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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8912</link>
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    <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 08:43:25 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-11-03T08:43:25Z</dc:date>
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      <title>Diversidade e distribuição de percevejos semiaquáticos (Hemiptera: Heteroptera: Gerromorpha) no Mosaico da Serra do Paranapiacaba</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26727</link>
      <description>Título: Diversidade e distribuição de percevejos semiaquáticos (Hemiptera: Heteroptera: Gerromorpha) no Mosaico da Serra do Paranapiacaba
Autor: Joaquim Junior, Evaldo Alves
Resumo: Os percevejos semiaquáticos (Hemiptera: Heteroptera: Gerromorpha), apesar de possuírem&#xD;
certa riqueza de dados para a Região Sudeste, ainda carecem de informações em diversos&#xD;
locais, incluindo áreas de Mata Atlântica. O presente estudo se propõe a conhecer e catalogar&#xD;
a diversidade de Gerromorpha do Mosaico da Serra do Paranapiacaba, região que se encontra&#xD;
no sudoeste do estado de São Paulo, através da elaboração de uma lista de espécies que foram&#xD;
coletadas no local e identificadas. No capítulo I, é realizado um inventário da fauna de&#xD;
Gerromorpha do Mosaico da Serra do Paranapiacaba, de onde foram obtidos 3.339 espécimes&#xD;
em quatro campanhas de coleta, distribuídos em 35 espécies, 15 gêneros e quatro famílias.&#xD;
Destas, seis espécies tiveram registros inéditos para o estado de São Paulo, sendo: Microvelia&#xD;
braziliensis McKinstry, 1937, Mi. minima Drake, 1952, Mi. quieta Drake &amp; Carvalho, 1954 e&#xD;
Tachygerris adamsoni (Drake, 1952) (Gerridae), Lipogomphus lacuniferus Berg, 1879&#xD;
(Hebridae) e Stridulivelia (Stridulivelia) astralis (Drake &amp; Harris, 1938) (Veliidae). No&#xD;
capítulo II, foi descrita uma nova espécie de Paravelia Breddin, 1898 (Veliidae), incluindo&#xD;
machos e fêmeas macrópteros, além de prover-se um novo registro de P. luederwaldti&#xD;
Rodrigues &amp; Moreira, 2016, até então conhecida apenas do material-tipo coletado na década&#xD;
de 1910. No mais, uma chave de identificação para as espécies do gênero registradas no Brasil&#xD;
é fornecida.</description>
      <pubDate>Thu, 27 Mar 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-03-27T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Preferência alimentar e consumo de madeira de quatro essências florestais portérmitas subterrâneos (Isoptera: Rhinotermitidae e Termitidae)</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26507</link>
      <description>Título: Preferência alimentar e consumo de madeira de quatro essências florestais portérmitas subterrâneos (Isoptera: Rhinotermitidae e Termitidae)
Autor: Peralta, Regina Célia Gonçalves
Resumo: Os térmitas constituem uma importante praga, tanto na área urbana como na&#xD;
atividade agroflorestal. A sua fonte alimentar básica são os materiais celulósicos sob&#xD;
diferentes formas, madeira viva ou morta em diferentes estágios de decomposição,&#xD;
gramíneas, raízes, sementes, fezes de herbívoros, húmus, etc. Dentre os gêneros de&#xD;
Rhinotermitidae, que ocorrem na região sudeste do Brasil, destacamos os gêneros&#xD;
Coptotermes e Heterotermes, sendo algumas espécies pragas. Coptotermes havilandi é a&#xD;
principal praga dos grandes centros urbanos e suburbanos e várias espécies de&#xD;
Heterotermes ocorrem tanto em áreas urbanas como em zonas rurais. Dentro da família&#xD;
Termitidae, a subfamília Nasutitermitinae tem algumas espécies que atacam madeiramento&#xD;
