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    <title>Repositório Comunidade:</title>
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    <title>O Terceiro Setor como instrumento para mitigar as desigualdades socioespaciais na cidade: o caso do Movimento Bora! em Paraíba do Sul/RJ</title>
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    <description>Título: O Terceiro Setor como instrumento para mitigar as desigualdades socioespaciais na cidade: o caso do Movimento Bora! em Paraíba do Sul/RJ
Autor: Mendes, Lucas Esteves
Resumo: Esta pesquisa busca analisar os impactos causados pelo terceiro setor na mitigação das&#xD;
desigualdades socioespaciais vivenciadas no interior das cidades. Para isto, observou-se a cidade de&#xD;
Paraíba do Sul/RJ e a atuação do Movimento Bora!, projeto social que atua em um dos bairros mais&#xD;
vulneráveis da cidade, o bairro Eldorado, ofertando atividades esportivas, culturais, capacitação&#xD;
profissional e promovendo intervenções pontuais no bairro. Além de evidenciar as vulnerabilidades&#xD;
do bairro e a consequente concentração de investimentos públicos em outros bairros da cidade,&#xD;
causando desigualdade socioespacial, a pesquisa busca demonstrar que uma nova governança que&#xD;
envolve atores não estatais é fundamental na formação de agendas e na elaboração de alternativas&#xD;
de políticas de geração de oportunidades e superação da pobreza. Para que estas políticas sejam&#xD;
efetivas e ganhem amplitude, parte-se do pressuposto de que é necessário aproveitar a base da&#xD;
construção realizada pelos projetos sociais nas comunidades para aumentar a chance de eficácia das&#xD;
soluções propostas. Metodologicamente a pesquisa foi desenvolvida através do método de&#xD;
abordagem indutiva com uma análise qualitativa que buscou entender e responder os&#xD;
questionamentos levantados através de referenciais teóricos e da observação participante para a&#xD;
coleta de dados. Além disso, foram realizadas análise documental e revisão bibliográfica para&#xD;
nortear e dar sustentação ao estudo. Os objetivos específicos se constituem em: a) analisar o&#xD;
contexto territorial e historiográfico de Paraíba do Sul/RJ e do bairro Eldorado; b) evidenciar a&#xD;
desigualdade socioespacial existente na cidade e a consequente direito à cidade para os moradores&#xD;
do bairro Eldorado; c) apresentar o Movimento Bora! desde seu surgimento, revelando as atividades&#xD;
ofertados e os trabalhos desenvolvidos a fim de revelar sua relevância no território; d) analisar os&#xD;
impactos e os resultados alcançados pelo Movimento Bora! a fim de mitigar as desigualdades e&#xD;
servir de base e parâmetro para a elaboração de políticas. Constatou-se a evolução e a importância&#xD;
do projeto no território em que se insere, apesar das instabilidades e desafios encontrados. Como&#xD;
resultados a pesquisa demonstrou a importância do terceiro setor na mudança de perspectiva, na&#xD;
criação de condições para prover dignidade às pessoas e em fazer aflorar o senso de pertencimento&#xD;
na comunidade para que, através de sua atuação, as desigualdades socioespaciais existentes na&#xD;
cidade sejam mitigadas. A pesquisa evidencia a importância do Estado fomentar o terceiro setor&#xD;
para que as ações ganhem escala e maior efetividade. Diante deste contexto evidenciou-se a&#xD;
importância do fomento e incentivo aos projetos do terceiro setor que estão ligados ao território e às&#xD;
comunidades através de um forte vínculo social e afetivo.</description>
    <dc:date>2025-06-30T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23511">
    <title>Cultura popular, economia solidária e gestão social: um estudo de caso da organização social do coletivo educação solidária na Ilha Grande - Angra dos Reis/RJ, em tempos pandêmicos (2020-2022)</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23511</link>
    <description>Título: Cultura popular, economia solidária e gestão social: um estudo de caso da organização social do coletivo educação solidária na Ilha Grande - Angra dos Reis/RJ, em tempos pandêmicos (2020-2022)
