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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <dc:date>2026-09-01T04:26:14Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26272">
    <title>Desenvolvimento de metodologia para detecção da adesão microbiana em superfície de aço inoxidável</title>
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    <description>Título: Desenvolvimento de metodologia para detecção da adesão microbiana em superfície de aço inoxidável
Autor: Costa, Eliane Tinoco Ribamar da
Resumo: Muitas bactérias são capazes de aderir a superfícies de diferentes&#xD;
materiais formando biofilmes. Os biofilmes são, via de regra, indesejáveis&#xD;
não somente do ponto de vista higiênico sanitário, como também podem&#xD;
acarretar diminuição na transferência de calor e diminuir a vazão das&#xD;
tubulações, dentre outros problemas. Nutrientes são normalmente&#xD;
necessários à adesão bacteriana, sendo importantes o intervalo de tempo&#xD;
entre o contato do leite com os equipamentos e a limpeza. Os objetivos&#xD;
propostos nesta pesquisa foram: a) determinar a capacidade de adesão por&#xD;
Pseudomonas fluorescens em superfíçie de aço inoxidável, em presença de&#xD;
leite integral diluído a 2 %.;b) verificar o efeito de matéria orgânica&#xD;
previamente impregnada sobre estas superfícies na aderência e colonização&#xD;
por P. fluorescens em diferentes intervalos de tempo (8, 24, 48, 72 e 96&#xD;
horas) e c) determinar a eficácia de três diferentes sanitizantes na redução&#xD;
desta contaminação. Os resultados indicaram que 8 horas de contato da&#xD;
superfície com o meio contaminado foram suficientes para a adesão&#xD;
bacteriana, não tendo sido verificada diferença significativa de contaminação&#xD;
nos diferentes intervalos de tempo (P&gt;0,05). Todos os sanitizantes&#xD;
mostraram maior eficiência na redução da contaminação com P. fluorescens&#xD;
em carreadores sem matéria orgânica aderida. O hipoclorito, na&#xD;
concentração de 300 mg/L de cloro residual total, foi o sanificante mais eficaz&#xD;
em carreadores com e sem matéria orgânica aderida, reduzindo o nível de&#xD;
contaminação para menos de 1 O UFC/cm2 neste último. Nos testes com&#xD;
carreadores sem matéria orgânica aderida, o ácido peracético à 45 mg/L&#xD;
apresentou eficiência equivalente ao hipoclorito, tendo se mostrado menos&#xD;
eficaz em presença de matéria orgânica aderida. O tratamento com&#xD;
quaternário de amônia não se mostrou adequado à sanificação de&#xD;
superfícies de aço inox contaminada com P. fluorescens.</description>
    <dc:date>1999-09-30T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25828">
    <title>Produção de aflatoxina B1 e ocratoxina A em radícula de cevada utilizada na alimentação animal</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25828</link>
    <description>Título: Produção de aflatoxina B1 e ocratoxina A em radícula de cevada utilizada na alimentação animal
Autor: Ribeiro, Jéssika Mara Martins
Resumo: Radícula de cevada foi testada como substrato para o crescimento de espécies fúngicas toxígenas pertencentes ao gênero Aspergillus (A. flavus NRRL 5520, A. ochraceus NRRL 3174, A. niger ATCC 1004, A. carbonarius UFPE 1546). Amostras de radícula com diferentes atividades de água (Aa) tais como 0,82, 0,91 e 0,95 foram inoculadas com cada cepa fúngica e incubadas por 21 dias em estufas BOD a 25ºC e 30ºC. A. niger não produziu ocratoxina A (OTA) na radícula em nenhum dos períodos de incubação avaliados (7, 14 e 21 dias), apesar de tê-la produzido em ágar coco. A. flavus produziu aflatoxina B1 na radícula, detectada a partir dos sete dias de incubação. As maiores concentrações da toxina foram obtidas quando incubado a 25ºC, temperatura na qual a Aa 0,95 permitiu melhor produção, enquanto a 30ºC sobressaiu a Aa 0,82. A. ochraceus produziu mais OTA na radícula com Aa inicial 0,82, tanto a 25ºC quanto a 30ºC. A OTA foi produzida em concentrações próximas a 30.000 ng g-l de radícula. Aflatoxina B1 e Ocratoxina A foram detectadas por CLAE usando detecção por ultravioleta e fluorescência, respectivamente.</description>
    <dc:date>2004-02-17T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24319">
    <title>Comportamento do Teste de Stormont, frente às reações inespecíficas, no diagnostico alérgico da tuberculose bovina</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24319</link>
    <description>Título: Comportamento do Teste de Stormont, frente às reações inespecíficas, no diagnostico alérgico da tuberculose bovina
Autor: Herrmann, Geder Paulo
Resumo: Na presente pesquisa, o comportamento do Teste de Stormont realizado em bovinos sensibilizados paralérgicamente com culturas de micobactérias atípicas permitiu concluir que: &#xD;
a) Infecções experimentais em bovinos com M. kansassi, M. marinum do grupo I de Runyon e M. fortuitum do grupo IV de  Runyon, não apresentaram reações inespecíficas no teste intradérmico comparativo e no Teste de Stormont.&#xD;
b) Infecções experimentais em bovinos com M. intracellulare do grupo III de Runyon demostraram acentuada sensibilidade a tuberculina aviária e reações inespecíficas com a tuberculina bovina no teste intradérmico comparativo aos 42 dias após a sensibilização, mas não apresentaram reação no teste de Stormont a nível de suspeito ou positivo. Já aos 94 dias após a sensibilização em ambos os testes e em ambas as tuberculinas não houve reação a nível de diagnóstico para o TIC e TS.&#xD;
c) Nos experimentos ao nível de campo, o teste de Stormont apresentou resultados muito convergentes nas categorias de bovinos considerados negativos e fortemente positivos no teste intradérmico compararativo, apesar da existência, entre estes animais, de reagentes à tuberculina aviária; o que também permite concluir que estas reações inespecíficas não interferiram no teste de Stormont.</description>
    <dc:date>1992-08-25T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24043">
    <title>Utilização de subprodutos industriais na obtenção de biomassas ativas de bacillus thuringiensis berliner.</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24043</link>
    <description>Título: Utilização de subprodutos industriais na obtenção de biomassas ativas de bacillus thuringiensis berliner.
Autor: Silva, Maria Helena Luz da
Resumo: O soro do leite (subproduto da fabricação do queijo) e o AMINOFÉRTIL II (subproduto da indústria de glutamato monossódico) foram utilizados na elaboração de meios de cultura, p-ara se avaliar a viabilidade da sua utilização na produção de biomassas ativas da bactéria entomopatogênica bacillus thuringiensis subsp. kurstaki.</description>
    <dc:date>1995-07-19T00:00:00Z</dc:date>
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