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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Corpos reais e imagens autênticas (CRIA): desenvolvimento e avaliação de um programa pedagógico de Imagem Corporal Positiva na Educação Física escolar</title>
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    <description>Título: Corpos reais e imagens autênticas (CRIA): desenvolvimento e avaliação de um programa pedagógico de Imagem Corporal Positiva na Educação Física escolar
Autor: Rodrigues, Marcus Vinícius Freitas
Resumo: Imagem corporal pode ser definida como a figura mental que uma pessoa possui sobre o próprio corpo. Programas de intervenção sobre imagem corporal na Educação Física Escolar têm sido considerados essenciais para o desenvolvimento integrado da imagem corporal dos estudantes. O presente estudo teve como objetivo desenvolver e avaliar a aplicabilidade, a eficácia e a aceitabilidade de um programa pedagógico com enfoque na imagem corporal positiva, implementado em aulas de Educação Física Escolar para estudantes do Ensino Médio. A pesquisa contou com a participação de dez turmas do 1º ano do Ensino Médio de um Colégio Federal da cidade do Rio de Janeiro, sendo desenvolvida em duas fases. A primeira consistiu em desenvolver, teórica e metodologicamente, a elaboração do programa pedagógico denominado Corpos Reais e Imagens Autênticas (CRIA). Para tal, foram utilizadas discussões com estudantes para explorar como a imagem corporal poderia ser tematizada com esta população nas aulas de Educação Física. A segunda fase envolveu a aplicação e a avaliação da aplicabilidade, eficácia e aceitabilidade do programa, utilizando métodos mistos - observações dos professores sobre o programa, Questionário de Atitudes Socioculturais em Relação à Aparência - 4 Revisado (SATAQ-4R); Escala de Apreciação Corporal – 2 (BAS-2); Escala de autoestima de Rosemberg (EAR) e a Escala de Estima Corporal para Adolescentes e Adultos (BESAA), e relatos dos estudantes. No total, 157 adolescentes entre 13 e 19 anos, com média de idade de 15,6 anos (DP=0,9), participaram deste estudo. Destes, 90 (57,3%) se declararam do gênero feminino e 67 (42,7%), do gênero masculino. Os resultados das discussões conduzidas na primeira fase do estudo indicaram temáticas pertinentes e sugestões de conteúdos e atividades que foram implementadas na versão final do programa pedagógico CRIA, que foi aplicado à mesma população. Os resultados da segunda fase apresentaram pontos de destaque sobre a aplicabilidade do programa segundo os professores-pesquisadores e estudantes, evidenciando-se elementos de caráter atitudinal (sonolência, engajamento, timidez, respeito) e sociocultural (questões religiosas e de inclusão, adequação das atividades ao contexto). Sobre a avaliação da eficácia, análises quantitativas indicaram tendência de melhora nos escores da BAS e EAR, e melhorias significativas nos escores da BESAA, enquanto análises qualitativas indicaram transformações e efeitos subjetivos positivos em diferentes aspectos da imagem corporal (valorização das diferenças, embodiment) e da vida pessoal (fortalecimento de laços, superação da timidez). Sobre a aceitabilidade, resultados indicam que o programa foi bem recebido pelos estudantes, destacando-se a qualidade da equipe, relevância dos conteúdos e como foram abordados. Sendo assim, os resultados apontam que o desenvolvimento e aplicação de um programa de imagem corporal positiva nas aulas de Educação Física foi capaz de promover impactos objetivos e subjetivos positivos em diferentes dimensões da imagem corporal dos participantes.</description>
    <dc:date>2025-12-11T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26391">
    <title>Coletrar: que trem é esse? Caminhos e atalhos do bê-à-bá nas entrelinhas da docência</title>
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    <description>Título: Coletrar: que trem é esse? Caminhos e atalhos do bê-à-bá nas entrelinhas da docência
Autor: Teixeira, Luana da Silva
Resumo: Esta tese, de natureza cartográfica e autobiográfica, registra o surgimento e a consolidação do conceito de Coletramento, neologismo forjado a partir do momento em que a professora-pesquisadora inicia sua trajetória na alfabetização. Diferente de uma escrita acadêmica tradicional, essa escrita materializa-se na forma de uma viagem ferroviária em que o bilhete de partida é a metáfora do “trem”. Se baseando na expressão mineira, a pesquisadora é conduzida nesse exercício que se dá pelo surgimento da questão da pesquisa, a partir do que significa de tal expressão em sua terra Natal. Como o método cartográfico abre espaço para uma ciência inventiva, os percursos dessa viagem se fazem a partir das canções de Milton Nascimento, cantor, que como a pesquisadora, também é mineiro e em sua trajetória tem uma forte ligação com o trem combinando memórias diversas fazendo das linhas férreas uma metáfora poética. Além disso, a pesquisadora aproxima suas reflexões sobre o conceito de coletramento com a relação estabelecida entre Milton e o clube da esquina. O Coletramento emerge nessa pesquisa como substantivo coletivo, uma palavra polissêmica que reúne letramentos, corpo, linguagem, literatura e experiência, para pensar a docência que se faz a partir do encantamento que se dá pela literatura. Sendo assim, essa pesquisa rastreia os movimentos da professora alfabetizadora que se reinventa em meio aos desafios da docência. O Coletramento nesse sentido é forjado a partir de uma docência que se abre a uma práxis literária que possibilita processos de criação e reconhece que para além da alfabetização e do letramento há a possibilidade de fazer das crianças artistas das palavras. Como materialidade de pesquisa as produções escritas dos alunos ao longo da pesquisa foram compreendidas como territórios a partir dos quais, forças circundantes auxiliaram a consolidação do termo Coletramento. Essa tese então evidencia que a prática alfabetizadora ao ser atravessada pela experiência estética literária pode transformar-se numa potente experiência com a linguagem dotando a vida de novos significados.</description>