Autor: Paula, Thássia Andryna Silva de
Resumo: Em vista dos reflexos da pandemia da COVID-19, esta pesquisa investigou a experiência da&#xD;
organização social de Economia Solidária pela ótica da Gestão Social na Ilha Grande, Angra&#xD;
dos Reis/RJ. No tocante às políticas públicas, através da Lei Aldir Blanc (LAB), destinada ao&#xD;
setor cultural, que dispõe sobre as ações emergenciais aos trabalhadores do setor. A organização&#xD;
social em torno da cultura popular e economia solidária se deu a partir da ação do Coletivo de&#xD;
Educação Solidária, através da realização do projeto do Circuito Fluminense de Cultura Popular&#xD;
e Economia Solidária (CF Ecosol), que visava mitigar os impactos da pandemia. A Ilha Grande&#xD;
recebeu recursos da LAB, em etapa proposta atrelada ao movimento de Economia Solidária&#xD;
estadual. Através da parceria com a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, pela atuação&#xD;
do Programa de Ensino, Pesquisa e Extensão em Desenvolvimento Territorial e Políticas&#xD;
Públicas, foi estabelecida a participação do Coletivo Educação Solidária no Observatório&#xD;
Territorial da Baía da Ilha Grande, pela qual se deu o acompanhamento do projeto do CF&#xD;
Ecosol- etapa Ilha Grande/RJ, e o apoio em forma de capacitações e auxílio à realização de&#xD;
oficinas preparatórias para a participação local na 6a Plenária do Fórum de Cooperativas&#xD;
Populares do Estado do Rio de Janeiro. Partindo-se deste contexto, este trabalho buscou&#xD;
elucidar “como a organização social promove a implementação da economia solidária a partir&#xD;
da gestão social para o desenvolvimento territorial sustentável na Ilha Grande - Angra dos&#xD;
Reis/RJ?”. A metodologia utilizada foi de um estudo de caso, de natureza qualitativa e de caráter&#xD;
exploratório. A triangulação dos dados foi a partir da combinação da observação direta por meio&#xD;
do bate-papo do Colegiado da Baía da Ilha Grande/RJ, das reuniões do Observatório Territorial,&#xD;
das reuniões promovidas pelo CF Ecosol; análise documental das normativas da LAB e do CF&#xD;
Ecosol; questionário estruturada para os atores da etapa do circuito na Ilha Grande. Buscou-se&#xD;
analisar a aplicação da LAB e a participação social através da experiência de realização do&#xD;
circuito. O desenvolvimento territorial sustentável foi discutido na ótica da Gestão Social, pelo&#xD;
viés do gerenciamento participativo em iniciativas da Economia Solidária. A ação de extensão&#xD;
universitária em torno da Gestão Social, foi importante para a consolidação do processo de&#xD;
organização social local, pela afirmação dos valores de solidariedade e da emancipação social&#xD;
de caiçaras e moradores da Ilha Grande, em torno da produção da cultura popular, da pesca&#xD;
artesanal e produção de alimentos. Considera-se ainda que a integração da universidade com a&#xD;
organização social no território, facilitou processos de reconhecimento e representação de&#xD;
lideranças locais em espaços de tomada de decisão. Diante disso, salienta-se a relevância das&#xD;
ações extensionistas praticadas nas Instituições de Ensino Superior com as comunidades, assim,&#xD;
além do diálogo aberto há também o desenvolvimento de transferências de tecnologias sociais,&#xD;
condição importante para a promoção do desenvolvimento territorial sustentável.</description>
    <dc:date>2022-05-31T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23510">
    <title>Diretamente da BXD, tô cantando pra você: culturas na periferia</title>
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    <description>Título: Diretamente da BXD, tô cantando pra você: culturas na periferia
Autor: Dias, Marlon Santos
Resumo: O presente trabalho tem como objetivo descortinar a região da Baixada Fluminense através&#xD;
da produção de três coletivos culturais que utilizam a sigla “BXD” para designar seus&#xD;
territórios. É sabido que nesta região, diversas imagens negativas são utilizadas para&#xD;
representá-la e que, sobretudo, tais imagens são elaboradas através de um discurso de&#xD;
