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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Respostas autonômicas e comportamentais ao estresse sonoro agudo em cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24024</link>
    <description>Título: Respostas autonômicas e comportamentais ao estresse sonoro agudo em cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício
Autor: Souza, Carla Caroline Franzini de
Resumo: O estresse é a situação gerada por um desafio ao qual um organismo está submetido. E apesar da resposta de estresse ser fundamental para homeostase, a persistência do estímulo estressor ou o exagero na resposta pode provocar consequências deletérias para o indivíduo. A fobia é considerada um transtorno de ansiedade, onde o medo (estado emocional em resposta a uma situação de perigo) é persistente e excessivo o que resulta num aumento da reatividade ao estresse. Nesse contexto vários estímulos são considerados estressores em cães e a exposição a estímulos sonoros como trovões e fogos de artifício representa uma opção natural para o estudo da reatividade ao estresse. Desta forma, avaliamos a reatividade de cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício a um modelo de estresse sonoro agudo, através da análise da Variabilidade do Intervalo Cardíaco (VIC) e de parâmetros comportamentais. Foram utilizados 28 cães de companhia, de diversas raças, de 2 a 6 anos, pesando de 10 a 30 Kg, sem sinais de outras doenças, provenientes de proprietários voluntários do municipio de Seropédica-RJ. Estes foram selecionados por questionário referente a intensidade do medo de trovão e fogos de artifício, dividos em grupos de fóbicos e não fóbicos e ainda entre os estímulos som de trovão e fogos de artifício. O estímulo sonoro consistiu numa gravação padronizada de 2,5 minutos, a uma intensidade sonora máxima de 103-104 dB. Para a análise da VIC, os intervalos RR foram registrados através de frequencímetro (Polar® modelo RS800CX), computados e analisados pelo programa CardioSeries 2.4.1. Também foram avaliados o perfil dos proprietários, características gerais (peso, idade, raça e sexo) e de manejo dos animais. Não foram detectadas diferenças no perfil socioeconômico dos proprietários, nem características gerais ou de manejo entre animais fóbicos e não-fóbicos. O estímulo sonoro (trovão ou fogos) foi capaz produzir aumento significativo da razão LF/HF tanto em animais não-fóbicos como em animais fóbicos. No entanto, a magnitude do aumento na razão LF/HF produzida pelo som foi significativamente maior em animais fóbicos do que em animais não-fóbicos. O modelo de estresse sonoro agudo produziu um aumento nos comportamentos de vigilância, tremer e se esconder. Apenas animais fóbicos submetidos ao modelo som de fogos apresentaram respostas comportamentais significativamente mais intensas que cães não-fóbicos nos parâmetros Tremer, Se Esconder, Vigilância e Salivação. As respostas comportamentais descritas pelos proprietários e as exibidas pelos cães durante o modelo de estresse foram correlacionadas apenas nos parâmetros Tremer e Se Esconder. Foi detectada correlação significativa entre os valores da razão LF/HF e os seguintes parâmetros comportamentais induzidos pelo som no laboratório: Arfar, Tremer, Se Esconder, Fugir, Inquietação, Vigilância, Salivação e Sobressalto. O modelo utilizado foi capaz de induzir respostas comportamentais e autonômicas de estresse e se mostra uma boa ferramenta na mensuração da magnitude das respostas de estresse de animais de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e fogos de artifício e pode ser utilizado na avaliação de novos caminhos terapêuticos.</description>
    <dc:date>2015-02-25T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/11411">
