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    <title>Repositório Colecção:</title>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26382">
    <title>O campo de concentração de Ravensbrück: um olhar a partir das autobiografias de mulheres sobreviventes do Regime Nazista</title>
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    <description>Título: O campo de concentração de Ravensbrück: um olhar a partir das autobiografias de mulheres sobreviventes do Regime Nazista
Autor: Luiz, Jadeane Matos do Nascimento
Resumo: A presente pesquisa tem como intuito a análise das autobiografias de três mulheres&#xD;
sobreviventes do campo de concentração feminino de Ravensbrück, sendo estas: The Blessed&#xD;
Abyss, de Maria Ferdinanda Herbermann; Michelangelo in Ravensbrück: One Woman’s War&#xD;
Against the Nazis, da autoria de Karolina Lanckorońska; e And I am afraid of my dreams,&#xD;
escrito por Wanda Wiktoria Poltawska. Estas foram as mulheres que redigiram suas&#xD;
autobiografias a respeito da experiência de encarceramento no campo de concentração de&#xD;
Ravensbrück. Considerado o maior campo de concentração essencialmente feminino, esteve&#xD;
em pleno funcionamento ao longo do regime nazista na Alemanha, sendo inaugurado no ano&#xD;
de 1939, com libertação de suas internas em 1945. Este campo se distingue por suas&#xD;
características específicas, como as condições submetidas às suas vítimas, assim como as&#xD;
formas de violência perpetradas contra as mulheres. As fontes escritas pelas mulheres&#xD;
sobreviventes objetivam compreender que o interior do Campo de Concentração Feminino se&#xD;
destaca em relação às formas de exercer violência. Dentre estas, se enquadra a Violência de&#xD;
Gênero, praticada contra as vítimas femininas, referindo-se aos crimes específicos de gênero.&#xD;
Tendo como perspectiva as experiências das vítimas de Ravensbrück e as autobiografias,&#xD;
destaca-se, semelhantemente, a forma de escrita biográfica que contribui para precisar as&#xD;
vivências subjetivas no interior do campo. Denotando um relato de caráter testemunhal, o qual&#xD;
pode ser articulado com as demais narrativas de encarceramento dos sobreviventes do regime&#xD;
nazista e Holocausto. As autobiografias citadas permitem elucidar os aspectos relativos ao&#xD;
campo de concentração, como suas condições, a rotina, aspectos políticos e redes de&#xD;
sociabilidade e cooperação tecidas pelas internas</description>
    <dc:date>2026-03-13T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26345">
    <title>O fim da URSS no Brasil: uma análise dos editoriais de O Estado de S. Paulo sobre o colapso soviético (1990-1991)</title>
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    <description>Título: O fim da URSS no Brasil: uma análise dos editoriais de O Estado de S. Paulo sobre o colapso soviético (1990-1991)
Autor: Santos, Gustavo Dias dos
Resumo: O presente trabalho analisa o discurso do jornal O Estado de S. Paulo sobre o fim da&#xD;
União Soviética entre 1990 e 1991 a partir dos editoriais do periódico. A pesquisa&#xD;
fundamenta-se na Análise de Discurso Crítica de Norman Fairclough, compreendendo o&#xD;
discurso como prática social dialética, simultaneamente constituinte e constituída pela&#xD;
realidade social. Como recurso metodológico, mobiliza-se o conceito de intertextualidade&#xD;
para examinar as diferentes vozes presentes no discurso jornalístico e seus usos. A análise&#xD;
articula-se ainda aos estudos de Antonio Gramsci sobre os jornais como aparelhos&#xD;
privados de hegemonia e ao conceito de “mito”, de Roland Barthes, entendido como&#xD;
ferramenta linguístico-ideológica. O trabalho busca responder às seguintes questões:&#xD;
quais projetos políticos e visões de mundo foram defendidos pelo Estado de S. Paulo no&#xD;
contexto da dissolução da URSS e de sua repercussão no Brasil? Quais sentidos foram&#xD;
atribuídos à liderança de Mikhail Gorbachev e à ascensão de Boris Yeltsin? Como o&#xD;
jornal apresentou a configuração do sistema internacional pós-Guerra Fria sob a&#xD;
unipolaridade estadunidense? Por fim, investiga-se se houve adesão estrita à chamada&#xD;
Nova Ordem Mundial ou se esta foi apresentada com ressalvas. Em síntese, a pesquisa&#xD;
analisa o fim da URSS como evento habilitador de narrativas e práticas de poder no&#xD;
discurso jornalístico. Foi demonstrada, ao fim da pesquisa, a presença do ethos pró&#xD;
