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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25914">
    <title>Biomassa de microalgas como insumo sustentável na agricultura: avaliação do potencial biofertilizante e bioestimulante em culturas hortícolas</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25914</link>
    <description>Título: Biomassa de microalgas como insumo sustentável na agricultura: avaliação do potencial biofertilizante e bioestimulante em culturas hortícolas
Autor: Carvalho, Camila da Motta de
Resumo: A crescente preocupação com os potenciais impactos ambientais negativos decorrentes do&#xD;
uso intensivo de insumos sintéticos na agricultura tem estimulado a busca por alternativas&#xD;
mais sustentáveis. Diante disso, nos últimos anos, as microalgas têm sido consideradas uma&#xD;
alternativa promissora em diversas aplicações na agricultura, destacando-se pelo seu&#xD;
potencial como biofertilizante e bioestimulante. Nesse sentido, o presente estudo,&#xD;
estruturado em dois capítulos, teve como objetivo geral avaliar o potencial da biomassa de&#xD;
microalgas como biofertilizante e bioestimulante em espécies hortícolas. No primeiro&#xD;
capítulo, foi avaliado o uso da biomassa desoleificada de microalgas, um subproduto da&#xD;
produção de biodiesel, como fonte alternativa de nitrogênio na adubação da cultura da rúcula&#xD;
(Eruca sativa L). O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado&#xD;
(DIC), com sete tratamentos: T1 – controle (sem adubação nitrogenada), T2 – 100% da dose&#xD;
recomendada de nitrogênio fornecida via ureia e T3 a T7 (biofertilizante microalgal em doses&#xD;
equivalentes a 100%, 150%, 200%, 250% e 300% da dose recomendada de nitrogênio) e&#xD;
cinco repetições. Ao fim do cultivo, foram avaliados os principais parâmetros de crescimento&#xD;
da cultura, além da composição nutricional e mineral da parte aérea da rúcula. Os resultados&#xD;
foram submetidos à análise de variância e, quando significativos, as médias foram&#xD;
comparadas pelo teste de Scott-Knott, ao nível de 5% de significância. Observou-se que os&#xD;
tratamentos com biofertilizante em doses mais próximas da recomendação de N (T3 e T4)&#xD;
geraram acréscimos no comprimento da parte aérea, área foliar, massa fresca da parte aérea,&#xD;
massa seca da raiz e da parte aérea, com valores semelhantes aos obtidos com adubação&#xD;
nitrogenada convencional. Em contrapartida, doses elevadas do biofertilizante não&#xD;
promoveram ganhos adicionais. A análise nutricional indicou que o biofertilizante aumentou&#xD;
os teores de proteínas, fósforo, cálcio, magnésio e sódio na parte aérea da rúcula,&#xD;
demonstrando o potencial da biomassa desoleificada de microalgas como fonte alternativa&#xD;
de nitrogênio na adubação da cultura da rúcula, quando aplicada em doses adequadas. No&#xD;
segundo capítulo, avaliou-se os potenciais efeitos bioestimulantes da biomassa de&#xD;
microalgas cultivadas em águas residuárias de uma indústria de bioprocessos na germinação&#xD;
e desenvolvimento inicial de sementes de rúcula e tomate (Solanum lycopersicum L.). Para&#xD;
isso, sementes das duas culturas foram submetidas a seis tratamentos, três compostos por&#xD;
diferentes frações do cultivo microalgal (biomassa integral, concentrada e sobrenadante), um&#xD;
tratamento apenas com água residuária, outro com um regulador de crescimento de plantas&#xD;
(ácido giberélico), e água destilada como controle. Os ensaios foram conduzidos em câmara&#xD;
de germinação tipo B.O.D, em DIC, com quatro repetições de 25 sementes. Os principais&#xD;
parâmetros de germinação e o crescimento inicial das plântulas foram mensurados. O perfil&#xD;
fitormonal dos tratamentos provenientes da biomassa de microalgas também foi descrito.&#xD;
Observou-se que os tratamentos derivados do cultivo microalgal geraram melhorias no&#xD;
crescimento inicial de plântulas, destacando-se aumentos de até 43% na massa fresca e de&#xD;
até 36% no comprimento radicular do tomate, em relação ao controle. Além disso,&#xD;
microalgas cultivadas em águas residuárias da indústria de bioprocessos foram capazes de&#xD;
produzir fitormônios importantes, demonstrando seu potencial como bioestimulante</description>
    <dc:date>2025-07-31T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25852">
    <title>Técnicas de Aprendizado de Máquina na Identificação de Plantas Daninhas na Cultura do Milho: Comparação entre Maximum Likelihood, Random Forest e Support Vector Machine</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25852</link>
    <description>Título: Técnicas de Aprendizado de Máquina na Identificação de Plantas Daninhas na Cultura do Milho: Comparação entre Maximum Likelihood, Random Forest e Support Vector Machine