    <title>Avaliação dos efeitos antinociceptivo e anti-inflamatório de extrato, frações e compostos de Borreria verticillata (L.) G. Mey (Vassourinha de botão)</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/11411</link>
    <description>Título: Avaliação dos efeitos antinociceptivo e anti-inflamatório de extrato, frações e compostos de Borreria verticillata (L.) G. Mey (Vassourinha de botão)
Autor: Mariano, Geysa de Matos Dutra
Resumo: A Borreria verticillata (L.) G. Mey é uma planta herbácea da família Rubiaceae, considerada uma erva&#xD;
daninha e conhecida como vassourinha-de-botão. Por ser usada pela população como analgésica e&#xD;
antipirética, o objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial antinociceptivo e anti-inflamatório do extrato&#xD;
aquoso das folhas de B. verticillata (EFBV), das frações flavonoídica (Flav), butanólica (BuOH) e acetato de&#xD;
etila (AcOEt) e dos compostos rutina (Ru, rendimento de 58%) e ácido clorogênico (AC, rendimento de 3%),&#xD;
administrados via oral em camundongos. Estudos anteriores, mostraram a atividade do extrato de EFBV, do&#xD;
flavonóide rutina e do composto fenólico ácido clorogênico em diversas atividades biológicas, incentivando&#xD;
nossa pesquisa com estes compostos, objetivando a confirmação dos usos da B. verticillata. A avaliação da&#xD;
atividade antinociceptiva pelo modelo das contorções abdominais (ácido acético), mostrou que a&#xD;
administração de EFBV (100, 300 e 1000mg/kg) produziu inibições no número de contorções de 23,6%,&#xD;
30,3% e 47,3% respectivamente, quando comparados ao veículo, assim como o controle positivo (CP)&#xD;
indometacina reduziu as contorções. No modelo de imersão cauda, a administração de EFBV não mostrou&#xD;
alterações no tempo de latência dos animais diante do estímulo térmico e para confirmar estes resultados&#xD;
antinociceptivos, avaliamos a atividade motora do EFBV, no qual sua administração não modificou o tempo&#xD;
de permanência dos animais no rota-rod. A avaliação da atividade anti-inflamatória, utilizando o modelo de&#xD;
pleurisia por carragenina, mostrou que a administração de EFBV (1g/kg) inibiu a migração leucocitária em&#xD;
33,7%, comparativamente ao veículo e as frações Flav (20mg/kg), BuOH (200mg/kg) e AcOEt (25mg/kg)&#xD;
também apresentaram reduções na migração leucocitária de 38,9%, 71,1%, 78,8% respectivamente.&#xD;
Avaliando a atividade antiedematogênica com o modelo de edema de orelha (óleo de cróton), a administração&#xD;
de EFBV (1g/kg) reduziu o edema de orelha em 47,6%. Na artrite articular por zimosan, o EFBV (1g/kg), a&#xD;
Ru (30mg/kg) e o AC (2mg/kg) reduziram o edema da articulação fêmur-tibial em 57,8%, 49,2% e 51,7%&#xD;
respectivamente, quando comparados aos veículos. Neste mesmo modelo, o EFBV (1g/kg), os compostos Ru&#xD;
(30mg/kg) e AC (2mg/kg) inibiram a migração leucocitária para cavidade articular em 64,9%, 79,5% e&#xD;
77,8%, quando comparados aos seus respectivos veículos, assim como a CP dexametasona também produziu&#xD;
reduções nos dois parâmetros avaliados neste modelo. Na mensuração do diâmetro fêmur-tibial, seguida da&#xD;
dosagem da citocina TNF-α no macerado articular, EFBV, Ru e AC reduziram a espessura articular em 58,1%&#xD;
(EFBV, Ru) e 40,7% (AC), quando comparados ao controle salina-zimosam. Avaliamos a concentração de&#xD;
TNF-α após administração de EFBV, Ru ou AC, onde observamos reduções de 30,4%, 37,0%, 21,7%,&#xD;
respectivamente, na concentração da citocina, comparados com controle salina-zimosan e semelhante ao CP,&#xD;
reduzindo em 50,0% esta concentração. Estes resultados evidenciam que a antinocicepção do EFBV, no&#xD;
modelo das contorções abdominais mostrando envolvimento de mecanismos anti-inflamatórios, tendo este&#xD;
extrato apresentado atividade antiedematogênica no modelo de edema de orelha e, juntamente com os&#xD;
compostos Ru e AC, no modelo de artrite por zimosan. Adicionalmente, o EFBV e as frações (Flav, BuOH e&#xD;
