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    <dc:date>2026-07-21T00:16:48Z</dc:date>
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    <title>Processos físicos, petrogenéticos e geodinâmicos relacionados ao vulcanismo da sequência pré-sal na porção central da Bacia de Santos</title>
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    <description>Título: Processos físicos, petrogenéticos e geodinâmicos relacionados ao vulcanismo da sequência pré-sal na porção central da Bacia de Santos
Autor: Medeiros, Rodrigo Jesus de
Resumo: Os maiores volumes de reservas de petróleo e gás do Brasil ocorrem na sequência sedimentar&#xD;
do Cretáceo Inferior abaixo de uma espessa camada evaporítica na Bacia de Santos.&#xD;
Associadas a essa sequência pré-sal, ocorrem rochas magmáticas máficas intercaladas aos&#xD;
principais intervalos geradores e reservatórios, cuja gênese e papel no sistema petrolífero&#xD;
ainda não são plenamente compreendidos. O magmatismo pré-sal está relacionado à&#xD;
evolução tectônica da bacia durante a fragmentação do Gondwana e persistiu até o Aptiano&#xD;
Superior, ao longo do estágio sag, sendo tradicionalmente interpretado com base em dados&#xD;
geofísicos, com uso limitado de informações petrológicas e geoquímicas em modelos&#xD;
petrogenéticos e geodinâmicos. Esta dissertação apresenta um estudo petrológico integrado&#xD;
de amostras de testemunhos laterais recuperadas de dois poços localizados nas porções norte&#xD;
e sul da região central da Bacia de Santos. As rochas estudadas correspondem a basaltos&#xD;
toleíticos de alto e baixo teor de Ti, cujos episódios eruptivos ocorreram de forma sincrônica&#xD;
aos processos sedimentares responsáveis pela formação dos principais reservatórios pré-sal.&#xD;
A investigação envolveu análises petrográficas, geoquímicas de elementos maiores, traço e&#xD;
terras raras, além de modelagens petrogenéticas, com o objetivo de reconstruir os processos&#xD;
magmáticos, os estilos vulcânicos e os cenários geodinâmicos associados. Os resultados&#xD;
indicam que os basaltos toleíticos de alto Ti, na porção norte da área de estudo, correspondem&#xD;
a um único derrame basáltico espesso, com aproximadamente 48 m de espessura. Em&#xD;
contraste, os basaltos toleíticos de baixo Ti, na porção sul, registram múltiplos episódios&#xD;
vulcânicos, incluindo eventos efusivos e explosivos, alimentados por pelo menos seis fontes&#xD;
magmáticas subvulcânicas distintas ao longo de três eventos vulcânicos separados por&#xD;
períodos de quiescência sedimentar. A modelagem petrogenética sugere que ambos os&#xD;
grupos de basaltos derivam de diferentes graus de fusão parcial de uma fonte mantélica&#xD;
comum. Os dados geoquímicos e os resultados das modelagens são compatíveis com um&#xD;
cenário geodinâmico envolvendo a interação entre uma astenosfera rasa enriquecida e o&#xD;
manto litosférico subcontinental durante os estágios iniciais do rifteamento do Gondwana.&#xD;
Não há evidências diretas de contribuição de magmas derivados de uma pluma mantélica,&#xD;
embora sua possível presença em níveis mais profundos possa ter fornecido o aporte térmico&#xD;
necessário para promover a fusão parcial do manto raso. Esse regime magmático implica um&#xD;
elevado gradiente geotérmico durante a formação do sistema petrolífero pré-sal na Bacia de&#xD;
Santos.</description>
    <dc:date>2026-04-24T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24514">
    <title>Caracterização radiométrica do maciço alcalino do Morro de São João - RJ</title>
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    <description>Título: Caracterização radiométrica do maciço alcalino do Morro de São João - RJ
Autor: Heitor, André Gava
Resumo: O Maciço Alcalino do Morro de São João (MSJ), integrante do Alinhamento Alcalino Poços&#xD;
