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    <title>Repositório Comunidade:</title>
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    <title>Determinação da exigência em proteína bruta de larvas de Hermetia illucens em fase de cria e seus efeitos sobre a expressão de enzimas proteolíticas</title>
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    <description>Título: Determinação da exigência em proteína bruta de larvas de Hermetia illucens em fase de cria e seus efeitos sobre a expressão de enzimas proteolíticas
Autor: Dourado, Nicolas Suzano
Resumo: Os substratos de criação de larvas de Hermetia illucens (LMSN) compostos por resíduo pré-&#xD;
consumo humano (RPCH) apresentam alta variabilidade nutricional que impactam no&#xD;
&#xD;
atendimento das exigências nutricionais em proteína e na atividade enzimática proteolitica.&#xD;
Neste modelo de produção, desconhece-se a exigência em proteína de larvas nas suas diferentes&#xD;
fases de produção. Objetivou-se determinar a exigência de proteína bruta dietética e os impactos&#xD;
sobre a atividade enzimática do trato digestivo de larvas de cria. Utilizou-se delineamento&#xD;
experimental inteiramente casualizado em esquema de medidas repetidas: 5x4 (n=6). Os&#xD;
tratamentos foram o teor de proteína bruta dietética (%PB): PB22%, PB19%, PB15%, PB13%&#xD;
e PB6%. O período foi representado pelos dias de ciclo de crescimento na fase de cria, com&#xD;
abates nos dias: D7, D8, D9 e D10. As dietas foram compostas por RPCH, amido de milho e&#xD;
fibra de coco. Os ingredientes foram misturados para causar a diluição proteica e a umidade foi&#xD;
ajustada para 84%. Utilizaram-se caixas plásticas contendo 0,2g de ovos e 717g de dieta&#xD;
úmida/repetição, mantidos em ambiente com temperatura e umidade controlados. No sétimo&#xD;
dia, realizou-se separação manual das larvas e frass, os dados das pesagens foram registrados&#xD;
para efeito de cálculos de bioconversão. Larvas vivas foram separadas para coleta de imagem&#xD;
e determinação do peso vivo e coleta dos intestinos para determinação da atividade enzimática.&#xD;
A determinação da atividade enzimática foi realizada através de SDS-PAGE parcialmente&#xD;
desnaturante. As larvas foram abatidas por imersão em água fervente e, juntamente com o frass,&#xD;
foram postas para secar para determinação da composição nutricional. As variáveis de produção&#xD;
foram analisadas através do software SAS® Studio, utilizando PROC MIXED. Os efeitos de&#xD;
tratamento foram avaliados em contrastes polinomiais de ordem linear e quadrática, com&#xD;
coeficientes ajustados através da função “orpol” do PROC IML. Adotou-se alfa igual a 0.05.&#xD;
Observaram-se melhores desempenhos produtivos nas larvas de cria quando produzidas em&#xD;
teores entre 19 e 22% de PB, sendo sete dias suficientes para atingirem o máximo desempenho.&#xD;
Quanto a atividade enzimática, a maior atividade foi encontrada no tratamento de 19% de PB.&#xD;
Conclui-se que o teor dietético de 19% PB apresenta melhor desempenho produtivo e que sete&#xD;
dias de crescimento na fase de cria, são suficientes para o máximo desempenho larval em dietas&#xD;
contendo RPCH, o que contribui para a redução das perdas nitrogenadas.</description>
    <dc:date>2026-02-23T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Metodologias de análises ósseas para a determinação da biodisponibilidade relativa de fósforo para aves e suínos</title>
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    <description>Título: Metodologias de análises ósseas para a determinação da biodisponibilidade relativa de fósforo para aves e suínos
Autor: Moura, Leila Cristina Salles
