<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8901">
    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8901</link>
    <description />
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26578" />
        <rdf:li rdf:resource="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26577" />
        <rdf:li rdf:resource="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26540" />
        <rdf:li rdf:resource="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26535" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-10-08T19:21:22Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26578">
    <title>O Papel de inibidores de NADPH oxidases sobre as atividades da ferro redutase de leishmania amazonensis (LFR1) e sua possível influência na diferenciação e infectividade do parasito.</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26578</link>
    <description>Título: O Papel de inibidores de NADPH oxidases sobre as atividades da ferro redutase de leishmania amazonensis (LFR1) e sua possível influência na diferenciação e infectividade do parasito.
Autor: Cardoso, Bárbara de Souza
Resumo: A espécie Leishmania amazonensis ocorre em várias partes do Brasil e é o agente&#xD;
causador das leishmanioses cutâneas, transmitidas por insetos vetores flebotomíneos para&#xD;
hospedeiros vertebrados. Durante o ciclo de vida do parasito, há uma alternância entre as formas&#xD;
promastigotas, presentes no vetor, e as formas amastigotas infectivas intracelulares, que surgem&#xD;
da diferenciação dos promastigotas metacíclicos no hospedeiro mamífero. Recentemente, foi&#xD;
descrito que a enzima ferro redutase (LFR1) de L. amazonensis, quando ativada por heme,&#xD;
também pode atuar como uma NADPH oxidase (NOX). Esta enzima bifuncional parece estar&#xD;
envolvida no processo de diferenciação do parasito e pode constituir um novo alvo&#xD;
farmacológico. As NOXs estão envolvidas em várias patologias como câncer, doenças&#xD;
cardíacas e neurodegenerativas e, portanto, há uma busca intensa por fármacos que inibam a&#xD;
atividade dessas enzimas. Alguns desses inibidores estão disponíveis comercialmente, como o&#xD;
Setanaxib, GKT136901 e VAS2870. Nesse contexto, a fim de investigar o funcionamento da&#xD;
LFR1 como alvo para a terapia medicamentosa contra as leishmanioses, este estudo avaliou o&#xD;
efeito desses inibidores nas atividades da LFR1 de L. amazonensis e verificou seus efeitos na&#xD;
proliferação, diferenciação e infectividade dos parasitos. Além disso, o foi conduzida uma&#xD;
análise in silico, que avaliou o possível sítio de interação desses compostos na LFR1.&#xD;
&#xD;
Resultados preliminares usando o reagente Amplex Red® para medir a produção de H2O2 heme-&#xD;
dependente mostraram o Setanaxib a 15 μM, GKT136901 a 2,5 μM e o VAS2870 em&#xD;
&#xD;
concentrações tão baixas quanto 1 μM foram capazes de abolir totalmente a atividade NOX da&#xD;
LFR1. O efeito citotóxico desses inibidores contra formas promastigotas também foi avaliado&#xD;
através do teste MTT, em que somente o VAS2870 exibiu efeito tóxico, mostrando perda de&#xD;
25% e 90% da viabilidade celular na presença de 10 μM do inibidor, após 24h e 72h,&#xD;
respectivamente. Na atividade ferro-redutásica da LFR1, medida através de método&#xD;
colorimétrico com o reagente K3Fe(CN)6, o promissor inibidor VAS2870 a 1 μM não mostrou&#xD;
efeito inibitório significativo, porém inibiu essa atividade em concentrações acima de 5 μM. A&#xD;
análise in silico, que visou demonstrar a possível interação entre o VAS2870 com o domínio&#xD;
desidrogenase da LFR1, cuja estrutura foi modelada ab initio, mostrou que esse inibidor&#xD;
interage covalentemente com o sítio ativo da enzima de forma estável. Em culturas axênicas&#xD;
que estimulam a diferenciação de promastigotas para amastigotas, o VAS2870 parece atuar&#xD;
inibindo esse processo em concentrações não-citotóxicas, embora não tenha exercido efeito sob&#xD;