Autor: Souza, Thaís Machado de
Resumo: A cultura do milho (Zea mays L.) é uma das mais importantes do agronegócio brasileiro e&#xD;
mundial, sendo fonte essencial de nutrição humana e animal, além de matéria-prima para as&#xD;
indústrias farmacêutica, química, energética e de alimentos. Sua produtividade pode ser&#xD;
severamente comprometida pela presença de plantas daninhas, que competem com a cultura&#xD;
por água, nutrientes e luz. A semelhança visual entre essas espécies, especialmente em&#xD;
estádios precoces de desenvolvimento, dificulta sua identificação. Nesse contexto, o presente&#xD;
trabalho aplicou o uso de técnicas de Sensoriamento Remoto (SR) para discriminação&#xD;
espectral entre milho e daninha (Cyperus rotundus), por meio de imagens multiespectrais&#xD;
adquiridas por Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARPs). Foram avaliados três&#xD;
classificadores supervisionados – Maximum Likelihood (ML), Random Forest (RF) e Support&#xD;
Vector Machine (SVM) – estes foram aplicados em diferentes estádios fenológicos e em dois&#xD;
ciclos de cultivo (safra principal e secundária). A acurácia global (AG), assim como as&#xD;
métricas de precisão, recall e F1-score por classe, foram utilizadas para avaliar o desempenho&#xD;
dos algoritmos na classificação de quatro alvos: Zea mays L., Cyperus rotundus, solo e&#xD;
sombra. Foi observada a evolução do desempenho dos classificadores, com o avanço do&#xD;
estádio fenológico. Na análise do primeiro ano (safra secundária) o estádio fenológico V8, foi&#xD;
o mais indicado para a diferenciação entre as plantas, e o classificador de maior desempenho&#xD;
foi o ML, apresentou uma AG de 89%. Para a classe Zea mays L. a precisão foi de 0,88, recall&#xD;
de 0,81 e F1-score de 0,85, e para Cyperus rotundus a precisão foi de 0,68, recall de 0,89 e&#xD;
F1-score de 0,77. No segundo ano (safra principal), a melhor diferenciação foi no estádio&#xD;
fenológico V6, o ML foi novamente o melhor classificador, apresentando uma AG de 88%,&#xD;
com precisão de 1,00, recall de 0,78 e F1-score de 0,88 para a classe Zea mays L., e precisão&#xD;
de 0,52, recall de 1,00 e F1-score de 0,68 para a classe de Cyperus rotundus. Portanto, nos&#xD;
diferentes anos analisados o classificador ML apresentou melhor desempenho</description>
    <dc:date>2025-07-28T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25821">
    <title>Desenvolvimento de sistema de visão computacional para seleção de produtos agrícolas a partir da aplicação de redes neurais convolucionais</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25821</link>
    <description>Título: Desenvolvimento de sistema de visão computacional para seleção de produtos agrícolas a partir da aplicação de redes neurais convolucionais
Autor: Carvalho, João Célio Luna de
Resumo: A demanda por produtos agrícolas de qualidade aumenta conforme o crescimento da produção&#xD;
alimentícia e da população mundial. Equipamentos focados na classificação destes produtos&#xD;
ainda são escassos e as Redes Neurais Convolucionais (CNN) têm sido aplicadas com este&#xD;
propósito. O objetivo desse projeto foi criar um sistema de visão computacional capaz de&#xD;
selecionar produtos agrícolas de forma automatizada em função de atributos de qualidade. Para&#xD;
isso, a câmara seletora de imagens foi composta por um Raspberry Pi 5 acoplado ao módulo de&#xD;
câmera próprio, monitor LCD e lâmpadas LED para iluminação, com o software para&#xD;
treinamento das CNNs e classificação dos dados armazenados em sua memória interna. Três&#xD;
CNN foram comparadas, sendo duas com arquiteturas pré-estabelecidas (AlexNet e Mobile&#xD;
Net), e uma com arquitetura adaptada para este projeto (OakMoonNet). Um software foi&#xD;
desenvolvido para aquisição das imagens, e outro para a aplicação das CNNs e obtenção das&#xD;
métricas de desempenho de classificação. As CNNs foram aplicadas a seis bancos de imagens,&#xD;
dos quais, dois compostos por imagens obtidas por meio da câmara seletora, com iluminação&#xD;
controlada, e quatro compostos por imagens em condições variadas de ambiente, quantidade e&#xD;
iluminação. A comparação de desempenho das CNNs foi realizada por meio da avaliação dos&#xD;
parâmetros de Acurácia, Precisão, Sensibilidade (Recall) e F1-Score, obtidos durante o&#xD;
treinamento. A CCN OakMoonNet apresentou o melhor desempenho para os experimentos&#xD;
realizados como avaliação da câmara seletora, obtendo 77% de acurácia (tempo de&#xD;
processamento 23 min e 53 seg) para a classificação da severidade de danos em laranjas e 100%&#xD;
de acurácia para classificação dos frutos de tomates em função maturação (tempo de&#xD;