violência, pobreza e descaso do poder público. Não é por acaso que a Baixada emerge no&#xD;
processo de metropolização, para ocupar uma posição de subalternidade à cidade do Rio de&#xD;
Janeiro. Não se trata somente das imagens, mas das relações sociais que conformam os&#xD;
territórios. Os sujeitos subalternos destes territórios são plurais e estão em disputas internas&#xD;
e externas, nesta última fazem uso de táticas para a construção de outras baixadas,&#xD;
inteligíveis pela sigla BXD.</description>
    <dc:date>2022-05-31T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23462">
    <title>Política que alimenta: o Programa de Aquisição de Alimentos e as transformações no Assentamento Campo Alegre – Nova Iguaçu (RJ)</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23462</link>
    <description>Título: Política que alimenta: o Programa de Aquisição de Alimentos e as transformações no Assentamento Campo Alegre – Nova Iguaçu (RJ)
Autor: Azevedo, Fausto Pereira Rocha Pitta de
Resumo: O Brasil tem sua formação historicamente vinculada à agricultura, mas a valorização da&#xD;
agricultura familiar enquanto segmento estratégico para o desenvolvimento rural só ganhou&#xD;
destaque a partir das últimas décadas do século XX. Esse reconhecimento esteve diretamente&#xD;
relacionado ao fortalecimento dos movimentos sociais no processo de redemocratização do&#xD;
país, que possibilitou a formulação de políticas públicas específicas voltadas para o campo.&#xD;
Nesse cenário, destacam-se a atuação da Comissão Pastoral da Terra – CPT e do Movimento&#xD;
dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, considerados referências na luta pela terra e pelos&#xD;
direitos dos trabalhadores rurais. Entre as principais conquistas desse período, está a criação do&#xD;
Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF, em 1995, e,&#xD;
posteriormente, do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA, em 2003. Este último é&#xD;
reconhecido como uma política pública inovadora por articular a promoção da produção da&#xD;
agricultura familiar ao acesso à alimentação adequada para populações em situação de&#xD;
vulnerabilidade social. Após duas décadas de existência, o PAA foi relançado em 2023,&#xD;
incorporando reformulações e gerando novas expectativas quanto ao seu alcance e efetividade.&#xD;
No estado do Rio de Janeiro, a agricultura apresenta peculiaridades importantes, visto que&#xD;
historicamente houve uma priorização do crescimento urbano, resultando na marginalização&#xD;
das áreas rurais. O Assentamento Campo Alegre, localizado no município de Nova Iguaçu,&#xD;
exemplifica essa realidade. Criado na década de 1980, em plena região metropolitana, o&#xD;
assentamento enfrenta desafios relacionados à disputa por terra, à infraestrutura e à falta de&#xD;
regularização fundiária. A presente pesquisa teve como objetivo principal investigar a aplicação&#xD;
do PAA no Assentamento Campo Alegre, por meio da realização de entrevistas com&#xD;
agricultores locais e organismos públicos. Buscou-se compreender se o programa está sendo&#xD;
efetivamente implementado no território, de que forma os grupos sociais estão inseridos, e qual&#xD;
o papel dos órgãos públicos nesse processo. Como objetivos complementares, a pesquisa&#xD;
analisou a possibilidade de ampliação da política pública, bem como a dinâmica dos sujeitos&#xD;
envolvidos e os entraves institucionais existentes. Os resultados indicam que diferentes&#xD;
dimensões – sociais, políticas e territoriais – atravessam a implementação de políticas públicas&#xD;
em contextos marcados por desigualdades históricas. Constatou-se que o fortalecimento da&#xD;
presença do Estado, por meio de programas como o PAA, pode gerar impactos positivos e&#xD;
contribuir para a melhoria das condições de vida em territórios como o de Campo Alegre, desde&#xD;
que acompanhado por estratégias que considerem as especificidades locais e promovam maior&#xD;
articulação entre os atores envolvidos.</description>
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