AcOEt) inibiram a migração leucocitária na pleurisia por carragenina, tendo também o extrato, Ru e AC&#xD;
apresentado efetividade semelhante na artrite articular por zimosan, reduzindo também a concentração de&#xD;
TNF-α. Esses resultados sugerem que os efeitos anti-inflamatório, antinociceptivo e anti-artrite obtidos&#xD;
envolve a inibição do TNF-α, justificando os efeitos biológicos do EFBV, da rutina e do ácido clorogênico,&#xD;
podendo explicar alguns dos usos da B. verticillata (L.) G. Mey.</description>
    <dc:date>2017-02-22T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/11409">
    <title>Respostas autonômicas e comportamentais ao estresse sonoro agudo em cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/11409</link>
    <description>Título: Respostas autonômicas e comportamentais ao estresse sonoro agudo em cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício
Autor: Franzini, Carla Caroline de Souza
Resumo: O estresse é a situação gerada por um desafio ao qual um organismo está submetido. E apesar da resposta de estresse ser fundamental para homeostase, a persistência do estímulo estressor ou o exagero na resposta pode provocar consequências deletérias para o indivíduo. A fobia é considerada um transtorno de ansiedade, onde o medo (estado emocional em resposta a uma situação de perigo) é persistente e excessivo o que resulta num aumento da reatividade ao estresse. Nesse contexto vários estímulos são considerados estressores em cães e a exposição a estímulos sonoros como trovões e fogos de artifício representa uma opção natural para o estudo da reatividade ao estresse. Desta forma, avaliamos a reatividade de cães de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e/ou fogos de artifício a um modelo de estresse sonoro agudo, através da análise da Variabilidade do Intervalo Cardíaco (VIC) e de parâmetros comportamentais. Foram utilizados 28 cães de companhia, de diversas raças, de 2 a 6 anos, pesando de 10 a 30 Kg, sem sinais de outras doenças, provenientes de proprietários voluntários do municipio de Seropédica-RJ. Estes foram selecionados por questionário referente a intensidade do medo de trovão e fogos de artifício, dividos em grupos de fóbicos e não fóbicos e ainda entre os estímulos som de trovão e fogos de artifício. O estímulo sonoro consistiu numa gravação padronizada de 2,5 minutos, a uma intensidade sonora máxima de 103-104 dB. Para a análise da VIC, os intervalos RR foram registrados através de frequencímetro (Polar® modelo RS800CX), computados e analisados pelo programa CardioSeries 2.4.1. Também foram avaliados o perfil dos proprietários, características gerais (peso, idade, raça e sexo) e de manejo dos animais. Não foram detectadas diferenças no perfil socioeconômico dos proprietários, nem características gerais ou de manejo entre animais fóbicos e não-fóbicos. O estímulo sonoro (trovão ou fogos) foi capaz produzir aumento significativo da razão LF/HF tanto em animais não-fóbicos como em animais fóbicos. No entanto, a magnitude do aumento na razão LF/HF produzida pelo som foi significativamente maior em animais fóbicos do que em animais não-fóbicos. O modelo de estresse sonoro agudo produziu um aumento nos comportamentos de vigilância, tremer e se esconder. Apenas animais fóbicos submetidos ao modelo som de fogos apresentaram respostas comportamentais significativamente mais intensas que cães não-fóbicos nos parâmetros Tremer, Se Esconder, Vigilância e Salivação. As respostas comportamentais descritas pelos proprietários e as exibidas pelos cães durante o modelo de estresse foram correlacionadas apenas nos parâmetros Tremer e Se Esconder. Foi detectada correlação significativa entre os valores da razão LF/HF e os seguintes parâmetros comportamentais induzidos pelo som no laboratório: Arfar, Tremer, Se Esconder, Fugir, Inquietação, Vigilância, Salivação e Sobressalto. O modelo utilizado foi capaz de induzir respostas comportamentais e autonômicas de estresse e se mostra uma boa ferramenta na mensuração da magnitude das respostas de estresse de animais de companhia com histórico de fobia a sons de trovão e fogos de artifício e pode ser utilizado na avaliação de novos caminhos terapêuticos.</description>
