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    <title>Repositório Comunidade:</title>
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    <dc:date>2026-10-21T09:47:55Z</dc:date>
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    <title>A sustentabilidade corporativa da empresa BRF (Brasil Foods) S.A.: o caso da unidade fabril de Seropédica (RJ)</title>
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    <description>Título: A sustentabilidade corporativa da empresa BRF (Brasil Foods) S.A.: o caso da unidade fabril de Seropédica (RJ)
Autor: Souza, Suênia Braga Lucas Suplino de
Resumo: A sustentabilidade corporativa passou a integrar as estratégias de governança e competitividade&#xD;
das grandes empresas, especialmente no agronegócio. Esta pesquisa analisa a sustentabilidade&#xD;
corporativa da BRF S.A. a partir da unidade fabril localizada em Seropédica (RJ), buscando&#xD;
compreender suas relações com o território. Com base nas contribuições de Milton Santos sobre&#xD;
o uso corporativo do território, adotou-se uma abordagem qualitativa, fundamentada em revisão&#xD;
bibliográfica, análise documental e estudo de caso. Foram examinados relatórios institucionais&#xD;
da empresa, documentos públicos e literatura especializada. Os resultados demonstram que a&#xD;
implantação da unidade está relacionada à posição estratégica de Seropédica na rede logística&#xD;
da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, evidenciando a integração do município aos&#xD;
circuitos produtivos do agronegócio. Identificaram-se tecnologias voltadas à eficiência&#xD;
operacional e ambiental, medidas associadas ao licenciamento ambiental e ações sociais&#xD;
desenvolvidas por meio do Instituto BRF. Entretanto, os indicadores divulgados pela empresa&#xD;
concentram-se na escala corporativa, sem dados públicos específicos que permitam avaliar&#xD;
detalhadamente o desempenho ambiental, social e econômico da unidade. Conclui-se que a&#xD;
sustentabilidade corporativa da BRF articula governança, competitividade e organização&#xD;
territorial, mas sua análise em escala local evidencia limitações relacionadas à transparência&#xD;
das informações e à avaliação de seus resultados no território.</description>
    <dc:date>2026-07-10T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26632">
    <title>Educação geográfica para o risco climático: um estudo de caso da realidade de Japeri, RJ, a partir do olhar do 6° ano do ensino fundamental da Escola Municipal João XXIII sobre as precipitações pluviométricas</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26632</link>
    <description>Título: Educação geográfica para o risco climático: um estudo de caso da realidade de Japeri, RJ, a partir do olhar do 6° ano do ensino fundamental da Escola Municipal João XXIII sobre as precipitações pluviométricas
Autor: Arruda, Sarah de Oliveira Tinoco
Resumo: As mudanças climáticas estão sendo alvo de grandes debates, dentre seus acontecimentos,&#xD;
estão as fortes chuvas, que acarretam grandes efeitos para a população. Como é o caso dos&#xD;
acontecimentos mais recentes no Rio Grande do Sul (2024/2025), Petrópolis (2022/2024),&#xD;
Ubatuba (2025), Minas Gerais (2026), inclusive no município de Japeri-RJ, no ano de 2024&#xD;
(foco deste estudo). Diante desse contexto, o interesse em desenvolver esta pesquisa surgiu a&#xD;
partir do contato com três escolas da rede pública. Ao longo das práticas pedagógicas&#xD;
realizadas nesses espaços, foi possível observar que os estudantes não percebiam a influência&#xD;
das precipitações em suas atividades cotidianas, tampouco reconheciam os riscos presentes&#xD;
em seu dia a dia. Assim, o presente estudo, teve como objetivo “analisar a importância de&#xD;
trabalhar com os riscos climáticos relacionados às chuvas com o 6° ano do ensino&#xD;
fundamental na Escola Municipal João XXIII, no município de Japeri,RJ a fim de&#xD;
desenvolver uma educação geográfica para os riscos”. Acredita-se que o educar&#xD;
