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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26451">
    <title>Manejo de solos orgânicos em condições tropicais: impactos no carbono, propriedades do solo, diversidade bacteriana e emissões de gases de efeito estufa</title>
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    <description>Título: Manejo de solos orgânicos em condições tropicais: impactos no carbono, propriedades do solo, diversidade bacteriana e emissões de gases de efeito estufa
Autor: Santos, Otavio Augusto Queiroz dos
Resumo: Organossolos são reconhecidos como importantes reservatórios globais de carbono, mas sua conversão para sistemas agrícolas geralmente exige drenagem e calagem, práticas que podem acelerar a degradação da matéria orgânica do solo (MOS), alterar o microbioma e aumentar as emissões de gases de efeito estufa (GEE). Este estudo avaliou os efeitos combinados do manejo de longo prazo e da drenagem sobre a dinâmica da MOS, atributos do solo, diversidade microbiana e fluxos de GEE em Organossolos do sudeste do Brasil. Avaliações em campo, conduzidas em Organossolos com diferentes usos da terra—monocultivo de mandioca (Manihot esculenta) por 80 anos, consórcio mandioca–coqueiro (Cocos nucifera) por 20 anos e fragmento florestal em regeneração natural por 20 anos, evidenciaram reduções expressivas nas frações lábeis e humificadas da MOS sob cultivo contínuo, enquanto apenas estruturas recalcitrantes permaneceram na área em regeneração. Análises espectroscópicas de estado sólido (UV-vis, ATR-FTIR e 13C NMR) confirmaram essas alterações estruturais. Em experimentos laboratoriais, a calagem elevou significativamente as emissões de CO2, independentemente do nível de drenagem, com perdas estimadas de 4,1 Mg ha-1 na primeira fase de incubação e 1,6 Mg ha-1 na segunda. Observou-se ainda redução nos teores de ácidos fúlvico e húmico, indicando degradação das frações húmicas. Outro ensaio de drenagem, realizado em colunas de PVC, mostrou que a drenagem intensiva reduziu o pH (de 5,2 para ~4,0), promoveu perdas de carbono e aumentou as emissões de CO2, enquanto a menor drenagem preservou o carbono, mas favoreceu emissões de CH4 por metanogênese. Ambientes menos drenados também apresentaram maior diversidade bacteriana, ressaltando a influência da oxigenação na estrutura microbiana. De forma geral, os resultados demonstram que a intensidade de manejo e os regimes de drenagem afetam fortemente a estabilidade da MOS e o balanço de GEE em Organossolos. Níveis intermediários de lâmina d’água podem representar um compromisso sustentável, equilibrando a conservação da MOS e a mitigação das emissões de CO2 e CH4.</description>
    <dc:date>2025-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26438">
    <title>Ácidos húmicos de solos escuros da Amazônia (Terra preta de índio)</title>
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    <description>Título: Ácidos húmicos de solos escuros da Amazônia (Terra preta de índio)
Autor: Cunha, Tony Jarbas Ferreira
Resumo: Ácidos húmicos de solos escuros da Amazônia brasileira (Terra Preta do Índio) foram&#xD;
caracterizados usando-se espectroscopias de UV-Vis, DRIFT, Fluorescência de excitação e&#xD;
emissão, EPR, e RMN, analises termogravimétricas, composição elementar, e medidas de&#xD;
acidez (total, carboxílica e fenólica). A fração ácidos húmicos (AH) foi extraída usando-se o&#xD;
método da Sociedade Internacional de Substâncias Húmicas (IHSS). Os AH foram separados&#xD;
em três grupos conforme o uso da terra. Solos antropogênicos sob floresta (SAF), solos&#xD;
