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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8911</link>
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    <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 07:46:03 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-11-03T07:46:03Z</dc:date>
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      <title>Diversidade e distribuição de percevejos semiaquáticos (Hemiptera: Heteroptera: Gerromorpha) no Mosaico da Serra do Paranapiacaba</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26727</link>
      <description>Título: Diversidade e distribuição de percevejos semiaquáticos (Hemiptera: Heteroptera: Gerromorpha) no Mosaico da Serra do Paranapiacaba
Autor: Joaquim Junior, Evaldo Alves
Resumo: Os percevejos semiaquáticos (Hemiptera: Heteroptera: Gerromorpha), apesar de possuírem&#xD;
certa riqueza de dados para a Região Sudeste, ainda carecem de informações em diversos&#xD;
locais, incluindo áreas de Mata Atlântica. O presente estudo se propõe a conhecer e catalogar&#xD;
a diversidade de Gerromorpha do Mosaico da Serra do Paranapiacaba, região que se encontra&#xD;
no sudoeste do estado de São Paulo, através da elaboração de uma lista de espécies que foram&#xD;
coletadas no local e identificadas. No capítulo I, é realizado um inventário da fauna de&#xD;
Gerromorpha do Mosaico da Serra do Paranapiacaba, de onde foram obtidos 3.339 espécimes&#xD;
em quatro campanhas de coleta, distribuídos em 35 espécies, 15 gêneros e quatro famílias.&#xD;
Destas, seis espécies tiveram registros inéditos para o estado de São Paulo, sendo: Microvelia&#xD;
braziliensis McKinstry, 1937, Mi. minima Drake, 1952, Mi. quieta Drake &amp; Carvalho, 1954 e&#xD;
Tachygerris adamsoni (Drake, 1952) (Gerridae), Lipogomphus lacuniferus Berg, 1879&#xD;
(Hebridae) e Stridulivelia (Stridulivelia) astralis (Drake &amp; Harris, 1938) (Veliidae). No&#xD;
capítulo II, foi descrita uma nova espécie de Paravelia Breddin, 1898 (Veliidae), incluindo&#xD;
machos e fêmeas macrópteros, além de prover-se um novo registro de P. luederwaldti&#xD;
Rodrigues &amp; Moreira, 2016, até então conhecida apenas do material-tipo coletado na década&#xD;
de 1910. No mais, uma chave de identificação para as espécies do gênero registradas no Brasil&#xD;
é fornecida.</description>
      <pubDate>Thu, 27 Mar 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-03-27T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Preferência alimentar e consumo de madeira de quatro essências florestais portérmitas subterrâneos (Isoptera: Rhinotermitidae e Termitidae)</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26507</link>
      <description>Título: Preferência alimentar e consumo de madeira de quatro essências florestais portérmitas subterrâneos (Isoptera: Rhinotermitidae e Termitidae)
Autor: Peralta, Regina Célia Gonçalves
Resumo: Os térmitas constituem uma importante praga, tanto na área urbana como na&#xD;
atividade agroflorestal. A sua fonte alimentar básica são os materiais celulósicos sob&#xD;
diferentes formas, madeira viva ou morta em diferentes estágios de decomposição,&#xD;
gramíneas, raízes, sementes, fezes de herbívoros, húmus, etc. Dentre os gêneros de&#xD;
Rhinotermitidae, que ocorrem na região sudeste do Brasil, destacamos os gêneros&#xD;
Coptotermes e Heterotermes, sendo algumas espécies pragas. Coptotermes havilandi é a&#xD;
principal praga dos grandes centros urbanos e suburbanos e várias espécies de&#xD;
Heterotermes ocorrem tanto em áreas urbanas como em zonas rurais. Dentro da família&#xD;
Termitidae, a subfamília Nasutitermitinae tem algumas espécies que atacam madeiramento&#xD;
de construções em áreas urbanas no Brasil. O gênero Nasutitermes tem distribuição&#xD;
mundial e é um dos mais ricos em espécies, podendo ser muito abundantes nos ambientes&#xD;
de matas tropicais, nos cerrados e nas caatingas. Sem a presença de cupins, brocas, fungos e&#xD;
outros agentes decompositores, as árvores e a maioria da vegetação terrestre seria incapaz&#xD;
de sobreviver, pois a degradação da madeira é uma etapa fundamental na ciclagem de&#xD;
nutrientes dentro de um ecossistema, colaborando para o equilíbrio entre a diversidade de&#xD;
formas vivas existentes na natureza. O experimento foi realizado no município de&#xD;
Seropédica-RJ (Julho a Setembro, 2000), com o objetivo de conhecer a preferência&#xD;
alimentar e o consumo de madeira por térmitas subterrâneos, foram confeccionadas um&#xD;
total de 240 amostras de madeira de quatro essências florestais (Eucalyptus pellita, E&#xD;
robusta, E. urophylla e Pinus sp.) que receberam quatro tratamentos: 0, 24, 48 e 72 horas&#xD;
de imersão em água, antecedendo sua exposição ao solo. O tempo de permanência das&#xD;
amostras no solo variou em 30, 45 e 60 dias após a instalação. Em trinta dias de exposição&#xD;