processamento 4 min e 12 seg). Para os experimentos complementares de validação do&#xD;
software, com dados obtidos fora da câmara seletora, o padrão se repetiu, com a OakMoonNet&#xD;
apresentando sempre a maior acurácia e menor tempo de treinamento, se mostrando mais&#xD;
eficiente na classificação de produtos agrícolas em comparação com as CNNs AlexNet e&#xD;
MobileNet, com baixo custo computacional, alta acurácia e baixo tempo de treinamento.</description>
    <dc:date>2025-07-29T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24518">
    <title>Biomassa de microalgas como insumo sustentável na agricultura: avaliação do potencial biofertilizante e bioestimulante em culturas hortícolas</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24518</link>
    <description>Título: Biomassa de microalgas como insumo sustentável na agricultura: avaliação do potencial biofertilizante e bioestimulante em culturas hortícolas
Autor: Carvalho, Camila da Motta de
Resumo: A crescente preocupação com os potenciais impactos ambientais negativos decorrentes do&#xD;
uso intensivo de insumos sintéticos na agricultura tem estimulado a busca por alternativas&#xD;
mais sustentáveis. Diante disso, nos últimos anos, as microalgas têm sido consideradas uma&#xD;
alternativa promissora em diversas aplicações na agricultura, destacando-se pelo seu&#xD;
potencial como biofertilizante e bioestimulante. Nesse sentido, o presente estudo,&#xD;
estruturado em dois capítulos, teve como objetivo geral avaliar o potencial da biomassa de&#xD;
microalgas como biofertilizante e bioestimulante em espécies hortícolas. No primeiro&#xD;
capítulo, foi avaliado o uso da biomassa desoleificada de microalgas, um subproduto da&#xD;
produção de biodiesel, como fonte alternativa de nitrogênio na adubação da cultura da rúcula&#xD;
(Eruca sativa L). O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado&#xD;
(DIC), com sete tratamentos: T1 – controle (sem adubação nitrogenada), T2 – 100% da dose&#xD;
recomendada de nitrogênio fornecida via ureia e T3 a T7 (biofertilizante microalgal em doses&#xD;
equivalentes a 100%, 150%, 200%, 250% e 300% da dose recomendada de nitrogênio) e&#xD;
cinco repetições. Ao fim do cultivo, foram avaliados os principais parâmetros de crescimento&#xD;
da cultura, além da composição nutricional e mineral da parte aérea da rúcula. Os resultados&#xD;
foram submetidos à análise de variância e, quando significativos, as médias foram&#xD;
comparadas pelo teste de Scott-Knott, ao nível de 5% de significância. Observou-se que os&#xD;
tratamentos com biofertilizante em doses mais próximas da recomendação de N (T3 e T4)&#xD;
geraram acréscimos no comprimento da parte aérea, área foliar, massa fresca da parte aérea,&#xD;
massa seca da raiz e da parte aérea, com valores semelhantes aos obtidos com adubação&#xD;
nitrogenada convencional. Em contrapartida, doses elevadas do biofertilizante não&#xD;
promoveram ganhos adicionais. A análise nutricional indicou que o biofertilizante aumentou&#xD;
os teores de proteínas, fósforo, cálcio, magnésio e sódio na parte aérea da rúcula,&#xD;
demonstrando o potencial da biomassa desoleificada de microalgas como fonte alternativa&#xD;
de nitrogênio na adubação da cultura da rúcula, quando aplicada em doses adequadas. No&#xD;
segundo capítulo, avaliou-se os potenciais efeitos bioestimulantes da biomassa de&#xD;
microalgas cultivadas em águas residuárias de uma indústria de bioprocessos na germinação&#xD;
e desenvolvimento inicial de sementes de rúcula e tomate (Solanum lycopersicum L.). Para&#xD;
isso, sementes das duas culturas foram submetidas a seis tratamentos, três compostos por&#xD;
diferentes frações do cultivo microalgal (biomassa integral, concentrada e sobrenadante), um&#xD;
tratamento apenas com água residuária, outro com um regulador de crescimento de plantas&#xD;
(ácido giberélico), e água destilada como controle. Os ensaios foram conduzidos em câmara&#xD;
de germinação tipo B.O.D, em DIC, com quatro repetições de 25 sementes. Os principais&#xD;
parâmetros de germinação e o crescimento inicial das plântulas foram mensurados. O perfil&#xD;
fitormonal dos tratamentos provenientes da biomassa de microalgas também foi descrito.&#xD;
Observou-se que os tratamentos derivados do cultivo microalgal geraram melhorias no&#xD;
crescimento inicial de plântulas, destacando-se aumentos de até 43% na massa fresca e de&#xD;
até 36% no comprimento radicular do tomate, em relação ao controle. Além disso,&#xD;
microalgas cultivadas em águas residuárias da indústria de bioprocessos foram capazes de&#xD;
produzir fitormônios importantes, demonstrando seu potencial como bioestimulante.</description>
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