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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Engajamento no tratamento hemodialítico sob diferentes olhares: pacientes renais crônicos, familiares e equipe multiprofissional</title>
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    <description>Título: Engajamento no tratamento hemodialítico sob diferentes olhares: pacientes renais crônicos, familiares e equipe multiprofissional
Autor: Ribeiro, Juliana Fernandes de Souza
Resumo: A doença renal crônica acarreta alterações corporais e mudanças em atividades diárias e relações interpessoais, o que pode afetar a identidade e o estado emocional das pessoas que recebem este diagnóstico. Esta realidade tende a comprometer o engajamento do paciente em seu processo de cuidado, incluindo a aceitação e seguimento de orientações e prescrições terapêuticas. O presente estudo, de natureza qualitativa e abordagem descritiva, objetivou investigar as percepções de pacientes renais crônicos, seus familiares e profissionais da saúde acerca dos fatores e estratégias que influenciam a adesão e facilitam o engajamento no tratamento hemodialítico. Para tanto, entrevistas semiestruturadas foram realizadas com 12 profissionais de diferentes especialidades, atuantes na clínica de hemodiálise de um hospital universitário localizado em um município fluminense, bem como foram ouvidos 5 (cinco) usuários por eles atendidos e 5 (cinco) acompanhantes familiares. Com vistas a guiar a coleta dos dados, foram elaborados e utilizados roteiros de entrevistas compostos por questões abertas destinadas a investigar, na perspectiva dos entrevistados, os desafios e obstáculos na adesão ao tratamento hemodialítico, bem como as ações profissionais com potencial para facilitar a adesão e o engajamento dos pacientes neste processo. Os dados obtidos foram analisados com base na Análise de Conteúdo de Bardin. Junto aos pacientes, também foi utilizada a versão adaptada e validada para o Brasil do The End-Stage Renal Disease Adherence Questionnaire (ESRD-AQ). Falta de controle da ingesta hídrica e da dieta, conhecimento insuficiente sobre o tratamento, além de mudanças físicas, na vida social e laboral foram destacados como fatores dificultadores para adesão e engajamento ao tratamento , assim como presença da família, cuidados da equipe multiprofissional e comunicação foram sinalizados como os principais fatores facilitadores. Ademais, foi possível observar que, para os profissionais entrevistados, o engajamento depende de um conjunto de ações que inclui comunicação eficiente, tomada de decisão compartilhada e reconhecimento da subjetividade dos pacientes e de modos diferentes de vivenciar o adoecimento e seu tratamento. Nesse sentido, a equipe multiprofissional utilizava a comunicação, a disponibilidade para esclarecimentos, a aproximação com a família e a construção de uma relação de confiança com os pacientes e familiares como estratégias para facilitar a adesão e obter o engajamento na hemodiálise. Contrapondo-se ao modelo biomédico, a compreensão das variáveis contempladas neste estudo oferece subsídios para um melhor planejamento das intervenções em clínicas de hemodiálise, contribuindo para maior humanização do cuidado neste centro.</description>
    <dc:date>2025-10-31T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26348">
    <title>TOPA – treinamento de orientação parental para pais no processo de pós adoção</title>
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    <description>Título: TOPA – treinamento de orientação parental para pais no processo de pós adoção
Autor: Medeiros, Ilanna Pinheiro da Costa
Resumo: A construção da parentalidade não é linear ou que ocorre a partir de um único viés. A adoção é&#xD;
um desses caminhos que permite a execução de uma parentalidade diferente, com suas&#xD;
especificidades e semelhanças. Essa tese visou implementar o Treinamento de Orientação&#xD;
Parental para Pais Adotivos no pós-adoção (TOPA). Para responder a esse objetivo, três estudos&#xD;
foram realizados sendo estes inter-relacionados. O primeiro artigo consiste em uma revisão&#xD;
integrativa da literatura nacional e internacional sobre treinamentos parentais no pós-adoção,&#xD;
cujos resultados fundamentaram a construção do TOPA; o segundo artigo detalha a construção&#xD;
do treinamento, suprindo uma lacuna frequente na literatura acadêmica, que muitas vezes&#xD;
apresenta protocolos sem descrever minuciosamente seu desenvolvimento; o terceiro artigo&#xD;
relata a aplicação do TOPA., descrevendo o recrutamento dos participantes, o processo de&#xD;
intervenção e a análise de seus efeitos. Como resultados, o estudo (I) sugeriu que existem&#xD;
programas de pós-adoção, porém que carecem de maior amplitude nas temáticas,&#xD;
especificamente sobre o trauma da devolução e que auxiliem no cotidiano com seus filhos. No&#xD;
estudo (II), foi apresentado toda a estrutura do treinamento e como resultados, um treinamento&#xD;
composto por seis encontros de aproximadamente 90 minutos, que incluem atividades&#xD;
