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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8913</link>
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    <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 16:32:06 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-09T16:32:06Z</dc:date>
    <item>
      <title>Fauna flebotomínica do Município do Rio de Janeiro: comportamento da fauna e ausência de lutzomya longipalpis em áreas com ocorrência  de casos humanos autóctones de leishmaniose visceral americana.</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24252</link>
      <description>Título: Fauna flebotomínica do Município do Rio de Janeiro: comportamento da fauna e ausência de lutzomya longipalpis em áreas com ocorrência  de casos humanos autóctones de leishmaniose visceral americana.
Autor: Souza, Marcos Barbosa de
Resumo: No período de março de 1994 a março de 2001, foram realizados inquéritos&#xD;
flebotomínicos em 18 do total de 32 áreas endêmicas de Leishmanioses no município do&#xD;
Rio de Janeiro, com o objetivo de avaliar a distribuição da fauna flebotomínica,&#xD;
correlacionar a distribuição de flebótomos com a ocorrência de casos humanos e avaliar os&#xD;
métodos de controle aplicado pela FUNASA. Foram trabalhadas as seguintes localidades:&#xD;
Camorim, Colônia, Santa Maria , Pau da Fome , Estrada dos Teixeiras , Vargem Grande ,&#xD;
Vargem Pequena , Rio Bonito , Grumari , Barra de Guaratiba , Ilha de Guaratiba , Carapiá ,&#xD;
Cachamorra , Augusto Vasconcelos , Jardim Novo Realengo , Serra do Viegas , Serra do&#xD;
Barata e Mendanha.Em 792 horas de trabalho, utilizando a metodologia de captura manual&#xD;
(Capturador de Castro), nos peridomicilios foram coletados 32.948 exemplares de&#xD;
flebótomos pertencentes a 18 espécies do gênero Lutzomyia, seis subgêneros e dois grupos:&#xD;
migonei e oswaldoi, identificadas conforme a nomenclatura de Young&amp;Duncan , 1994.</description>
      <pubDate>Tue, 26 Feb 2002 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24252</guid>
      <dc:date>2002-02-26T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Procedimentos técnicos e parâmetros preliminares dos valores hematológicos e de mielograma em Preguiças (Xenarthra: Bradypodidae) da espécie Bradypus Variegatus Schinz, 1825</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22826</link>
      <description>Título: Procedimentos técnicos e parâmetros preliminares dos valores hematológicos e de mielograma em Preguiças (Xenarthra: Bradypodidae) da espécie Bradypus Variegatus Schinz, 1825
Autor: Ferrer, Daniela Mello Vianna
Resumo: O exame da medula óssea é um importante instrumento no diagnóstico diferencial das&#xD;
doenças caracterizadas por alterações do sangue periférico. Este trabalho visa o estudo dos&#xD;
parâmetros hematológico em preguiça (Xenarthra: Bradipodidae) da espécie Bradypus&#xD;
variegatus, aprofundando-se quanto ao conhecimento da origem das células sangüíneas,&#xD;
para identificar e comparar as células da medula óssea, com os relatos sobre as outras&#xD;
espécies de animais, assim como estabelecer os parâmetros do mielograma desta espécie.&#xD;
Para os procedimentos técnicos, se tem como meta, estabelecer o processo preliminar de&#xD;
coleta, preparação, leitura e interpretação da amostra da medula óssea, para a obtenção do&#xD;
padrão de mielograma desta espécie. Este estudo também visa estabelecer os valores&#xD;
médios de reticulócitos encontrados no sangue periférico desta espécie. Foram utilizados&#xD;
cinqüenta e dois animais da espécie Bradypus variegatus, sendo que estão incluídos neste&#xD;
número, os valores hematológicos de trinta e um animais obtidos na dissertação de&#xD;
&#xD;
mestrado de FERRER (1999) e outros vinte e um animais procedentes da Fundação RIO-&#xD;