    <dc:date>2015-02-25T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/11410">
    <title>Avaliação da participação dos canais KATP hipotalâmicos na atividade autonômica cardíaca</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/11410</link>
    <description>Título: Avaliação da participação dos canais KATP hipotalâmicos na atividade autonômica cardíaca
Autor: Ferreira, Bruno Paes Leme
Resumo: Os canais para potássio sensíveis a ATP (KATP) são importantes proteínas de membrana capazes de acoplar o metabolismo celular com atividade neurossecretórias e eletrofisiológicas de acordo com o tipo celular em que ocorre. A presença destes canais em neurônios hipotalâmicos tem sido relacionada com mecanismos de glicosensibilidade, uma vez que a glicose é a principal fonte energética utilizada pelos neurônios. O núcleo paraventricular do hipotálamo (PVN) desempenha diversas funções fisiológicas, como o controle autonômico dos mais variados sistemas orgânicos, incluindo o sistema cardiovascular. Os neurônios do PVN expressam estes canais KATP, e já foram descritas populações de neurônios glicossensíveis neste núcleo. Entretanto, a participação destes canais no controle da atividade autonômica cardiovascular ainda não foi bem descrita. Assim, neste estudo investigamos se a manipulação farmacológica central dos canais KATP promoveria alterações autonômicas cardíacas. Para isso foram utilizados ratos machos Wistar (250-300g) submetidos à cirurgia de estereotaxia para implante de cânula-guia no terceiro ventrículo cerebral em região próxima ao PVN (1,8mm posterior ao Bregma e 8,2mm abaixo da calota craniana). Sete dias depois, os animais foram submetidos a um registro eletrocardiográfico (ECG) basal, seguido por microinjeção de veículo (Molecusol 5%), glibenclamida (5mM, um bloqueador do canal) ou diazóxido (25µM, um ativador do canal). A análise da variabilidade da frequência cardíaca foi analisada pela Transformada Rápida de Fourier. A análise estatística foi realizada com ANOVA one-way. Todos os procedimentos foram submetidos e aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFRRJ sob protocolo 002190/2014. Não houve diferenças significativas na frequência cardíaca (Controle: 296,9±16,84 bpm vs 321,3±12,95 bpm, respectivamente basal e experimental, n=10; glibenclamida: 339,3±10,26 bpm vs. 326,3±12,23 bpm, n=10; diazóxido: 310,8±16,68 bpm vs 312,2±10,75 bpm, n=12) ou nos componentes de alta (Controle: 37,27±3,79 n.u. vs 43,18±4,534 n.u., n=11; glibenclamida: 47,08±4,718 n.u. vs 40,92±3,771 n.u., n=13; diazóxido: 49,31±2,951 n.u. vs 46,62±4,110 n.u., n=13) e baixa frequência (Controle: 62,73±3,79 n.u. vs 56,82±4,534 n.u., n=11; glibenclamida: 52,92±4,718 n.u. vs 59,08±3,771 n.u., n=13; diazóxido: 50,69±10,64 n.u. vs 53,38±4,11 n.u., n=13) do espectro de variabilidade da frequência cardíaca. Estes resultados estão de acordo com a literatura, onde experimentos com a manipulação farmacológica central in vivo dos canais KATP em condições basais não foi capaz de promover alterações nas variáveis cardiovasculares. Ainda, estudos eletrofisiológicos em neurônios do PVN mostraram que os mecanismos de glicossensibilidade destas células parecem ser independentes do bloqueio de canais KATP. Assim, nosso estudo sugere que a manipulação farmacológica central do canal KATP em condições basais não altera parâmetros autonômicos cardíacos agudamente.</description>
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