de Caldas–Cabo Frio (PCCF), é constituído predominantemente por sienitos, apresentando&#xD;
ampla variação composicional expressa em litotipos melanocráticos, mesocráticos e&#xD;
leucocráticos. Diferentemente de outros maciços alcalinos do mesmo alinhamento, o MSJ não&#xD;
possui afloramentos expressivos, sendo seus litotipos reconhecidos principalmente em blocos&#xD;
e matacões de diversas formas e dimensões. Essa característica, aliada ao difícil acesso ao&#xD;
interior do maciço, limita o detalhamento do mapeamento litológico. Neste trabalho,&#xD;
empregou-se gamaespectrometria em diferentes escalas — aérea, de campo e laboratorial —&#xD;
com o objetivo de caracterizar radiometricamente o maciço e relacionar a distribuição de K,&#xD;
Th e U aos litotipos presentes. Os dados aéreos e de campo foram processados no software&#xD;
Oasis Montaj Student Version, resultando em mapas de distribuição dos radioelementos, bem&#xD;
como mapas interpretativos (ternário, fator F) e de razões isotópicas. Observou-se boa&#xD;
correlação entre os levantamentos aéreos e de campo; entretanto, os dados de campo revelaram&#xD;
variações localizadas não detectadas pelos aerolevantamentos, atribuídas à maior resolução e&#xD;
proximidade da fonte nos equipamentos portáteis. As análises laboratoriais confirmaram um&#xD;
padrão de enriquecimento em K, Th e U diretamente relacionado ao grau de evolução&#xD;
magmática: rochas melanocráticas apresentam menores teores, enquanto rochas félsicas&#xD;
exibem enriquecimento progressivo, refletindo o comportamento incompatível desses&#xD;
elementos durante a diferenciação magmática. Adicionalmente, foram estimadas as taxas de&#xD;
produção de calor radiogênico a partir de dados de campo e de amostras, evidenciando a&#xD;
contribuição dos elementos radiogênicos para o regime térmico crustal na região.</description>
    <dc:date>2025-10-26T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23446">
    <title>Caracterização hidrogeoquímica e indicadores de influência antrópica nas águas subterrâneas no entorno da Baía da Guanabara – RJ</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23446</link>
    <description>Título: Caracterização hidrogeoquímica e indicadores de influência antrópica nas águas subterrâneas no entorno da Baía da Guanabara – RJ
Autor: Souza, Nicole Delaunay
Resumo: A demanda global por fontes de água para o abastecimento humano tem sido crescente no&#xD;
último século. A degradação de corpos hídricos e aquíferos tem tornado pungente um&#xD;
planejamento e gestão destes recursos naturais. Neste sentido destaca-se a região do entorno&#xD;
da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara (RHBG), situada no Rio de Janeiro, por ser&#xD;
uma área com grande densidade populacional associada a elevados níveis de degradação&#xD;
ambiental. O presente estudo se concentra na análise hidrogeoquímica dos aquíferos&#xD;
circundantes à Região Hidrográfica da Baía da Guanabara (RHBG), situada no Rio de&#xD;
Janeiro, investigando a interação das águas subterrâneas com os materiais geológicos&#xD;
durante a percolação e estabelecendo uma relação espacial entre as zonas urbanas,&#xD;
industriais e a hidrogeoquímica local. Neste estudo, foram analisados 228 poços, separados&#xD;
por tipos de aquífero, resultando em 138 fissurais e 90 porosos, predominantemente sódicas.&#xD;
Essa predominância de águas sódicas pode ser atribuída à influência de cunha salina, dada&#xD;
a proximidade da Baía ao oceano, e às atividades antrópicas, como a descarga de efluentes&#xD;
industriais e urbanos, que alteram a composição química das águas subterrâneas. A partir&#xD;
do diagrama de mistura, constatou-se que a maioria dos poços amostrados se encontram no&#xD;
campo das rochas silicáticas, para ambos os tipos de aquífero. Contudo, Nos aquíferos&#xD;
porosos, observou-se um significativo número de poços sob maior influência de&#xD;
