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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8914</link>
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    <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:54:28 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-09-21T16:54:28Z</dc:date>
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      <title>Atributos edáficos e potencial biotecnológico em ecossistemas naturais e agrícolas costeiros do Rio de Janeiro, Brasil</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26351</link>
      <description>Título: Atributos edáficos e potencial biotecnológico em ecossistemas naturais e agrícolas costeiros do Rio de Janeiro, Brasil
Autor: Xavier, Julia Ferreira
Resumo: Os ecossistemas costeiros possuem grande importância ecológica e econômica. No entanto, essas zonas estão sendo degradadas principalmente em decorrência das atividades humanas. A compreensão das propriedades físicas, químicas e biológicas dos solos costeiros torna-se fundamentais para o desenvolvimento de estratégias integradas de uso e manejo sustentável. Neste contexto, a presente tese foi estruturada em três capítulos, com o objetivo de avaliar os atributos edáficos e o potencial biotecnológico de solos em ecossistemas naturais e agrícolas costeiros do Rio de Janeiro, Brasil. No Capítulo I, foram analisados os impactos do manejo convencional nas propriedades edáficas de Organossolos Tiomórficos no estado do Rio de Janeiro. O manejo promoveu alterações significativas nas propriedades químicas e biológicas, incluindo redução do pH, do teor e do estoque de carbono orgânico, do conteúdo de nutrientes, da densidade da macrofauna e da atividade enzimática. Além disso, observou-se diminuição da diversidade bacteriana, com predominância de Chloroflexota nos solos cultivados e de Bacteroidota nas áreas de referência (regeneração natural sem manejo). No Capítulo II, foram avaliadas as propriedades químicas e a diversidade bacteriana da rizosfera de cinco espécies halófitas em diferentes ambientes salinos costeiros. As comunidades microbianas rizosféricas mostraram-se complexas e distintas entre as espécies, sendo fortemente influenciadas pelos atributos químicos do solo. Os filos dominantes foram Proteobacteria, Actinobacteria e Acidobacteria, com variações de espécies-chave de acordo com a planta hospedeira e o ambiente. No Capítulo III, a atividade da enzima ACC deaminase foi investigada em 105 isolados bacterianos provenientes da rizosfera de plantas halófitas, pertencentes às classes Gammaproteobacteria, Bacilli e Alphaproteobacteria. Dentre eles, 8,25% apresentaram capacidade de crescimento utilizando ACC como única fonte de nitrogênio. Com base nos resultados obtidos, evidenciou-se que os solos orgânicos costeiros apresentam elevada sensibilidade às pressões antrópicas, especialmente sob manejo agrícola convencional, que promoveu alterações significativas nos seus atributos químicos e biológicos. Verificou-se, ainda, que a rizosfera de plantas halófitas abriga comunidades bacterianas altamente específicas, moldadas pela combinação entre espécie vegetal e condições edáficas; e que os ecossistemas costeiros naturais podem ser ambientes promissores para o isolamento de bactérias promotoras de crescimento vegetal, ressaltando seu potencial biotecnológico e a necessidade de conservação desses ambientes.</description>
      <pubDate>Tue, 30 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26351</guid>
      <dc:date>2025-09-30T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Movimentação de cations em latossolo vermelho-amarelo, alico, incubado com carbonato e sulfato de calcio, isolados ou misturados</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26341</link>
      <description>Título: Movimentação de cations em latossolo vermelho-amarelo, alico, incubado com carbonato e sulfato de calcio, isolados ou misturados
Autor: Wadt, Paulo Guilherme Salvador
Resumo: Amostras de um Latossolo vermelho-amarelo, álico, coletadas as profundidades de 0  5 cm sob vegetação de floresta secundária (camada A-floresta) e sob vegetação de pastagem (camada A-pastagem) e, a profundidade de 200 a 250 cm (camada B) foram utilizadas para estudo da movimentação de cátions em Latossolos. As amostras A-floresta e A-pastagem foram tratadas com carbonato de cálcio, sulfato de cálcio ou com a mistura destas duas fontes de cálcio. A seguir, fora, acondicionadas em potes plásticos por sobre as amostras B, e colocadas a incubar. Após o período de incubação, foram lixiviadas com sete volume-poros de água destiladas, aplicando-se um volume-poro por semana.</description>
      <pubDate>Mon, 26 Aug 1991 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26341</guid>
      <dc:date>1991-08-26T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Efeito dos diferentes meios de cultura sobre o metabolismo de raízes transgênicas (RI T-DNA) de cenoura (Daucus carota L.) e de trevo (Trifolium repens L.) com ou sem micorriza</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26324</link>
      <description>Título: Efeito dos diferentes meios de cultura sobre o metabolismo de raízes transgênicas (RI T-DNA) de cenoura (Daucus carota L.) e de trevo (Trifolium repens L.) com ou sem micorriza
Autor: Souza, Eidy Simoes de