a infecção de L. amazonensis em macrófagos murinos. Esses resultados sugerem que o&#xD;
VAS2870 pode atuar em ambas as atividades da LFR1, exercendo efeitos no ciclo de vida de&#xD;
L. amazonensis. Diante disso, não é descartada a necessidade de estudos mais profundos a&#xD;
respeito dos efeitos desses e de outros inibidores NOX na LFR1.</description>
    <dc:date>2025-07-11T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26577">
    <title>Fortalecimento da produção de sementes orgânicas junto a produtores/as do litoral catarinense</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26577</link>
    <description>Título: Fortalecimento da produção de sementes orgânicas junto a produtores/as do litoral catarinense
Autor: Trapp, David Augustus
Resumo: Com a promulgação da Lei no 10.831/03, conhecida como “Lei dos Orgânicos”, que&#xD;
regulamentou a produção orgânica no Brasil, foram estabelecidas várias etapas relacionadas à&#xD;
produção de sementes orgânicas. Com a implementação da Portaria no 52/21, que determina o&#xD;
uso de sementes orgânicas em todo o processo de produção orgânica até 2026, enfrentamos&#xD;
atualmente o desafio mais significativo já registrado. Devido a uma série de obstáculos,&#xD;
atualmente é impossível para a maioria dos/as produtores/as nacionais atender à exigência da&#xD;
Portaria no 52/21. Há poucos fornecedores de sementes orgânicas no mercado nacional, com&#xD;
baixa diversidade de cultivos, qualidade inferior e irregularidade no fornecimento, o que&#xD;
dificulta que os/as produtores/as se comprometam com o uso exclusivo de sementes&#xD;
orgânicas. Adicionalmente, o processo de obtenção da certificação como produtor/a de&#xD;
sementes orgânicas é bastante complexo, em razão de conflitos entre diferentes legislações: a&#xD;
Lei dos Orgânicos e a Lei de Sementes e Mudas (Lei no 10.711/2003). O objetivo desta&#xD;
dissertação é, por meio de uma pesquisa-ação, colaborar com produtores/as orgânicos/as em&#xD;
Santa Catarina e capacitá-los/as para aprimorar a produção, colheita, processamento e&#xD;
armazenamento de sementes orgânicas. A pesquisa-ação foi realizada por meio de oficinas&#xD;
virtuais e presenciais, além de acompanhamento técnico. Trabalhou-se com agricultores/as&#xD;
familiares que têm o direito de produzir, guardar e trocar ou vender sementes entre si, visando&#xD;
ao cumprimento da Portaria no 52/21. Durante a pesquisa, cinco propriedades familiares foram&#xD;
acompanhadas, resultando na reprodução de 11 variedades de sementes orgânicas, apesar das&#xD;
limitações estruturais e financeiras. Foram realizadas sete oficinas virtuais com mais de 1.000&#xD;
participantes, abordando temas-chave para a produção de sementes e mudas, com ampla&#xD;
receptividade e aplicação prática. Além disso, duas estufas foram instaladas em propriedades&#xD;
do Núcleo Serramar, com apoio do projeto Innova, fortalecendo a infraestrutura local. As&#xD;
quatro entrevistas com os/as participantes revelaram entusiasmo e desejo de ampliar a&#xD;
produção de sementes, embora persistam desafios como a escassez de tempo, a falta de&#xD;
assistência técnica e a ausência de estrutura adequada para o beneficiamento. A diversidade&#xD;
de cultivos, as condições climáticas adversas e a inexistência de políticas públicas específicas&#xD;
foram fatores limitantes. Ainda assim, a experiência demonstrou o potencial concreto de&#xD;
fortalecer a produção descentralizada de sementes orgânicas, desde que haja apoio técnico,&#xD;
articulação em rede, capacitação contínua e políticas públicas eficazes. Os resultados&#xD;
revelaram não apenas a produção de sementes, mas também mudanças concretas nas práticas&#xD;
agrícolas dos/as participantes, impulsionadas pelas oficinas e visitas técnicas. A experiência&#xD;
reforça a urgência de políticas públicas que reconheçam e valorizem os saberes e as práticas&#xD;
dos/as agricultores/as familiares como pilares para a construção de um sistema agroecológico&#xD;