Resumo: O fósforo (P) é um dos minerais essenciais para a vida e o desenvolvimento dos animais. Entretanto, devido à alta excreção de P pelos suínos, seu uso tem sido negativamente relacionado ao desenvolvimento sustentável da produção. Portanto, é essencial conhecer o real uso das fontes de P pelos animais para a formulação de rações cada vez mais precisas pelos nutricionistas. Os testes de biodisponibilidade relativa (BDR) permitem entender o real uso de diferentes fontes de nutrientes, utilizando uma fonte principal como referência. Por padrão, o osso é um dos principais tecidos que respondem aos níveis de P da dieta. No entanto, não há um consenso na literatura que indique a principal análise óssea realizada para a avaliação da BDR de P. A hipótese testada é a de que é possível padronizar um método ideal para a determinação da BDR de P, de modo que há uma avaliação óssea e um tipo de ósseo, entre costela e metacarpo, que melhor indica o parâmetro de ingestão de P. Neste sentido, o objetivo por meio do presente estudo foi: (1) revisar sistematicamente os estudos de BDR de P para aves e suínos e (2) investigar a correlação entre diferentes metodologias de avaliação óssea, bem como sua correlação com dados de ingestão de P e desempenho de suínos em crescimento suplementados com fosfatos bicálcico (FBC), tricálcico (FTC) e monossódico (FMS). Com a revisão sistemática foi possível identificar a falta de padronização nos ensaios de BDR de Ca e P, com o uso de diferentes fontes padrão utilizado nos ensaios, bem como a adoção de diferentes ossos e avaliações ósseas. Portanto, toma-se necessária a maior atenção de nutricionistas e pesquisadores ao considerarem os dados de BDR para a escolha de ingredientes mais biodisponíveis. Além disso, toma-se importante a padronização das metodologias aplicadas aos ensaios de BDR. Com os resultados da investigação metodológica foi possível estabelecer que as análises de cinzas em gramas (Cg), densidade mineral óssea em mmAl (DMOmmAl) e em cm2 (DMOcm2) são bons indicadores da mineralização óssea, a partir de suas respostas de correlação aos dados de ingestão de P. Em acréscimo, propõe-se a utilização de ossos com mais proporção de osso trabecular, como a costela, uma vez que esta estrutura apresentou maior sensibilidade aos níveis de ingestão de P.</description>
    <dc:date>2025-08-04T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26301">
    <title>Digestibilidade do fósforo da farinha de carne e ossos para suínos em crescimento</title>
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    <description>Título: Digestibilidade do fósforo da farinha de carne e ossos para suínos em crescimento
Autor: Oliveira, Diana Assis de
Resumo: Objetivou-se com este trabalho determinar os coeficientes de digestibilidade verdadeira de fósforo (CDVP) da farinha de carne e ossos (FCO). Para isso, dois ensaios foram conduzidos. No primeiro ensaio, avaliou-se o CDVP da farinha de carne e ossos comparando o método direto e de regressão. Três dietas experimentais purificadas foram formuladas e 5g/kg de dióxido de titânio foi adicionado nas dietas como indicador indigestível. Foram utilizados 18 suínos em crescimento (12 machos castrados e 6 fêmeas) os quais foram alojados em baias individuais. Os animais foram distribuídas em delineamento de blocos casualizados, consistindo em três tratamentos, com seis repetições, sendo cada animal uma unidade experimental. O método direto apresentou perdas endógenas de 753,5 mg/kg de matéria seca ingerida (MSI), enquanto o método de regressão apresentou 416 mg/kg de MSI. Os CDVPs determinados pelos métodos direto e de regressão foram de 46,12% e 51,21%, respectivamente, não havendo diferenças significativas entre os valores (P&gt;0,05). No segundo ensaio, objetivou-se determinar o CDVP da FCO através do método de regressão com uso de dietas práticas. Três dietas experimentais, à base de milho e farelo de soja, foram formuladas e 5g/kg de dióxido de titânio foi adicionado nas dietas como indicador indigestível. Um total de 15 suínos em crescimento (9 machos castrados e 6 fêmeas) foram alojados em baias individuais. O delineamento foi em blocos casualizados, consistindo em três tratamentos, com cinco repetições, sendo cada animal uma unidade experimental. No método de regressão, o ingrediente teste é a única fonte de variação do fósforo dietético. A perda endógena com o uso da dieta prática foi estimada em 3200 mg/kg de MSI. O CDVP da FCO foi de 89,60%. A utilização destes valores permite a elaboração de banco de dados mais precisos de fósforo da FCO para suínos. No entanto, a padronização dos ensaios parece ser necessária para que os valores obtidos possam ser confiáveis.</description>