antropogênicos sob cultivo (SAC) e solos não antropogênicos sob floresta (SNAF). Os solos do&#xD;
grupo SNAF são representativos dos Latossolos amazônicos e foram coletados em áreas&#xD;
adjacentes aos solos antropogênicos, sendo este o grupo referência para comparação como os&#xD;
grupos SAF e SAC. Teste de comparação de media (teste t), e análises estatísticas&#xD;
multivariadas (análise fatorial, análise de agrupamento e análise discriminante) foram aplicadas&#xD;
no estudo. Os solos dos grupos SAF e SAC mostraram melhores características de fertilidade&#xD;
que os solos não antropogênicos (SNAF) (pH: SAF = 5,1, SAC = 5,4, SNAF = 4,4; saturação&#xD;
por bases [V%]: SAF =59, SAC = 51, SNAF = 18; capacidade de troca cátions [CTC]: SAF =&#xD;
17,5, SAC = 17,2, SNAF = 9,5 cmolc kg-1&#xD;
&#xD;
; P assimilável: SAF = 116, SAC = 291, SNAF = 5 mg&#xD;
&#xD;
kg-1&#xD;
). No grupo SAF e SAC ~ 44% do carbono total foi encontrado na fração humina, ~32% na&#xD;
fração ácidos húmicos e ~13% na fração ácidos fúlvicos. Estes valores para o grupo SNAF&#xD;
foram 49, 19 e 16%, respectivamente. A mais relevante característica dos AH dos solos&#xD;
antropogênicos, comparado aos solos não antropogênicos foram sua superior reatividade,&#xD;
estabilidade, e grau de humificação. Os AH dos grupos SAF e SAC foram caracterizados por&#xD;
alta acidez total (SAF = 612, SAC = 712, SNAF = 575 cmol kg-1&#xD;
&#xD;
) e acidez carboxílica (SAF =&#xD;
&#xD;
435, SAC = 454, SNAF = 320 cmol kg-1&#xD;
&#xD;
), altas concentrações de radicais livres orgânicos (SAF&#xD;
&#xD;
= 4,07, SAC = 6,59, SNAF = 2,11 spin g-1&#xD;
&#xD;
1017), alto índice termogravimétrico (ITG) (SAF = 3,0,&#xD;
SAC = 3,3, SNAF = 2,3), baixa razão E4/E6 (SAF = 4,2, SAC = 4,2, SNAF = 6,0), alto índice de&#xD;
aromaticidade (IADRIFT: SAF = 0,87, SAC = 0,85, SNAF = 0,77; NMR(%): SAF = 36, SAC =&#xD;
39, SNAF = 25), alto índice de hidrofobicidade (SAF = 0,37, SAC = 0,48, SNAF = 0,35), alto&#xD;
grau de humificação (A4/A1: SAF = 2.574, SAC = 3.313, SNAF = 1.713; I485/I400: SAF = 2.004,&#xD;
SAC = 2.161, SNAF = 1.510), e foram mais recalcitrantes (C recalcitrante/C lábil: SAF = 2,0,&#xD;
SAC = 2,0, SNAF = 1,0) que os AH do grupo SNAF. Os dados também mostraram diferenças&#xD;
entre os AH dos grupos SAF e SAC.</description>
    <dc:date>2005-04-04T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26435">
    <title>Mapeamento digital em formações petroférricas mineralizadas: estudo de caso - Morro dos Seis Lagos na Amazônia Brasileira</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26435</link>
    <description>Título: Mapeamento digital em formações petroférricas mineralizadas: estudo de caso - Morro dos Seis Lagos na Amazônia Brasileira
Autor: Rodrigues, Niriele Bruno
Resumo: A combinação de dados de detecção remota e topográficos associados a modelos de aprendizado de máquina (Machine Learning - ML), especialmente para a cartografia digital geológica e pedológica, tem contribuído para a identificação de áreas com potencial econômico para a prospecção mineral. No entanto, os aspectos pedológicos dessas formações são ainda pouco explorados. Os carbonatitos, em especial, são raras e a Amazônia brasileira abriga uma mineralização particular de siderita carbonatito, representando um depósito mineral de potencial classe mundial de nióbio (Nb2O5). Essa formação contém uma espessa crosta laterítica (&gt;200 m), onde os processos de intemperismo atuando sobre a siderita contribuíram para produzir  uma crosta de goethita/hematita. Os objetivos da presente pesquisa foram: investigar o processo de laterização em carbonatito siderítico raro (ferrocarbonatitos) avaliando: a variabilidade espacial dos