Resumo: Apesar dos benefícios dos fungos micorrízicos arbusculares (FMA) para&#xD;
as plantas, a impossibilidade do cultivo desses fungos in vitro, limitou os&#xD;
estudos metabólicos e a produção de inóculos, pois o FMA só se propaga na&#xD;
presença de tecido vegetal metabolicamente ativo. Entretanto, com a&#xD;
manipulação genética é possível modificar raízes, introduzindo DNA de&#xD;
plasmídio bacteriano indutor de enraizamento (Ri T-DNA), de maneira que as&#xD;
raízes se propaguem em meio de cultura, e que podem ser usadas como&#xD;
substrato para a colonização por FMA. No entanto, pouco é conhecido sobre o&#xD;
metabolismo destas raízes e sua simbiose com o FMA. O objetivo deste&#xD;
trabalho foi avaliar o meio mais adequado para a propagação das raízes&#xD;
transgênicas (RT) de cenoura (Daucus carota L.) e trevo (Trifolium repens L.),&#xD;
e seu metabolismo em simbiose ou não com FMA (Glomus clarum). Para isto&#xD;
foram desenvolvidos três experimentos. No primeiro as raízes foram cultivadas&#xD;
em diferentes meios: mínimo, MS e mínimo modificado, com citrato de amônio&#xD;
ou uréia. Entre os quatro meios utilizados, os com nitrogênio na forma&#xD;
inorgânica, foram os que mais favoreceram o crescimento das duas espécies de&#xD;
RT. O meio MS foi o que apresentou maior acúmulo de N-amino livre, N-&#xD;
nitrato e N-amônio, em ambas raízes. As proteases nas RT de cenoura e de&#xD;
trevo desenvolvidas nos diferentes meios de cultura, de um modo geral,&#xD;
apresentaram atividade aos 60 minutos de incubação, em solução de albumina,&#xD;
estabilizando a atividade neste tempo, com exceção do meio MS, que&#xD;
apresentou maior atividade proteolítica aos 120 minutos. De acordo com estes&#xD;
resultados os meios mais propícios à propagação de RT de cenoura e de trevo&#xD;
foram o mínimo e o MS, constituídos com N na forma inorgânica de NO&lt; ou&#xD;
associado ao NH&amp; respectivamente. Com estas informações foram&#xD;
desenvolvidos os outros dois experimentos, utilizando apenas o meio mínimo e&#xD;
o MS, com ou sem fungo micorrízicos. O delineamento estatístico utilizado foi&#xD;
em um fatorial inteiramente ao acaso, sendo os tratamentos arranjados em&#xD;
fatorial 2X2X3 (dois meios, presença ou ausência de FMA e três coletas), tanto&#xD;
para as raízes de cenoura como de trevo. As RT de cenoura e de trevo,&#xD;
apresentaram maior teor de N-amino, e N- NH.&amp; quando foram cultivadas em&#xD;
meio MS, com maior teor no início do crescimento vegetativo. Quanto aos&#xD;
teores de açúcares solúveis, também apresentaram maior acúmulo no estádio de&#xD;
máximo crescimento vegetal, porém, apresentaram comportamento&#xD;
diferenciado entre as espécies de RT. As raízes de cenoura apresentaram maior&#xD;
acúmulo no meio mínimo enquanto as raízes de trevo apresentaram maior&#xD;
acúmulo no meio MS. A atividade da GS foi detectada apenas na primeira&#xD;
coleta, tanto para as raízes de cenoura como para as de trevo, a maior atividade&#xD;
ocorreu em meio MS, que apresentava uma maior concentração de N. A&#xD;
atividade das enzimas GOGAT, GDHa e GDHd, aumentaram na coleta 2 (aos&#xD;
84 dias de cultivo das RT), com o desenvolvimento do processo de senescência&#xD;
das raízes. O maior aumento da atividade das proteases foi observado quando&#xD;
as RT foram cultivadas em meio MS, sendo mais acentuado na coleta 3 (132&#xD;
dias de cultivo das RT), quando as raízes encontravam-se em senescência. O&#xD;
G. clarum favoreceu o aumento da atividade das proteases nas raízes de&#xD;
cenoura e reduziu nas de trevo. A proteína do extrato enzimático das enzimas&#xD;
de assimilação do N e extrato das proteases, foram maiores para as RT&#xD;
cultivadas em meio MS, devido a concentração de N neste meio. O G. clarum&#xD;
em associação com as raízes de cenoura influenciou no maior teor de proteína&#xD;
nos dois extratos. Os resultados demostraram que quando as RT apresentaram&#xD;
a máxima produção de biomassa (aos 49 dias do cultivo das raízes), exauriram&#xD;
os nutrientes do meio de cultivo e principalmente o carbono, influenciando no&#xD;
desencadeamento do processo de senescência (84 dias). Com o aumento da&#xD;
senescência (132 dias) das raízes, ocorreu uma maior degradação dos tecidos&#xD;
radiculares, que foi caracterizado pelo aumento das enzimas catabólicas,&#xD;
proteases e GDHd, que atuaram na degradação das proteínas, liberando os&#xD;
aminoácidos, produzindo esqueletos de carbono e energia, que possivelmente&#xD;
foram utilizados para reincorporar o N- Reciclado, através da enzima GDHa e&#xD;
da GOGAT. Os resultados indicam que a via GS/GOGAT, característica dos&#xD;
tecidos vegetais deixa de atuar em sincronismo, sendo substituída por&#xD;
GDH/GOGAT em condições de estresse ou senescência, quando há excesso de&#xD;
amônio.</description>
      <pubDate>Tue, 22 Dec 1998 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26324</guid>
      <dc:date>1998-12-22T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Influência da adubação verde sobre o potencial de inóculo de fungos micorrízicos arbusculares e produção da mandioca (Manihot esculenta, Crantz).</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26323</link>
      <description>Título: Influência da adubação verde sobre o potencial de inóculo de fungos micorrízicos arbusculares e produção da mandioca (Manihot esculenta, Crantz).
