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    <title>Repositório Colecção:</title>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26328">
    <title>Produção e caracterização do pó das folhas de ora-pronóbis (Pereskia aculeata Miller) para obtenção de hidrolisado proteico em pó: hidrólise enzimática, propriedades físico-químicas, microestruturais e tecnofuncionalidades</title>
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    <description>Título: Produção e caracterização do pó das folhas de ora-pronóbis (Pereskia aculeata Miller) para obtenção de hidrolisado proteico em pó: hidrólise enzimática, propriedades físico-químicas, microestruturais e tecnofuncionalidades
Autor: Toledo, Jamylle Monteiro Marques
Resumo: O presente trabalho teve como objetivo o estudo do processo de secagem do pó das folhas de ora-pro-nóbis (OPN), para caracterização e obtenção de hidrolisado proteico em pó a partir de hidrólise enzimática. Foram elaborados quatro estudos científicos apresentados nos capítulos I, II, III e IV. O capítulo I resume e avalia, de forma breve, a literatura atual sobre a extração de proteínas vegetais das folhas verdes, apresentando seus desafios e oportunidades. O capítulo II investigou a cinética de secagem das folhas da OPN em três temperaturas (30, 40 e 50 °C) para obtenção do pó e caracterização da composição nutricional, propriedades tecnofuncionais, estabilidade térmica e microestruturais, indicando bom desempenho diante do binômio tempo x temperatura de secagem. O capítulo III estudou o efeito dos tratamentos térmicos (branqueamento e secagem) na composição fitoquímica e comparou as folhas da OPN in natura, branqueada e desidratada às três temperaturas estudadas no capítulo I. Os resultados indicaram a predominância de compostos fenólicos insolúveis em todas as amostras, e que as folhas branqueadas apresentaram teores mais elevados diante das análises de perfil de fenólicos por HPLC-DAD, com destaque para o ácido sinápico, seguido da catequina, ácido cafeico e o-coumarico, todos com concentrações acima de 400 mg/ 100 g (base seca). Além da capacidade antioxidante, ácido ascórbico e fitoesteróis. No capítulo IV, foi realizado o estudo para a obtenção de hidrolisado proteico de OPN, a partir de hidrólise enzimática em dois graus de hidrólise (10 e 20%), que foram desidratados em spray dryer com a maltodextrina (MD) e goma arábica (GA) como agentes carreadores. Neste estudo os hidrolisados foram caracterizados quanto à capacidade antioxidante, microestrutura, além de tamanho e densidade das partículas. Os resultados indicaram que o grau de hidrólise melhorou a capacidade antioxidante, e a aplicação de goma arábica foi mais eficiente na retenção de compostos antioxidantes e fenólicos, mas apresentou estabilidade cromática mais baixa quando comparado com a formulação com maltodextrina, A utilização destes agentes influenciou diretamente a microestrutura, cor, porosidade e densidade dos hidrolisados. E por fim, o Apêndice I apresenta um estudo que foi realizado previamente, sobre a hidrólise enzimática do pó das folhas de OPN com a utilização de duas enzimas proteolíticas (alcalase e pancreatina). O hidrolisado proteico de OPN obtido com a enzima alcalase apresentou maior grau de hidrólise e teores de compostos fenólicos totais e capacidade antioxidante, em comparação com os hidrolisados obtidos com a pancreatina. Os hidrolisados apresentaram teores mais baixos de proteínas em comparação com pó das folhas de ora-pro-nóbis. Por fim, o estudo com as folhas da ora-pro-nóbis apresenta um tema promissor e relevante para a produção de alimentos e ingredientes naturais, tendo em vista a valorização da cadeia produtiva de uma espécie ainda subutilizada, mas que, nos últimos anos têm ganhado destaque devido à sua composição química e funcional. Além disso, a pesquisa promove sustentabilidade e agregação de valor ao desenvolvimento de produtos de baixo custo e que também são oriundos da agricultura familiar.</description>
