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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Metodologias de análises ósseas para a determinação da biodisponibilidade relativa de fósforo para aves e suínos</title>
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    <description>Título: Metodologias de análises ósseas para a determinação da biodisponibilidade relativa de fósforo para aves e suínos
Autor: Moura, Leila Cristina Salles
Resumo: O fósforo (P) é um dos minerais essenciais para a vida e o desenvolvimento dos animais. Entretanto, devido à alta excreção de P pelos suínos, seu uso tem sido negativamente relacionado ao desenvolvimento sustentável da produção. Portanto, é essencial conhecer o real uso das fontes de P pelos animais para a formulação de rações cada vez mais precisas pelos nutricionistas. Os testes de biodisponibilidade relativa (BDR) permitem entender o real uso de diferentes fontes de nutrientes, utilizando uma fonte principal como referência. Por padrão, o osso é um dos principais tecidos que respondem aos níveis de P da dieta. No entanto, não há um consenso na literatura que indique a principal análise óssea realizada para a avaliação da BDR de P. A hipótese testada é a de que é possível padronizar um método ideal para a determinação da BDR de P, de modo que há uma avaliação óssea e um tipo de ósseo, entre costela e metacarpo, que melhor indica o parâmetro de ingestão de P. Neste sentido, o objetivo por meio do presente estudo foi: (1) revisar sistematicamente os estudos de BDR de P para aves e suínos e (2) investigar a correlação entre diferentes metodologias de avaliação óssea, bem como sua correlação com dados de ingestão de P e desempenho de suínos em crescimento suplementados com fosfatos bicálcico (FBC), tricálcico (FTC) e monossódico (FMS). Com a revisão sistemática foi possível identificar a falta de padronização nos ensaios de BDR de Ca e P, com o uso de diferentes fontes padrão utilizado nos ensaios, bem como a adoção de diferentes ossos e avaliações ósseas. Portanto, toma-se necessária a maior atenção de nutricionistas e pesquisadores ao considerarem os dados de BDR para a escolha de ingredientes mais biodisponíveis. Além disso, toma-se importante a padronização das metodologias aplicadas aos ensaios de BDR. Com os resultados da investigação metodológica foi possível estabelecer que as análises de cinzas em gramas (Cg), densidade mineral óssea em mmAl (DMOmmAl) e em cm2 (DMOcm2) são bons indicadores da mineralização óssea, a partir de suas respostas de correlação aos dados de ingestão de P. Em acréscimo, propõe-se a utilização de ossos com mais proporção de osso trabecular, como a costela, uma vez que esta estrutura apresentou maior sensibilidade aos níveis de ingestão de P.</description>
    <dc:date>2025-08-04T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26301">
    <title>Digestibilidade do fósforo da farinha de carne e ossos para suínos em crescimento</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26301</link>
    <description>Título: Digestibilidade do fósforo da farinha de carne e ossos para suínos em crescimento
Autor: Oliveira, Diana Assis de
Resumo: Objetivou-se com este trabalho determinar os coeficientes de digestibilidade verdadeira de fósforo (CDVP) da farinha de carne e ossos (FCO). Para isso, dois ensaios foram conduzidos. No primeiro ensaio, avaliou-se o CDVP da farinha de carne e ossos comparando o método direto e de regressão. Três dietas experimentais purificadas foram formuladas e 5g/kg de dióxido de titânio foi adicionado nas dietas como indicador indigestível. Foram utilizados 18 suínos em crescimento (12 machos castrados e 6 fêmeas) os quais foram alojados em baias individuais. Os animais foram distribuídas em delineamento de blocos casualizados, consistindo em três tratamentos, com seis repetições, sendo cada animal uma unidade experimental. O método direto apresentou perdas endógenas de 753,5 mg/kg de matéria seca ingerida (MSI), enquanto o método de regressão apresentou 416 mg/kg de MSI. Os CDVPs determinados pelos métodos direto e de regressão foram de 46,12% e 51,21%, respectivamente, não havendo diferenças significativas entre os valores (P&gt;0,05). No segundo ensaio, objetivou-se determinar