de construções em áreas urbanas no Brasil. O gênero Nasutitermes tem distribuição&#xD;
mundial e é um dos mais ricos em espécies, podendo ser muito abundantes nos ambientes&#xD;
de matas tropicais, nos cerrados e nas caatingas. Sem a presença de cupins, brocas, fungos e&#xD;
outros agentes decompositores, as árvores e a maioria da vegetação terrestre seria incapaz&#xD;
de sobreviver, pois a degradação da madeira é uma etapa fundamental na ciclagem de&#xD;
nutrientes dentro de um ecossistema, colaborando para o equilíbrio entre a diversidade de&#xD;
formas vivas existentes na natureza. O experimento foi realizado no município de&#xD;
Seropédica-RJ (Julho a Setembro, 2000), com o objetivo de conhecer a preferência&#xD;
alimentar e o consumo de madeira por térmitas subterrâneos, foram confeccionadas um&#xD;
total de 240 amostras de madeira de quatro essências florestais (Eucalyptus pellita, E&#xD;
robusta, E. urophylla e Pinus sp.) que receberam quatro tratamentos: 0, 24, 48 e 72 horas&#xD;
de imersão em água, antecedendo sua exposição ao solo. O tempo de permanência das&#xD;
amostras no solo variou em 30, 45 e 60 dias após a instalação. Em trinta dias de exposição&#xD;
ao solo, Heterotermes longiceps (Snyder) consumiu 18g de Pinus sp. Do total das amostras&#xD;
infestadas, 40,7% foram de Pinus sp. e 25,9% foram de E. urophylla. Em quarenta e cinco&#xD;
dias de exposição, Coptotermes havilandi Holmgren consumiu 50g de Pinus sp. Do total&#xD;
das amostras infestadas, 42,8% foram de Pinus sp. e 22,8% foram de E. urophylla. Aos&#xD;
sessenta dias, C. havilandi e Nasutitermes nordenskioeldi (Snyder) consumiram 14g de&#xD;
Pinus sp., tendo como preferência alimentar, neste período, Pinus sp. e E. urophylla, com&#xD;
com 34,7% e 30,4% do total das amostras infestadas, respectivamente. Com relação ao&#xD;
tratamento recebido, as amostras que foram imersas em água por 48 horas, obtiveram os&#xD;
maiores indícios de infestação. Neste experimento a densidade não influenciou a&#xD;
preferência alimentar nem o o consumo de madeira das quatro essências florestais estudadas&#xD;
portérmitas subterrâneos.</description>
      <pubDate>Tue, 17 Jul 2001 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26507</guid>
      <dc:date>2001-07-17T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Diversidade de Plecoptera (Insecta) na Reserva Biológica de Araras, Rio de Janeiro, Brasil</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26279</link>
      <description>Título: Diversidade de Plecoptera (Insecta) na Reserva Biológica de Araras, Rio de Janeiro, Brasil
Autor: Souza, Karoline Oliveira de
Resumo: A ordem Plecoptera reúne cerca de 4.300 espécies descritas no mundo e ocorre em praticamente&#xD;
todos os continentes. No Brasil, sua fauna é representada por duas famílias, Gripopterygidae e&#xD;
Perlidae. Um levantamento da fauna de Plecoptera foi realizado na Reserva Biológica de Araras&#xD;
(REBIO Araras), no estado do Rio de Janeiro, com amostragem baseada em adultos, totalizando&#xD;
1.634 indivíduos coletados. Foram registradas 24 espécies distribuídas em duas famílias e seis&#xD;
gêneros, incluindo cinco novos registros para o estado do Rio de Janeiro: Paragripopteryx&#xD;
blanda Froehlich, 1969, P. delicata Froehlich, 1994, P. intervalensis Bispo &amp; Lecci, 2011,&#xD;
Anacroneuria toriba Froehlich, 2002 e A. vanini Froehlich, 2004. Além disso, duas espécies&#xD;
novas são descritas aqui, Tupiperla sp. nov. e Kempnyia sp. nov., ampliando de 17 para 24 o&#xD;
número total de espécies de Plecoptera conhecidas para o estado do Rio de Janeiro. Por se tratar&#xD;
