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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <dc:date>2026-10-14T05:07:55Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26479">
    <title>Incidência de fungos potencialmente patogênicos, oportunistas e alergênicos na areia da praia de Ipanema, R.J.</title>
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    <description>Título: Incidência de fungos potencialmente patogênicos, oportunistas e alergênicos na areia da praia de Ipanema, R.J.
Autor: Sarquis, Maria Inez de Moura
Resumo: Foram coletadas, 144 amostras de areia da orla&#xD;
marítima, na Praia de Ipanema, Rio de Janeiro, R.J., em 4&#xD;
diferentes pontos, divididos em 3 sub-pontos, equidistantes&#xD;
entre si e entre a água e o calçadão, no período de Outubro de&#xD;
1986 a Setembro de 1987. As amostras colhidas mensalmente&#xD;
foram processadas assepticamente usando-se soluções de cloreto&#xD;
de sódio 0,15M e saturada que foram plaqueadas em meio&#xD;
Sabouraud-glicose-agar contendo cloranfenicol, para o&#xD;
isolamento de fungos filamentosos, objetivando o estudo da&#xD;
incidência de fungos potencialmente patogênicos.&#xD;
&#xD;
Representantes das colônias de fungos filamentosos,&#xD;
perfazendo 1334 cepas, foram identificadas e classificadas em&#xD;
35 gêneros e 170 espécies.&#xD;
&#xD;
Foram encontrados fungos considerados potencialmente&#xD;
patogênicos: Phialophora richardsiae, Acremonium kiliense, A.&#xD;
recifei, Exophiala dermatitidis, Fusarium solani, Aspergillus&#xD;
fumigatus.&#xD;
&#xD;
Dentre os oportunistas destacam-se inúmeras espécies&#xD;
contidas nos gêneros: Aspergillus, Penicillium, Fusarium,&#xD;
Acremonium, Paecilomyces, Geotrichum e representantes da&#xD;
família Dematiaceae. As espécies de fungos alergênicos foram&#xD;
assinaladas entre os gêneros: Cladosporium, Acremonium,&#xD;
Aspergillus, Fusarium, Aureobasidium, Alternaria e Drechslera.&#xD;
Os gêneros com as respectivas percentagens de&#xD;
frequência e números de espécies detectadas entre as 1334&#xD;
colônias identificadas foram: Aspergillus 30,43% (32&#xD;
espécies); Penicillium 16,26% (36 espécies); Fusarium 12,59%&#xD;
(33 espécies); Trichoderma 6,37% (7 espécies); Paecilomyces&#xD;
3,67% (10 espécies); Cladosporium 3,07% (8 espécies);&#xD;
Acremonium 0,97% (8 espécies). Foram assinalados fungos&#xD;
alocados em Mycellia sterilia 18,29% e Coelomycetes&#xD;
sphaeropsidales, nao alocados a gêneros 1,94%.&#xD;
&#xD;
Segundo a distribuição sazonal, o maior número de&#xD;
cepas fúngicas isoladas ocorreu durante o Inverno e o menor&#xD;
número no Verão.</description>
    <dc:date>1993-04-22T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26464">
    <title>Estudo imunobioquímico em células infectadas pelos vírus da doença de Marek e herpes de peru</title>
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    <description>Título: Estudo imunobioquímico em células infectadas pelos vírus da doença de Marek e herpes de peru
Autor: Travassos, Carlos Eurico Pires Ferreira
Resumo: A Doença de llarek é uma enfermidade neoplásica de&#xD;
galinhas altamente contagiosa e que, desde 1970, é dita&#xD;
controlada por uma vacina a vírus vivo, o herpesvírus de peru&#xD;
(l-IVT) „&#xD;
&#xD;
Porém, recentemente observou—se o aparecimento de&#xD;
cepas hipervirulentas do vírus da Doença de J’Jarek. Essas&#xD;
cepas, isoladas a partir de plantéis vacinados com HVT, tê?m&#xD;
provocado quebras nos programas de vacinação. Assim sendo,&#xD;
tornaram—se necessários empreendimentos quanto à pesquisa de&#xD;
moléculas que poderiam ser empregadas em vacinas mais&#xD;
eficazes contra a contaminação pelo vírus selvagem da Doença&#xD;
de Marek»&#xD;
&#xD;
A identificaç«ío de polipeptídeos induzidos pelo&#xD;
vírus selvagem, especialmente aqueles que apresentam reação&#xD;
cruzada com o vírus vacinai, é um pré-requisito para o&#xD;
estudo do mecanismo de proteç«(o«&#xD;
&#xD;
Todavia, na tentativa de identificar antíqenos&#xD;
específicos da infecçãío viral através de técnicas&#xD;
imunobioquímicas, foram identificados autoanti corpos que&#xD;
reconheciam, praticamente, todas as proteínas presentes no&#xD;
perfil polipeptídico de células renais dos animais controle.&#xD;
