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    <title>Repositório Colecção:</title>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26463">
    <title>Tratamentos pré-germinativos e qualidade de sementes armazenadas de café (Coffea arabica L.)</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26463</link>
    <description>Título: Tratamentos pré-germinativos e qualidade de sementes armazenadas de café (Coffea arabica L.)
Autor: Braz, Madelon Rodrigues Sá
Resumo: As sementes de café apresentam germinação lenta e desuniforme, provavelmente devido&#xD;
a presença do pergaminho (endocarpo). Além disso, as sementes perdem rapidamente a&#xD;
viabilidade, dependendo das condições de armazenamento e da embalagem utilizada.&#xD;
No entanto, o desenvolvimento de técnicas que aceleram e, ou uniformizam a&#xD;
germinação das sementes podem trazer benefícios para os produtores de mudas. Neste&#xD;
intuito, foram realizados dois experimentos, com sementes de café (Coffea arabica L.).&#xD;
O primeiro foi instalado visando avaliar a influência dos tratamentos pré-germinativos&#xD;
na qualidade fisiológica das sementes recém colhidas envolvidas ou não pelo&#xD;
pergaminho. Para isto, foram utilizadas sementes de café (Coffea arabica L.), da&#xD;
cultivar Catuaí IAC 144, com 27% de água. As sementes foram divididas em duas&#xD;
amostras, sendo uma delas submetida à remoção do pergaminho e, a outra manteve-se&#xD;
original. Posteriormente, as sementes, das duas amostras foram submetidas aos&#xD;
tratamentos pré-germinativos, tais como, imersão em solução de polietilenoglicol&#xD;
(condicionamento osmótico), em água destilada (embebição controlada), em solução de&#xD;
giberelina, exposição em atmosfera saturada (umidificação), bem como não foram&#xD;
tratadas (testemunha). As sementes foram submetidas à avaliação do teor de água, da&#xD;
qualidade fisiológica e do desempenho das mudas. Pelos resultados, a remoção do&#xD;
pergaminho favoreceu a germinação e o vigor das sementes de café, bem como o&#xD;
desempenho das mudas. A imersão das sementes em solução de giberelina promoveu&#xD;
redução da germinação e do vigor das sementes, principalmente das sementes com&#xD;
pergaminho. O segundo experimento foi instalado visando avaliar a qualidade&#xD;
fisiológica das sementes armazenadas em distintas condições de embalagem e ambiente,&#xD;
após emprego de quatro tratamentos pré-germinativos. Para isto, o lote de sementes foi&#xD;
dividido em sublotes, embalados em sacos de polietileno e sacos de algodão e mantidos&#xD;
tanto em condições de câmara seca (UR 50%; T 16oC), como em ambiente sem controle&#xD;
(UR 64%; T 25oC). Assim, as sementes provenientes das quatro condições de&#xD;
armazenamento, ou seja, das combinações das duas embalagens e dos dois locais de&#xD;
armazenamento, foram submetidas ou não à remoção do pergaminho bem como aos&#xD;
tratamentos pré-germinativos (condicionamento osmótico, embebição controlada,&#xD;
umidificação e testemunha), após nos períodos de três, seis e nove meses de&#xD;
armazenamento. As sementes foram submetidas às avaliações do teor de água, da&#xD;
qualidade fisiológica e do desempenho das mudas. Os resultados permitiram concluir&#xD;
que as sementes sem pergaminho, quando embaladas com plástico e mantidas sob&#xD;
&#xD;
câmara seca, apresentaram maior germinação e vigor independente do tratamento pré-&#xD;
germinativo. O tratamento pré-germinativo de embebição controlada favoreceu a&#xD;
&#xD;
germinação e o vigor das sementes sem pergaminho, após nove meses de&#xD;
armazenamento em embalagem plástica, sob câmara seca. As mudas provenientes de&#xD;
sementes sem pergaminho, armazenadas com algodão ou plástico e mantidas em câmara&#xD;
seca apresentaram melhor desempenho.</description>
    <dc:date>2005-02-25T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26318">
    <title>Descritores morfológicos e marcadores SCoT na avaliação da divergência genética entre genótipos de Cucurbita spp.</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26318</link>
    <description>Título: Descritores morfológicos e marcadores SCoT na avaliação da divergência genética entre genótipos de Cucurbita spp.
