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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8774</link>
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    <pubDate>Sat, 14 Feb 2026 04:28:15 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-02-14T04:28:15Z</dc:date>
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      <title>Avaliação qualiquantitativa da arborização de praças de Cachoeiro de Itapemirim, ES</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/19864</link>
      <description>Título: Avaliação qualiquantitativa da arborização de praças de Cachoeiro de Itapemirim, ES
Autor: Caliman, Jônio Pizzol
Resumo: A arborização de praças desempenha um papel fundamental na qualidade de vida nas cidades. Não se trata apenas de uma questão estética, mas de uma necessidade para promover a sustentabilidade ambiental, tendo em vista as questões relacionadas à mitigação dos impactos do aquecimento global. O objetivo desse trabalho foi realizar avaliação qualiquantitativa da arborização de praças da sede do município de Cachoeiro de Itapemirim, ES. Para a coleta de dados e realização da avaliação das árvores foram selecionadas aleatoriamente 30 praças, de um total de 81 praças. Com a utilização de sistema específico para levantamento de árvores, denominado ARBOSIS®, versão 1.0, foram coletados dados de referência e posição das árvores e atributos qualitativos e quantitativos. Foram inventariados 483 indivíduos, distribuídos em 64 espécies e 24 famílias botânicas. As espécies mais frequentes foram palmeira-imperial (Roystonea oleracea (Jacq.) O.F.Cook), seguidas pela figueirinha (Ficus benjamina L.), monguba (Pachira aquatica Aubl.) e oiti (Moquilea tomentosa Benth.). Em média as árvores têm 9,2 m de altura e 30,4 cm de diâmetro na altura do peito. As praças Nossa Senhora de Fátima e Ruth Ramos Vieira se destacaram por apresentarem as maiores áreas e os maiores números de indivíduos arbóreos e somatórios de área de copa. Em geral, as árvores não apresentaram conflitos e a maioria delas apresentou uma avaliação de risco baixo. A diversidade vegetal se destacou pela distribuição equilibrada dos indivíduos arbóreos, sem a dominância de uma única espécie. Dentre as espécies inventariadas, 41 (64,1%) são exóticas e apenas 23 (35,9%) são nativas do Brasil. Há boa distribuição dos indivíduos arbóreos e, em geral, as praças apresentam boa cobertura de copa. A maior parte das árvores estudadas apresenta baixo risco geral indicando boa qualidade da arborização das praças.</description>
      <pubDate>Fri, 03 May 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-05-03T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Desenvolvimento de método de avaliação para manejo de árvores urbanas</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/19863</link>
      <description>Título: Desenvolvimento de método de avaliação para manejo de árvores urbanas
Autor: Moog, Leslie Flores
Resumo: Um dos problemas enfrentados na prática, quando se avalia o risco de queda ou acidentes de uma árvore urbana, é a subjetividade, ou seja, a tomada de decisão quanto a supressão ou permanência do vegetal fica a caráter de cada técnico, sua formação, seu conhecimento e suas opiniões. O presente estudo tem a finalidade de desenvolver uma metodologia de avaliação de árvores urbanas a ser utilizada pela equipe técnica do Núcleo de Arborização Urbana, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, da Prefeitura Municipal de São Leopoldo/RS. Para tanto, foi realizada revisão bibliográfica de cinco metodologias de diferentes autores, para chegar aos parâmetros mais utilizados e validados cientificamente. Após, comparou-se se tais métodos se adequam ao recomendado pelas normas técnicas da ABNT 16246-3 (2019). Como resultado, construiu-se um método de avaliação de risco em árvores urbanas adaptado à realidade local, buscando avaliar o recomendado pelas normas técnicas brasileiras, de forma a auxiliar, de maneira mais objetiva, na elaboração de pareceres técnicos e na tomada de decisões quanto ao melhor manejo da arborização urbana.</description>
