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    <title>Repositório Comunidade:</title>
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    <title>Procurando Nemo: o uso da animação para o ensino de ciências</title>
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    <description>Título: Procurando Nemo: o uso da animação para o ensino de ciências
Autor: Soares, Bianca Carbogim
Resumo: O cinema, surgido em torno de 1895, pode ser reconhecido como uma linguagem artística muito eficiente na comunicação com as massas; possuindo, desde a sua origem, o poder de tocar o espectador, passando ideais de sociedades e ditando comportamentos. Além de ser uma forma de entretenimento, os filmes apresentam, em sua constituição, a interação entre elementos sonoros e visuais, pensados também, com a finalidade de prender a atenção do espectador e transmitir a ideia principal da cena. Com isso, eles podem ser considerados materiais importantes no processo de ensino-aprendizagem por estimular o pensamento crítico e auxiliar no processo cognitivo de quem o assiste. Dentro desse contexto, surge a ideia do uso de filmes na educação como forma inovadora em comparação aos modelos tradicionais de ensino, visando despertar no aluno o interesse em aprender, trazendo o lúdico para o ambiente da sala de aula e aproximando os conteúdos escolares ao dia-a-dia do aluno. Desta forma, os professores podem utilizar a percepção de seus alunos em relação ao filme para analisar o aprendizado de sua turma, utilizando isso como uma base para suas aulas. Com isso, o ensino será em uma forma de construção de conhecimentos coletivos, não mais em uma forma de transmissão. Com o objetivo de avaliar o uso de filmes de animação na escola, utilizamos, neste trabalho, o desenho animado "Procurando Nemo" (2003) nas aulas de Ciências de turmas do 7º ano do ensino fundamental, do Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (CAIC), em Seropédica, Rio de Janeiro. Buscou-se destacar a percepção dos alunos durante a atividade e as potencialidades do uso desse tipo de filme. Assim, através da aplicação desse objeto de aprendizagem em sala de aula, juntamente com a análise de questionários e entrevistas semiestruturadas feitas com alunos e o professor da turma, pôde-se verificar que os estudantes possuem análises críticas quanto ao filme. Destacamos, também, importantes conceitos biológicos e sociais presentes e ressaltamos as entrevistas em grupo na forma de discussão como caminho metodológico que contribui no processo cognitivo dos alunos. Tais resultados obtidos demonstram ser este um recurso didático em potencial na educação, possibilitando abordagem diferenciada dos conteúdos das aulas de Ciências, instigando o raciocínio dos alunos e unindo conhecimento ao entretenimento.</description>
    <dc:date>2013-09-12T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Relação entre o nível educacional dos pais e a afinidade pela genética em alunos de duas escolas de ensino médio do Rio de Janeiro</title>
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    <description>Título: Relação entre o nível educacional dos pais e a afinidade pela genética em alunos de duas escolas de ensino médio do Rio de Janeiro
Autor: Bispo, Luciano Urbani
Resumo: Com o presente trabalho objetivou-se avaliar se a escolaridade dos pais tem alguma influência sobre o interesse e a motivação dos alunos pela genética. Foi analisado também se o uso de atividades lúdicas educativas em sala pode contribuir para o despertar e o aumento do gosto dos alunos pela genética. Para realização deste trabalho foi aplicado um jogo de cartas sobre o conteúdo de genética a duas turmas, uma pertencente a uma Instituição de Ensino Público do município de Seropédica, com 14 alunos e a outra pertencente a uma Instituição de Ensino Particular do município de São João de Meriti, com 27 alunos. Após a aplicação do jogo, foi realizado um questionário socioeconômico e um questionário de opinião sobre a disciplina e o jogo. O Questionário de opinião teve por objetivo avaliar se os alunos foram estimulados a aprender genética e o questionário socioeconômico permitiu-nos conhecer melhor a realidade dos alunos, assim como, determinar o nível escolar dos pais. Observamos que o nível de escolaridade dos pais exerce certa influência sobre o gosto inicial do aluno pela genética e que, atividades lúdicas de ensino de genética ajudam os alunos a desenvolver o gosto pela mesma, que é uma matéria de difícil visualização prática do conteúdo, o que a torna, as vezes, uma aula massante e desmotivante.</description>
    <dc:date>2013-09-18T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/5527">
