD;
simbólicas que ainda limitam sua presença e sua contribuição para a produção do&#xD;
conhecimento. Por meio da análise de dados quantitativos e qualitativos, incluindo&#xD;
&#xD;
registros de lives, vídeos e interações virtuais ocorridas durante a pandemia de COVID-&#xD;
19, o estudo busca compreender as dinâmicas que moldam a inserção feminina nos&#xD;
&#xD;
espaços de produção científica, bem como identificar estratégias de resistência e&#xD;
transformação. Assim, ao articular teoria e experiência, a pesquisa visa contribuir para o&#xD;
debate sobre as desigualdades de gênero, raça e classe no campo científico e evidencia&#xD;
como mulheres, sobretudo negras e de camadas populares, têm reconfigurado as&#xD;
fronteiras do saber a partir de suas práticas cotidianas, tensionando estruturas acadêmicas&#xD;
historicamente excludentes.</description>
    <dc:date>2024-12-19T00:00:00Z</dc:date>
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