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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8911</link>
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    <pubDate>Wed, 23 Sep 2026 05:23:03 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-09-23T05:23:03Z</dc:date>
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      <title>Evolução de DNA Satélite na ordem Acipenseriformes (Vertebrata: Actinopterygii): uma abordagem genômica</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26338</link>
      <description>Título: Evolução de DNA Satélite na ordem Acipenseriformes (Vertebrata: Actinopterygii): uma abordagem genômica
Autor: Stornioli, José Henrique Forte
Resumo: Com a popularização do sequenciamento de nova geração tornou-se possível estudar elementos que, outrora, era inacessível o estudo massivo, como por exemplo os DNAs satélites. Com isso, houve um grande desenvolvimento de formas de se estudar estes elementos e melhor compreender sua possível funcionalidade e dinâmica evolutiva. Portanto, visando descrever os processos evolutivos dessas sequências em Actionpterygii, seis catálogos de DNAs satélites foram descritos, com 233 novos DNAs satélites distribuídos nas seis espécies, com 106 DNAs satélites compartilhados entre todas as espécies exceto Polypterus senegalus, a maioria deles no gênero Acipenser, corroborando a predição da hipótese Library. Além disso, foi caracterizado 12 DNAs satélites altamente conservados (&gt;95% de similaridade) e observou-se que um conjunto de satDNAs foi encontrado apenas no gênero Acipenser, não ocorrendo nos demais grupos externos, demonstrando que este conjunto de sequências possui uma origem de, pelo menos, 100 ma. Por fim, o satDNA HindIII, que já foi isolado em outras espécies de Acipenser, foi isolado no presente estudo enquanto outros satDNAs foram encontrados em possíveis regiões de lncRNA ou mRNA de scaffolds não ancorados de Acipenser ruthenus.</description>
      <pubDate>Tue, 16 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26338</guid>
      <dc:date>2025-12-16T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Diversidade de Plecoptera (Insecta) na Reserva Biológica de Araras, Rio de Janeiro, Brasil</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26279</link>
      <description>Título: Diversidade de Plecoptera (Insecta) na Reserva Biológica de Araras, Rio de Janeiro, Brasil
Autor: Souza, Karoline Oliveira de
Resumo: A ordem Plecoptera reúne cerca de 4.300 espécies descritas no mundo e ocorre em praticamente&#xD;
todos os continentes. No Brasil, sua fauna é representada por duas famílias, Gripopterygidae e&#xD;
Perlidae. Um levantamento da fauna de Plecoptera foi realizado na Reserva Biológica de Araras&#xD;
(REBIO Araras), no estado do Rio de Janeiro, com amostragem baseada em adultos, totalizando&#xD;
1.634 indivíduos coletados. Foram registradas 24 espécies distribuídas em duas famílias e seis&#xD;
gêneros, incluindo cinco novos registros para o estado do Rio de Janeiro: Paragripopteryx&#xD;
blanda Froehlich, 1969, P. delicata Froehlich, 1994, P. intervalensis Bispo &amp; Lecci, 2011,&#xD;
Anacroneuria toriba Froehlich, 2002 e A. vanini Froehlich, 2004. Além disso, duas espécies&#xD;
novas são descritas aqui, Tupiperla sp. nov. e Kempnyia sp. nov., ampliando de 17 para 24 o&#xD;
número total de espécies de Plecoptera conhecidas para o estado do Rio de Janeiro. Por se tratar&#xD;
do primeiro estudo sobre Plecoptera realizado na REBIO Araras, os resultados contribuem para&#xD;
ampliar o conhecimento da fauna do Rio de Janeiro e reforçam a importância da Unidade de&#xD;
Conservação para a preservação da diversidade da biota aquática, em especial dos plecópteros.&#xD;
No mais, a presença de espécies inéditas para a ciência, bem como de espécies ainda não&#xD;
registradas para o estado, evidenciam a presença de lacunas de conhecimento sobre a ordem no&#xD;
Rio de Janeiro e principalmente na Mata Atlântica</description>
      <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-02-27T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Investigação de hemoparasitos em Sapajus nigritus (Primates: Cebidae) da Ilha da Marambaia, Mangaratiba, Rio de Janeiro</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26277</link>
      <description>Título: Investigação de hemoparasitos em Sapajus nigritus (Primates: Cebidae) da Ilha da Marambaia, Mangaratiba, Rio de Janeiro
Autor: Medeiros, Juliana de Moura
Resumo: Os primatas são considerados sentinelas em estudos de parasitologia e epidemiologia de&#xD;
Doenças Infecciosas Emergentes (DIE), devido à sua proximidade evolutiva com os humanos.&#xD;
O macaco-prego, Sapajus nigritus, é endêmico da Mata Atlântica e habita a Ilha da&#xD;
Marambaia, no município de Mangaratiba, RJ, onde vive em proximidade com 430&#xD;
moradores. Investigações sobre hemoparasitos ainda são limitadas nesta região. Assim, este&#xD;
estudo teve como objetivo investigar a presença da hemoparasitofauna em S. nigritus da Ilha&#xD;