ZOO e do Parque Municipal Chico Mendes. Dos cinqüenta e dois animais, treze&#xD;
&#xD;
exemplares foram utilizados para o estudo dos valores de reticulócitos no sangue periférico&#xD;
e nove exemplares para a avaliação e interpretação dos parâmetros do mielograma da&#xD;
espécie. Todas as determinações quantitativas e qualitativas, na análise das amostras de&#xD;
sangue, foram estabelecidas por técnicas convencionais no laboratório de análises clínicas&#xD;
da Fundação Rio-Zoo, assim como, para a avaliação do mielograma, foram utilizadas as&#xD;
mesmas técnicas convencionais de mamíferos domésticos. Os valores hematológicos&#xD;
médios obtidos são: Hematimetria 3,13 x 106&#xD;
/mm3&#xD;
; Hemoglobina 10,77 g/100ml; Volume&#xD;
Globular 34,21%; Volume Globular Médio 112,73 fl; Hemoglobina Globular Média 35,56&#xD;
pg; Concentração de Hemoglobina Globular Média 31,55%; Leucometria Global 7,01 x&#xD;
103&#xD;
/mm3&#xD;
; Basófilos 0%; Eosinófilos 2,88% (151,88 mm3&#xD;
&#xD;
); Bastões Neutrófilos 4,06%&#xD;
&#xD;
(296,19 mm3&#xD;
&#xD;
); Segmentados Neutrófilos 40,02% (2826,13 mm3&#xD;
&#xD;
); Linfócitos 49,60%&#xD;
&#xD;
(3453,98 mm3&#xD;
&#xD;
); Monócitos 4,35% (302,31 mm3&#xD;
&#xD;
). O valor médio encontrado para&#xD;
reticulócitos de machos e de fêmeas foi de 3,40%. A crista ilíaca é o melhor local para a&#xD;
coleta do aspirado da medula óssea. O melhor método de coloração utilizado para esta&#xD;
espécie é o uso do corante May-Grünwald-Giemsa (M.G.G.). Os tipos celulares e a&#xD;
morfologia das células observadas durante a avaliação citológica da medula óssea são&#xD;
semelhante as células dos mamíferos. Os resultados das médias para os valores das células&#xD;
Mielódes (M), das células Eritróides (E) e dos índices M/E, relativo aos machos e fêmeas&#xD;
são: 49,18%; 33,66% e 2,00, respectivamente. O estudo estatístico traçado, entre machos e&#xD;
fêmeas, relativo aos valores hematológicos, não demonstrou haver diferença significativa&#xD;
entre as médias das variáveis estudadas (α=0,05%). A análise estatística dos nove animais&#xD;
traçada entre os valores das células Mielódes (M) e das células Eritróides (E), também não&#xD;
demonstrou haver diferença significativa entre as médias das variáveis estudadas&#xD;
(α=0,05%). Portanto, estatisticamente, não existe diferença entre a quantidade de células&#xD;
Mielódes (M) e de células Eritróides (E) nesta espécie.</description>
      <pubDate>Thu, 29 Apr 2004 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22826</guid>
      <dc:date>2004-04-29T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Diversidade e distribuição de fungos e coccídios parasitas de aves silvestres de duas fitofisionomias distintas no estado do rio de janeiro</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22797</link>
      <description>Título: Diversidade e distribuição de fungos e coccídios parasitas de aves silvestres de duas fitofisionomias distintas no estado do rio de janeiro
Autor: Oliveira, Jhon lennon Genovez de
Resumo: O desmatamento na Mata Atlântica do Brasil tem impactado significativamente sua flora, fauna&#xD;
e microbiota. Apesar disso, a diversidade fúngica presente nesses ecossistemas é pouco&#xD;
compreendida. Esta pesquisa investigou a interação entre fungos e aves, considerando que as&#xD;
características morfológicas e fisiológicas específicas das aves podem influenciar sua&#xD;
suscetibilidade à colonização por esses microrganismos. Foram coletadas 238 amostras de 119&#xD;
aves silvestres (119 penas e 119 fezes) no Parque Nacional do Itatiaia e na Ilha da Marambaia,&#xD;
no sudeste do Brasil. Os fungos filamentosos isolados dessas amostras foram identificados com&#xD;
base em características macroscópicas, microscópicas e molecular. Entre as amostras oriundas&#xD;
de aves, Aspergillus spp., Mucor spp., Cladosporium spp., Fusarium spp., Penicillium spp. e&#xD;
