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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Comunidade de Cachoeira Grande: de operários fabris a agricultores familiares assentados</title>
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    <description>Título: Comunidade de Cachoeira Grande: de operários fabris a agricultores familiares assentados
Autor: Espíndola, Cláudia dos Santos
Resumo: Esta dissertação discute a construção da identidade coletiva da comunidade de agricultores familiares do assentamento Estadual fazenda Cachoeira Grande, em Magé, no Estado do Rio de Janeiro. O referido o grupo social reunido pela associação de pequenos produtores de Cachoeira Grande APPCG, tem suas origens na atividade industrial na fábrica de tecidos de pau grande, uma unidade de produção da companhia e América Fabril S.A. Interessou nesta pesquisa, compreender a seleção de memória que a comunidade elegeu para compor sua identidade atual, que transita entre o trabalho industrial e o agrícola, entre os estilos de vida Urbano e Rural, assim como entre os regimes funcionários patronal anterior na fábrica e o autônomo e associativo atual no assentamento.</description>
    <dc:date>2004-07-07T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24044">
    <title>Sustentabilidade e governança na cadeia global de valor do suco de laranja</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24044</link>
    <description>Título: Sustentabilidade e governança na cadeia global de valor do suco de laranja
Autor: Barbosa, Mariana Cyriaco
Resumo: Esta pesquisa apresenta uma análise da cadeia global de valor do suco de laranja brasileiro, com&#xD;
foco na sustentabilidade. Embora haja um discurso por parte do setor sobre o caráter sustentável&#xD;
do mesmo, organizações de vigilância denunciam, constantemente, problemas sociais e ambientais&#xD;
nesta cadeia produtiva. Em paralelo, o consumo de suco de laranja encontra-se em queda em seu&#xD;
principal mercado, a Europa. A sustentabilidade é essencial para a retomada do crescimento, devido&#xD;
às exigências dos consumidores europeus e aos requisitos de devida diligência cada vez mais&#xD;
rigorosos impostos pela União Europeia. O principal objetivo desta pesquisa é investigar se existe&#xD;
uma agenda convergente de sustentabilidade para o setor de suco de laranja. Para responder a esta&#xD;
pergunta, foram analisadas as agendas de sustentabilidade dos diferentes atores da cadeia, incluindo&#xD;
produtores, empresas processadoras e empresas comercializadoras, utilizando como fonte a revisão&#xD;
de dados secundários e primários, publicados em relatórios, páginas de internet e artigos públicos.&#xD;
A pesquisa utiliza o referencial teórico das Cadeias Globais de Valor (GVCs), especialmente em&#xD;
relação à governança e relações de poder, com o objetivo de entender quais temas de&#xD;
sustentabilidade se propagam por toda a cadeia e quais são restritos a um grupo específico de atores.&#xD;
Os resultados preliminares indicam que existe uma agenda de sustentabilidade convergente para o&#xD;
setor, com tópicos relacionados a direitos humanos, condições de trabalho, uso de agrotóxicos,&#xD;
biodiversidade, gestão da fazenda, rastreabilidade e relacionamento com a comunidade. As&#xD;
certificações desempenham um papel importante na unificação dessa agenda, embora ainda&#xD;
representem uma pequena parte dos volumes da cadeia. Outros tópicos, como como renda digna e&#xD;
salário de bem-estar, são negligenciados por certos grupos atores. Como limitação da pesquisa, questões relacionadas à implementação da agenda não são cobertas nesse estudo.</description>
    <dc:date>2023-07-07T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23657">
    <title>A mística de tornar-se jovem no MST - a experiência do I Curso de Realidade Brasileira para Jovens do Meio Rural (1999)</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23657</link>
    <description>Título: A mística de tornar-se jovem no MST - a experiência do I Curso de Realidade Brasileira para Jovens do Meio Rural (1999)
Autor: Castro, Carmen Verônica dos Santos