Autor: Silva, Gabriele Dias da
Resumo: As abóboras e abobrinhas pertencem à família Cucurbitaceae, e, devido à grande variabilidade genética da família, se destacam pela produção de frutos são consumidos no Brasil e no mundo. A divergência genética das abóboras e abobrinhas (Cucurbita spp.) é manifestada em características como: tamanho e peso do fruto e partir dessa divergência, programas de melhoramento genético se dedicam à obtenção de cultivares mais produtivas e que melhor atendam às necessidades do mercado consumidor. Os objetivos desse trabalho então foram a caracterização morfológica, estimativa da divergência genética entre genótipos de Cucurbita spp. e avaliação da viabilidade polínica visando obtenção de genótipos com melhor desempenho produtivo e qualidade de fruto. Todos os experimentos foram conduzidos nas dependências da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, no município de Seropédica-RJ e divididos em quatro etapas: 1 º) estudo da divergência genética via marcadores morfológicos; 2º) avaliação dos melhores genótipos, identificados no primeiro experimento, em condições de campo; 3°) estudo da divergência genética via marcadores moleculares; e 4°) avaliação da viabilidade polínica. Na primeira etapa foi realizado o experimento para avaliação da divergência genética de 12 genótipos de Cucurbita spp. visando a seleção de 5 genótipos com melhor desempenho em relação as características morfológicas e de qualidade de fruto. Foi feita a análise de componentes principais e a distância Euclidiana Quadrática foi utilizada para obtenção da matriz de dissimilaridade. Os genótipos foram agrupados utilizando o método Hierárquico UPGMA (Unweighted Pair Group Method using Arithmetic Averages), e a partir dessas análises 5 genótipos de melhor desempenho foram selecionados. As análises estatísticas foram realizadas no programa R 4.2.3. Na segunda etapa os 5 genótipos com melhor desempenho ('Híbrido F; Caserta', 'Abobrinha Bavette', 'Abobrinha Pádua", 'Abobrinha Redonda Clara' e 'Abobrinha de Tronco Branca') escolhidos a partir da etapa 1, foram avaliados em campo. Seis características morfológicas foram avaliadas e realizada a análise de variância (ANOVA). As médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Na terceira etapa, 15 genótipos foram submetidos à análise molecular. Foi realizada a extração de DNA e as amostras submetidas a análise de PCR com marcadores moleculares do tipo SCoT (Start Codon Targeted). Foi estimada a divergência genética entre genótipos de Cucurbita spp. por meio da distância Binária de Sokal. Os genótipos foram agrupados por meio do método de Otimização de Tocher e do método Hierárquico UPGMA. Essas análises estatísticas foram realizadas no programa Genes. Na quarta etapa foi avaliada a viabilidade polínica de dois genótipos de C. moschata e dois de C. pepo em cinco períodos de armazenamento e na antese. A partir da análise de regressão e teste de Tukey a 5% de probabilidade. As análises estatísticas foram realizadas no programa RBio. Os dois primeiros componentes (PC 1 e PC 2) são capazes de explicar aproximadamente 71% da variação total disponível. No PCl a %FM (porcentagem de flores masculinas) é a característica mais fortemente associada ao componente, seguida por %FF (posrcentagem de flores femininas) com o valor negativo, explicando a alta correlação inversa. Pelo agrupamento UPGMA foram formados três grupos. Foram testados 8 primers, totalizando 89 bandas, onde 74 foram polimórficas (83%) e 15 monomórficas (17%). Pelo método de Otimização foram formados 8 grupos enquanto que pelo método de UPGMA foram formados 9 grupos. Em relação a viabilidade polínica não foram observadas médias abaixo do ideal de 70%. Os resultados obtidos no presente estudo sevirão como base para a escolha de genitores e para a realização de cruzamentos controlados entre genótipos de Cucurbita spp.</description>
    <dc:date>2025-02-26T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26001">
    <title>Cultivo orgânico de alface em substrato com aparas de grama e níveis de irrigação</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26001</link>
