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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Cartografia participativa como ferramenta metodológica para a gestão social: uma proposição em Mazomba, Itaguaí - RJ</title>
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    <description>Título: Cartografia participativa como ferramenta metodológica para a gestão social: uma proposição em Mazomba, Itaguaí - RJ
Autor: Carvalho, Isabella Dias de
Resumo: A gestão dos recursos hídricos em escala local utilizada em conjunto com a gestão social,&#xD;
possibilita a criação de um processo de cartografia participativa. A escala é a microbacia de&#xD;
Otto Pfafstetter (Ottobacia), conhecida como a menor escala de administração de recursos&#xD;
hídricos. O campo da pesquisa é situado na bacia hidrográfica do rio Mazomba, bairro do&#xD;
município de Itaguaí (RJ). Mulheres associadas do Instituto Mazomba são as interlocutoras&#xD;
imediatas da extensão universitária, elas representam os produtores agrícolas participando de&#xD;
um arranjo produtivo local da fruticultura da banana e de projetos socioambientais na tentativa&#xD;
de valorização de sua produção, buscam a obtenção de selo de produto orgânico, certificação&#xD;
de identificação geográfica e, de Pagamentos por Serviços Ambientais. A hipótese é que a&#xD;
cartografia participativa constitui uma linguagem de fácil apropriação por representar&#xD;
visualmente referências do dia a dia dos interlocutores e facilitar seu protagonismo na busca de&#xD;
recursos. Os objetivos estabelecidos pelos produtores no diálogo facilitado pelo apoio do&#xD;
Instituto Mazomba e a extensão universitária do PEPEDT/UFRRJ estabeleceram como objetivo&#xD;
geral entender como a gestão social dos recursos hídricos torna a Cartografia Participativa uma&#xD;
ferramenta de diálogo na implementação de Pagamento por Serviços Ambientais e, em termos&#xD;
específicos: analisar (i) as unidades de paisagens encontradas em Mazomba, (ii) os&#xD;
desdobramentos das políticas públicas de Desenvolvimento Territorial Rural Sustentável da&#xD;
região e (iii) os resultados da Cartografia Participativa. A questão que se coloca é como a gestão&#xD;
social dos recursos hídricos, dos produtores de banana orgânica, torna a Cartografia&#xD;
Participativa uma ferramenta de diálogo na implementação de Pagamento por Serviços&#xD;
Ambientais em Mazomba? O referencial teórico e metodológico aplicado é constituído pelos&#xD;
eixos teóricos da Gestão Social, particularmente Dialógica, Controle Social, Desenvolvimento&#xD;
Territorial e Interesse Bem Compreendido aplicados pela extensão universitária do&#xD;
PEPEDT/UFRRJ no Colegiado BIG. As Considerações Finais apontam para o principal limite&#xD;
encontrado: a ausência de regulamentação da Lei de PSA que restringe o alcance dos PSA e as&#xD;
dificuldades decorrentes da fragilidade das políticas territoriais que limitam a inclusão no&#xD;
diálogo de atores-chave como os gestores de Unidades de Conservação e responsáveis dos&#xD;
mecanismos de compensação ambiental. Por outro lado, mostram o potencial da gestão dos&#xD;
recursos hídricos na unificação das questões territoriais e a importância da continuidade da&#xD;
relação da comunidade com a extensão universitária no protagonismo das organizações do&#xD;
território.</description>
    <dc:date>2024-08-15T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25958">
    <title>Reserva biológica do Tinguá/RJ e sua Zona de Amortecimento (ZA): desafios do planejamento no controle e gestão do território</title>
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    <description>Título: Reserva biológica do Tinguá/RJ e sua Zona de Amortecimento (ZA): desafios do planejamento no controle e gestão do território
Autor: Neves, Felipe Loures Teixeira
Resumo: O meio urbano pode ser compreendido como um espaço físico e plural, que necessita ter&#xD;
equidade e possibilite acessibilidade a todos, fatores esses que auxiliam na concepção&#xD;
de espaços agradáveis, que contemplem a convivência e sejam ambientalmente&#xD;
saudáveis. A Reserva Biológica do Tinguá, criada em 1989, está inserida em meio a um&#xD;
conjunto de municípios que juntos integram uma população de mais de 2 milhões de&#xD;
habitantes. O presente estudo busca inter-relacionar o processo de expansão urbana da&#xD;
Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ) em direção à baixada fluminense, onde&#xD;
o incremento das pressões ambientais exercidas sobre a zona de amortecimento (ZA) da&#xD;