psicoeducativas, dinâmicas de grupo e role plays, além da aplicação de instrumentos de&#xD;
avaliação pré e pós-intervenção; destinando-se a pais adotivos de crianças de até seis anos e&#xD;
pode ser implementado nos formatos presencial, online ou híbrido. O estudo (III) é a aplicação&#xD;
deste treinamento e traz os achados mais relevantes; o mesmo indica que o TOPA constitui uma&#xD;
estratégia de apoio às famílias adotivas, contribuindo para o fortalecimento dos vínculos&#xD;
&#xD;
parentais. Os achados reforçam a necessidade de ações contínuas de orientação no período pós-&#xD;
adotivo, visando à prevenção de rupturas e à promoção da proteção integral da infância</description>
    <dc:date>2026-03-26T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26005">
    <title>Renascimento africano e saúde mental de mulheres negras: o desabrochar da flor de lótus sagrada</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26005</link>
    <description>Título: Renascimento africano e saúde mental de mulheres negras: o desabrochar da flor de lótus sagrada
Autor: Mondini, Cláudia Elizabete da Costa Moraes
Resumo: As ideias do senegalês Cheikh Anta Diop são centrais no Renascimento Africano e na&#xD;
Afrocentricidade, desvelando a verdade histórica sobre o legado africano, seu roubo e sua&#xD;
usurpação por gregos que estiveram no Kemet (Antigo Egito) e possibilitando a sua&#xD;
reivindicação e a sua retomada por seus herdeiros. Diop salientou a importância da&#xD;
consciência histórica e evidenciou a unidade na diversidade e a base matriarcal do continente&#xD;
africano, o que chegou ao Brasil no contexto da diáspora. A espiritualidade no Kemet estava&#xD;
diretamente relacionada à Filosofia de Maat, caracterizando-se pelo respeito às mulheres, pela&#xD;
simbologia da flor de lótus sagrada e pela fisiologia e filosofia da glândula pineal/Udjat. Em&#xD;
detrimento da subalternização, da misoginia, do machismo e do sexismo impostos pelo&#xD;
regime escravocrata e pelo patriarcado, mulheres africanas escravizadas evidenciaram a sua&#xD;
força ancestral e a sua capacidade de reinvenção e de resiliência, legadas às suas&#xD;
descendentes. A conexão com a ancestralidade africana é fundamental para a superação da&#xD;
maafa – o caos e o desastre causados pela escravização –, para o restabelecimento de Maat –&#xD;
ordem cósmica, justiça, equilíbrio – e para a promoção de saúde mental de mulheres negras&#xD;
(pardas e pretas). A Psicologia Complexa de Carl Gustav Jung pode auxiliar neste processo&#xD;
pela sua similaridade com a Filosofia Kemética, pela sua perspectiva da espiritualidade e do&#xD;
inconsciente (pessoal, cultural e coletivo), pela teoria dos arquétipos e dos complexos e pela&#xD;
sua visão alquímica do desenvolvimento psíquico: o processo de individuação. A inserção da&#xD;
perspectiva afrocentrada na Psicologia – principalmente por meio da Psicologia&#xD;
Preta/Africana – e da espiritualidade africana em políticas públicas de saúde é fundamental&#xD;
para a compreensão das especificidades da psicologia de pessoas com ascendência africana e&#xD;
para evitar a patologização do seu processo de individuação e da sua espiritualidade. A Kasa&#xD;
de Maat e o Instituto Sankofa de Psicologia e Educação são guardiões da Ciência Ancestral&#xD;
Africana e centrais na consolidação do Renascimento Africano no Brasil. A estratégia de&#xD;
pesquisa deste trabalho é a revisão de literatura e o método é a Escrevivência Artesanal e&#xD;
Alquímica, desenvolvida por mim para a sua realização a partir da Escrevivência de&#xD;
Conceição Evaristo, da Psicologia Complexa de Carl Gustav Jung e da Afrocentricidade.&#xD;
Contempla a Filosofia do Ateliê e a Alquimia do Ateliê assim como aspectos da minha&#xD;
história de vida e da minha experiência como artesã e a elaboração de peças artesanais em&#xD;
&#xD;
diálogo com as discussões da tese. Compreende o artesanato como parte do legado africano e&#xD;
propõe a sua valorização como tecnologia ancestral de cura, de resiliência, de reinvenção de si&#xD;
e de criação de novas possibilidades de existência. O entrelaçamento entre a Psicologia&#xD;
Complexa e o Renascimento Africano e os pontos convergentes entre a vida e a obra de Diop&#xD;
e de Jung nos instrumentalizam para desfazermos as maçarocas históricas, existenciais e&#xD;
espirituais e para unirmos os retalhos da nossa história, possibilitando o desabrochar&#xD;
alquímico da flor de lótus sagrada, o encontro com o sagrado feminino africano e com as&#xD;
raízes africanas da Psicologia.</description>
    <dc:date>2025-09-25T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25942">
    <title>Inclusão de alunos com deficiência no curso de graduação em medicina: o que as representações sociais dos discentes revelam?</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25942</link>
    <description>Título: Inclusão de alunos com deficiência no curso de graduação em medicina: o que as representações sociais dos discentes revelam?