    <description>Título: Cultivo orgânico de alface em substrato com aparas de grama e níveis de irrigação
Autor: Mendes, Edinaldo Franco
Resumo: O sistema orgânico verdeponia (cultivo orgânico de olerícolas em vasos preenchidos com&#xD;
biomassa vegetal não compostada) é baseado na utilização de aparas de grama como substrato&#xD;
e fonte principal ou única de nutrientes para produção agrícola com resultados promissores&#xD;
para olerícolas como tomate e pimentão em estufa. O objetivo desse trabalho foi avaliar a&#xD;
eficiência desse substrato alternativo para o cultivo de alface, que possui um ciclo mais curto&#xD;
que os das espécies estudas anteriormente, considerando cinco vazões de irrigação. Foram&#xD;
realizados quatro experimentos independentes divididos em dois ciclos em vasos de 3,5 L&#xD;
sobre bancadas ao ar livre. Cada experimento foi conduzido em delineamento de blocos&#xD;
casualizados com cinco tratamentos e cinco repetições. No primeiro ciclo (de 09/07 a&#xD;
13/08/2021), dois experimentos foram conduzidos simultaneamente, um apenas com aparas&#xD;
de grama (Paspalum notatum) com vazões de 4,40 (T1), 4,14 (T2), 3,40 (T3), 2,84 (T4) e&#xD;
2,50 (T5) L/h -1&#xD;
&#xD;
utilizando microtubos spaghetti (plasnova/08 mm) e outro com solo adubado&#xD;
com 10 g de cama de frango por vaso irrigados com emissores de 4,72 (T1), 4,50 (T2), 3,58&#xD;
(T3), 2,90 (T4) e 2,56 (T5) L h-1&#xD;
&#xD;
. No segundo ciclo (de 13/09 a 18/10/2021), os dois&#xD;
experimentos foram repetidos, dessa vez, a dose de cama de frango por vaso com solo&#xD;
aumentou para 25 g e foi adicionado uma dose de 5 g desse adubo nos vasos com aparas de&#xD;
grama. O manejo de irrigação foi realizado por meio do acionador simplificado para irrigação&#xD;
(ASI) adotando o tratamento T2 como referência. As variáveis analisadas foram eficiência no&#xD;
uso de água (EUA), altura (H), número de folhas (NF), massa fresca parte aérea (MFPA),&#xD;
massa seca da parte aérea (MSPA), massa fresca de raízes (MFR), massa seca da raiz (MSR),&#xD;
incide de clorofila a e b (ICF), além dos teores de macronutrintes nas folhas e raízes das&#xD;
plantas. Observou-se uma estagnação inicial no crescimento das plantas nos experimentos&#xD;
com aparas, ocorrendo recuperação das plantas no final do ciclo. Pode-se inferir que a sua&#xD;
causa não seja devida à falta de nutrientes, visto que ocorreu mesmo com a adição de cama de&#xD;
frango no segundo experimento com aparas de grama. Os experimentos com solo utilizaram&#xD;
volume de água superiores aos experimentos com aparas nos dois ciclos, sendo que durante o&#xD;
primeiro variou de 3,67 (T1) a 2,18 (T5) L planta-1&#xD;
&#xD;
de água no experimento com solo e de&#xD;
&#xD;
1,89 (T1) a 1,26 (T5) L planta-1&#xD;
&#xD;
no experimento com aparas de grama. No segundo ciclo os&#xD;
&#xD;
volumes variaram de 3,45 (T1) a 2,11 (T5) L planta-1&#xD;
&#xD;
e de 1,81 (T1) a 1,25 (T5) L planta1&#xD;
respectivamente. A EUA nos cultivos com aparas de grama foram maiores com 3,01 kg m-3&#xD;
no primeiro ciclo e 3,01 kg m-3&#xD;
&#xD;
no segundo, provavelmente pelo menor crescimento inicial&#xD;
&#xD;
das plantas. No solo foi de 2,12 kg m-3&#xD;
&#xD;
e 2,13 kg m-3&#xD;
&#xD;
no primeiro e segundo ciclos&#xD;
respectivamente. As menores vazões de irrigação em ambos experimentos apresentaram&#xD;
maior EUA indicando uso mais eficiente de água. O ICF a b foi utilizado como indicativo da&#xD;
presença de N no material vegetal, foram observados maiores índices nos tratamentos com&#xD;
aparas, apesar disso, não foi observado diferença significativa entre os tratamentos para essa&#xD;
variável em nenhum dos quatro experimentos. Os valores nutricionais encontrados para parte&#xD;
aérea, raízes e substrato foram superiores nos experimentos com aparas em relação aos de&#xD;
solo com destaque para N e K nutrientes mais requeridos pela alface. Para MFPA percebeu-se&#xD;
diferença significativa entre os tratamentos, no caso das aparas no primeiro ciclo o melhor&#xD;
resultado foi de 63,87 g (T1), no segundo ciclo observou-se redução nas medias de todos os&#xD;
tratamentos o melhor resultado foi de 61,74 g (T1). No caso do solo no primeiro ciclo o&#xD;
melhor resultado foi de 48,87 g observou-se melhora nos valores de MFPA, após o aumento&#xD;