Reserva Biológica do Tinguá (Rebio Tinguá), apresenta-se como um desafio do&#xD;
planejamento e gestão daquele território. A inexistência de uma instância supralocal&#xD;
com poder de regulação (de fato) sobre o território da Reserva é desafiador sob o ponto&#xD;
de vista da gestão. Faz-se importante nesse sentido compreender, a despeito dos marcos&#xD;
legais de gestão e controle, a realidade dos agentes que produzem e ocupam as franjas&#xD;
da Reserva e sua ZA, exercendo pressões ambientais sobre aquela área. O estudo&#xD;
apresenta uma leitura espacial, por meio de levantamento de dados, referencial teórico e&#xD;
construção de mapas, a fim de poder indicar sinergias e descompassos que emergem do&#xD;
processo de tutela e gestão do território em questão.</description>
    <dc:date>2020-07-27T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25923">
    <title>5G e Territórios Periférico: a implementação da quinta geração de internet no Quadrilátero da Baixada Fluminense</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25923</link>
    <description>Título: 5G e Territórios Periférico: a implementação da quinta geração de internet no Quadrilátero da Baixada Fluminense
Autor: Sousa, Nicolas Raline de
Resumo: O meio técnico-científico-informacional está diferente: seus impactos são mais velozes,&#xD;
amplos e profundos em relação aos contextos históricos anteriores. Diante da predominância&#xD;
dos algoritmos e dos usos plurais da inteligência artificial (IA) na vida cotidiana, a produção e&#xD;
a interpretação de dados se tornaram uma das principais “commodities” do mercado global ao&#xD;
passo que a informação em super tempo real se tornou o novo motor de nossa era. E, neste&#xD;
contexto, a tecnologia 5G tem um fator determinante, pois, suas aplicações permitem o&#xD;
desdobramento e o desenvolvimento de inúmeras outras tecnologias e inovações, que vão desde&#xD;
serviços nativos em nuvens; até o “blockchain”; passando pela internet das coisas (IoT); entre&#xD;
outras; e resultam em uma nova dinâmica global que impacta diferentes dimensões da&#xD;
sociedade. Assim, a partir das imposições, apropriações e resistências que se consolidam nos&#xD;
processos de disseminação e dominação dos novos objetos e sistemas tecnológicos e digitais,&#xD;
esta dissertação se dedica à análise da implementação da nova geração de internet nos&#xD;
territórios do Quadrilátero da Baixada Fluminense, formado pelos municípios de Belford Roxo,&#xD;
Mesquita, Nilópolis e São João de Meriti. Com o objetivo de compreender e evidenciar as&#xD;
tendências de potencialidades e/ou dependências tecnológicas e inovativas, gerados pelos&#xD;
novos impulsos globais relacionados ao 5G, visto que, a partir da nova seletividade e&#xD;
hierarquização dos territórios, as localidades periféricas consolidam-se como destinos tardios&#xD;
e cenários de rápido esgotamento de seus modelos de produção e consumo, além do surgimento&#xD;
e do aprofundamento de diversas desigualdades</description>
    <dc:date>2025-10-10T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25922">
    <title>A atuação do Instituto de Terras e Cartografia do estado do Rio de Janeiro na regularização fundiária: dados e  apontamentos</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25922</link>
    <description>Título: A atuação do Instituto de Terras e Cartografia do estado do Rio de Janeiro na regularização fundiária: dados e  apontamentos
Autor: Waechtler, Alanda Dealis
Resumo: Neste trabalho foram realizadas pesquisas acerca da produção do espaço do Rio de&#xD;
Janeiro e de sua irregularidade fundiária, levantando dados de instituições públicas&#xD;
que realizam estudos sobre a temática. Diante da existência histórica deste problema&#xD;
socioterritorial, o estado do Rio de Janeiro, ao longo dos anos, foi criando seu aparato&#xD;
público, para tentar solucionar esta questão, criando uma instituição específica na&#xD;
década de 1990, o Instituto de Terras e Cartografia do estado do Rio de Janeiro -&#xD;
ITERJ. O objetivo da dissertação foi, então, compreender o estado da arte da&#xD;
regularização fundiária na cidade do Rio de Janeiro, por meio da atuação desta&#xD;
autarquia, utilizando-se de metodologia quantitativa-qualitativa, com abordagem&#xD;
exploratória, realização de entrevistas semi-estruturadas e levantamento bibliográfico&#xD;
e de notícias</description>
    <dc:date>2026-06-06T00:00:00Z</dc:date>
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