Syncephalastrum spp. foram os mais abundantemente identificados. Nas amostras de&#xD;
serrapilheira, Aspergillus spp., Fusarium spp. e Penicillium spp. Predominaram, evidenciando&#xD;
a presença de espécies de fungos saprófitas nas penas e fezes de aves silvestres, assim como na&#xD;
serrapilheira do ambiente. Além disso, um outro estudo descreve uma nova espécie de Isospora,&#xD;
chamada Isospora pichororei, encontrada em Synallaxis ruficapilla no Parque Nacional de&#xD;
Itatiaia, Brasil. A nova espécie apresenta morfologia distinta de outras espécies do gênero&#xD;
Isospora na família Furnariidae. A identificação molecular foi baseada na amplificação do gene&#xD;
mitocondrial cox1, que mostrou alta similaridade com Isospora oliveirai. Esta é a primeira&#xD;
descrição de Isospora para Synallaxinae e a terceira para Furnariidae.</description>
      <pubDate>Fri, 25 Oct 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22797</guid>
      <dc:date>2024-10-25T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Análise filogenética de Rhagovelia Mayr, 1865 (Insecta: Heteroptera:  Veliidae) das Américas</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22280</link>
      <description>Título: Análise filogenética de Rhagovelia Mayr, 1865 (Insecta: Heteroptera:  Veliidae) das Américas
Autor: Magalhães, Oséias Martins
Resumo: Membros do gênero Rhagovelia Mayr, 1865 (Hemiptera: Heteroptera: Gerromorpha:&#xD;
Veliidae: Rhagoveliinae) são comumente encontrados em habitats aquáticos em regiões&#xD;
tropicais, formando a guilda dominante de insetos predadores da fauna neustônica. Somente&#xD;
nas Américas, há cerca de 200 espécies descritas. O gênero é facilmente reconhecível pelo&#xD;
tarsômero distal mediano profundamente fendido e com um leque plumoso. Atualmente, a&#xD;
fauna americana de Rhagovelia é subdividida em 18 grupos de espécies que, por sua vez,&#xD;
compõem um grado e cinco complexos, além de espécies sem posicionamento definido.&#xD;
Apesar do monofiletismo do gênero ser recuperado em todas as análises filogenéticas&#xD;
realizadas até o momento, as relações entres tais agrupamentos supra-específicos e seus&#xD;
monofiletismos nunca foram testados de fato. Com o exame da literatura e de 300 espécimes,&#xD;
representando os grupos taxonômicos definidos em trabalhos anteriores, foram selecionados&#xD;
10 caracteres já utilizados em publicações, 20 caracteres adaptados da literatura e 16 novos&#xD;
caracteres, totalizando 46 caracteres morfológicos discretos, sendo 38 binários e 8&#xD;
multiestados. Análises filogenéticas foram realizadas através de busca heurística com o&#xD;
programa TNT 1.6 no taxon limit e por Inferência Bayesiana no programa MrBayes 3.2.2.&#xD;
Foram recuperados os monofiletismos do gênero Rhagovelia, do subgênero Trochopus&#xD;
Carpenter, 1898 stat. nov., dos complexos angustipes, collaris, obesa, robusta e varipes,&#xD;
assim como dos grupos cali, elegans, hambletoni, hirtipes, itatiaiana, lucida, obesa, salina,&#xD;
secluda, tayloriella, torquata, varipes e whitei. Por outro lado, não foram recuperados os&#xD;
monofiletismos dos grupos: ainsliei, armata, bisignata, robusta e spinigera. Rhagovelia&#xD;
gaigei Drake &amp; Hussey, 1957 e R. roldani Polhemus, 1997 não se juntaram a nenhum grupo&#xD;
supra-específico, formando ramos terminais sucessivos e próximos de (complexo robusta +&#xD;
Trochopus). É sugerida a retomada dos subgêneros Rhagovelia s. str. e Trochopus, e que haja&#xD;
mudanças de nomes, de grupo bisignata para grupo angustipes, de grupo tayloriella para&#xD;
grupo collaris e de grupo torquata para grupo abrupta.</description>
      <pubDate>Fri, 29 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2023-09-29T00:00:00Z</dc:date>
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