&#xD;
na dose de cama de frango usada no segundo ciclo, o melhor resultado foi de 84,74 g (T1).&#xD;
Percebeu-se uma diferença na arquitetura do sistema radicular das plantas, sendo um&#xD;
crescimento reduzido nas plantas dos experimentos aparas, e crescimento excessivo nas&#xD;
plantas dos tratamentos com solo. Os estudos indicam potencial no uso de aparas de grama&#xD;
como substrato orgânico alternativo para cultivo de alface em vaso no sistema. Novos estudos&#xD;
deveram ser realizados para elucidar o período de estagnação observado, bem como&#xD;
possibilitar maiores produções para a cultura.</description>
    <dc:date>2022-05-27T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25997">
    <title>Contribuição da fixação biológica de nitrogênio, estimativa da eficiência energética e emissões de CO2eq em áreas de alta produtividade de soja no Brasil</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25997</link>
    <description>Título: Contribuição da fixação biológica de nitrogênio, estimativa da eficiência energética e emissões de CO2eq em áreas de alta produtividade de soja no Brasil
Autor: Silva, Elderson Pereira da
Resumo: A cada ano que passa a soja vem atingindo novos recordes de produtividade de grãos, chegando em&#xD;
algumas áreas produzir 120% a mais do que a produtividade média da soja no Brasil. Essas altas&#xD;
produtividades (&gt; 4200 kg ha-1&#xD;
&#xD;
) exigem um grande aporte de nitrogênio no sistema, o que no Brasil é&#xD;
garantido quase que exclusivamente pela fixação biológica de N2 do ar. Logo, o objetivo foi avaliar a&#xD;
contribuição da FBN a nível de campo, usando a técnica da abundância natural de 15N em áreas de alta&#xD;
produtividade de soja em Rio Verde, GO (Capitulo I), além de estimar a eficiência energética (EE) e&#xD;
emissões de CO2eq de algumas dessas referidas áreas (Capitulo II). Para tal, foram avaliadas 2 áreas na&#xD;
safra 2019/2020 e 5 áreas na safra 2020/2021 com histórico de alta produtividade de soja e/ou que foram&#xD;
campeãs do Desafio Nacional de Máxima Produtividade promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil.&#xD;
Para a avaliação da FBN, cada área representativa foi dividida em 4 quadrantes e dentro de cada quadrante&#xD;
foi tomada uma repetição para cada variável analisada. Foram avaliados as seguintes variáveis no capítulo&#xD;
I: índice de colheita para nitrogênio (ICN), contribuição da FBN pela técnica da abundância natural de&#xD;
15N, e o balanço e a lacuna de N. No que se refere a FBN, todas as áreas avaliadas com suas respectivas&#xD;
variedades foram capazes de suprir a demanda de N pela cultura, onde a FBN assumiu valores variando&#xD;
de 67,05% a 82,11%. Em relação ao balanço de N no sistema solo x planta, todas as variedades&#xD;
apresentaram balanço positivo, onde o maior valor observado foi de 205,29 kg ha-1 de N na safra 2020/21&#xD;
com a variedade BMX Foco IPRO e o menor valor foi de 68,88 kg ha-1 de N para a variedade BMX Voraz&#xD;
IPRO, confirmando a eficiência dos inoculantes utilizados na cultura nos dias atuais. Já no Capitulo II, as&#xD;
entradas e saídas de energia das operações agrícolas e/ou insumos utilizados foram calculadas pela&#xD;
multiplicação da quantidade utilizada pelo seu poder calorífico ou coeficiente energético em cada etapa&#xD;
de produção. A eficiência energética foi obtida pela razão entre a quantidade de energia total de saída e o&#xD;
consumo total de energia durante o processo produtivo. Os resultados apontaram que para cada 1,0 MJ de&#xD;
energia consumida na produção de soja de alto rendimento, se produziram em média, 10,8 MJ de energia&#xD;
na forma de grãos desta cultura. Os principais gastos energéticos foram com sementes, fertilizantes,&#xD;
herbicidas e combustível. Para cada 1 kg de grãos produzidos de soja são emitidos respectivamente 0,17&#xD;
kg de CO2eq durante seus ciclos de produção e entrega no armazém. Sendo as principais fontes de emissão&#xD;
de CO2eq à atmosfera o fertilizantes fosfatado, fertilizante potássico e sementes.</description>
    <dc:date>2022-03-07T00:00:00Z</dc:date>
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