Autor: Souza, Francisco Adriano de
Resumo: Numa primeira fase, avaliou-se o efeito de pré-cultivas com leguminosas e sorgo&#xD;
sobre o potencial de inóculo de fungos micorrízicos arbusculares e produção de mandioca.&#xD;
O experimento teve dois ciclos de cultivo. O primeiro constou do plantio de diferentes&#xD;
coberturas vegetais e um tratamento com ausência de cobertura e o segundo com o plantio&#xD;
de mandioca. O experimento foi montado no CNPAB-EMBRAPA - Seropédica, RJ, sob&#xD;
condições de campo, em parcelas com 30 m2, em delineamento experimental de blocos&#xD;
casualizados com seis tratamentos e quatro repetições. Como pré-cultivas (primeiro ciclo)&#xD;
foram avaliadas quatro espécies de leguminosas e uma gramínea, a saber: feijão-de-porco,&#xD;
mucuna preta, crotalária juncea, guandu e sorgo (C.V. BR 005), além do tratamento ausência&#xD;
de vegetação (solo mantido sem plantas). As plantas cresceram por 82 dias. O segundo ciclo&#xD;
foi iniciado após corte da parte aérea das coberturas vegetais, quando então plantou-se&#xD;
mandioca cv. Saracura. A produtividade de raízes de mandioca variou de 12,76 à 17,20&#xD;
thà’, porém, os tratamentos não proporcionaram diferenças significativas. As plantas de&#xD;
sorgo aumentaram o número de propágulos infectivos em relação a ausência de vegetação,&#xD;
&#xD;
xvi&#xD;
&#xD;
demonstrando que o uso de espécies vegetais com capacidade para elevar o número de&#xD;
propagulos infectivos é uma alternativa viável ao problema da inoculação de culturas&#xD;
micotróficas à nível de campo. Os dados evidenciaram que a técnica do Número Mais&#xD;
Provável apesar de laboriosa apresenta sensibilidade para diferenciar o efeito dos&#xD;
tratamentos em relação a técnica de contagem de esporos. Foram identificadas 16 espécies&#xD;
de fungos MA constatado-se que algumas espécies sofreram uma alteração da sua&#xD;
freqüência de ocorrência com os cultivos. Posteriormente, avaliou-se a resposta à inoculação&#xD;
&#xD;
com o fungo Glomus manihotis sobre a produção da mandioca em condições de casa-de-&#xD;
vegetação em um delineamento experimental de blocos casualizados com 5 repetições, em&#xD;
&#xD;
esquema fatorial 3x3x2, a saber: 3 amostras de solo coletadas sob diferentes coberturas&#xD;
vegetais (sem cobertura, crotalára juncea e sorgo); 3 fontes de inoculação (ausência,&#xD;
suspensão de esporos e inóculo de solo) e dois níveis de desinfestação do solo (ausência e&#xD;
presença de fumigação. O pré-cultivo com crotalária promoveu os maiores benefícios,&#xD;
estimulando a micorrização no solo não fumigado e promovendo aumentos na acumulação&#xD;
de N e matéria seca total, tanto de raízes como da parte aérea em ambos tratamentos de&#xD;
desinfestação do solo em relação aos demais pré-cultivas. A inoculação promoveu um&#xD;
aumento na produção de matéria seca da parte aérea da mandioca em relação ao tratamento&#xD;
&#xD;
não inoculado no solo fumigado e aumentou a acumulação de N, P e K, sendo que o pré-&#xD;
cultivo com crotalária inoculado com inóculo de solo promoveu maior acumulação de N em&#xD;
&#xD;
relação aos demais pré-cultivas. No solo não fumigado não houve resposta a inoculação. A&#xD;
produção de matéria seca da parte aérea da mandioca no solo não fùmigado foi em média&#xD;
42,7% menor do que no solo fumigado. Já a produção de raízes apresentou comportamento&#xD;
contrário, produzindo 41,9 % a mais em relação ao solo fumigado.</description>
      <pubDate>Fri, 22 Mar 1996 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>1996-03-22T00:00:00Z</dc:date>
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