      <pubDate>Thu, 11 Apr 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-04-11T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A Importância da Poda nas Árvores do Meio Urbano – Estudo de caso no Parque de Exposições Alvino Alves Pinto e Parque Natural Municipal Dona Ziza, em Pains-MG</title>
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      <description>Título: A Importância da Poda nas Árvores do Meio Urbano – Estudo de caso no Parque de Exposições Alvino Alves Pinto e Parque Natural Municipal Dona Ziza, em Pains-MG
Autor: Assunção, Lucélio Nativo da
Resumo: A poda de árvores urbanas, classificada em poda de formação ou educação e poda de manutenção, é fundamental para garantir o desenvolvimento adequado das árvores e sua compatibilidade com o ambiente urbano. A norma brasileira ABNT 16246-1 estabelece diretrizes para o manejo de árvores em áreas urbanas, destacando a importância da poda de formação desde a fase inicial de crescimento das mudas. O trabalho teve como objetivo demonstrar a importância da poda de formação para as árvores urbanas, exemplificando sua relevância e as consequências da sua ausência. Foram realizadas podas de formação em 55 indivíduos de 6 espécies no Parque de Exposições Alvino Alves Pinto e no Parque Natural Municipal Dona Ziza, em Pains, Minas Gerais. Foram avaliados itens como manutenção da saúde das árvores, segurança pública e valorização estética dos espaços públicos. Nestes locais também foram avaliadas as condições das mudas, sugerindo-se que não foram manejadas e tutoradas nos viveiros e, portanto, irão requerer muitas intervenções até que na fase adulta para se ter um tronco sólido e uma copa com arquitetura condizente com o local. Como resultado, sugere-se que os responsáveis pelo planejamento, aquisição, plantio e manejo necessitam implementar boas práticas de manejo da arborização urbana. Ao final do trabalho, pôde-se confirmar a hipótese levantada, atingir os objetivos propostos e não termina nesta pesquisa. Em outras oportunidades pode ser utilizada para novos estudos.</description>
      <pubDate>Mon, 20 May 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-05-20T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Manejo de bacias hidrográficas urbanas na Amazônia: estratégias sustentáveis para mitigação de problemas de impermeabilidade do solo em Altamira, PA</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/19861</link>
      <description>Título: Manejo de bacias hidrográficas urbanas na Amazônia: estratégias sustentáveis para mitigação de problemas de impermeabilidade do solo em Altamira, PA
Autor: Hamada, Márcia Orie de Sousa
Resumo: As atividades de impermeabilização do solo, decorrentes da ocupação desordenada, acarretam diversas consequências, como as inundações com prejuízos econômicos e socioambientais. Este artigo teve como objetivo estudar uma bacia hidrográfica urbana para estimar a vazão máxima, considerando um cenário alternativo de uso do solo. Diante dos resultados obtidos, foi possível discutir o impacto de propostas sustentáveis para minimizar os efeitos da impermeabilização do solo. A área de estudo está localizada no município de Altamira, Estado do Pará. As características hidrológicas foram obtidas por meio de análise de imagens de satélite. Com os dados pluviométricos regionais (Altamira), a intensidade máxima de precipitação considerada foi de 54,5380 mm/h. Portanto, a vazão máxima estimada para o cenário atual foi de 100,1153 m3/s, considerando uma permeabilidade média do solo. No cenário alternativo, por meio do aumento de áreas verdes e solo permeável, caracterizando uma superfície de baixa impermeabilidade, a vazão máxima seria reduzida para 93,4549 m3/s. A implementação de sistemas alternativos de drenagem em áreas urbanas, como as Nature based Solutions, pode contribuir para desenvolver a resiliência e a adaptação às mudanças climáticas. No entanto, esses projetos devem ser considerados prioritários no planejamento do desenvolvimento territorial urbano, levando em consideração as iniciativas governamentais e o engajamento da sociedade civil, para restaurar a capacidade de permeabilidade dos solos e reduzir os riscos de picos de vazão e danos causados por inundações.</description>
      <pubDate>Fri, 17 May 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-05-17T00:00:00Z</dc:date>
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