justo, resiliente e soberano.</description>
    <dc:date>2025-06-16T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26540">
    <title>Fatores de virulência e resistência antimicrobiana em Pseudomonas spp. sob uma perspectiva de saúde única</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26540</link>
    <description>Título: Fatores de virulência e resistência antimicrobiana em Pseudomonas spp. sob uma perspectiva de saúde única
Autor: Machado, Natália Pereira de Oliveira
Resumo: O gênero Pseudomonas spp. abrange bactérias Gram-negativas, ubíquas, reconhecidas por sua&#xD;
alta plasticidade genética e por acumular genes inerentes e/ou adquiridos associados à&#xD;
virulência e à resistência antimicrobiana (RAM), os quais são essenciais para sua colonização&#xD;
e persistência em diferentes ambientes, como o solo, água, animais e seres humanos. A&#xD;
circulação dessas bactérias entre diferentes nichos ecológicos favorece a disseminação da&#xD;
resistência por transferência horizontal de genes (THG) que, por consequência, torna esse&#xD;
gênero um excelente modelo de estudos de adaptação microbiana e RAM em diferentes nichos&#xD;
ambientais e humanos. Dessa forma, para o Capítulo I, foram selecionadas 53 cepas de&#xD;
Pseudomonas spp., dentre as quais 38 foram isoladas de solos agrícolas e 2 de mata nativa em&#xD;
São José do Vale do Rio Preto, Rio de Janeiro, 13 foram oriundas de solos salinos de Guaratiba,&#xD;
região dos Lagos/RJ. Dentre as cepas analisadas, 89% dessas bactérias apresentaram pelo&#xD;
menos um fator de virulência, com predominância das atividades lipolítica (47%), proteolítica&#xD;
(45%) e hemolítica (32%). Em relação a resistência a antimicrobianos, 53% apresentaram&#xD;
resistência a pelo menos um antimicrobiano, com destaque para aztreonam (36%),&#xD;
ciprofloxacino (23%) e meropenem (19%), sendo observada multirresistência em cepas de solos&#xD;
agrícolas. A resistência à colistina foi confirmada em 19% das cepas. Foi verificado que as dez&#xD;
cepas positivas para resistência a colistina nos testes COL-AS e COL-DT mostraram&#xD;
concordância categórica de 100% (10/10) com o teste de microdiluição em caldo. Três cepas&#xD;
(SI276, SI277, SI283) apresentação concentração inibitória mínima (CIM) maior que 512&#xD;
mg/L, ultrapassando o limite de detecção do método e superando em mais de 100 vezes o ponto&#xD;
de corte clínico (&gt;4mg/L). No Capítulo II, foi realizada uma análise in silico com 1955 genomas&#xD;
de Pseudomonas spp. provenientes de origens humana, animal, solo e água. Os genomas de&#xD;
origem humana e animal apresentaram maior abundância e diversidade de genes de resistência&#xD;
antimicrobiana e fatores de virulência quando comparados aos de origem ambiental. Foram&#xD;
identificados 249 genes de virulência distintos, sendo fliG e flgG os mais prevalentes (99,4%),&#xD;
enquanto os genes de resistência adquirida mais frequentes foram vanW (67%), blaOXA (64%)&#xD;
e aph(3') (63,5%). Foi observada correlação positiva significativa entre o número de genes de&#xD;
resistência e fatores de virulência (ρ = 0,67; p = 3,45 × 10−254). Em conjunto, os resultados&#xD;
demonstram que Pseudomonas spp. presentes em diferentes ambientes constituem importantes&#xD;
reservatórios de genes de resistência antimicrobiana e fatores de virulência. Dessa forma, de&#xD;
acordo com os dados fenotípicos e da análise in silico, os ambientes naturais e antropizados&#xD;
podem atuar como fontes de manutenção e disseminação desses mecanismos de defesa&#xD;
bacteriano. Portanto, faz-se necessário uma vigilância contínua e abordagens integradas&#xD;
baseadas no conceito One Health para o monitoramento e controle da circulação de&#xD;
microrganismos patogênicos e da resistência antimicrobiana</description>
    <dc:date>2026-06-30T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26535">
