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    <title>Repositório Comunidade:</title>
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    <title>Caracterização das imunossupressões local e sistêmica em cães com neoplasias melanocíticas</title>
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    <description>Título: Caracterização das imunossupressões local e sistêmica em cães com neoplasias melanocíticas
Autor: Carvalho, Nathália da Silva
Resumo: Os mecanismos de evasão tumoral têm sido o cerne de inúmeras pesquisas no intuito de&#xD;
se encontrar novos alvos para terapias imunológicas. Melanomas são neoplasias&#xD;
imunogênicas e a observação da regressão parcial ou completa associada à marcada&#xD;
infiltração por linfócitos T contribuem com esta afirmativa, entretanto, esse tipo de&#xD;
neoplasia também apresenta diversos mecanismos de evasão tumoral. Além disso, os&#xD;
componentes do microambiente tumoral influenciam de forma positiva ou negativa no&#xD;
desenvolvimento da neoplasia. A polarização de macrófagos M2 no infiltrado&#xD;
&#xD;
inflamatório tem ação pró-tumorigênica, pois secretam citocinas com ação anti-&#xD;
inflamatória que estimulam a neovascularização local. O objetivo deste trabalho foi&#xD;
&#xD;
caracterizar as imunossupressões local e sistêmica em cães diagnosticados com&#xD;
neoplasia melanocítica no Setor de Anatomia Patológica da Universidade Federal Rural&#xD;
do Rio de Janeiro (SAP/UFRRJ). Foram realizadas análises imuno-histoquímicas para&#xD;
&#xD;
pesquisar a contagem de subpopulações de macrófagos M2 com o uso do anticorpo anti-&#xD;
CD-206, que possam estar infiltrados na neoplasia, nos linfonodos regionais e, quando&#xD;
&#xD;
provenientes de necropsia, nos demais órgãos (baço, pulmão, encéfalo), além da fração&#xD;
de crescimento celular ou índice de Ki-67. Foram utilizados blocos de parafina do&#xD;
arquivo SAP com fragmentos de neoplasias melanocíticas em cães (orais e cutâneas) e&#xD;
os respectivos linfonodos regionais. Para pesquisa em órgãos internos, foram&#xD;
priorizadas necropsias de cães previamente diagnosticados e doados para estudo com&#xD;
termo de consentimento. Foram coletados dados referentes a 25 neoplasias&#xD;
melanocíticas em cães, sendo quatro melanocitomas e, os demais, melanomas. Com&#xD;
relação à epidemiologia, 9 acometeram fêmeas, 16 machos e todos os animais eram&#xD;
adultos entre sete e 17 anos de idade. Treze casos estavam localizados na pele e 11 na&#xD;
cavidade oral, havia um caso sem identificação do sítio de origem. Entre os melanomas,&#xD;
19 eram do tipo misto, quatro epitelioides e dois fusiformes. Em 19 dos 25 casos, o&#xD;
pleomorfismo apresentou-se moderado a acentuado e, em 15 casos, foram observadas&#xD;
mais de 10 figuras de mitose em 10 campos de maior aumento (Obj. 40x, 2,37 mm2). A&#xD;
imuno-histoquímica com o anticorpo Ki-67 apresentou imunorreatividade em 20 casos,&#xD;
todos da variante maligna. Em 13 casos foi observada fração de crescimento elevada.&#xD;
Sete destes, com origem cutânea e os outros 6, na cavidade oral. A expressão de CD206&#xD;
foi observada em 21 casos, com distribuição intratumoral e peritumoral. Destes, 14 com&#xD;
origem cutânea e outros 7, na cavidade oral. Desta maneira, pôde-se demonstrar indícios&#xD;
de alterações e ajustes locais e/ou sistêmicos em cães com neoplasias melanocíticas e&#xD;
estabelecer novos marcadores de prognóstico, como o CD206, de maneira a&#xD;
complementar e tornar mais preciso o prognóstico dessas neoplasias em cães, além de&#xD;
subsidiar pesquisas neste campo em humanos.</description>
    <dc:date>2025-09-26T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26739">
    <title>Aplicação da densitometria óptica radiográfica na análise da densidade mineral óssea em cães com doença renal crônica</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26739</link>
    <description>Título: Aplicação da densitometria óptica radiográfica na análise da densidade mineral óssea em cães com doença renal crônica
Autor: Lopes, Cecília Azevedo Dias
