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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Diversidade de Plecoptera (Insecta) na Reserva Biológica de Araras, Rio de Janeiro, Brasil</title>
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    <description>Título: Diversidade de Plecoptera (Insecta) na Reserva Biológica de Araras, Rio de Janeiro, Brasil
Autor: Souza, Karoline Oliveira de
Resumo: A ordem Plecoptera reúne cerca de 4.300 espécies descritas no mundo e ocorre em praticamente&#xD;
todos os continentes. No Brasil, sua fauna é representada por duas famílias, Gripopterygidae e&#xD;
Perlidae. Um levantamento da fauna de Plecoptera foi realizado na Reserva Biológica de Araras&#xD;
(REBIO Araras), no estado do Rio de Janeiro, com amostragem baseada em adultos, totalizando&#xD;
1.634 indivíduos coletados. Foram registradas 24 espécies distribuídas em duas famílias e seis&#xD;
gêneros, incluindo cinco novos registros para o estado do Rio de Janeiro: Paragripopteryx&#xD;
blanda Froehlich, 1969, P. delicata Froehlich, 1994, P. intervalensis Bispo &amp; Lecci, 2011,&#xD;
Anacroneuria toriba Froehlich, 2002 e A. vanini Froehlich, 2004. Além disso, duas espécies&#xD;
novas são descritas aqui, Tupiperla sp. nov. e Kempnyia sp. nov., ampliando de 17 para 24 o&#xD;
número total de espécies de Plecoptera conhecidas para o estado do Rio de Janeiro. Por se tratar&#xD;
do primeiro estudo sobre Plecoptera realizado na REBIO Araras, os resultados contribuem para&#xD;
ampliar o conhecimento da fauna do Rio de Janeiro e reforçam a importância da Unidade de&#xD;
Conservação para a preservação da diversidade da biota aquática, em especial dos plecópteros.&#xD;
No mais, a presença de espécies inéditas para a ciência, bem como de espécies ainda não&#xD;
registradas para o estado, evidenciam a presença de lacunas de conhecimento sobre a ordem no&#xD;
Rio de Janeiro e principalmente na Mata Atlântica</description>
    <dc:date>2026-02-27T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26277">
    <title>Investigação de hemoparasitos em Sapajus nigritus (Primates: Cebidae) da Ilha da Marambaia, Mangaratiba, Rio de Janeiro</title>
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    <description>Título: Investigação de hemoparasitos em Sapajus nigritus (Primates: Cebidae) da Ilha da Marambaia, Mangaratiba, Rio de Janeiro
Autor: Medeiros, Juliana de Moura
Resumo: Os primatas são considerados sentinelas em estudos de parasitologia e epidemiologia de&#xD;
Doenças Infecciosas Emergentes (DIE), devido à sua proximidade evolutiva com os humanos.&#xD;
O macaco-prego, Sapajus nigritus, é endêmico da Mata Atlântica e habita a Ilha da&#xD;
Marambaia, no município de Mangaratiba, RJ, onde vive em proximidade com 430&#xD;
moradores. Investigações sobre hemoparasitos ainda são limitadas nesta região. Assim, este&#xD;
estudo teve como objetivo investigar a presença da hemoparasitofauna em S. nigritus da Ilha&#xD;
da Marambaia, utilizando microscopia óptica e PCR para identificar as espécies. Também&#xD;
buscou analisar os aspectos epidemiológicos e compreender a relação parasito-hospedeiro,&#xD;
com base na carga parasitária e nos parâmetros clínicos e hematológicos dos animais. Os&#xD;
primatas foram capturados com armadilhas Tomahawk para avaliação clínica e coleta de&#xD;
sangue, destinada às análises moleculares e hematológicas, além da confecção de esfregaços&#xD;
sanguíneos. A extração de DNA seguiu o protocolo de fenol-clorofórmio, e a PCR foi usada&#xD;
para detectar microfilárias, Trypanosoma sp., Plasmodium sp. e Borrelia sp. Os amplicons&#xD;
foram purificados, sequenciados e submetidos à análise filogenética, incluindo sequências&#xD;
