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    <title>Repositório Comunidade:</title>
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    <dc:date>2026-09-20T18:07:19Z</dc:date>
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    <title>A financeirização do setor florestal no Brasil: Reconfiguração territorial das “florestas” plantadas</title>
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    <description>Título: A financeirização do setor florestal no Brasil: Reconfiguração territorial das “florestas” plantadas
Autor: Urban, Guilherme de Abreu
Resumo: Esta dissertação analisa a financeirização do setor florestal brasileiro a partir da articulação&#xD;
entre a crescente presença de capitais financeiros no mercado de terras e a reestruturação&#xD;
produtiva das “florestas” plantadas, situando esse processo no contexto mais amplo das&#xD;
transformações do capitalismo contemporâneo. Parte-se do entendimento de que a transição&#xD;
para um regime de acumulação dominado pelas finanças ampliou o papel de fundos de&#xD;
investimento, instituições financeiras e grandes corporações na apropriação de recursos&#xD;
naturais, convertendo a terra simultaneamente em meio de produção e ativo financeiro. Com&#xD;
base no referencial teórico sobre renda da terra, financeirização do campo e land grabbing, argumenta-se que a silvicultura se destaca como espaço privilegiado dessa dinâmica, pois a&#xD;
madeira, enquanto cultura flexível (flex crop), permite múltiplos usos industriais e maior&#xD;
mobilidade ao capital investido, atenuando a baixa liquidez típica dos ativos fundiários. Metodologicamente, o trabalho combina revisão bibliográfica, análise de documentos oficiais, levantamento de dados secundários, relatórios setoriais e informações corporativas, além de&#xD;
bases de dados sobre estrangeirização de terras. Os resultados evidenciam a intensificação do&#xD;
controle territorial por agentes financeiros, especialmente por meio das Timberland&#xD;
Investment Management Organizations (TIMOs), que organizam e gerem investimentos&#xD;
florestais para fundos de pensão, endowments e investidores institucionais, integrando a&#xD;
produção de celulose e madeira às estratégias globais de valorização financeira. Paralelamente, observa-se um movimento de concentração empresarial, fusões e aquisições que redefine a&#xD;
estrutura do setor, tendo a trajetória da Suzano S.A. como expressão emblemática dessa&#xD;
convergência entre escala produtiva, integração vertical e inserção nos mercados de capitais. Conclui-se que a expansão das monoculturas arbóreas, a crescente financeirização da terra e a&#xD;
atuação desses novos agentes promovem uma reconfiguração fundiária e territorial que&#xD;
reforça a concentração de propriedade, subordina a produção às exigências do capital&#xD;
financeiro e aprofunda tensões sociais e ambientais, revelando o caráter estrutural da&#xD;
financeirização na reorganização do espaço agrário brasileiro</description>
    <dc:date>2025-12-22T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26256">
    <title>Desmonte e resistência: a participação social em unidades de conservação federais durante a pandemia de COVID-19</title>
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    <description>Título: Desmonte e resistência: a participação social em unidades de conservação federais durante a pandemia de COVID-19
Autor: Bredariol, Isaura de Oliveira
Resumo: Esta dissertação examina as tensões entre democracia e a prática da conservação da&#xD;
biodiversidade no Brasil, focando no desmonte de políticas públicas promovido por um&#xD;
governo populista de extrema-direita. Parte do histórico de estruturação de espaços&#xD;
formais de participação social na gestão de unidades de conservação federais e apresenta&#xD;
as mudanças impostas à política ambiental no contexto de hegemonia do agronegócio e&#xD;
disseminação do negacionismo científico. Reflete sobre a crise socioambiental e detalha&#xD;
as estratégias de resistência da burocracia estatal, que enfrentou o autoritarismo e o&#xD;
assédio institucional. Analisa como a pandemia de covid-19 adicionou desafios à&#xD;
participação social e como adaptações criativas em conselhos gestores de unidades de&#xD;
conservação federais possibilitaram seu funcionamento nos anos de 2020 e 2021. Revela&#xD;
como uma rede de servidores do Instituto Chico Mendes de Conservação da&#xD;
Biodiversidade atuou tecnicamente para impedir um retrocesso normativo e preservar a&#xD;