Resumo: A doença renal crônica (DRC) é altamente prevalente em cães e frequentemente leva ao&#xD;
desenvolvimento de distúrbios do metabolismo mineral e ósseo, comprometendo a densidade&#xD;
mineral óssea (DMO) e a qualidade de vida dos animais. Na medicina veterinária, os métodos&#xD;
acessíveis e validados para o diagnóstico e monitoramento do distúrbio do metabolismo mineral&#xD;
e ósseo associado à DRC ainda são limitados. Este estudo avaliou a viabilidade da radiografia&#xD;
óptica digital como ferramenta para mensuração da DMO em cães com DRC, bem como sua&#xD;
correlação com biomarcadores séricos de remodelamento ósseo - fração óssea da fosfatase&#xD;
alcalina e fosfatase alcalina total - e com outros marcadores laboratoriais (ureia, creatinina,&#xD;
fósforo, cálcio total, cálcio iônico, proteínas totais e albumina). Radiografias digitais de&#xD;
mandíbula (alveolar e base do corpo), fêmur e segunda vértebra lombar foram analisadas por&#xD;
densitometria óptica digital, calibrada com penetrômetro (escalímetro) de alumínio. Foram&#xD;
incluídos no estudo 40 cães, sendo oito clinicamente saudáveis (grupo controle) e 32 com DRC,&#xD;
distribuídos igualmente entre os estádios 1 a 4, conforme as diretrizes da International Renal&#xD;
Interest Society (IRIS, 2023).</description>
    <dc:date>2025-12-03T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26579">
    <title>Sucessão de Diptera caliptrata em carcaça de Sus scrofa Linnaeus, Rio de Janeiro, RJ</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26579</link>
    <description>Título: Sucessão de Diptera caliptrata em carcaça de Sus scrofa Linnaeus, Rio de Janeiro, RJ
Autor: Salviano, Ricardo Jose Barbosa
Resumo: Na presente dissertação foi analisada a sucessão dos dípteros caliptrados durante a&#xD;
decomposição de carcaças de Sus scrofa L., expostas em ambiente aberto. O objetivo deste&#xD;
trabalho foi avaliar as espécies que participam direta ou indiretamente da degradação do&#xD;
corpo em condições naturais na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.&#xD;
Além disso foram registrados alguns fatores ambientais locais, para definir a flutuação&#xD;
populacional dos insetos durante o processo de decomposição. A finalidade da pesquisa foi&#xD;
verificar a possível aplicação desses parâmetros como indicadores do período post-mortem.&#xD;
Os experimentos foram realizados em todas as estações climáticas de 1995, no campus&#xD;
da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), em uma área arborizada.&#xD;
Foram capturados 17.627 exemplares adultos de Diptera Caliptrata pertencentes a 38&#xD;
espécies. Os representantes da família Calliphoridae, além de terem sido os mais abundantes,&#xD;
foram também, os que mais colonizaram as carcaças. As espécies de Chrysomya&#xD;
representaram 91% dos exemplares dessa família, sendo que Chrysomya megacephala&#xD;
(Fabricius, 1794) foi a mais abundante (49%). Dentre os Muscidae, Atherigona orientalis&#xD;
Schiner, 1868 (46%) e Ophyra aenescens (Wiedemann, 1824) (40%) foram as mais&#xD;
freqüentes. Nos Fanniidae, apenas Fannia pusio (Wiedemann, 1830), foi capturada, embora&#xD;
tenha sido esta, a segunda espécie mais coletada. Ravinia belforti (Prado &amp; Fonseca, 1932)&#xD;
foi o sarcofagídeo mais abundante (23%).&#xD;
Foram identificados cinco estágios de decomposição: fresco, inchamento,&#xD;
deterioração, massa e restos. Os estágios de deterioração e massa foram os mais atrativos&#xD;
para os dípteros caliptrados. O período de decomposição foi maior no outono (27 dias) e&#xD;
menor no inverno (17 dias).&#xD;
Dentre as espécies colonizadoras Hemilucilia segmentaria (Fabricius, 1805),&#xD;
Chrysomya albiceps (Wiedemann, 1819), Phaenicia eximia (Wiedemann, 1819)&#xD;
(Calliphoridae), Patonella intermutans (Thomson, 1869) (Sarcophagidae), O. aenescens&#xD;
(Muscidae) e F. pusio (Fanniidae) foram considerados como possíveis indicadoras de&#xD;
período post-mortem.</description>
    <dc:date>1996-09-25T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26535">