ao solo, Heterotermes longiceps (Snyder) consumiu 18g de Pinus sp. Do total das amostras&#xD;
infestadas, 40,7% foram de Pinus sp. e 25,9% foram de E. urophylla. Em quarenta e cinco&#xD;
dias de exposição, Coptotermes havilandi Holmgren consumiu 50g de Pinus sp. Do total&#xD;
das amostras infestadas, 42,8% foram de Pinus sp. e 22,8% foram de E. urophylla. Aos&#xD;
sessenta dias, C. havilandi e Nasutitermes nordenskioeldi (Snyder) consumiram 14g de&#xD;
Pinus sp., tendo como preferência alimentar, neste período, Pinus sp. e E. urophylla, com&#xD;
com 34,7% e 30,4% do total das amostras infestadas, respectivamente. Com relação ao&#xD;
tratamento recebido, as amostras que foram imersas em água por 48 horas, obtiveram os&#xD;
maiores indícios de infestação. Neste experimento a densidade não influenciou a&#xD;
preferência alimentar nem o o consumo de madeira das quatro essências florestais estudadas&#xD;
portérmitas subterrâneos.</description>
      <pubDate>Tue, 17 Jul 2001 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26507</guid>
      <dc:date>2001-07-17T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Evolução de DNA Satélite na ordem Acipenseriformes (Vertebrata: Actinopterygii): uma abordagem genômica</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26338</link>
      <description>Título: Evolução de DNA Satélite na ordem Acipenseriformes (Vertebrata: Actinopterygii): uma abordagem genômica
Autor: Stornioli, José Henrique Forte
Resumo: Com a popularização do sequenciamento de nova geração tornou-se possível estudar elementos que, outrora, era inacessível o estudo massivo, como por exemplo os DNAs satélites. Com isso, houve um grande desenvolvimento de formas de se estudar estes elementos e melhor compreender sua possível funcionalidade e dinâmica evolutiva. Portanto, visando descrever os processos evolutivos dessas sequências em Actionpterygii, seis catálogos de DNAs satélites foram descritos, com 233 novos DNAs satélites distribuídos nas seis espécies, com 106 DNAs satélites compartilhados entre todas as espécies exceto Polypterus senegalus, a maioria deles no gênero Acipenser, corroborando a predição da hipótese Library. Além disso, foi caracterizado 12 DNAs satélites altamente conservados (&gt;95% de similaridade) e observou-se que um conjunto de satDNAs foi encontrado apenas no gênero Acipenser, não ocorrendo nos demais grupos externos, demonstrando que este conjunto de sequências possui uma origem de, pelo menos, 100 ma. Por fim, o satDNA HindIII, que já foi isolado em outras espécies de Acipenser, foi isolado no presente estudo enquanto outros satDNAs foram encontrados em possíveis regiões de lncRNA ou mRNA de scaffolds não ancorados de Acipenser ruthenus.</description>
      <pubDate>Tue, 16 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-12-16T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Diversidade de Plecoptera (Insecta) na Reserva Biológica de Araras, Rio de Janeiro, Brasil</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26279</link>
      <description>Título: Diversidade de Plecoptera (Insecta) na Reserva Biológica de Araras, Rio de Janeiro, Brasil
Autor: Souza, Karoline Oliveira de
Resumo: A ordem Plecoptera reúne cerca de 4.300 espécies descritas no mundo e ocorre em praticamente&#xD;
todos os continentes. No Brasil, sua fauna é representada por duas famílias, Gripopterygidae e&#xD;
Perlidae. Um levantamento da fauna de Plecoptera foi realizado na Reserva Biológica de Araras&#xD;
(REBIO Araras), no estado do Rio de Janeiro, com amostragem baseada em adultos, totalizando&#xD;
1.634 indivíduos coletados. Foram registradas 24 espécies distribuídas em duas famílias e seis&#xD;
gêneros, incluindo cinco novos registros para o estado do Rio de Janeiro: Paragripopteryx&#xD;
blanda Froehlich, 1969, P. delicata Froehlich, 1994, P. intervalensis Bispo &amp; Lecci, 2011,&#xD;
Anacroneuria toriba Froehlich, 2002 e A. vanini Froehlich, 2004. Além disso, duas espécies&#xD;
novas são descritas aqui, Tupiperla sp. nov. e Kempnyia sp. nov., ampliando de 17 para 24 o&#xD;
número total de espécies de Plecoptera conhecidas para o estado do Rio de Janeiro. Por se tratar&#xD;
do primeiro estudo sobre Plecoptera realizado na REBIO Araras, os resultados contribuem para&#xD;
ampliar o conhecimento da fauna do Rio de Janeiro e reforçam a importância da Unidade de&#xD;
Conservação para a preservação da diversidade da biota aquática, em especial dos plecópteros.&#xD;
No mais, a presença de espécies inéditas para a ciência, bem como de espécies ainda não&#xD;
registradas para o estado, evidenciam a presença de lacunas de conhecimento sobre a ordem no&#xD;
Rio de Janeiro e principalmente na Mata Atlântica</description>
      <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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