    <dc:date>2025-07-28T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26285">
    <title>Bioconservação por Lacticaseibacillus casei e sanitização com ácido lático: estratégias naturais para melhoria da qualidade, segurança microbiológica e redução de patulina em suco de maçã</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26285</link>
    <description>Título: Bioconservação por Lacticaseibacillus casei e sanitização com ácido lático: estratégias naturais para melhoria da qualidade, segurança microbiológica e redução de patulina em suco de maçã
Autor: Pereira, Cristina Barbosa
Resumo: A crescente demanda por alimentos minimamente processados, com menor uso de aditivos químicos e preservação das características sensoriais naturais, tem incentivado o desenvolvimento de estratégias de conservação mais sustentáveis. Nesse contexto, a bioconservação com bactérias ácido-láticas (BAL) e a sanitização com ácido lático despontam como alternativas promissoras. Este trabalho teve como objetivo avaliar o uso de Lacticaseibacillus casei como agente bioconservador em suco de maçã, sanitizadas com ácido lático, considerando sua eficácia microbiológica, impacto sensorial, atividade antioxidante e capacidade de mitigação da patulina. Para isso, foram conduzidos três estudos complementares: (i) avaliação da sanitização com ácido lático e aplicação de L. casei; (ii) estudo da estabilidade microbiológica, da atividade antioxidante e sensorial durante o armazenamento refrigerado; e (iii) investigação da mitigação da patulina por células de L. casei comparado a pasteurização e radiação por UV-C. Inicialmente, verificou-se que a sanitização com ácido lático promoveu maior redução microbiana em relação ao hipoclorito de sódio, comumente utilizado pela indústria alimentícia, atingindo 2,64 log UFC/mL para aeróbios mesófilos, 2,41 log UFC/mL para bolores e leveduras e 2,41 log UFC/mL para Enterobacteriaceae. Adicionalmente, o suco sanitizado com ácido lático e adicionado de L. casei, permaneceu livre de coliformes por até 20 dias, demonstrando efeito sinérgico entre a sanitização com ácido lático e a          bioconservação por L. casei, aumentando assim, a segurança microbiológica do produto. No segundo estudo, a eficácia de L. casei na bioconservação de suco de maçã foi comparada com a pasteurização convencional. Duas estratégias foram avaliadas: inoculação direta de culturas liofilizadas e inoculação seguida de incubação a 37 °C por 16 h. Ambas as estratégias de aplicação de L. casei mantiveram viabilidade próxima de 6,0 log UFC/mL por 15 dias, sem detecção de Salmonella e E. coli, além de preservar parâmetros físico-químicos do suco. A capacidade antioxidante permaneceu elevada (&gt;90% de inibição do DPPH) e o teor de fenólicos totais variou entre 1000–1686 mg GAE/L, sendo mais estável na condição com incubação a 37 °C. A avaliação sensorial revelou escores de aceitação entre 4,1 e 6,7 na escala hedônica de 9 pontos, demonstrando melhor aceitação quando comparado ao suco pasteurizado. A aceitação do consumidor foi maior para os sucos bioconservados armazenados por até 7 dias, apresentando perfis sensoriais semelhantes ao suco controle. Entretanto, a incubação associada ao armazenamento prolongado levou ao aumento da acidez, amargor e aroma fermentado, reduzindo a aceitação, enquanto, a inoculação direta de L. casei no suco alcançou melhores scores de aceitação e perfil sensorial.  Por fim, no terceiro estudo as análises de quantificação de patulina em suco de maçã contaminado em intencionalmente foram realizadas por HPLC em 0 h, 48 h e após 15 dias de armazenamento. A pasteurização e a radiação UV-C apresentaram reduções limitadas, não ultrapassando 26% e 33%, respectivamente. Em contraste, as células inativadas de L. casei reduziram até 53% da patulina, destacando o papel da adsorção passiva na parede celular. O melhor desempenho foi observado em caldo MRS suplementado com células viáveis, atingindo 85% de redução após 15 dias, sugerindo a ação combinada de adsorção e biotransformação enzimática. Em suco de maçã, células viáveis também foram eficazes, alcançando uma redução de 47,7%. De forma integrada, os resultados demonstram que a bioconservação com L. casei, principalmente por inoculação direta em suco sanitizado com ácido lático, é uma estratégia natural, eficiente, sensorialmente aceitável e alinhada às tendências de consumo atual, contribuindo para a segurança, qualidade e funcionalidade de sucos minimamente processados.</description>