disponíveis no GenBank. Um modelo linear multivariado foi utilizado para analisar a&#xD;
correlação entre a carga parasitária e os parâmetros hematológicos. Dos 27 S. nigritus&#xD;
capturados, microfilárias foram detectadas em 25 (92,59%) por meio da amplificação da&#xD;
região ITS1 e em 27 (100%) por meio do gene 12S rDNA. Pela microscopia, as microfilárias&#xD;
foram detectadas em 22 indivíduos (81,48%). Trypanosoma sp. foi identificado em dois&#xD;
indivíduos apenas pela PCR. As microfilárias foram identificadas como Mansonella sp. por&#xD;
ambos os métodos. Não foram obtidos resultados satisfatórios no sequenciamento de&#xD;
Trypanosoma sp. Por meio da microscopia, a prevalência de microfilárias nos 27 indivíduos&#xD;
de S. nigritus amostrados foi de 81,48% ± 7,48, com uma intensidade média de 92,01 ± 31,10&#xD;
e uma abundância média de 74,97 ± 26,15. Os macacos apresentaram-se clinicamente&#xD;
saudáveis. A análise multivariada indicou efeito significativo da carga parasitária apenas&#xD;
sobre os parâmetros hematológicos da série vermelha, sugerindo que S. nigritus convive com&#xD;
microfilárias de Mansonella sp. sem apresentar sinais de doença grave, o que pode indicar&#xD;
tolerância imunológica</description>
    <dc:date>2026-02-26T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26164">
    <title>Revisão de Hebrus Curtis, 1833 (Insecta: Hemiptera: Heteroptera: Hebridae) da Região Neotropical</title>
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    <description>Título: Revisão de Hebrus Curtis, 1833 (Insecta: Hemiptera: Heteroptera: Hebridae) da Região Neotropical
Autor: Franco, Cleilton Lima
Resumo: O gênero Hebrus Curtis, 1833, pertencente à família Hebridae (Hemiptera: Heteroptera:&#xD;
Gerromorpha), compreende mais de 220 espécies distribuídas em duas subfamílias e 12&#xD;
gêneros, sendo os percevejos conhecidos como pequenos insetos semiaquáticos, com&#xD;
comprimento variando entre 1,3 e 3,7 mm, cobertos por cerdas e com antenas longas,&#xD;
caracterizadas pelo quarto artigo antenal superficialmente dividido por uma constrição.&#xD;
Globalmente, são conhecidas mais de 180 espécies de Hebrus. Na região Neotropical, o&#xD;
conhecimento sobre a fauna de Hebrus é escasso, devido à raridade nas coletas e às dificuldades&#xD;
de estudo, sendo muitos táxons conhecidos apenas pela série-tipo e descritos sem ilustrações&#xD;
ou com base apenas em espécimes fêmeas. Os representantes desse gênero geralmente habitam&#xD;
vegetação emergente de lagoas, riachos, manguezais e vegetação flutuante, sendo também&#xD;
capturados em armadilhas luminosas. O presente estudo revisou taxonomicamente as espécies&#xD;
&#xD;
do gênero que ocorrem na região Neotropical. A revisão teve ênfase na localização do material-&#xD;
tipo e espécimes adicionais, sempre que possível. Todas as espécies estudadas foram&#xD;
&#xD;
fotografadas e examinadas com o intuito de padronizar o estudo morfológico externo do gênero.&#xD;
Após o estudo dos espécimes-tipo, foi possível redescrever 25 espécies e propor duas&#xD;
sinonímias (sinônimos juniores entre parênteses): Hebrus bilineatus Champion, 1898; H.&#xD;
burmeisteri Lethierry &amp; Severin, 1896; H. camposi Drake &amp; Chapman, 1954; H. catus Drake&#xD;
&amp; Chapman, 1958 (= H. elimatus Drake &amp; Cobben, 1960); H. concinnus Uhler, 1894; H.&#xD;
consolidus Uhler, 1894; H. ecuadoris Drake &amp; Harris, 1943; H. engaeus Drake &amp; Chapman,&#xD;
1958; H. gloriosus Drake &amp; Harris 1943; H. hirsutus Champion, 1898; H. hungerfordi Drake&#xD;
&amp; Harris 1943; H. lacunatus Drake &amp; Chapman, 1958; H. laeviventris Champion, 1898; H.&#xD;