Autor: Santana, Leila Navarro de
Resumo: A inclusão de alunos com deficiência no curso de Medicina faz emergir debates éticos,&#xD;
pedagógicos e institucionais, em razão das exigências formativas e profissionais&#xD;
inerentes à atuação médica. Nesse contexto, esta tese teve como objetivo&#xD;
compreender as representações sociais dos discentes do curso de Medicina acerca&#xD;
da inclusão de alunos com deficiência no mesmo curso, buscando apreender os&#xD;
sentidos, significados e estruturas simbólicas que orientam percepções,&#xD;
posicionamentos e possíveis práticas relacionadas ao fenômeno. O estudo&#xD;
fundamenta-se na Teoria das Representações Sociais (TRS), proposta por Moscovici,&#xD;
articulada à abordagem estrutural da Teoria do Núcleo Central (TNC), conforme&#xD;
desenvolvida por Abric. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, de&#xD;
caráter descritivo-interpretativo, realizada com 122 estudantes do curso de Medicina&#xD;
aos quais foi aplicado um questionário on-line contendo questões sobre a inclusão de&#xD;
pessoas com deficiência na formação médica. A coleta de dados foi realizada por&#xD;
meio de um questionário estruturado, aplicado via plataforma Google Formulários,&#xD;
composto por técnicas de Evocação Livre de Palavras e questões abertas discursivas,&#xD;
incluindo a técnica de substituição, com vistas a acessar conteúdos potencialmente&#xD;
situados na zona muda das Representações Sociais (RS). Os dados obtidos pela&#xD;
evocação livre foram submetidos à análise com o auxílio do software IRaMuTeQ.&#xD;
Foram realizadas a análise prototípica, visando à identificação do núcleo central e dos&#xD;
sistemas periféricos das (RS), bem como a análise de similitude, permitindo visualizar&#xD;
as relações entre os termos e a organização estrutural do campo representacional.&#xD;
Paralelamente, procedeu-se à Análise de Conteúdo de acordo com Bardin, que&#xD;
subsidiou a construção de categorias e subcategorias interpretativas, aprofundando&#xD;
a compreensão dos sentidos atribuídos pelos participantes ao fenômeno investigado.&#xD;
Os resultados revelam a coexistência de (RS) que reconhecem a inclusão como&#xD;
direito, valor ético e princípio de justiça social, ancoradas em discursos de empatia,&#xD;
diversidade e equidade, e de representações marcadas por estigmas, preconceitos&#xD;
explícitos ou velados e posicionamentos condicionais quanto à presença de alunos&#xD;
com deficiência no curso de Medicina. As análises realizadas no presente estudo&#xD;
evidenciam que, embora elementos estruturais favoráveis à inclusão ocupem&#xD;
posições centrais no campo representacional, subsistem conteúdos que expressam&#xD;
inseguranças, dúvidas sobre competência profissional, limitações atribuídas à&#xD;
deficiência e responsabilização individual. Conclui-se que as representações sociais&#xD;
dos discentes indicam avanços no reconhecimento do direito à inclusão de pessoas&#xD;
com deficiência na formação médica, mas também expõem a persistência de&#xD;
barreiras simbólicas, pedagógicas e institucionais no ensino superior. Tais resultados&#xD;
apontam para a necessidade de fortalecimento de políticas institucionais de&#xD;
acessibilidade, de ações formativas voltadas à sensibilização e de transformações&#xD;
culturais que promovam uma inclusão efetiva, crítica e socialmente comprometida no&#xD;
contexto da educação médica.</description>
    <dc:date>2026-02-12T00:00:00Z</dc:date>
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