    <dc:date>2025-12-12T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26186">
    <title>Carreamento da vitamina E empregando proteína isolada de lentilha e lactoferrina como material de parede através do processo de coacervação complexa</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26186</link>
    <description>Título: Carreamento da vitamina E empregando proteína isolada de lentilha e lactoferrina como material de parede através do processo de coacervação complexa
Autor: Almeida, Emilie Ferreira de
Resumo: A vitamina E é um composto bioativo lipossolúvel com reconhecida atividade&#xD;
antioxidante, atuando na neutralização de radicais livres e no retardo da peroxidação&#xD;
lipídica, processo associado ao desenvolvimento de diversas doenças e à deterioração de&#xD;
alimentos. Apesar de sua relevância funcional, sua instabilidade frente a condições&#xD;
ambientais e fisiológicas limita sua aplicação direta em sistemas alimentícios, tornando a&#xD;
microencapsulação uma estratégia promissora para sua proteção e liberação controlada.&#xD;
Nesse contexto, esta pesquisa teve como objetivo microencapsular a vitamina E por&#xD;
coacervação complexa utilizando isolado proteico de lentilha (IPL) e lactoferrina (Lf)&#xD;
como materiais de parede, bem como aplicar essas microcápsulas no desenvolvimento de&#xD;
filmes comestíveis à base de pectina, visando à obtenção de embalagens. Adicionalmente,&#xD;
as microcápsulas foram submetidas à reticulação com ácido tânico, com o intuito de&#xD;
fortalecer a matriz proteica aumentando sua estabilidade estrutural e modulando a&#xD;
liberação do composto bioativo. A formação dos complexos IPL:Lf foi investigada por&#xD;
meio de diagrama de fases, potencial zeta, calorimetria de titulação isotérmica (ITC),&#xD;
eletroforese e análises reológicas. Já os filmes foram caracterizados quanto às&#xD;
propriedades físico-químicas, mecânicas, estruturais, de barreira e funcionais. A&#xD;
incorporação de 0,05%, 0,10% e 0,20% de microcápsulas de vitamina E resultou em&#xD;
filmes com elevada solubilidade em água e atividade antioxidante, especialmente aqueles&#xD;
contendo microcápsulas reticuladas. A presença do ácido tânico promoveu redução da&#xD;
resistência à tração, sem comprometer a flexibilidade dos filmes, indicando um equilíbrio&#xD;
adequado entre desempenho mecânico e funcionalidade. Os resultados demonstram que&#xD;
a microencapsulação da vitamina E por coacervação complexa IPL:Lf, aliada à&#xD;
reticulação com ácido tânico, constitui uma estratégia eficiente para aumentar a&#xD;
bioacessibilidade do composto bioativo e viabilizar sua aplicação em filmes comestíveis</description>
    <dc:date>2026-02-10T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26163">
    <title>Desenvolvimento, caracterização nutricional e tecnológica de nhoque adicionado de ora-pro-nóbis: uma proposta para a alimentação coletiva</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26163</link>
    <description>Título: Desenvolvimento, caracterização nutricional e tecnológica de nhoque adicionado de ora-pro-nóbis: uma proposta para a alimentação coletiva
Autor: Souza, Caroline Cardoso de
Resumo: As massas alimentícias apresentam elevada aceitação e amplo consumo. A mandioca (Manihot&#xD;
esculenta), é um alimento estratégico na base alimentar brasileira em razão de sua&#xD;
disponibilidade e versatilidade culinária. A ora-pro-nóbis (OPN), classificada como Planta&#xD;
Alimentícia Não Convencional (PANC), destaca-se pelo expressivo valor nutricional e presença&#xD;
de compostos bioativos. Nesse contexto, a incorporação da OPN em massas alimentícias com&#xD;
