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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Sustentabilidade Humana e Formação em Psicologia</title>
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    <description>Título: Sustentabilidade Humana e Formação em Psicologia
Autor: Galdino, Mary Neuza Dias
Resumo: Esta tese investiga a conexão entre o conceito de sustentabilidade humana e a formação superior&#xD;
em Psicologia, considerando a necessidade de superar abordagens formativas&#xD;
predominantemente técnico-instrumentais e de integrar, de modo articulado, dimensões&#xD;
políticas, sociais, econômicas, ambientais e culturais da existência humana. A pesquisa parte&#xD;
do questionamento acerca de como a sustentabilidade humana se manifesta, ou não, na&#xD;
formação do psicólogo, à luz da produção científica, dos marcos normativos e das estruturas&#xD;
curriculares vigentes no Brasil. Metodologicamente, trata-se de um estudo qualitativo, de&#xD;
natureza exploratória e descritiva, com delineamento bibliográfico e documental. O corpus&#xD;
bibliográfico foi constituído por meio de uma revisão integrativa da literatura, conduzida&#xD;
conforme o protocolo PRISMA, abrangendo publicações nacionais e internacionais entre 1972&#xD;
e 2025. O corpus documental incluiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de&#xD;
Graduação em Psicologia, matrizes curriculares de cursos de Psicologia com conceito máximo&#xD;
(CPC 5) e documentos internacionais da UNESCO e da ONU. A análise dos dados foi realizada&#xD;
por meio da Análise de Conteúdo e da Análise Documental, permitindo identificar&#xD;
convergências, lacunas e tendências formativas. Os resultados evidenciam que, embora a&#xD;
literatura científica e os documentos normativos abordem temas relacionados à ética, à&#xD;
responsabilidade social e ao desenvolvimento humano, tais discussões permanecem&#xD;
fragmentadas e não se configuram como eixo estruturante explícito da formação em Psicologia.&#xD;
Observa-se a ausência de uma sistematização conceitual da sustentabilidade humana nos&#xD;
currículos analisados, mesmo em cursos reconhecidos por excelência acadêmica. Nesse&#xD;
contexto, o conceito de sustentabilidade humana, conforme sistematizado por Marcelo Pereira&#xD;
Marujo, revela-se um referencial teórico integrador, capaz de contribuir para o redesenho&#xD;
curricular e para o fortalecimento do compromisso ético, social e formativo da Psicologia.&#xD;
Conclui-se que a incorporação da sustentabilidade humana na formação do psicólogo constitui&#xD;
uma necessidade ética, epistemológica e educacional, diante dos desafios contemporâneos que&#xD;
atravessam a saúde mental, o bem-estar psicossocial e a vida em sociedade</description>
    <dc:date>2026-04-10T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26489">
    <title>Representações sociais e preconceito acerca dos imigrantes africanos no Brasil</title>
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    <description>Título: Representações sociais e preconceito acerca dos imigrantes africanos no Brasil
Autor: Kakpo, Sagbo Gautier Regis
Resumo: Esta tese teve como objetivo analisar representações sociais e preconceitos em relação aos imigrantes africanos no Brasil, a partir da perspectiva dos africanos residentes no país e da população brasileira. Foram entrevistados 71 imigrantes africanos e 96 brasileiros para esta pesquisa. O estudo se baseia principalmente na teoria das representações sociais (MOSCOVICI, 2007) e na teoria da identidade social (TAJFEL, 1982), explorando como estereótipos e preconceitos são construídos e reproduzidos na vida social cotidiana. A imigração africana para o Brasil se intensificou nas ultimas décadas, motivada por questões socioeconômicas, educacionais e políticas. Muitos imigrantes vêm de países de língua portuguesa, o que facilita sua integração inicial, mas barreiras culturais e preconceitos persistem. A tese examina a percepção dessas populações e sua percepção do Brasil, considerando o papel da mídia na construção de representações. A metodologia incluiu uma análise prototípica e uma análise de conteúdo dos discursos midiáticos. Foram estudadas as representações sociais dos imigrantes antes de sua chegada e depois de sua fixação no Brasil, bem como as representações que os brasileiros têm dos africanos. Os dados revelam que apesar da existência de representações positivas associadas à alegria e à riqueza cultural africana, predominam representações negativas relacionadas a pobreza, a ignorância e a marginalização. A pesquisa também destacou que os imigrantes africanos percebem uma discrepância entre a expectativa de aceitação e a realidade de discriminação velada. A mídia, por sua vez, reforça estereótipos ao apresentar os imigrantes como "problemas sociais" ou "trabalhadores precários". A teoria da identidade social permite compreender como os mecanismos de categorização e comparação social contribuem para a manutenção dessas diferenças simbólicas. Conclui-se que a imigração africana para o Brasil e um fenômeno complexo, marcado por históricas desigualdades raciais e sociais. As representações sociais construídas por imigrantes e brasileiros estão imbuídas de estereótipos que reforçam a exclusão social. E fundamental promover políticas de inclusão, de promoção de direitos e de desconstrução de preconceitos arraigados na sociedade.</description>
    <dc:date>2025-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26484">
    <title>Bem-estar dos policiais do Complexo de Policiamento de Choque do Ceará</title>
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    <description>Título: Bem-estar dos policiais do Complexo de Policiamento de Choque do Ceará
Autor: Rangel, Rebeca Moreira
