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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Descritores morfológicos e marcadores SCoT na avaliação da divergência genética entre genótipos de Cucurbita spp.</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26318</link>
    <description>Título: Descritores morfológicos e marcadores SCoT na avaliação da divergência genética entre genótipos de Cucurbita spp.
Autor: Silva, Gabriele Dias da
Resumo: As abóboras e abobrinhas pertencem à família Cucurbitaceae, e, devido à grande variabilidade genética da família, se destacam pela produção de frutos são consumidos no Brasil e no mundo. A divergência genética das abóboras e abobrinhas (Cucurbita spp.) é manifestada em características como: tamanho e peso do fruto e partir dessa divergência, programas de melhoramento genético se dedicam à obtenção de cultivares mais produtivas e que melhor atendam às necessidades do mercado consumidor. Os objetivos desse trabalho então foram a caracterização morfológica, estimativa da divergência genética entre genótipos de Cucurbita spp. e avaliação da viabilidade polínica visando obtenção de genótipos com melhor desempenho produtivo e qualidade de fruto. Todos os experimentos foram conduzidos nas dependências da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, no município de Seropédica-RJ e divididos em quatro etapas: 1 º) estudo da divergência genética via marcadores morfológicos; 2º) avaliação dos melhores genótipos, identificados no primeiro experimento, em condições de campo; 3°) estudo da divergência genética via marcadores moleculares; e 4°) avaliação da viabilidade polínica. Na primeira etapa foi realizado o experimento para avaliação da divergência genética de 12 genótipos de Cucurbita spp. visando a seleção de 5 genótipos com melhor desempenho em relação as características morfológicas e de qualidade de fruto. Foi feita a análise de componentes principais e a distância Euclidiana Quadrática foi utilizada para obtenção da matriz de dissimilaridade. Os genótipos foram agrupados utilizando o método Hierárquico UPGMA (Unweighted Pair Group Method using Arithmetic Averages), e a partir dessas análises 5 genótipos de melhor desempenho foram selecionados. As análises estatísticas foram realizadas no programa R 4.2.3. Na segunda etapa os 5 genótipos com melhor desempenho ('Híbrido F; Caserta', 'Abobrinha Bavette', 'Abobrinha Pádua", 'Abobrinha Redonda Clara' e 'Abobrinha de Tronco Branca') escolhidos a partir da etapa 1, foram avaliados em campo. Seis características morfológicas foram avaliadas e realizada a análise de variância (ANOVA). As médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Na terceira etapa, 15 genótipos foram submetidos à análise molecular. Foi realizada a extração de DNA e as amostras submetidas a análise de PCR com marcadores moleculares do tipo SCoT (Start Codon Targeted). Foi estimada a divergência genética entre genótipos de Cucurbita spp. por meio da distância Binária de Sokal. Os genótipos foram agrupados por meio do método de Otimização de Tocher e do método Hierárquico UPGMA. Essas análises estatísticas foram realizadas no programa Genes. Na quarta etapa foi avaliada a viabilidade polínica de dois genótipos de C. moschata e dois de C. pepo em cinco períodos de armazenamento e na antese. A partir da análise de regressão e teste de Tukey a 5% de probabilidade. As análises estatísticas foram realizadas no programa RBio. Os dois primeiros componentes (PC 1 e PC 2) são capazes de explicar aproximadamente 71% da variação total disponível. No PCl a %FM (porcentagem de flores masculinas) é a característica mais fortemente associada ao componente, seguida por %FF (posrcentagem de flores femininas) com o valor negativo, explicando a alta correlação inversa. Pelo agrupamento UPGMA foram formados três grupos. Foram testados 8 primers, totalizando 89 bandas, onde 74 foram polimórficas (83%) e 15 monomórficas (17%). Pelo método de Otimização foram formados 8 grupos enquanto que pelo método de UPGMA foram formados 9 grupos. Em relação a viabilidade polínica não foram observadas médias abaixo do ideal de 70%. Os resultados obtidos no presente estudo sevirão como base para a escolha de genitores e para a realização de cruzamentos controlados entre genótipos de Cucurbita spp.</description>
    <dc:date>2025-02-26T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26001">
    <title>Cultivo orgânico de alface em substrato com aparas de grama e níveis de irrigação</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26001</link>
    <description>Título: Cultivo orgânico de alface em substrato com aparas de grama e níveis de irrigação