gestão participativa em unidades de conservação das regiões Nordeste e Sudeste do país.&#xD;
O legado institucional de estruturação dos conselhos gestores foi determinante para a&#xD;
continuidade de seu funcionamento, bem como o arcabouço legal do Sistema Nacional&#xD;
de Unidades de Conservação</description>
    <dc:date>2026-03-23T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26224">
    <title>Dinâmica e espaços de mercado na cadeia de suínos- da produção independente aos contratos de integração - as pequenas indústrias formais e informais como estratégia de inserção nos mercados</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26224</link>
    <description>Título: Dinâmica e espaços de mercado na cadeia de suínos- da produção independente aos contratos de integração - as pequenas indústrias formais e informais como estratégia de inserção nos mercados
Autor: Meneguetti, Gilmar Antônio
Resumo: Dentro da nova dinâmica dos sistemas agroalimentares, os espaços de inserção da&#xD;
produção familiar, em torno das grandes cadeias de integração, estão cada vez mais&#xD;
restritos. A restrição nos espaços de inserção e a ameaça de exclusão do processo&#xD;
produtivo levam os atores envolvidos a buscar formas de sobrevivência, alternativas&#xD;
econômicas, fora das grandes integrações. Estes atores passam a ocupar espaços de&#xD;
mercado à margem das grandes empresas, inserindo-se em nichos de mercados ou&#xD;
disputando espaço com elas, na produção de matéria-prima ou no processamento e&#xD;
comercialização de algumas linhas de produtos industrializados.&#xD;
Este trabalho mostra a dinâmica, as transformações na cadeia de suínos e os&#xD;
espaços de inserção da produção familiar, como produtores de matéria-prima em torno das&#xD;
grandes integrações e como produtores de suínos, de forma não integrada, para pequenas&#xD;
e médias agroindústrias.&#xD;
Analisa o processo de industrialização de suínos, através de pequenas empresas&#xD;
formais, como alternativa de sobrevivência, buscando identificar elementos sociais e&#xD;
fatores que permitem a estas empresas disputar mercado com as grandes indústrias&#xD;
oligopolizadas.&#xD;
E por último, analisa a informalidade enquanto alternativa de sobrevivência da&#xD;
produção familiar ao processo de exclusão e a especificidade deste tipo de mercado, criado&#xD;
e sustentado através das redes de relações sociais e dos vínculos existentes entre os atores&#xD;
envolvidos.</description>
    <dc:date>2000-06-29T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26143">
    <title>Oportunidades e entraves para a bioeconomia no Amazonas</title>
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    <description>Título: Oportunidades e entraves para a bioeconomia no Amazonas
Autor: Maia, Beatriz Jean
Resumo: O histórico econômico do Amazonas é marcado por ciclos extrativistas e pelo modelo&#xD;
de desenvolvimento baseado na Zona Franca de Manaus (ZFM), que, apesar de&#xD;
impulsionar a economia local, mantém a região dependente de incentivos fiscais.&#xD;
Nesse contexto, a bioeconomia surge como uma alternativa sustentável para&#xD;
diversificar a matriz produtiva do estado, aproveitando sua vasta biodiversidade para&#xD;
gerar produtos e serviços inovadores. Esta dissertação investiga as oportunidades,&#xD;
possibilidades e desafios para o desenvolvimento da bioeconomia no Amazonas,&#xD;
analisando sua viabilidade como estratégia para equilibrar crescimento econômico e&#xD;
conservação ambiental. Para isso, foi realizada uma revisão bibliográfica sobre&#xD;
bioeconomia e sustentabilidade, entrevistas com agentes do setor e a aplicação da&#xD;
matriz SWOT. Os resultados evidenciam que, embora existam entraves como&#xD;
infraestrutura precária e ausência de políticas públicas específicas, o estado possui&#xD;
vantagens comparativas únicas, como sua biodiversidade e o conhecimento&#xD;
tradicional das populações locais. A pesquisa conclui que a bioeconomia representa&#xD;
uma oportunidade concreta para transformar o modelo econômico do Amazonas,&#xD;
promovendo a interiorização do desenvolvimento e reduzindo desigualdades&#xD;
regionais. No entanto, seu sucesso depende de políticas públicas eficazes,&#xD;
investimentos em ciência e tecnologia e maior articulação entre os setores público,&#xD;
privado e acadêmico.</description>
    <dc:date>2024-12-16T00:00:00Z</dc:date>
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