A presença de autoanticorpos impediu a&#xD;
identificaçeío segura de moléculas específicas que pudessem&#xD;
ser empregadas num método de vacinação, mas conduziu a novas&#xD;
perspectivas no estudo da Doença de Marek.</description>
    <dc:date>1993-09-29T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26454">
    <title>Contaminação endógena por Aspergillus spp. e seus teleomorfos com potencial toxigênico em milho pós-colheita do estado do Paraná</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26454</link>
    <description>Título: Contaminação endógena por Aspergillus spp. e seus teleomorfos com potencial toxigênico em milho pós-colheita do estado do Paraná
Autor: Farias , Antonio Xavier
Resumo: Sessenta amostras de grãos de milho pós-colheita, provenientes de três&#xD;
regiões do Estado do Paraná, Brasil, foram avaliadas quanto ao conteúdo de&#xD;
umidade, contaminação fúngica, potencial toxígeno de algumas espécies de&#xD;
Aspergillus e seus teleomorfos (fase sexual). A umidade foi determinada por&#xD;
desidratação dos grãos e a atividade aquosa em equipamento Novasina®. Para o&#xD;
estudo da microbiota fúngica, foram selecionados 40 grãos, aparentemente sadios,&#xD;
desinfestados em NaCIO incubados em câmara úmida para exteriorização dos&#xD;
fungos. As espécies fúngicas desenvolvidas foram isoladas e purificadas em ágar&#xD;
Czapek-Dox. As espécies Aspergillus flavus, A.parasiticus, Eurotium amstelodami&#xD;
e E.chevalierí foram identificadas. O potencial toxígeno das espécies A. flavus e&#xD;
A.parasiticus, foi analisado por inoculação em meio ágar coco e a detecção dos&#xD;
metabólitos em cromatografia de camada delgada (CCD). Eurotium spp. foram&#xD;
avaliados quanto a síntese de seus metabólitos, em meio ágar Amendoim e em&#xD;
trigo triturado. A CCD e cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) foram&#xD;
&#xD;
utilizadas para detecção de esterigmatocistina. O conteúdo de umidade, nos grãos,&#xD;
situou-se em níveis desfavoráveis ao desenvolvimento fúngico. A percentagem de&#xD;
grãos contaminados variou entre 5 e 100%, prevalecendo os gêneros Aspergillus,&#xD;
Penicillium e Fusaríum. O A.flavus foi a espécie predominante (64%), seguido por&#xD;
E. amstelodami (19%), E.chevalierí (10%) e A. parasiticus (7%). Em 73 isolados de&#xD;
A. flavus, a síntese de aflatoxinas (afs) B1 e B2 foi evidenciada; 20 produziram B1;&#xD;
sete B1 e G1; três B1, B2, G1 e em sèis não foi detectada (afs) B1, B2, G1 e G2.&#xD;
Todos os A.parasiticus produziram B1, B2, G1 e G2. Não foi detectada a síntese&#xD;
de esterigmatocistina pelas espécies E.amstelodami e E.chevalierí.</description>
    <dc:date>1996-12-10T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26434">
    <title>Influência das vitaminas A, C e E na imunotoxicidez de macrófagos peritoneais de camundongos BALB-c expostos a aflatoxina B1 e fumonisina B1.</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26434</link>
    <description>Título: Influência das vitaminas A, C e E na imunotoxicidez de macrófagos peritoneais de camundongos BALB-c expostos a aflatoxina B1 e fumonisina B1.
Autor: Pereira, Alexandre de Aguiar
Resumo: No presente estudo, avaliou-se o efeito das micotoxinas (metabólitos&#xD;
tóxicos de fungos) aflatoxina B1 e fumonisina B1 sobre macrófagos peritoniais de&#xD;
camundongos BALB-C, isolados, associadas entre si e a diferentes vitaminas&#xD;
antioxidantes (A, C e E) nas dosagens terapêuticas indicadas seguidas de três&#xD;
diluições. Aflatoxina B1 e fumonisina B1 quando isoladas, ambas induziram a um&#xD;
índice significativo de degeneração nuclear que é uma marca da apoptose, mas&#xD;
quando associadas entre elas não induziram nenhum tipo de alteração&#xD;
morfológica. Estas micotoxinas quando associadas a vitaminas em diferentes&#xD;
doses de uma maneira geral não apresentaram efeitos tóxicos, possivelmente&#xD;
devido a atividades antioxidantes das vitaminas, entretanto mais estudos são&#xD;
necessários uma vez que pode ocorrer amplificação do efeito tóxico, como no&#xD;
caso da aflatoxina B1 e vitamina E mescladas.</description>
    <dc:date>1999-03-30T00:00:00Z</dc:date>
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