economia de mercado durante todo o período analisado. Esta prática discursiva seguiu&#xD;
uma marca anticomunista materializada no ethos de ameaça soviética utilizada&#xD;
retoricamente para defender, ao governo brasileiro e sua chancelaria, políticas&#xD;
convergentes aos Estados Unidos e ao Fundo Monetário Internacional. Ademais, foi&#xD;
exposto que o discurso analisado foi uma “fala mítica” à medida que se valeu da forma&#xD;
de defesa da liberdade, mas defendeu um sentido de única visão possível da História&#xD;
através de um processo de naturalização do fim do Estado soviético e pretensa&#xD;
despolitização de suas proposições enquanto silenciou outras vozes e visões políticas ao&#xD;
leitor brasileiro</description>
    <dc:date>2026-03-27T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26325">
    <title>Imaginando a nação católica: Alceu Amoroso Lima e a construção da identidade nacional brasileira (1928-1942)</title>
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    <description>Título: Imaginando a nação católica: Alceu Amoroso Lima e a construção da identidade nacional brasileira (1928-1942)
Autor: Souza, Helio Muguet de
Resumo: Esta dissertação investiga como o intelectual católico Alceu Amoroso Lima "imaginou a nação" brasileira durante seu período conservador, de 1930 a 1942. O principal objetivo é analisar a formulação de seu projeto de identidade nacional e sua atuação como líder do laicato e intelectual mediador. A pesquisa parte da hipótese central de que a concepção de nação de Alceu, fundamentada em uma visão orgânica, hierárquica e moralmente católica, demonstrou notável permanência, não sofrendo uma ruptura fundamental com a instauração do Estado Novo em 1937. O estudo propõe que o regime autoritário, na verdade, reforçou suas posições antiliberais. O trabalho examina a formulação desse nacionalismo católico como uma "terceira via", que se colocava em oposição tanto ao liberalismo quanto ao comunismo, e se diferenciava criticamente dos fascismos europeus pela subordinação da política a valores religiosos transcendentes.</description>
    <dc:date>2025-12-15T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26273">
    <title>“Carissima in Cristo filie Johanne Regine Sicilie Illustri”: disputas de poder, autoridade e performatividade da rainha Joana I de Nápoles a partir da epistolografia papal (1343-1382)</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26273</link>
    <description>Título: “Carissima in Cristo filie Johanne Regine Sicilie Illustri”: disputas de poder, autoridade e performatividade da rainha Joana I de Nápoles a partir da epistolografia papal (1343-1382)
Autor: Ferreira, Joseane Passos
Resumo: Esta pesquisa tem por objetivo analisar o processo de construção de autoridade e&#xD;
performatividade de gênero da rainha Joana I de Nápoles (1326-1382) perante a Igreja Romana,&#xD;
refletindo sobre como o casamento, a maternidade e a piedade funcionaram como espaços&#xD;
discursivos de poder e negociação da governabilidade régia a partir da correspondência papal.&#xD;
Ao longo de trinta e oito anos, Joana permaneceu no trono como rainha reinante, assumindo as&#xD;
responsabilidades políticas, de gênero e contratuais que sua posição e a Igreja lhe exigiam –&#xD;
dada sua sujeição à instituição político-religiosa enquanto vassala e cristã. Embora possuísse o&#xD;
direito dinástico à governança, o poder político e a reputação da soberana mostraram-se&#xD;
instáveis no decorrer do reinado, demandando que ela atravessasse um contínuo processo de&#xD;
legitimação diante da sociedade cristã e do papado. Desse modo, a partir de uma metodologia&#xD;
de contra-leitura das missivas papais e mobilizando os conceitos de queenship e&#xD;
performatividade, demonstramos que a autoridade e a performatividade de Joana se constroem&#xD;
vinculadas às relações de sociabilidade e vassalagem com a Sé Apostólica, bem como pautadas&#xD;
por expectativas sociais e disputas de poder que permeiam o casamento, a maternidade e a&#xD;
piedade, visíveis por meio da comunicação epistolar. Nesse sentido, quando articuladas em&#xD;
conjunto, essas três vias, analisadas em cada um dos três capítulos, revelam as estratégias de&#xD;
atuação de Joana, evidenciando tensões, negociações com o papado romano e possibilidades de&#xD;
agenciamento régio feminino no século XIV</description>
    <dc:date>2026-04-16T00:00:00Z</dc:date>
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