Autor: Mendes, Edinaldo Franco
Resumo: O sistema orgânico verdeponia (cultivo orgânico de olerícolas em vasos preenchidos com&#xD;
biomassa vegetal não compostada) é baseado na utilização de aparas de grama como substrato&#xD;
e fonte principal ou única de nutrientes para produção agrícola com resultados promissores&#xD;
para olerícolas como tomate e pimentão em estufa. O objetivo desse trabalho foi avaliar a&#xD;
eficiência desse substrato alternativo para o cultivo de alface, que possui um ciclo mais curto&#xD;
que os das espécies estudas anteriormente, considerando cinco vazões de irrigação. Foram&#xD;
realizados quatro experimentos independentes divididos em dois ciclos em vasos de 3,5 L&#xD;
sobre bancadas ao ar livre. Cada experimento foi conduzido em delineamento de blocos&#xD;
casualizados com cinco tratamentos e cinco repetições. No primeiro ciclo (de 09/07 a&#xD;
13/08/2021), dois experimentos foram conduzidos simultaneamente, um apenas com aparas&#xD;
de grama (Paspalum notatum) com vazões de 4,40 (T1), 4,14 (T2), 3,40 (T3), 2,84 (T4) e&#xD;
2,50 (T5) L/h -1&#xD;
&#xD;
utilizando microtubos spaghetti (plasnova/08 mm) e outro com solo adubado&#xD;
com 10 g de cama de frango por vaso irrigados com emissores de 4,72 (T1), 4,50 (T2), 3,58&#xD;
(T3), 2,90 (T4) e 2,56 (T5) L h-1&#xD;
&#xD;
. No segundo ciclo (de 13/09 a 18/10/2021), os dois&#xD;
experimentos foram repetidos, dessa vez, a dose de cama de frango por vaso com solo&#xD;
aumentou para 25 g e foi adicionado uma dose de 5 g desse adubo nos vasos com aparas de&#xD;
grama. O manejo de irrigação foi realizado por meio do acionador simplificado para irrigação&#xD;
(ASI) adotando o tratamento T2 como referência. As variáveis analisadas foram eficiência no&#xD;
uso de água (EUA), altura (H), número de folhas (NF), massa fresca parte aérea (MFPA),&#xD;
massa seca da parte aérea (MSPA), massa fresca de raízes (MFR), massa seca da raiz (MSR),&#xD;
incide de clorofila a e b (ICF), além dos teores de macronutrintes nas folhas e raízes das&#xD;
plantas. Observou-se uma estagnação inicial no crescimento das plantas nos experimentos&#xD;
com aparas, ocorrendo recuperação das plantas no final do ciclo. Pode-se inferir que a sua&#xD;
causa não seja devida à falta de nutrientes, visto que ocorreu mesmo com a adição de cama de&#xD;
frango no segundo experimento com aparas de grama. Os experimentos com solo utilizaram&#xD;
volume de água superiores aos experimentos com aparas nos dois ciclos, sendo que durante o&#xD;
primeiro variou de 3,67 (T1) a 2,18 (T5) L planta-1&#xD;
&#xD;
de água no experimento com solo e de&#xD;
&#xD;
1,89 (T1) a 1,26 (T5) L planta-1&#xD;
&#xD;
no experimento com aparas de grama. No segundo ciclo os&#xD;
&#xD;
volumes variaram de 3,45 (T1) a 2,11 (T5) L planta-1&#xD;
&#xD;
e de 1,81 (T1) a 1,25 (T5) L planta1&#xD;
respectivamente. A EUA nos cultivos com aparas de grama foram maiores com 3,01 kg m-3&#xD;
no primeiro ciclo e 3,01 kg m-3&#xD;
&#xD;
no segundo, provavelmente pelo menor crescimento inicial&#xD;
&#xD;
das plantas. No solo foi de 2,12 kg m-3&#xD;
&#xD;
e 2,13 kg m-3&#xD;
&#xD;
no primeiro e segundo ciclos&#xD;
respectivamente. As menores vazões de irrigação em ambos experimentos apresentaram&#xD;
maior EUA indicando uso mais eficiente de água. O ICF a b foi utilizado como indicativo da&#xD;
presença de N no material vegetal, foram observados maiores índices nos tratamentos com&#xD;
aparas, apesar disso, não foi observado diferença significativa entre os tratamentos para essa&#xD;
variável em nenhum dos quatro experimentos. Os valores nutricionais encontrados para parte&#xD;
aérea, raízes e substrato foram superiores nos experimentos com aparas em relação aos de&#xD;
solo com destaque para N e K nutrientes mais requeridos pela alface. Para MFPA percebeu-se&#xD;
diferença significativa entre os tratamentos, no caso das aparas no primeiro ciclo o melhor&#xD;
resultado foi de 63,87 g (T1), no segundo ciclo observou-se redução nas medias de todos os&#xD;
tratamentos o melhor resultado foi de 61,74 g (T1). No caso do solo no primeiro ciclo o&#xD;
melhor resultado foi de 48,87 g observou-se melhora nos valores de MFPA, após o aumento&#xD;
&#xD;
na dose de cama de frango usada no segundo ciclo, o melhor resultado foi de 84,74 g (T1).&#xD;
Percebeu-se uma diferença na arquitetura do sistema radicular das plantas, sendo um&#xD;
crescimento reduzido nas plantas dos experimentos aparas, e crescimento excessivo nas&#xD;
plantas dos tratamentos com solo. Os estudos indicam potencial no uso de aparas de grama&#xD;