    <title>Aspectos clínicos da infecção natural por Dirofilaria immitis em cães atendidos no Serviço de Cardiologia e Doenças Respiratórias do Setor de Pequenos Animais do Hospital Veterinário da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26535</link>
    <description>Título: Aspectos clínicos da infecção natural por Dirofilaria immitis em cães atendidos no Serviço de Cardiologia e Doenças Respiratórias do Setor de Pequenos Animais do Hospital Veterinário da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Autor: Lemos, Nathália Marques de Oliveira
Resumo: A dirofilariose canina é uma das principais afecções cardiorrespiratórias parasitárias cujo&#xD;
agente etiológico é o filarídeo Dirofilaria immitis (Leidy, 1856), associado ao seu&#xD;
endossimbionte Wolbachia sp. Muitos cães infectados são assintomáticos, sendo a suspeita&#xD;
clínica muitas vezes elaborada mediante o exame clínico minucioso ou pelo achado casual de&#xD;
microfilárias em exames laboratoriais. Animais sintomáticos apresentam manifestações clínicas&#xD;
&#xD;
inespecíficas, o que dificulta os médicos veterinários a suspeitarem da infecção e a incluírem-&#xD;
na no diagnóstico diferencial. Sendo assim, objetivou-se analisar os aspectos clínicos,&#xD;
&#xD;
descrevendo as alterações cardiorrespiratórias de cães, com mais de 12 meses de idade,&#xD;
apresentados ao Serviço de Cardiologia e Doenças Respiratporias (SCDR) do Hospital&#xD;
Veterinário de Pequenos Animais (HVPA) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro&#xD;
(UFRRJ). Após o consentimento formal dos tutores 26 cães foram submetidos a exame clínico&#xD;
(histórico, anamnese e exame físico), laboratorial (hemograma, pesquisa de microfilária e&#xD;
antígeno), radiográfico (radiografia torácica) e ecodopplercardiográfico. A maioria dos cães&#xD;
incluídos, parasitados (11/26) ou não (15/26), apresentava tosse (65,4%) e alteração na ausculta&#xD;
pulmonar (81%). O sopro em foco tricúspide foi observado em sete cães (26,9%), quatro deles&#xD;
infectados (57,1%) e três livres da infecção (42,9%). Ao ecodopplercardiograma observou-se&#xD;
insuficiência tricúspide em oito cães (30,8%), três deles infectados (37,5%) e, insuficiência&#xD;
pulmonar em 12 (46,1%), sendo seis infectados (50%). A maioria dos animais apresentava&#xD;
alteração no padrão pulmonar (88,5%) à radiografia torácica. O padrão bronquial foi&#xD;
identificado em 45,5% dos cães infectados e em 46,7% nos cães não infectados. Já o padrão&#xD;
intersticial foi identificado em 18,2% dos infectados e em 6,7% dos livres da infecção. Nenhum&#xD;
animal apresentava conjunto de alterações que denotasse probabilidade de hipertensão&#xD;
pulmonar, embora tenham sido observados parâmetros que indiquem que tenha ocorrido&#xD;
aumento da pressão pulmonar. Helmintos foram visualizados ao ecodopplercardiograma em&#xD;
45,5% das infecções. Os valores hematológicos dos cães infectados e dos não infectados foram&#xD;
semelhantes, apresentando valores médios dentro da faixa de referência para a espécie. As&#xD;
avaliações realizadas demonstraram que os animais estudados não apresentavam doença grave,&#xD;
sendo infectados ou não. Como a dirofilariose é uma doença cardiorrespiratória que apresenta&#xD;
características clínicas indiferenciáveis de afecções cardiorrespiratórias por outras etiologias,&#xD;
fez-se necessário realizar exames parasitológicos, fossem eles pesquisa de microfilárias ou e de&#xD;
antígenos específicos ou até a visualização dos parasitos pelo ecodopplercardiograma, apesar&#xD;
de sua baixa sensibilidade. Conclui-se que a tosse foi o sinal clínico mais referido pelos tutores&#xD;
e, em todos os casos, confirmado pelos médicos veterinários durante o exame físico. A maioria&#xD;
dos animais apresentava sopro em foco tricúspide, ausculta pulmonar alterada, insuficiência da&#xD;
valva tricúspide e pulmonar e parênquima pulmonar com padrões bronquial ou intersticial.</description>
    <dc:date>2021-05-11T00:00:00Z</dc:date>
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