o CDVP da FCO através do método de regressão com uso de dietas práticas. Três dietas experimentais, à base de milho e farelo de soja, foram formuladas e 5g/kg de dióxido de titânio foi adicionado nas dietas como indicador indigestível. Um total de 15 suínos em crescimento (9 machos castrados e 6 fêmeas) foram alojados em baias individuais. O delineamento foi em blocos casualizados, consistindo em três tratamentos, com cinco repetições, sendo cada animal uma unidade experimental. No método de regressão, o ingrediente teste é a única fonte de variação do fósforo dietético. A perda endógena com o uso da dieta prática foi estimada em 3200 mg/kg de MSI. O CDVP da FCO foi de 89,60%. A utilização destes valores permite a elaboração de banco de dados mais precisos de fósforo da FCO para suínos. No entanto, a padronização dos ensaios parece ser necessária para que os valores obtidos possam ser confiáveis.</description>
    <dc:date>2025-08-05T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26298">
    <title>Valor Nutritivo da Forragem do Consórcio de Capim-tamani com Amendoim Forrageiro, Manejado sob Frequências e Intensidades de Desfolha</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26298</link>
    <description>Título: Valor Nutritivo da Forragem do Consórcio de Capim-tamani com Amendoim Forrageiro, Manejado sob Frequências e Intensidades de Desfolha
Autor: Santos, Breno Augusto Vaz
Resumo: Sob a hipótese de que o valor nutritivo da forragem pode ser incrementado sob manejos de&#xD;
frequências e intensidades de desfolha em sistemas consorciados durante os períodos chuvosos&#xD;
e secos, objetivou-se com este trabalho avaliar o valor nutritivo do capim-Tamani (Megathyrsus&#xD;
maximus cv. BRS Tamani) e do amendoim forrageiro (Arachis pintoi cv. Belmonte)&#xD;
estabelecidos em consórcio e submetidos a frequências e intensidades de desfolha, durante os&#xD;
períodos das Águas 1, que incluiu a primavera e verão (de 23/09/2023 a 20/03/2024), de&#xD;
Outono (de 21/03 a 17/06/2024), e das Águas 2 que incluiu a Primavera e verão seguintes (de&#xD;
22/09/2024 a 20/03/2025). Foi conduzido um experimento sob delineamento em blocos&#xD;
casualizados e em arranjo fatorial, com quatro tratamentos e cinco repetições. Os tratamentos&#xD;
foram formados pela combinação de duas frequências (85 e 95% de interceptação luminosa –&#xD;
IL) e duas intensidades de desfolha (10 e 20 cm de altura resíduo). Foram determinadas as&#xD;
concentrrações de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), fibra&#xD;
insolúvel em detergente neutro (FDN) e de fibra insolúvel em detergente neutro indigestível&#xD;
(FDNi), além do coeficiente de digestivilidade in vitro da matéria seca (DIVMS)das forragens&#xD;
das plantas consorciadas. Os dados foram analisados como medidas repetidas no tempo pelo&#xD;
PROC MIXED do SAS®&#xD;
&#xD;
, e as médias dos tratamentos comparadas pela PDIFF (P&lt;0,05). As&#xD;
concentrações de MS, PB e de MO do capim-Tamani e do amendoim forrageiro variaram em&#xD;
função da interação entre tratamentos e períodos, enquanto a concentração de FDN e o&#xD;
coeficiente de DIVMS variam em função dos períodos e das frequências de desfolha para o&#xD;
capim-Tamani, e dos tratamentos e períodos para o amendoim forrageiro. Dosséis&#xD;
consorciados, manejados sob maior frequência de desfolha (85% de IL), concomitante à menor&#xD;
altura de resíduo (10 cm de resíduo) para o amendoim forrageiro e à maior altura de resíduo (20&#xD;
cm de resíduo) para o capim-Tamani, resultam em maiores concentrações de PB da forragem&#xD;
durante os períodos chuvosos e seco. Maiores DIVMS das forragens do capim-Tamani e do&#xD;
amendoim forrageiro são obtidas sob maior frequência de desfolha (85% de IL), com o avanço&#xD;
do estabelecimento e durante o período chuvoso para o capim-Tamani, e durante o Outono para&#xD;
o amendoim forrageiro. A concentração de FDN do capim-Tamani não variou em função das&#xD;
frequências e alturas de resíduo testadas, enquanto aquela do amendoim forrageiro aumentou&#xD;
sob o manejo de 95% de IL e 20 cm de resíduo nos períodos avaliados. Maiores concentrações&#xD;
&#xD;
de PB e coeficientes de DIVMS foram obtidos para o amendoim forrageiro do que para o capim-&#xD;