Resumo: Nos dias atuais, o estudo do bem-estar psicológico tem recebido atenção crescente, especialmente em profissões de alto risco e demanda, como a de policial militar. Nessas ocupações, as condições de trabalho impõem desafios físicos e emocionais intensos, que afetam diretamente a qualidade de vida dos profissionais. No Brasil, essa questão ganha relevância ainda maior diante da sensação de insegurança pública, particularmente evidente nos estados do Nordeste, como o Ceará. Nesse contexto, o presente estudo objetivou analisar o bem-estar psicológico dos policiais militares do Complexo de Policiamento de Choque do Ceará. Para isso, avaliou variáveis como autoeficácia, locus de controle, engajamento no trabalho e estratégias de coping. A pesquisa integra um estudo longitudinal maior em andamento na AMAN, que já acompanha variáveis relacionadas ao bem-estar desses profissionais. Para tanto, foram coletados dados de 194 policiais. Foram utilizados instrumentos de coleta de dados: a Escala de Autoeficácia Geral Percebida, a Escala de Locus de Controle de Levenson, a Escala de Engajamento e a Escala Toulousiana de Coping, todas adaptadas para a população brasileira. Análises estatísticas avançadas, incluindo Análise Fatorial Confirmatória e Modelagem de Equações Estruturais (MEE), demonstraram a adequação e validade dessas ferramentas no contexto policial. Os resultados indicaram níveis elevados de autoeficácia, locus de controle interno e engajamento, com destaque para a dimensão vigor, que reflete energia e resiliência. O predomínio de estratégias de coping adaptativas, como a busca por apoio social e o controle, sugere que os policiais utilizam mecanismos eficazes para enfrentar o estresse. A MEE evidenciou uma influência positiva significativa da autoeficácia e do coping (Controle) e uma influência negativa significativa do coping (Conversão) sobre o engajamento (Vigor). Em relação ao engajamento (Absorção), foi observada uma influência positiva significativa tanto da autoeficácia como da distração social, sendo este último resultado digno de maiores considerações. No que tange aos estressores, destacaram-se os riscos operacionais, conflitos familiares e dificuldades financeiras como os mais citados pelos policiais. Este estudo reforça a necessidade de fortalecer recursos pessoais e promover estratégias de coping adaptativas para melhorar o bem-estar e a saúde mental dos policiais militares. Recomenda-se ainda que as instituições desenvolvam políticas e práticas que valorizem o cuidado contínuo com a saúde psicológica, adicionado ao investimento de treinamentos e preparação dos mesmos para lidar com as intempéries ligadas ao seu trabalho. Este trabalho contribui para a compreensão das especificidades psicológicas do trabalho em unidades especiais de polícia, evidenciando a importância de políticas públicas e intervenções que atendam às demandas únicas desses policiais e promovam sua qualidade de vida e desempenho profissional.</description>
    <dc:date>2025-11-03T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26375">
    <title>Engajamento no tratamento hemodialítico sob diferentes olhares: pacientes renais crônicos, familiares e equipe multiprofissional</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26375</link>
    <description>Título: Engajamento no tratamento hemodialítico sob diferentes olhares: pacientes renais crônicos, familiares e equipe multiprofissional
Autor: Ribeiro, Juliana Fernandes de Souza
Resumo: A doença renal crônica acarreta alterações corporais e mudanças em atividades diárias e relações interpessoais, o que pode afetar a identidade e o estado emocional das pessoas que recebem este diagnóstico. Esta realidade tende a comprometer o engajamento do paciente em seu processo de cuidado, incluindo a aceitação e seguimento de orientações e prescrições terapêuticas. O presente estudo, de natureza qualitativa e abordagem descritiva, objetivou investigar as percepções de pacientes renais crônicos, seus familiares e profissionais da saúde acerca dos fatores e estratégias que influenciam a adesão e facilitam o engajamento no tratamento hemodialítico. Para tanto, entrevistas semiestruturadas foram realizadas com 12 profissionais de diferentes especialidades, atuantes na clínica de hemodiálise de um hospital universitário localizado em um município fluminense, bem como foram ouvidos 5 (cinco) usuários por eles atendidos e 5 (cinco) acompanhantes familiares. Com vistas a guiar a coleta dos dados, foram elaborados e utilizados roteiros de entrevistas compostos por questões abertas destinadas a investigar, na perspectiva dos entrevistados, os desafios e obstáculos na adesão ao tratamento hemodialítico, bem como as ações profissionais com potencial para facilitar a adesão e o engajamento dos pacientes neste processo. Os dados obtidos foram analisados com base na Análise de Conteúdo de Bardin. Junto aos pacientes, também foi utilizada a versão adaptada e validada para o Brasil do The End-Stage Renal Disease Adherence Questionnaire (ESRD-AQ). Falta de controle da ingesta hídrica e da dieta, conhecimento insuficiente sobre o tratamento, além de mudanças físicas, na vida social e laboral foram destacados como fatores dificultadores para adesão e engajamento ao tratamento , assim como presença da família, cuidados da equipe multiprofissional e comunicação foram sinalizados como os principais fatores facilitadores. Ademais, foi possível observar que, para os profissionais entrevistados, o engajamento depende de um conjunto de ações que inclui comunicação eficiente, tomada de decisão compartilhada e reconhecimento da subjetividade dos pacientes e de modos diferentes de vivenciar o adoecimento e seu tratamento. Nesse sentido, a equipe multiprofissional utilizava a comunicação, a disponibilidade para esclarecimentos, a aproximação com a família e a construção de uma relação de confiança com os pacientes e familiares como estratégias para facilitar a adesão e obter o engajamento na hemodiálise. Contrapondo-se ao modelo biomédico, a compreensão das variáveis contempladas neste estudo oferece subsídios para um melhor planejamento das intervenções em clínicas de hemodiálise, contribuindo para maior humanização do cuidado neste centro.</description>
    <dc:date>2025-10-31T00:00:00Z</dc:date>
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