    <dc:date>2025-08-05T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26298">
    <title>Valor Nutritivo da Forragem do Consórcio de Capim-tamani com Amendoim Forrageiro, Manejado sob Frequências e Intensidades de Desfolha</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26298</link>
    <description>Título: Valor Nutritivo da Forragem do Consórcio de Capim-tamani com Amendoim Forrageiro, Manejado sob Frequências e Intensidades de Desfolha
Autor: Santos, Breno Augusto Vaz
Resumo: Sob a hipótese de que o valor nutritivo da forragem pode ser incrementado sob manejos de&#xD;
frequências e intensidades de desfolha em sistemas consorciados durante os períodos chuvosos&#xD;
e secos, objetivou-se com este trabalho avaliar o valor nutritivo do capim-Tamani (Megathyrsus&#xD;
maximus cv. BRS Tamani) e do amendoim forrageiro (Arachis pintoi cv. Belmonte)&#xD;
estabelecidos em consórcio e submetidos a frequências e intensidades de desfolha, durante os&#xD;
períodos das Águas 1, que incluiu a primavera e verão (de 23/09/2023 a 20/03/2024), de&#xD;
Outono (de 21/03 a 17/06/2024), e das Águas 2 que incluiu a Primavera e verão seguintes (de&#xD;
22/09/2024 a 20/03/2025). Foi conduzido um experimento sob delineamento em blocos&#xD;
casualizados e em arranjo fatorial, com quatro tratamentos e cinco repetições. Os tratamentos&#xD;
foram formados pela combinação de duas frequências (85 e 95% de interceptação luminosa –&#xD;
IL) e duas intensidades de desfolha (10 e 20 cm de altura resíduo). Foram determinadas as&#xD;
concentrrações de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), fibra&#xD;
insolúvel em detergente neutro (FDN) e de fibra insolúvel em detergente neutro indigestível&#xD;
(FDNi), além do coeficiente de digestivilidade in vitro da matéria seca (DIVMS)das forragens&#xD;
das plantas consorciadas. Os dados foram analisados como medidas repetidas no tempo pelo&#xD;
PROC MIXED do SAS®&#xD;
&#xD;
, e as médias dos tratamentos comparadas pela PDIFF (P&lt;0,05). As&#xD;
concentrações de MS, PB e de MO do capim-Tamani e do amendoim forrageiro variaram em&#xD;
função da interação entre tratamentos e períodos, enquanto a concentração de FDN e o&#xD;
coeficiente de DIVMS variam em função dos períodos e das frequências de desfolha para o&#xD;
capim-Tamani, e dos tratamentos e períodos para o amendoim forrageiro. Dosséis&#xD;
consorciados, manejados sob maior frequência de desfolha (85% de IL), concomitante à menor&#xD;
altura de resíduo (10 cm de resíduo) para o amendoim forrageiro e à maior altura de resíduo (20&#xD;
cm de resíduo) para o capim-Tamani, resultam em maiores concentrações de PB da forragem&#xD;
durante os períodos chuvosos e seco. Maiores DIVMS das forragens do capim-Tamani e do&#xD;
amendoim forrageiro são obtidas sob maior frequência de desfolha (85% de IL), com o avanço&#xD;
do estabelecimento e durante o período chuvoso para o capim-Tamani, e durante o Outono para&#xD;
o amendoim forrageiro. A concentração de FDN do capim-Tamani não variou em função das&#xD;
frequências e alturas de resíduo testadas, enquanto aquela do amendoim forrageiro aumentou&#xD;
sob o manejo de 95% de IL e 20 cm de resíduo nos períodos avaliados. Maiores concentrações&#xD;
&#xD;
de PB e coeficientes de DIVMS foram obtidos para o amendoim forrageiro do que para o capim-&#xD;
Tamani (84,0 e 6,4% maiores, respectivamente) durante todo o período experimental. Para&#xD;
&#xD;
maximizar o valor nutritivo das forragens do amendoim forrageiro e do capim-Tamani em&#xD;
consórcio na região da Baixada Fluminense, recomenda-se adotar o manejo sob maior&#xD;
frequência (85% de IL), e sob maior intensidade de desfolha (10 cm de resíduo) para priorizar&#xD;
os atributos nutricionais do amendoim forrageiro, ou sob menor intensidade de desfolha (20 cm&#xD;
de resíduo) para beneficiar o perfil nutricional do capim-Tamani</description>
    <dc:date>2026-03-07T00:00:00Z</dc:date>
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