Tamani (84,0 e 6,4% maiores, respectivamente) durante todo o período experimental. Para&#xD;
&#xD;
maximizar o valor nutritivo das forragens do amendoim forrageiro e do capim-Tamani em&#xD;
consórcio na região da Baixada Fluminense, recomenda-se adotar o manejo sob maior&#xD;
frequência (85% de IL), e sob maior intensidade de desfolha (10 cm de resíduo) para priorizar&#xD;
os atributos nutricionais do amendoim forrageiro, ou sob menor intensidade de desfolha (20 cm&#xD;
de resíduo) para beneficiar o perfil nutricional do capim-Tamani</description>
    <dc:date>2026-03-07T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26276">
    <title>Implantação e manejo da braquiária (Urochloa ruziziensis) consorciada com milho (Zea mays) em integração lavoura-pecuária</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26276</link>
    <description>Título: Implantação e manejo da braquiária (Urochloa ruziziensis) consorciada com milho (Zea mays) em integração lavoura-pecuária
Autor: Santos, Julia Crespo dos
Resumo: A intensificação da produção agropecuária ocorre pelo desenvolvimento de novas alternativas&#xD;
que devem estar associadas a práticas sustentáveis, com o objetivo de reduzir os impactos&#xD;
ambientais oriundos dos sistemas produtivos tradicionais. Neste foco, foi conduzido um&#xD;
estudo com objetivo de avaliar estratégias de implantação e o manejo da Urochloa ruziziensis&#xD;
cv. BRS Integra em um sistema de integração lavoura-pecuária. O experimento foi realizado&#xD;
no Campo Experimental José Henrique Brusqui, pertencente à Embrapa Gado de Leite,&#xD;
localizado em Coronel Pacheco – MG, durante a safra 2024/2025 (06/11/2024 a 28/10/2025),&#xD;
sob delineamento experimental em blocos casualizados, em esquema de parcelas&#xD;
subsubdivididas. Nas parcelas foram alocados os métodos de plantio da U. ruziziensis cv. BRS&#xD;
Integra (plantio a lanço e plantio em linha), nas subparcelas as taxas de semeadura da forrageira&#xD;
(2, 4, 6 e 8 kg ha−1 de sementes puras viáveis) e, nas subsubparcelas, as estratégias de manejo&#xD;
da forrageira após a colheita do milho (sem colheita, colheita simulando pastejo e colheita para&#xD;
ensilagem durante a entressafra), em área total de 2.240 m2, sendo as áreas das parcelas,&#xD;
subparcelas e subsubparcelas de 280, 70 e 23 m2, respectivamente, totalizando 96 unidades&#xD;
experimentais. Os plantios do milho e da U. ruziziensis cv. BRS Integra foram realizados&#xD;
simultaneamente nas parcelas do plantio em linha com semeadora de plantio direto e em&#xD;
sequência no mesmo dia no plantio a lanço. Avaliou-se o desempenho produtivo da cultura do&#xD;
milho por meio da caracterização do estande de plantas, altura de plantas e de inserção de&#xD;
espigas, além da produtividade para ensilagem. Para o componente forrageiro, foram avaliadas&#xD;
a massa seca acumulada, a taxa de acúmulo de forragem e o valor nutritivo da forragem de U.&#xD;
ruziziensis cv. BRS Integra. Os dados foram submetidos à análise de variância utilizando o&#xD;
procedimento PROC MIXED do pacote estatístico SAS®, versão 9.3 para Windows. As médias&#xD;
dos tratamentos foram estimadas pela média dos mínimos quadrados (LSMEANS) e&#xD;
comparadas pelo teste PDIFF (P&lt;0,05). Os efeitos significativos das taxas de semeadura foram&#xD;
avaliados por análise de regressão, utilizando o PROC REG (P&lt;0,05). Houve efeito do método&#xD;
de plantio e do manejo da forrageira sobre a massa seca acumulada para dessecação, sendo o&#xD;
plantio em linha, em média, 11,7% superior ao plantio a lanço. Os manejos sem colheita e com&#xD;
colheita simulando pastejo promoveram produção de palhada superior ao mínimo recomendado&#xD;
para a safra subsequente, com média de 4,7 t ha−1 de massa seca. Quanto à produtividade do&#xD;
milho, maiores valores foram observados no método de plantio a lanço e no manejo da&#xD;
forrageira para ensilagem, com médias de 14,8 e 14,5 t ha−1 de massa seca, respectivamente. A&#xD;
cultivar BRS Integra mostrou-se adequada para sistemas de integração lavoura-pecuária com&#xD;
milho, apresentando bom desempenho sob condições de déficit hídrico e potencial para&#xD;
produção de forragem e palhada durante a entressafra</description>
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