    <title>Aspectos clínicos da infecção natural por Dirofilaria immitis em cães atendidos no Serviço de Cardiologia e Doenças Respiratórias do Setor de Pequenos Animais do Hospital Veterinário da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26535</link>
    <description>Título: Aspectos clínicos da infecção natural por Dirofilaria immitis em cães atendidos no Serviço de Cardiologia e Doenças Respiratórias do Setor de Pequenos Animais do Hospital Veterinário da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Autor: Lemos, Nathália Marques de Oliveira
Resumo: A dirofilariose canina é uma das principais afecções cardiorrespiratórias parasitárias cujo&#xD;
agente etiológico é o filarídeo Dirofilaria immitis (Leidy, 1856), associado ao seu&#xD;
endossimbionte Wolbachia sp. Muitos cães infectados são assintomáticos, sendo a suspeita&#xD;
clínica muitas vezes elaborada mediante o exame clínico minucioso ou pelo achado casual de&#xD;
microfilárias em exames laboratoriais. Animais sintomáticos apresentam manifestações clínicas&#xD;
&#xD;
inespecíficas, o que dificulta os médicos veterinários a suspeitarem da infecção e a incluírem-&#xD;
na no diagnóstico diferencial. Sendo assim, objetivou-se analisar os aspectos clínicos,&#xD;
&#xD;
descrevendo as alterações cardiorrespiratórias de cães, com mais de 12 meses de idade,&#xD;
apresentados ao Serviço de Cardiologia e Doenças Respiratporias (SCDR) do Hospital&#xD;
Veterinário de Pequenos Animais (HVPA) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro&#xD;
(UFRRJ). Após o consentimento formal dos tutores 26 cães foram submetidos a exame clínico&#xD;
(histórico, anamnese e exame físico), laboratorial (hemograma, pesquisa de microfilária e&#xD;
antígeno), radiográfico (radiografia torácica) e ecodopplercardiográfico. A maioria dos cães&#xD;
incluídos, parasitados (11/26) ou não (15/26), apresentava tosse (65,4%) e alteração na ausculta&#xD;
pulmonar (81%). O sopro em foco tricúspide foi observado em sete cães (26,9%), quatro deles&#xD;
infectados (57,1%) e três livres da infecção (42,9%). Ao ecodopplercardiograma observou-se&#xD;
insuficiência tricúspide em oito cães (30,8%), três deles infectados (37,5%) e, insuficiência&#xD;
pulmonar em 12 (46,1%), sendo seis infectados (50%). A maioria dos animais apresentava&#xD;
alteração no padrão pulmonar (88,5%) à radiografia torácica. O padrão bronquial foi&#xD;
identificado em 45,5% dos cães infectados e em 46,7% nos cães não infectados. Já o padrão&#xD;
intersticial foi identificado em 18,2% dos infectados e em 6,7% dos livres da infecção. Nenhum&#xD;
animal apresentava conjunto de alterações que denotasse probabilidade de hipertensão&#xD;
pulmonar, embora tenham sido observados parâmetros que indiquem que tenha ocorrido&#xD;
aumento da pressão pulmonar. Helmintos foram visualizados ao ecodopplercardiograma em&#xD;
45,5% das infecções. Os valores hematológicos dos cães infectados e dos não infectados foram&#xD;
semelhantes, apresentando valores médios dentro da faixa de referência para a espécie. As&#xD;
avaliações realizadas demonstraram que os animais estudados não apresentavam doença grave,&#xD;
sendo infectados ou não. Como a dirofilariose é uma doença cardiorrespiratória que apresenta&#xD;
características clínicas indiferenciáveis de afecções cardiorrespiratórias por outras etiologias,&#xD;
fez-se necessário realizar exames parasitológicos, fossem eles pesquisa de microfilárias ou e de&#xD;
antígenos específicos ou até a visualização dos parasitos pelo ecodopplercardiograma, apesar&#xD;
de sua baixa sensibilidade. Conclui-se que a tosse foi o sinal clínico mais referido pelos tutores&#xD;
e, em todos os casos, confirmado pelos médicos veterinários durante o exame físico. A maioria&#xD;
dos animais apresentava sopro em foco tricúspide, ausculta pulmonar alterada, insuficiência da&#xD;
valva tricúspide e pulmonar e parênquima pulmonar com padrões bronquial ou intersticial.</description>
    <dc:date>2021-05-11T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