da Marambaia, utilizando microscopia óptica e PCR para identificar as espécies. Também&#xD;
buscou analisar os aspectos epidemiológicos e compreender a relação parasito-hospedeiro,&#xD;
com base na carga parasitária e nos parâmetros clínicos e hematológicos dos animais. Os&#xD;
primatas foram capturados com armadilhas Tomahawk para avaliação clínica e coleta de&#xD;
sangue, destinada às análises moleculares e hematológicas, além da confecção de esfregaços&#xD;
sanguíneos. A extração de DNA seguiu o protocolo de fenol-clorofórmio, e a PCR foi usada&#xD;
para detectar microfilárias, Trypanosoma sp., Plasmodium sp. e Borrelia sp. Os amplicons&#xD;
foram purificados, sequenciados e submetidos à análise filogenética, incluindo sequências&#xD;
disponíveis no GenBank. Um modelo linear multivariado foi utilizado para analisar a&#xD;
correlação entre a carga parasitária e os parâmetros hematológicos. Dos 27 S. nigritus&#xD;
capturados, microfilárias foram detectadas em 25 (92,59%) por meio da amplificação da&#xD;
região ITS1 e em 27 (100%) por meio do gene 12S rDNA. Pela microscopia, as microfilárias&#xD;
foram detectadas em 22 indivíduos (81,48%). Trypanosoma sp. foi identificado em dois&#xD;
indivíduos apenas pela PCR. As microfilárias foram identificadas como Mansonella sp. por&#xD;
ambos os métodos. Não foram obtidos resultados satisfatórios no sequenciamento de&#xD;
Trypanosoma sp. Por meio da microscopia, a prevalência de microfilárias nos 27 indivíduos&#xD;
de S. nigritus amostrados foi de 81,48% ± 7,48, com uma intensidade média de 92,01 ± 31,10&#xD;
e uma abundância média de 74,97 ± 26,15. Os macacos apresentaram-se clinicamente&#xD;
saudáveis. A análise multivariada indicou efeito significativo da carga parasitária apenas&#xD;
sobre os parâmetros hematológicos da série vermelha, sugerindo que S. nigritus convive com&#xD;
microfilárias de Mansonella sp. sem apresentar sinais de doença grave, o que pode indicar&#xD;
tolerância imunológica</description>
      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26277</guid>
      <dc:date>2026-02-26T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Conhecimento ecológico local de pescadores artesanais do litoral do estado do rio de janeiro sobre influências antrópicas na ictiofauna e a bioecologia de duas principais espécies alvo</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26237</link>
      <description>Título: Conhecimento ecológico local de pescadores artesanais do litoral do estado do rio de janeiro sobre influências antrópicas na ictiofauna e a bioecologia de duas principais espécies alvo
Autor: Morado, Claudio Nona
Resumo: O Conhecimento Ecológico Local (CEL) dos Pescadores Artesanais é essencial para compreender mudanças nos ambientes costeiros, contribuindo para a conservação da biodiversidade, gestão sustentável dos recursos pesqueiros e redução de problemas socioambientais. Este estudo utilizou o CEL para avaliar alterações temporais na abundância de peixes, identificar pressões antrópicas, analisar mudanças na estrutura trófica (“fishing down marine food web”), e aprofundar o conhecimento bioecológico de Mugil liza e Micropogonias furnieri nas baías de Sepetiba, Ilha Grande e Guanabara (RJ). Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com 267 pescadores de 59 comunidades, aplicando a técnica da “bola de neve”. As análises combinaram abordagens quantitativas (técnicas estatísticas univariadas) e qualitativas (IRAMUTEQ - Interface de R pour les Analyses Multidimensionnelles de Textes et de Questionnaires). Através do CEL foram identificadas reduções expressivas na abundância de espécies de alto valor ecológico e comercial, como Scomberomorus brasiliensis, Scomberomorus cavala, Pomatomus saltatrix, Sardinella brasiliensis, e Epinephelus itajara, além de diminuição no tamanho de M. furnieri e M. liza, indicando sobrepesca. A média do nível trófico das espécies capturadas diminuiu ao longo das décadas, corroborando a hipótese de “fishing down marine food web”. As principais pressões antrópicas citadas foram poluição industrial, pesca industrial com arrastos e traineiras, além da ausência de fiscalização, com destaque para a Baía de Guanabara, onde os efeitos foram intensificados por grandes empreendimentos e acidentes ambientais. Também foram obtidas informações inéditas sobre a biologia e ecologia de M. furnieri e M. liza, através do CEL, incluindo padrões de reprodução, migração, parasitismo e evidências da existência de populações residentes na Baía de Sepetiba. Esses resultados demonstram a relevância do CEL para complementar o conhecimento científico acadêmico, reforçando a importância de integrar pescadores artesanais à gestão costeira e recomendar maior diálogo e colaboração entre comunidades locais e autoridades ambientais.</description>
      <pubDate>Fri, 07 Nov 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-11-07T00:00:00Z</dc:date>
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