geograficamente para o risco climático pode contribuir com a transformação social,&#xD;
desenvolvendo a consciência crítica. E, por isso, para o desenvolvimento metodológico da&#xD;
pesquisa, de caráter qualitativo, foi adotado a análise do livro didático do 6° ano indicado pela&#xD;
rede municipal de educação de Japeri-RJ, análise do seu planejamento curricular, entrevista&#xD;
com a Defesa Civil do município, além de um conjunto de atividades envolvendo a&#xD;
participação da comunidade, observação dos estudantes, produção da cartografia social e&#xD;
maquetes. Fortalecendo o diálogo, construção coletiva e a participação da turma do 6° ano da&#xD;
Escola Municipal João XXIII (Japeri-RJ). Nesse viés, demonstrando como a educação&#xD;
geográfica para o risco pode contribuir com a prevenção dos riscos climáticos, podendo ter&#xD;
como ponto de partida às escolas, e as possibilidades de trabalhar com a temática do risco&#xD;
atrelada ao ensino da climatologia, articulando a teoria à prática de modo significativo e&#xD;
próximo ao cotidiano. Como resultado obtido na pesquisa, notamos que o educar&#xD;
geograficamente para o risco é imprescindível no desenvolvimento dos sujeitos sociais e&#xD;
precisa ser trabalhado de forma efetiva no espaço escolar, já que, conforme as análises no&#xD;
material didático, a temática é inserida paralelamente a outras abordagens, de forma&#xD;
superficial e restrita, possibilitando uma ponte a partir de outras abordagens. Por sua vez, não&#xD;
estando inserida de forma permanente no planejamento, urge a necessidade de repensar o&#xD;
currículo. Além disso, constatamos que há indivíduos inseridos no contexto de risco, mas não&#xD;
identificam e/ou não sabem como agir, (como apontado nas pesquisas), tampouco percebem&#xD;
que esses resultados são consequências das intervenções humanas. Dessa forma, o uso das&#xD;
práticas pedagógicas favoreceram o aprendizado e compreensão dos alunos do 6° ano de&#xD;
forma mais facilitada, contribuindo com a formação preventiva e responsabilidade ambiental&#xD;
dos educandos, construindo a noção de pertencimento ao lugar, ao espaço e para a sua&#xD;
realidade. Logo, a dissertação evidenciou o papel da escola não como um local passivo, mas&#xD;
como um laboratório vivo, um espaço de preparo para a cultura da prevenção do risco e&#xD;
resiliência da comunidade.</description>
    <dc:date>2026-03-17T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26581">
    <title>Trajetórias negras: intersecção de raça, gênero e educação no programa de pós-graduação em geografia da UFRRJ.</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26581</link>
    <description>Título: Trajetórias negras: intersecção de raça, gênero e educação no programa de pós-graduação em geografia da UFRRJ.
Autor: Souza, Beatriz Teixeira
Resumo: A pesquisa tem como foco apresentar reflexão sobre a presença de mulheres negras no&#xD;
Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.&#xD;
Por meio das narrativas educacional e de vida de seis mulheres negras ingressas no mestrado&#xD;
(incluo-me nesse grupo), analisaram-se as questões que permeiam nossos corpos e identidades.&#xD;
Ao percorrer historicamente, observou-se que a situação da mulher negra na sociedade,&#xD;
especialmente na brasileira, é atravessada pela exploração, dominação e inferioridade. Nesta&#xD;
pesquisa recorremos à interseccionalidade como método de desobediência epistemológica. A&#xD;
resistência e a libertação que acompanham as reflexões do feminismo negro subsidiarão as&#xD;
análises. Ao analisarmos os eixos de opressões sofridas pelas mulheres negras desde o período&#xD;
escravagista até os dias atuais, observamos que as intersecções se colocam na trajetória de vida&#xD;
e educacional em diferentes momentos e espaços sociais, inclusive considerando aqui o espaço&#xD;
escolar e acadêmico, por onde nossas interlocutoras passaram a maior parte de suas vidas, os&#xD;
quais também são impactados pelo racismo estrutural e pelo sexismo, promovendo o&#xD;