    <title>Após três décadas da introdução do caramujo africano Achatina fulica no Brasil: sua história natural, análise dos impactos ambientais e para saúde pública, da legislação e do papel da educação em programas de controle</title>
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    <description>Título: Após três décadas da introdução do caramujo africano Achatina fulica no Brasil: sua história natural, análise dos impactos ambientais e para saúde pública, da legislação e do papel da educação em programas de controle
Autor: Silva, Natália Brasil da
Resumo: Achatina fulica, espécie de molusco tropical africano, foi introduzida no Brasil na década de 80 como uma alternativa ao consumo do escargot. Contudo, seu cultivo foi abandonado e o molusco transformou-se numa praga agrícola, atualmente registrada em 24 estados brasileiros, causando transtornos à população e danos ao ambiente. A discussão sobre o tema vem ganhando importância cada vez maior, visto que este animal pode ser hospedeiro intermediário de nematóides com potencial zoonótico, que causam graves problemas à saúde humana. A ausência de uma fiscalização mais atuante, a deficiência na capacitação técnica de agentes e educadores aliados a poucas ações de erradicação deste molusco só agravaram o quadro.O presente trabalho representa um levantamento sobre aspectos da história natural de A. fulica,dos impactos decorrentes da introdução deste molusco em solo brasileiro,os aspectos legais envolvidos no controle e manejo e o papel da Educação em programas de controle da A. fulica. De tal forma que,que este conhecimento prévio seja levado em consideração na elaboração e execução de estratégias educativas que visem à conservação do ambiente, a qualificação técnica de agentes e educadores e o manejo de espécies exóticas baseados na legislação vigente e auxilie na definição de estratégias educacionais participativas, pautadas na lei e que tenham como foco principal o próprio indivíduo que sofre com os problemas ambientais decorrentes da introdução da A. fulica.</description>
    <dc:date>2013-05-03T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/5526">
    <title>O uso de trilhas interpretativas guiadas como proposta para o ensino de botânica em espaço não formal de educação</title>
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    <description>Título: O uso de trilhas interpretativas guiadas como proposta para o ensino de botânica em espaço não formal de educação
Autor: Brito, Lilian de Andrade
Resumo: A prática educacional não deve estar restrita às salas de aula, tornando a sua aprendizagem algo previsível e desestimulante aos nossos alunos. Para isso diversas formas alternativas foram criadas visando dinamizar o ensino, convertendo-o em algo prazeroso e divertido, como os jogos, as pesquisas e as atividades práticas, sejam elas laboratoriais ou que possam ser desenvolvidas pelos próprios alunos em outros locais fora da sala de aula. Dentre estas práticas encontramos a realização de atividades em ambientes não formais de educação, que compreendem, entre outros, os jardins botânicos, zoológicos e museus de ciências. Nesses espaços existe uma gama de temas e conteúdos que podem ser trabalhados com estudantes ou qualquer pessoa que possua interesse no assunto, cabendo ao condutor da atividade extrair o máximo que puder destes locais. Para tal, é favorável a presença de um guia preparado para conduzir o trajeto, relatar informações pertinentes e auxiliar em sua compreensão. Em jardins botânicos uma prática muito comum é o desenvolvimento de trilhas, pois elas propiciam o contato direto com o ambiente natural no decorrer de uma caminhada, além de possibilitar a abordagem de uma variedade de temáticas. O presente trabalho visa avaliar a eficiência de trilhas interpretativas guiadas como ferramenta metodológica de ensino. Foram realizadas ao todo cinco trilhas interpretativas guiadas no Jardim Botânico da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro com grupos de estudantes com diferentes níveis de escolaridade. De modo geral as temáticas abordadas nas trilhas referiram-se às características e usos das plantas cultivadas no Jardim Botânico, utilizando-se de metodologias adequadas para o público, como a delimitação do percurso, os recursos e a linguagem usada. Ao final das atividades, apesar da diversidade dos grupos, todas as trilhas foram bem sucedidas e enriquecedoras, contando com sugestões e com o conhecimento prévio de cada participante que possibilitaram o alcance dos objetivos traçados.</description>
    <dc:date>2013-04-26T00:00:00Z</dc:date>
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