elementos químicos; o efeito do desenho da malha amostral sobre os elementos Al2O3, Fe2O3, MnO, Nb2O5 e TiO2; a distribuição dos materiais geológicos (subclasses); e os índices de intemperismo (Index of Lateritisation - IOL, Chemical Index of Alteration - CIA, e o Chemical Index of Weathering - CIW). Para isso, utilizou-se aprendizado de máquina combinando covariáveis morfométricas com imagens de sensoriamento remoto. O conjunto de dados de entrada reúne dados geoquímicos de 341 amostras (solo, sedimentos e materiais rochosos), combinados com covariáveis morfométricas e índices espectrais, obtidos a partir de dados de detecção remota. Essas informações foram extraídas de bandas dos sensores Sentinel-1A SAR, Sentinel-2A e Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer (ASTER), além de atributos topográficos derivados de um modelo digital de elevação hidrologicamente condicionado (MDE-HC), com resolução de 20 metros. Os dados coletados foram modelados utilizando algoritmos de machine learning. As covariáveis mais importantes para cada composto mineral e para cada modelo foram selecionadas por meio do algoritmo Recursive Feature Elimination (RFE). Os modelos que obtiveram melhor desempenho preditivo foram o Random Forest (RF), seguido pelo K-Nearest Neighbors (KNN). O ranking de importância fornecida pelo RFE indicou que, inicialmente, os atributos do terreno exercem uma influência mais significativa na variabilidade dos elementos contidos nas lateritas do que os índices espectrais de sensoriamento remoto. Nesse contexto, verificou-se que as características do relevo local desempenham um papel fundamental na compreensão da variação espacial dos compostos minerais, dada a maior influência das covariáveis morfométricas e SAR na predição dos diferentes elementos e compostos.</description>
    <dc:date>2025-07-31T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26405">
    <title>Determinação da capacidade de campo e retenção de umidade em solos do terciário da formação barreiras, em função de suas características granulométricas e fatores estruturais</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26405</link>
    <description>Título: Determinação da capacidade de campo e retenção de umidade em solos do terciário da formação barreiras, em função de suas características granulométricas e fatores estruturais
Autor: Thurler, Alvaro de Mendonça
Resumo: A capacidade de retenção de água dos solos é informação relevante para a avaliação do potencial agrícola dos mesmos, assim como para o seu uso e manejo. Utilizando equações de regressão, este estudo determinou umidade na capacidade de campo “in situ” e nas tensões 0,006 MPa; 0,01 MPa; 0,033 MPa; 0,05 MPa; 0,1 MPa; O,3 MPa e 1,5 MPa, bem como a água disponível, em Solos do Terciário da Formação Barreiras. Foram utilizados como variáveis independentes as frações granulométricas, a densidade do solo, a microporosidade, o ponto de murcha e o teor de carbono. Como a retenção de água está relacionada fortemente à granulometria e natureza da fração argila, buscou-se materiais de mesma gênese e com grande e uniforme variação granulométrica, de 22% a 90% da fração areia. As pedofunções de umidade foram de muito bom ajuste (r2 &gt; 0,99), a exceção do caso da água disponível (r2 &gt; 0,89). O trabalho enfatiza a necessidade de calibração das pedofunções, mesmo para aplicações em outras unidades da Formação Barreiras. Entretanto, é demonstrado que tais equações, em alguns casos, podem ser usadas com sucesso em outras classes de solo.</description>
    <dc:date>2000-08-30T00:00:00Z</dc:date>
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