efluentes/evaporitos, nos poços localizados a leste da Baía de Guanabara. Enquanto que nos&#xD;
aquíferos fissurais, os efluentes/evaporitos estão predominantemente concentrados nos&#xD;
poços a oeste da baía. Este resultado evidencia como os aquíferos estão sendo influenciados&#xD;
conforme sua localização. A alta variabilidade do Índice Químico Inorgânico pode indicar&#xD;
zonas de poluição pontual ou difusa, influenciadas por descargas de efluentes, escoamento&#xD;
superficial e infiltração de contaminantes. Esta variação revela um padrão distintivo&#xD;
relacionado ao uso do solo e ao tipo de aquífero na região estudada, quando observada&#xD;
espacialmente. A classificação das águas como cloretadas e sódicas sugere que processos&#xD;
de salinização estão ocorrendo, o que pode impactar negativamente a biodiversidade&#xD;
aquática e a qualidade da água para consumo humano e agrícola. Este estudo destaca a&#xD;
importância de compreender a hidrogeoquímica dos aquíferos em áreas urbanas e&#xD;
industriais, não apenas para a preservação do ecossistema local, mas também para a saúde&#xD;
pública e o desenvolvimento sustentável. Os resultados apontam para a necessidade de&#xD;
políticas integradas de gestão de recursos hídricos, que considerem tanto a conservação&#xD;
ambiental quanto o desenvolvimento econômico, garantindo assim um equilíbrio entre o uso&#xD;
e a proteção das águas subterrâneas no entorno da Baía de Guanabara.</description>
    <dc:date>2024-04-29T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23258">
    <title>Vulnerabilidade de aquíferos em unidades hidrológicas de planejamento (UHP): estudo de caso rio Guandu-Mirim e bacias litorâneas, RJ.</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23258</link>
    <description>Título: Vulnerabilidade de aquíferos em unidades hidrológicas de planejamento (UHP): estudo de caso rio Guandu-Mirim e bacias litorâneas, RJ.
Autor: Kiffer, Rafael Bittencourt
Resumo: Estudos de vulnerabilidade de aquíferos têm sido desenvolvidos com o intuito de&#xD;
identificar áreas mais suscetíveis à contaminação, servindo também como ferramenta para a&#xD;
gestão dos recursos hídricos subterrâneos. A área de estudo corresponde às Unidades&#xD;
Hidrológicas de Planejamento (UHPs) Guandu-Mirim e Bacias Litorâneas, inseridas naRegião&#xD;
Hidrográfica II do estado do Rio de Janeiro e tem como objetivo o mapeamento da&#xD;
vulnerabilidade de contaminação de aquífero, dos tipos sedimentar e fraturado, com suporte de&#xD;
Sistema de Informações Geográficas(SIG’s). A partir da triagem de dados referentes a um total&#xD;
de 618 poços disponibilizados pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA), 99 foram&#xD;
selecionados para a análise do nível estático por estarem localizados dentro da área de estudo,&#xD;
além de mapas temáticos de pedologia, geologia e densidade de lineamentos que combinados&#xD;
através de álgebra de mapas permitiram a aplicação do método conhecido como G.O.D.&#xD;
(Groundwater occurrence; Overall aquifer class; Depth to groundwater) para a estimativa da&#xD;
vulnerabilidade do aquífero sedimentar e fraturado. Os lineamentos traçados no Modelo Digital&#xD;
de Elevação demonstram uma direção preferencial NE-SW e, subordinadamente, nas direções&#xD;
NW-SE e E-W. A vulnerabilidade na área de estudo tem caráter baixo de uma forma geral,&#xD;
compreendendo 84,86% da área total, enquanto que a classificada como média, 7,6% e,&#xD;
insignificante 7,53%. As técnicas utilizadas se mostraram úteis e inovadora em termos de&#xD;
estudos para a análise da vulnerabilidade na região, que por sua vez traz informações&#xD;
estratégicas para a gestão dos recursos hídricos nas UHPs, em questão.</description>
    <dc:date>2024-02-29T00:00:00Z</dc:date>
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