apagamento, sub-representação e subvalorização, o que contribui para deslegitimar saberes e&#xD;
vivências negras. Como mostram os dados analisados neste estudo, percebe-se que o número&#xD;
de mulheres negras concorrendo ao programa de pós-graduação em Geografia (Mestrado) ainda&#xD;
é inferior quando comparado ao número de homens e mulheres brancas. Portanto, observou-se&#xD;
nesta pesquisa que o racismo estrutural e o sexismo atravessam a vida de mulheres negras no&#xD;
ensino superior, lançando-as às “duplas ou triplas opressões” (Anzaldúa,2000; Gonzalez, 2020)&#xD;
ao longo de toda sua trajetória, como revelam as narrativas de mulheres negras neste estudo,&#xD;
acarretando danos, prejuízos psíquicos e dificuldade de reconhecimento dentro do espaço&#xD;
acadêmico. Ao mesmo tempo, revela um caminho de superação e resistência ao longo do&#xD;
percurso de violências racistas vivenciados por essas mulheres. A pesquisa buscou romper com&#xD;
metodologias unívocas, cristalizadas e que negligenciam as subjetividades das experiências de&#xD;
vidas negras, sendo guiada por uma perspectiva interseccional para analisar os eixos de&#xD;
opressões que envolvem a vida de nossas entrevistadas, mulheres negras ingressas no programa&#xD;
&#xD;
de mestrado. Sendo assim, o trabalho demonstra a trajetória de mulheres negras até a Pós-&#xD;
Graduação, retratando suas vivências e expectativas por mudanças através da educação. As&#xD;
&#xD;
narrativas revelam os efeitos do racismo estrutural e do sexismo no cotidiano. Bem como a&#xD;
necessidade da construção de políticas públicas de permanência, antirracista e emancipatória&#xD;
dentro da universidade.</description>
    <dc:date>2025-09-02T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26399">
    <title>A eficácia da gamificação para o ensino de geografia do 6º ano do ensino fundamental: proposta metodológica e uso didático</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26399</link>
    <description>Título: A eficácia da gamificação para o ensino de geografia do 6º ano do ensino fundamental: proposta metodológica e uso didático
Autor: Moragas, Lucas Graça Mello Santos Colomer
Resumo: A gamificação no ensino de Geografia tem crescido nas últimas décadas com a consolidação dos jogos analógicos no meio educacional, bem como pelo apoio das tecnologias digitais, como softwares, incluindo os aplicativos de realidade virtual e jogos digitais. Entendida como a aplicação de elementos de jogos em contextos educacionais, a gamificação é um recurso didático inovador e eficaz, capaz de aumentar o interesse e a compreensão dos conteúdos pelos estudantes, incentivando o pensamento crítico, a autonomia e a aprendizagem significativa. Nesse sentido, a pesquisa analisa a eficácia de estratégias gamificadas no ensino de Geografia para turmas do 6º ano do Ensino Fundamental, a partir da aplicação de jogos analógico e digital. Neste contexto, desenvolveu-se uma metodologia mista (quantitativa e qualitativa) que envolveu a aplicação de atividade didática gamificada  como os respectivos jogos: Uno adaptado (analógico); e Wander e Fly, via Meta Quest (digital), utilizados respectivamente por turmas na Escola Municipal Áurea Pires da Gama, no bairro do Bracuí, no município de Angra dos Reis; e no colégio particular Instituto Galileu Galilei, no bairro de Copacabana, no município do Rio de Janeiro. Os resultados indicaram que a proposta didática contribuiu para experiências mais interativas, atrativas e com ótimos resultados quanto à eficácia do conteúdo ministrado, em contraste com o ensino tradicional, potencializadas pelo uso de recursos digitais e periféricos, como óculos de realidade virtual. Mais especificamente, essa organização favoreceu a interação, o interesse e a aprendizagem crítica de estudantes de uma geração fortemente conectada a tecnologias digitais.</description>
    <dc:date>2025-12-08T00:00:00Z</dc:date>
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