major Champion, 1898; H. nubilus Drake &amp; Harris, 1943; H. parvulus Stål, 1860; H. paulus&#xD;
Drake &amp; Harris, 1943; H. pilosidorsus Polhemus &amp; Chapman, 1970; H. plaumanni Porter, 1952&#xD;
(= H. limnaeus Drake &amp; Chapman, 1958); H. priscus Drake &amp; Harris, 1943; H. pudoris Drake&#xD;
&amp; Harris, 1943; H. sobrinus Uhler, 1877; H. spiculus Polhemus &amp; McKinnon, 1983; H. sulcatus&#xD;
Champion, 1898; e H. usingeri Drake &amp; Harris 1943. Adicionalmente, foram descritas nove&#xD;
novas espécies para o Brasil e uma para Argentina, além de novas ocorrências para a região&#xD;
Neotropical. O estudo é relevante para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade dos&#xD;
Hebridae na região Neotropical, contribuindo para a taxonomia e distribuição geográfica desses&#xD;
percevejos semi-aquáticos, com importantes registros fotográficos e mapas de distribuição&#xD;
atualizados, evidenciando novas áreas de ocorrência e aumentando a compreensão sobre a&#xD;
diversidade e biogeografia do grupo</description>
    <dc:date>2026-02-23T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26142">
    <title>Taxonomia e sistemática de Tyzzeria Allen, 1936 (Chromista: Apicomplexa): caracterização de morfotipos e posicionamento filogenético do gênero baseado em evidências moleculares</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26142</link>
    <description>Título: Taxonomia e sistemática de Tyzzeria Allen, 1936 (Chromista: Apicomplexa): caracterização de morfotipos e posicionamento filogenético do gênero baseado em evidências moleculares
Autor: Ferreira, Carlos Nei Ortúzar
Resumo: Assuntos relacionados à taxonomia e sistemática de coccídios ainda possuem muitos&#xD;
enclaves para serem resolvidos, tanto no que tange ao levantamento da biodiversidade&#xD;
desses parasitos, como na organização filogenética de seus táxons. Tyzzeria Allen, 1936&#xD;
perdura até os dias atuais como um dos poucos grupos de coccídios sem ter sua&#xD;
caracterização genética depositada no GenBank. Além disso, sua classificação atual&#xD;
dentro da família Eimeriidae Minchin, 1903 é questionável. Neste trabalho, são&#xD;
apresentados 4 morfotipos desse coccídio recuperados de amostras fecais de aves&#xD;
(Anseriformes: Anatidae) domésticas e silvestres do Brasil. O morfotipo 1, com oocistos&#xD;
sub esféricos medindo 13,5 x 12,0 μm, índice morfométrico de 1,1 μm, parede dupla e&#xD;
lisa com espessura de 1,0 μm. O morfotipo 2, com oocistos elipsoidais medindo 13,6 x&#xD;
10,4 μm, índice morfométrico de 1,3 μm, parede dupla, lisa e fina com espessura de 0,8&#xD;
μm. O morfotipo 3, com oocistos elipsoidais medindo 14,5 x 11,7 μm, índice&#xD;
morfométrico de 1,2 μm, parede dupla, grossa e levemente áspera, com espessura de 1,1&#xD;
μm. E o morfotipo 4, com oocistos elipsoidais medindo 14,7 x 11,2 μm, índice&#xD;
morfométrico de 1,3 μm, parede dupla, grossa e muito áspera, com espessura de 1,4 μm.&#xD;
Levando em consideração o número amostral de oocistos analisados, parâmetros&#xD;
morfológicos/morfométricos, sequenciamentos realizados e aspectos de especificidade&#xD;
parasitária no hospedeiro; apenas o morfotipo 1 pôde ser identificado, sendo este&#xD;
condizente com Tyzzeria parvula (Kotlán, 1933) Klimeš, 1963. Seus oocistos foram então&#xD;
isolados e sequenciados. Aqui é fornecida a primeira caracterização molecular para o&#xD;
gênero (a partir de oocistos dessa espécie) e as análises filogenéticas demonstram que&#xD;
esse gênero coccidiano está intimamente relacionado com Schellackia Reichenow, 1919&#xD;
e outros eimerídeos de anfíbios e répteis.</description>
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