como substrato orgânico alternativo para cultivo de alface em vaso no sistema. Novos estudos&#xD;
deveram ser realizados para elucidar o período de estagnação observado, bem como&#xD;
possibilitar maiores produções para a cultura.</description>
    <dc:date>2022-05-27T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25997">
    <title>Contribuição da fixação biológica de nitrogênio, estimativa da eficiência energética e emissões de CO2eq em áreas de alta produtividade de soja no Brasil</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25997</link>
    <description>Título: Contribuição da fixação biológica de nitrogênio, estimativa da eficiência energética e emissões de CO2eq em áreas de alta produtividade de soja no Brasil
Autor: Silva, Elderson Pereira da
Resumo: A cada ano que passa a soja vem atingindo novos recordes de produtividade de grãos, chegando em&#xD;
algumas áreas produzir 120% a mais do que a produtividade média da soja no Brasil. Essas altas&#xD;
produtividades (&gt; 4200 kg ha-1&#xD;
&#xD;
) exigem um grande aporte de nitrogênio no sistema, o que no Brasil é&#xD;
garantido quase que exclusivamente pela fixação biológica de N2 do ar. Logo, o objetivo foi avaliar a&#xD;
contribuição da FBN a nível de campo, usando a técnica da abundância natural de 15N em áreas de alta&#xD;
produtividade de soja em Rio Verde, GO (Capitulo I), além de estimar a eficiência energética (EE) e&#xD;
emissões de CO2eq de algumas dessas referidas áreas (Capitulo II). Para tal, foram avaliadas 2 áreas na&#xD;
safra 2019/2020 e 5 áreas na safra 2020/2021 com histórico de alta produtividade de soja e/ou que foram&#xD;
campeãs do Desafio Nacional de Máxima Produtividade promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil.&#xD;
Para a avaliação da FBN, cada área representativa foi dividida em 4 quadrantes e dentro de cada quadrante&#xD;
foi tomada uma repetição para cada variável analisada. Foram avaliados as seguintes variáveis no capítulo&#xD;
I: índice de colheita para nitrogênio (ICN), contribuição da FBN pela técnica da abundância natural de&#xD;
15N, e o balanço e a lacuna de N. No que se refere a FBN, todas as áreas avaliadas com suas respectivas&#xD;
variedades foram capazes de suprir a demanda de N pela cultura, onde a FBN assumiu valores variando&#xD;
de 67,05% a 82,11%. Em relação ao balanço de N no sistema solo x planta, todas as variedades&#xD;
apresentaram balanço positivo, onde o maior valor observado foi de 205,29 kg ha-1 de N na safra 2020/21&#xD;
com a variedade BMX Foco IPRO e o menor valor foi de 68,88 kg ha-1 de N para a variedade BMX Voraz&#xD;
IPRO, confirmando a eficiência dos inoculantes utilizados na cultura nos dias atuais. Já no Capitulo II, as&#xD;
entradas e saídas de energia das operações agrícolas e/ou insumos utilizados foram calculadas pela&#xD;
multiplicação da quantidade utilizada pelo seu poder calorífico ou coeficiente energético em cada etapa&#xD;
de produção. A eficiência energética foi obtida pela razão entre a quantidade de energia total de saída e o&#xD;
consumo total de energia durante o processo produtivo. Os resultados apontaram que para cada 1,0 MJ de&#xD;
energia consumida na produção de soja de alto rendimento, se produziram em média, 10,8 MJ de energia&#xD;
na forma de grãos desta cultura. Os principais gastos energéticos foram com sementes, fertilizantes,&#xD;
herbicidas e combustível. Para cada 1 kg de grãos produzidos de soja são emitidos respectivamente 0,17&#xD;
kg de CO2eq durante seus ciclos de produção e entrega no armazém. Sendo as principais fontes de emissão&#xD;
de CO2eq à atmosfera o fertilizantes fosfatado, fertilizante potássico e sementes.</description>
    <dc:date>2022-03-07T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23678">
    <title>Sistema orgânico para produção de beterraba (beta vulgaris L)</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23678</link>
    <description>Título: Sistema orgânico para produção de beterraba (beta vulgaris L)
Autor: Franch, Cristina Maria de Castro
Resumo: Foi avaliado um sistema de produção orgânica para beterraba na baixada metropolitana do Estado do rio de Janeiro. O estudo foi dividido em duas etapas. Na primeira etapa foram testados diferentes substratos orgânicos para produção de mudas de beterraba (cv. early wonder tall top) em bandejas de isopor (plantágios) de 200 células, no interior de casa-de-vegetação. Na segunda etapa foi avaliado o desempenho de quatro cultivares de beterraba, submetidas a manejo rogânico no campo.</description>
    <dc:date>2000-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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