Resumo: Buscando compreender o processo de jovens tornarem-se parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST - é que efetivamos esta dissertação de mestrado. Para tanto, realizamos a investigação do I Curso de Realidade Brasileira para Jovens do Meio Rural, em julho de 1999, na Universidade Estadual de Campinas como uma experiência que condensa o encontro coletivo entre jovens e o Movimento Sem Terra. Trata-se de um momento, entre outros, de uma Mística Juvenil, seja por se destinar a esta função de encontro de jovens com os valores e referências do Movimento; seja pelas participantes e pelos participantes do I Curso se reunirem sob a égide de jovens do MST. E ainda, por ser este evento, o primeiro de uma seqüência de outros cursos nacionais e regionais para jovens. Para a consecução desses objetivos, trabalhamos com o questionário aplicado durante o I Curso de Realidade Brasileira, em que retratamos a/o jovem com suas características de: origem dos acampamentos e assentamentos, idade, sexo, escolaridade, residência, trabalho, sustento, sonhos, projetos de vida e referências sobre o MST. Resgatamos a dinâmica do Curso através da sua circular de convocação dos jovens com seus objetivos, critérios, da programação e das atividades que aconteceram durante os dez dias em que se realizou. Desta forma, nos deparamos com jovens aprendizes e jovens sujeitos no processo de constituírem-se parte do coletivo do Movimento Sem Terra. O I Curso de Jovens se insere num contexto da construção de uma experiência própria do MST junto às jovens e aos jovens. Diferentemente, do período de constituição do Movimento, no final dos anos oitenta, em que a primeira geração de jovens integrou-se à luta pela terra e pela reforma agrária partilhando experiências formativas promovidas pela Igreja, pelo Partido Político e pelo Sindicato; o público do Curso compõe uma segunda geração que torna-se parte de um MST consolidado que promove espaços próprios para jovens, com uma mística própria e uma dinâmica de compartilhar referências construídas nesta trajetória de duas décadas. Os sonhos, os projetos de vida e pertencimentos juvenis inserem-se na esfera da ação coletiva da luta pela terra e pela reforma agrária e passam pela mística de compartilhar subjetiva e objetivamente, individual e coletivamente experiências no MST.</description>
    <dc:date>2005-12-19T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23656">
    <title>Seguro agrícola subsidiado no Rio Grande do Sul: análise de uma experiência em política pública para a agricultura familiar</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23656</link>
    <description>Título: Seguro agrícola subsidiado no Rio Grande do Sul: análise de uma experiência em política pública para a agricultura familiar
Autor: Belem, Régis da Cunha
Resumo: Esta dissertação tem por objetivo analisar o programa de seguro agrícola subsidiado dirigido a agricultores familiares, desenvolvido pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul durante a gestão do Governador Olívio Dutra (1999-2002). Para isso, evidenciou-se interessante a contextualização, a partir do diálogo com a literatura nacional e internacional pertinente, do referido programa em temas como seguro e risco, clima, seguros na agricultura, bem como experiências internacionais e brasileira em seguro agrícola. A hipótese norteadora do trabalho considerava que, apesar das restrições apresentadas, o Programa Estadual de Seguro Agrícola - executado por meio de subsídio ao prêmio do seguro contratado junto a seguradoras privadas - poderia constituir-se em um formato viável de política pública. Nesse formato, o Estado, ao se dispor ao pagamento de parte do prêmio a título de subsídios, não assumia os riscos a que as lavouras seguradas estavam expostas, pois esses ficariam ao encargo de seguradoras executoras. Ainda, essa opção garantiria a previsibilidade orçamentária e a transparência na alocação de recursos (subvenção) junto ao público-alvo e ao conjunto da sociedade. A análise de algumas experiências internacionais significativas de sistemas de seguros demonstraram não existir o que poderíamos denominar de paradigma de sistema - ou de modelo - de seguros para a agricultura. Os principais sistemas de seguros em desenvolvimento em diversos países indicam a necessidade de freqüentes reformulações e aperfeiçoamentos. O produto de seguro oferecido aos agricultores no programa estudado, conhecido como seguro de índice, foi considerado adequado para viabilizar o seguro agrícola para uma grande massa de contratos de pequenos valores segurados, característica de uma agricultura baseada no trabalho de agricultores familiares.</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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