do primeiro estudo sobre Plecoptera realizado na REBIO Araras, os resultados contribuem para&#xD;
ampliar o conhecimento da fauna do Rio de Janeiro e reforçam a importância da Unidade de&#xD;
Conservação para a preservação da diversidade da biota aquática, em especial dos plecópteros.&#xD;
No mais, a presença de espécies inéditas para a ciência, bem como de espécies ainda não&#xD;
registradas para o estado, evidenciam a presença de lacunas de conhecimento sobre a ordem no&#xD;
Rio de Janeiro e principalmente na Mata Atlântica</description>
      <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26279</guid>
      <dc:date>2026-02-27T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Investigação de hemoparasitos em Sapajus nigritus (Primates: Cebidae) da Ilha da Marambaia, Mangaratiba, Rio de Janeiro</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26277</link>
      <description>Título: Investigação de hemoparasitos em Sapajus nigritus (Primates: Cebidae) da Ilha da Marambaia, Mangaratiba, Rio de Janeiro
Autor: Medeiros, Juliana de Moura
Resumo: Os primatas são considerados sentinelas em estudos de parasitologia e epidemiologia de&#xD;
Doenças Infecciosas Emergentes (DIE), devido à sua proximidade evolutiva com os humanos.&#xD;
O macaco-prego, Sapajus nigritus, é endêmico da Mata Atlântica e habita a Ilha da&#xD;
Marambaia, no município de Mangaratiba, RJ, onde vive em proximidade com 430&#xD;
moradores. Investigações sobre hemoparasitos ainda são limitadas nesta região. Assim, este&#xD;
estudo teve como objetivo investigar a presença da hemoparasitofauna em S. nigritus da Ilha&#xD;
da Marambaia, utilizando microscopia óptica e PCR para identificar as espécies. Também&#xD;
buscou analisar os aspectos epidemiológicos e compreender a relação parasito-hospedeiro,&#xD;
com base na carga parasitária e nos parâmetros clínicos e hematológicos dos animais. Os&#xD;
primatas foram capturados com armadilhas Tomahawk para avaliação clínica e coleta de&#xD;
sangue, destinada às análises moleculares e hematológicas, além da confecção de esfregaços&#xD;
sanguíneos. A extração de DNA seguiu o protocolo de fenol-clorofórmio, e a PCR foi usada&#xD;
para detectar microfilárias, Trypanosoma sp., Plasmodium sp. e Borrelia sp. Os amplicons&#xD;
foram purificados, sequenciados e submetidos à análise filogenética, incluindo sequências&#xD;
disponíveis no GenBank. Um modelo linear multivariado foi utilizado para analisar a&#xD;
correlação entre a carga parasitária e os parâmetros hematológicos. Dos 27 S. nigritus&#xD;
capturados, microfilárias foram detectadas em 25 (92,59%) por meio da amplificação da&#xD;
região ITS1 e em 27 (100%) por meio do gene 12S rDNA. Pela microscopia, as microfilárias&#xD;
foram detectadas em 22 indivíduos (81,48%). Trypanosoma sp. foi identificado em dois&#xD;
indivíduos apenas pela PCR. As microfilárias foram identificadas como Mansonella sp. por&#xD;
ambos os métodos. Não foram obtidos resultados satisfatórios no sequenciamento de&#xD;
Trypanosoma sp. Por meio da microscopia, a prevalência de microfilárias nos 27 indivíduos&#xD;
de S. nigritus amostrados foi de 81,48% ± 7,48, com uma intensidade média de 92,01 ± 31,10&#xD;
e uma abundância média de 74,97 ± 26,15. Os macacos apresentaram-se clinicamente&#xD;
saudáveis. A análise multivariada indicou efeito significativo da carga parasitária apenas&#xD;
sobre os parâmetros hematológicos da série vermelha, sugerindo que S. nigritus convive com&#xD;
microfilárias de Mansonella sp. sem apresentar sinais de doença grave, o que pode indicar&#xD;
tolerância imunológica</description>
      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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