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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/669</link>
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    <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 04:11:05 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-08T04:11:05Z</dc:date>
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      <title>Compósito de material residual encolado com lignosulfonato</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23027</link>
      <description>Título: Compósito de material residual encolado com lignosulfonato
Autor: Almeida, José Patrício Santana de
Resumo: O objetivo deste estudo foi desenvolver e caracterizar um compósito desenvolvido a partir de madeira de eucalipto e resíduos de endocarpo de macadâmia, fragmentos de borracha e lignosulfonato. Para isso, foram deteterminadas as densidades nominais e proporções de partículas, identificados como tratamentos, 1 e 2. Para o tratamento 1 foi aplicada a proporção de 65% de partículas de endocarpo de macadâmia, 20% de partículas de madeira de Eucalyptus sp., 10% de partículas de solado de sandália do tipo flip-flop, 5% de lignosulfonato. Para o tratamento 2 foi aplicada a proporção de 20% de partículas de endocarpo de macadâmia, 65% de partículas de madeira de Eucalyptus sp., 10% de partículas de solado de sandália do tipo flip-flop, 5% de lignosulfonato. As partículas do endocarpo, madeira e de solado de borracha foram classificadas com base em sua granulometria, densidade aparente e teor de umidade, para aplicação no compósito. Em cada painel, o material foi pesado e posteriormente, misturado com o adesivo de poliuretano à base de óleo de mamona, AGT-1315. As misturas homogeneizadas manualmente foram colocadas em moldes (43 cm × 43 cm) e prensadas a quente em prensa hidráulica a 120 °C e 45 kgf/cm² por aproximadamente 8 minutos. A espessura dos compósitos formados foi de 1,28cm. Foram avaliados quanto às propriedades físicas (densidade aparente, teor de umidade, absorção de água e inchamento em espessura após 2 e 24 horas) e mecânicas (flexão estática, tração perpendicular, arrancamento de parafuso e dureza Janka). Os resultados mostram que T1 apresentou melhor desempenho nos testes físicos, com menor absorção de água (17,78%/24h), menor inchamento em espessura (9,60%/24h) com e densidade nominal de 0,820 g/cm3. O T2 destacou-se nos resultados mecânicos, com maior resistência à flexão (MOR = 11,46 MPa), módulo de elasticidade (MOE = 2102,64 MPa), dureza Janka (46,14 MPa) e com densidade nominal de 0,790 g/cm3. Os resultados indicam a viabilidade técnica do reaproveitamento de resíduos agroindustriais e urbanos na formulação de compósitos sustentáveis para aplicações não estruturais.</description>
      <pubDate>Mon, 30 Jun 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23027</guid>
      <dc:date>2025-06-30T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estudo da biodegradabilidade de embalagens de papéis de mercado</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23026</link>
      <description>Título: Estudo da biodegradabilidade de embalagens de papéis de mercado
Autor: Andrade, Julie Alves Filgueira de
Resumo: Com uma elevada versatilidade e importância no dia a dia do consumidor, as embalagens vêm se tornando, cada vez mais, um fator de relevância no mercado. No país, foram gerados cerca de 81 milhões de toneladas de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) em 2023, sendo que 1/3 desse total é composto por embalagens. Esse volume expressivo posiciona o setor de embalagens como um componente estratégico nas discussões de impacto ambiental. Além disso, o polímero mais presente na composição de embalagens é o plástico, caracterizado com baixa degradação e alto impacto ao meio ambiente, decorrente ao seu ciclo de vida desde à aquisição da matéria-prima, passando pelos processos de fabricação e uso, até o descarte final. Analisando a crescente demanda por embalagens, se faz necessário utilizar material vegetal como matéria-prima, em que geram menos impactos ao meio ambiente e apresentam maior taxa de degradação. Diante disso, o interesse por pesquisas e desenvolvimento de embalagens eco-friendly estão em crescimento contínuo, e a substituição pelas embalagens tradicionais em diversos estabelecimentos, vem acontecendo gradativamente. Apesar das vantagens de embalagens biodegradáveis, por serem constituídas de material vegetal, levanta-se o questionamento do quão sustentável são, diante dos aditivos acrescentados em sua constituição com objetivo de fornecer uma barreira para o alimento, protegendo-o com relação aos agentes externos. O objetivo desse trabalho foi analisar, ao longo de cinco semanas, a capacidade de biodegradação de três embalagens com características distintas, sendo uma sem revestimento de plástico (RE-K), e duas revestidas com plástico, onde uma com papel Kraft na região externa da embalagem e outra com papel branqueado com brilho (RI-B e RI-K, respectivamente), dentro de um sistema com solo proveniente de aterro sanitário sob uma temperatura de 58 ± 2°. Dentre as amostras, a embalagem RE-K apresentou o maior percentual de biodegradação com 33%, seguido da RI-B e RI-K com 29% e 21%, respectivamente. A partir dos resultados encontrados, suponha-se que a influência na degradação do material foi devido ao uso do polímero plástico e o nível percentual de lignina presente na composição das embalagens, contribuindo para uma menor interação das fibras do papel com a umidade.</description>