    <dc:date>2025-12-18T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26390">
    <title>Maternidade Negra e a violência do Estado: narrativas de (re)existência</title>
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    <description>Título: Maternidade Negra e a violência do Estado: narrativas de (re)existência
Autor: Oliveira, Lívia Machado
Resumo: A presente tese tem como objetivo investigar as experiências de mulheres que perderam seus filhos em decorrência da violência perpetrada pelo braço armado do Estado, buscando compreender de que modo essas mulheres ressignificam a dor do luto por meio da atuação em coletivos que reivindicam justiça e reparação em memória de seus filhos. A motivação deste estudo emerge de dados sobre a violência no Brasil, os quais evidenciam o processo em curso de genocídio da população negra, jovem e periférica do país. Parte-se do pressuposto de que as vozes dessas mulheres, majoritariamente negras, revelam as nuances do racismo estrutural que viola o direito ao pleno exercício da maternidade, tendo como algoz aquele que deveria proteger e assegurar o direito à vida. A abordagem deste estudo é qualitativa, de caráter metodológico exploratória-explicativa, com recorte longitudinal, cujo principal instrumento metodológico foi a roda de conversa, realizada com três mães integrantes do Movimento Rede de Mães e Familiares da Baixada Fluminense. A análise dos dados é conduzida a partir das perspectivas da escrevivência e do lugar de fala dessas mães amparada pelo aporte basilar dos teóricos dos Estudos do feminismo negro, da sociologia do luto e da antropologia das violências. Autores como Angela Davis, Achille Mbembe, Conceição Evaristo, Chimamanda Adichie, Françoise Vergès e Stuart Hall , entre outros, constituíram referências centrais para a construção do referencial teórico deste estudo, contribuindo de maneira significativa para a compreensão crítica das dinâmicas sociais, políticas e históricas que atravessam o objeto de pesquisa. As narrativas dessas mulheres são compreendidas não como relatos individuais, mas como atos políticos de resistência diante de uma realidade que extermina corpos e adoece emocionalmente sujeitos historicamente subalternizados, evidenciando a lógica necropolítica que define quais vidas são consideradas descartáveis. Os resultados apontam para a necessidade urgente de implementação de políticas públicas de valorização da vida, acolhimento psicossocial e amparo jurídico aos familiares que enfrentam a perda de seus filhos. Conclui-se que ouvir e fortalecer essas narrativas constitui um gesto político essencial à efetivação dos direitos humanos em sua integralidade, sem distinção de raça, gênero ou classe social. Portanto, este trababalho sinaliza que é imperativo substituir a política de morte por uma política de vida: investir em educação, cultura, esporte, saúde e cuidado é mais eficaz e humano do que financiar tanques e fuzis. Uma sociedade que naturaliza o extermínio de sua juventude negra está condenada a repetir a barbárie. Além disso, o trabalho promove a conscientização coletiva, estimulando reflexões sobre justiça, direitos humanos e a urgência de transformar práticas institucionais que perpetuam desigualdades raciais.</description>
    <dc:date>2025-12-19T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26384">
    <title>Pedagogia domasculinocêntrica: andrografias de um processo educativo com homens na Baixada Fluminense</title>
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    <description>Título: Pedagogia domasculinocêntrica: andrografias de um processo educativo com homens na Baixada Fluminense
Autor: Silva, Leandro Rodrigues Nascimento da
Resumo: Esta tese objetivou investigar as práticas educativas desenvolvidas em grupos voltados ao atendimento de Homens Autores de Violência (HAV) doméstica, analisando os desafios e as potencialidades desses serviços no contexto sociocultural e nas dinâmicas de gênero que balizam a violência. A abordagem deste estudo é qualitativa, de caráter metodológico exploratória-descritiva documental O estudo destaca a implementação da Lei Maria da Penha, especialmente após a formalização dos grupos educativos como obrigatórios, e realiza um levantamento sobre a produção acadêmica brasileira acerca do tema, evidenciando lacunas significativas, especialmente nas áreas de Educação, História e Geografia, que poderiam oferecer perspectivas mais abrangentes e complementares. A pesquisa também examina as dificuldades na formação de facilitadores, que no trabalho passamos a chamar de “profissionais-docentes” e na efetividade das ações educativas, propondo abordagens pedagógicas inovadoras e metodologias que favoreçam transformações nos padrões comportamentais e culturais dos participantes. Em conclusão, pode-se afirmar, até o presente momento, que as nomenclaturas voltadas aos grupos para HAV não correspondem ao que figura na Lei 11.340/2006, pois há um entendimento de que eles sejam educativos e não “terapêuticos”, “reflexivos”, “ressocializadores” etc. Contudo, nota-se que certa confusão de nomenclaturas é feita no corpo da própria Lei que aqui foi mencionada. Buscando auxiliar no debate, problematizamos tal questão, propondo como termo único para o serviço de atendimento aos HAV o sintagma nominal bimembre “grupos educativos”.  Ao abordar um tema emergente e de grande relevância social, a tese contribui para o enfrentamento à violência de gênero, buscando não apenas a redução de casos de violência, mas também a promoção de uma sociedade mais justa e comprometida com a transformação das relações de poder e gênero.</description>
    <dc:date>2025-12-02T00:00:00Z</dc:date>
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