base de mandioca representa uma estratégia para o desenvolvimento de produtos com valor&#xD;
nutricional otimizado e potencial funcional, sobretudo visando a inserção em sistema de&#xD;
alimentação coletiva, possibilitando a ampliação do acesso a ingredientes regionais em larga&#xD;
escala, com baixo custo e viabilidade operacional. O presente estudo foi organizado em&#xD;
capítulos complementares e investigou o enriquecimento de nhoque de mandioca com o pó das&#xD;
folhas de ora-pro-nóbis (POPN) nas concentrações de 2,5% e 5%, avaliando suas características&#xD;
físico-químicas (umidade, cinzas, proteínas, lipídeos, carboidratos totais, fenólicos totais,&#xD;
atividade antioxidante e cor); as propriedades tecnológicas (tempo ótimo de cozimento,&#xD;
aumento de massa, aumento de volume, perda de sólidos solúveis), textura (firmeza) e&#xD;
características sensoriais, através dos testes de aceitação, intenção de consumo e aplicação da&#xD;
metodologia Check-All-That-Apply (CATA); também objetivou analisar a viabilidade técnica,&#xD;
características físico-químicas (umidade, atividade de água, pH, acidez, textura e cor)&#xD;
estabilidade e segurança microbiológica da formulação com melhor aceitação sensorial,&#xD;
contendo 2,5% de POPN durante armazenamento refrigerado por cinco dias, embalados com e&#xD;
sem aplicação de vácuo, para uma realidade de serviço de alimentação coletiva. De forma&#xD;
integrada, os resultados demonstram que o POPN revelou alta densidade nutricional, com&#xD;
consideráveis teores de cinzas (17,51%) e proteínas (24,74%), elevando a concentração de&#xD;
compostos fenólicos e a atividade antioxidante nas massas, as quais apresentaram teores de&#xD;
umidade acima do limite estabelecido pela legislação vigente. Sob a ótica tecnológica, as&#xD;
formulações apresentaram parâmetros satisfatórios de cozimento e perda de sólidos solúveis,&#xD;
com o POPN conferindo maior firmeza e reduzindo o tempo de cozimento. A avaliação&#xD;
sensorial indicou índice de aceitabilidade superior a 70%, destacando-se a formulação com 2,5%&#xD;
de POPN pela melhor aceitação global e intenção de consumo. Em relação à estabilidade, as&#xD;
amostras com POPN mantiveram-se microbiologicamente seguras por cinco dias sob&#xD;
refrigeração, ainda que apresentando elevadas umidade e alta atividade de água e baixa acidez.&#xD;
Observou-se que o POPN conferiu coloração esverdeada e maior firmeza inicial, evoluindo&#xD;
para amolecimento durante a estocagem. Quanto às propriedades tecnológicas, o POPN reduziu&#xD;
o tempo de cozimento inicial e manteve a perda de sólidos solúveis em níveis de qualidade&#xD;
superior ao controle. Microbiologicamente, as formulações mantiveram-se satisfatórias, com&#xD;
ausência de patógenos críticos e maior resistência à proliferação fúngica na amostra com o&#xD;
POPN. Conclui-se que o POPN revelou potencial para o enriquecimento nutricional. O nhoque&#xD;
de mandioca enriquecido demonstrou viabilidade tecnológica e aceitação sensorial satisfatória,&#xD;
apresentando-se como alternativa promissora para atender à demanda por preparações&#xD;
diversificadas e que contribuam para a promoção da saúde e do bem-estar. Entretanto, a elevada&#xD;
umidade e atividade de água do nhoque indicaram a necessidade de estratégias rigorosas de&#xD;
conservação, armazenamento refrigerado e consumo em curto prazo. Nesse cenário, a&#xD;
implementação de uma etapa de secagem prévia durante o processamento seria uma alternativa&#xD;
para a adequação do produto aos parâmetros da legislação, além disso, a adoção e o&#xD;
monitoramento sistemático das adequadas práticas de fabricação tornam-se essenciais para&#xD;
garantir a segurança do alimento. Assim, o produto desenvolvido representa uma alternativa&#xD;
alimentar promissora para serviços de alimentação coletiva, como um restaurante universitário</description>
    <dc:date>2026-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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