      <pubDate>Mon, 30 Jun 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23026</guid>
      <dc:date>2025-06-30T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Percepção de apenados do sistema prisional acerca do trabalho na restauração florestal</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23025</link>
      <description>Título: Percepção de apenados do sistema prisional acerca do trabalho na restauração florestal
Autor: Pires, Letícia Teixeira
Resumo: A crise do sistema prisional brasileiro e a necessidade de políticas públicas mais inclusivas têm impulsionado o debate sobre práticas de ressocialização associadas a benefícios coletivos. Nesse contexto, iniciativas que unem trabalho prisional e restauração ecológica ganham destaque por aliarem justiça social e sustentabilidade ambiental. Este estudo investigou as percepções de apenados participantes do Programa Replantando Vida, desenvolvido no estado do Rio de Janeiro, que envolve pessoas privadas de liberdade em atividades de restauração florestal. A pesquisa utilizou a Metodologia Q para identificar diferentes padrões subjetivos entre os participantes, a partir de um conjunto estruturado de 36 afirmações. A análise fatorial revelou quatro grupos de percepção: autoestima e capacitação profissional; bem-estar e conexão com a natureza; reconhecimento social e confiança; consciência ambiental e valorização de benefícios tangíveis. Os resultados indicam que o regime prisional e o tipo de atividade exercida influenciam diretamente as vivências relatadas, sendo o trabalho de campo mais valorizado em contextos de maior restrição. Embora o programa seja percebido como oportunidade significativa de mudança, foram identificadas limitações relacionadas à inserção no mercado de trabalho formal, à ausência de acompanhamento pós-pena e à baixa percepção de reconhecimento institucional. Conclui-se que programas como o Replantando Vida apresentam potencial relevante para promover impactos positivos na dimensão ecológica e na reintegração social, desde que articulados a estratégias mais amplas de valorização da dignidade e continuidade dos percursos pós-pena.</description>
      <pubDate>Fri, 04 Jul 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23025</guid>
      <dc:date>2025-07-04T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estoques de biomassa e de carbono em áreas de restauração florestal na Reserva Ecológica de Guapiaçu</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23024</link>
      <description>Título: Estoques de biomassa e de carbono em áreas de restauração florestal na Reserva Ecológica de Guapiaçu
Autor: Dutra, Marie Guerart da Silva
Resumo: Os estudos sobre o potencial de estoque e fixação de carbono em ecossistemas florestais, especialmente em áreas em processo de restauração, têm se tornado cada vez mais necessários diante do avanço das mudanças climáticas. Este trabalho teve como objetivo quantificar e avaliar os estoques de biomassa e carbono em áreas de restauração em diferentes idades, na Reserva Ecológica de Guapiaçu, RJ. A coleta de dados foi realizada em fevereiro de 2025 por meio de amostragem sistemática, com parcelas de 600 m² (20 m × 30 m), sendo alocadas 3, 5, 5 e 6 parcelas em áreas com 6, 11, 16 e 20 anos de restauração, respectivamente, considerando no mínimo 5% da área amostral de cada plantio. Foram mensuradas a circunferência à altura do peito (CAP) e altura total de todos os indivíduos com CAP ≥ 15,7 cm). A biomassa foi estimada a partir da equação proposta por Scolforo (2008), e o carbono, calculado utilizando o fator de conversão de 0,47. Foram também determinadas as distribuições de diâmetro (5 cm de amplitude), de altura (3 m de amplitude) e de carbono por classe diamétrica, bem como o incremento médio anual (IMA) e os intervalos de confiança (95%). Os resultados demonstraram que os estoques de carbono aumentam progressivamente com o tempo de restauração, passando de 32,65 Mg/ha (6 anos) para 67,31 Mg/ha (20 anos). A distribuição do carbono por classe diamétrica evidenciou que, embora o acúmulo inicial se concentre nas classes menores, a contribuição de indivíduos de maior porte torna-se mais expressiva nas áreas mais antigas, acompanhando o avanço sucessional e a complexidade estrutural crescente. O IMA foi maior nas áreas jovens (6 e 11 anos), indicando fase de rápido crescimento, e menor nas áreas mais antigas (16 e 20 anos), quando o desenvolvimento passa a priorizar indivíduos maiores. A análise estatística indicou que apenas a área de 6 anos apresentou estoque significativamente menor que as demais, reforçando a variabilidade natural do processo de regeneração. Todas as áreas avaliadas se enquadram no estágio médio de regeneração e ainda apresentam estoques inferiores aos de florestas maduras, mas já exercem papel relevante na mitigação das mudanças climáticas.</description>
      <pubDate>Fri, 27 Jun 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-06-27T00:00:00Z</dc:date>
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