<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8935</link>
    <description />
    <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:49:55 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-11T10:49:55Z</dc:date>
    <item>
      <title>Aquilombamento caiçara: as marisqueiras do Saco do Céu (Ilha Grande, RJ) e a plantation à beira-mar</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25964</link>
      <description>Título: Aquilombamento caiçara: as marisqueiras do Saco do Céu (Ilha Grande, RJ) e a plantation à beira-mar
Autor: Pimentel, Lais Amanda Ribeiro
Resumo: Esta etnografia trata das ameaças à mariscagem e à pesca artesanal na Baía da Ilha Grande&#xD;
levadas a cabo pela plantation à beira-mar: destacadamente o turismo extrativista (de&#xD;
massa e de luxo), a pesca industrial, a exploração de petróleo, a especulação imobiliária&#xD;
e o conservacionismo seletivo. Em interlocução com as marisqueiras do Saco do Céu,&#xD;
com atenção aos seus modos de ser e de viver, que abrangem vínculos com a terra, o mar,&#xD;
a lama, suas crianças e outras mulheres, busca-se contribuir para uma narrativa&#xD;
contraplantation e a favor da vida do aquilombamento caiçara</description>
      <pubDate>Mon, 02 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25964</guid>
      <dc:date>2026-02-02T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Indígenas crianças em tempos de garimpo e mineração: discursos, disputas e representações</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25962</link>
      <description>Título: Indígenas crianças em tempos de garimpo e mineração: discursos, disputas e representações
Autor: Alves, Bianca Monteiro
Resumo: A presente pesquisa tem por objetivo analisar os discursos e as representações sobre as&#xD;
indígenas crianças e suas infâncias produzidos pelo governo, por organizações internacionais&#xD;
e pela mídia hegemônica. A investigação concentra-se em conflitos socioambientais&#xD;
associados à mineração e ao garimpo de ouro em territórios indígenas, buscando compreender&#xD;
os impactos materiais dessas atividades e as implicações políticas, simbólicas e culturais dos&#xD;
modos como tais infâncias são narradas e tornadas visíveis. A pesquisa fundamenta-se nas&#xD;
seguintes categorias de análise: (1) representação e regimes de visibilidade, examinando como&#xD;
as indígenas crianças são discursivamente construídas nas arenas institucionais e midiáticas;&#xD;
(2) vulnerabilidade e enquadramento humanitário, que identifica a associação recorrente entre&#xD;
indígena infância, dano e crise; e (3) território, expropriação e disputa simbólica, articulando&#xD;
conflitos territoriais às disputas de sentido sobre desenvolvimento, responsabilidade e futuro.&#xD;
Além de pesquisa bibliográfica, realiza-se análise documental e discursiva de materiais&#xD;
institucionais da Funai, da ONU/UNICEF e do jornal Folha de S. Paulo. A análise evidencia&#xD;
que as indígenas crianças aparecem majoritariamente associadas a enquadramentos de&#xD;
vulnerabilidade, risco e sofrimento, com ênfase em contaminação, desnutrição e violência, e&#xD;
menor problematização das estruturas econômicas, políticas e coloniais que os produzem,&#xD;
consolidando um regime representacional que destaca o dano, mas tende a obscurecer as&#xD;
dinâmicas de expropriação territorial e as responsabilidades estatais e empresariais. Em&#xD;
diálogo crítico com essas representações, mobilizam-se concepções ameríndias sobre crianças&#xD;
e infâncias a partir da análise de podcasts, artigos, reportagens e documentários produzidos&#xD;
em diálogo com perspectivas e sabedorias das indígenas mulheres e mães, evidenciando que&#xD;
as crianças são compreendidas como parte constitutiva dos territórios e como horizonte de&#xD;
continuidade cosmológica, deslocando a narrativa da vitimização isolada para a defesa de&#xD;
projetos coletivos de vida</description>
      <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25962</guid>
      <dc:date>2026-04-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Compósitos Baseados em Nióbio e Metais Não Nobres Como Fotocatalisadores Ativos Sob Luz Visível.</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25929</link>
      <description>Título: Compósitos Baseados em Nióbio e Metais Não Nobres Como Fotocatalisadores Ativos Sob Luz Visível.
Autor: Brito, Maurício Rocha de
Resumo: Visando a obtenção de novos fotocatalisadores ativos sob luz visível, e de baixo&#xD;
custo, o presente trabalho teve como objetivo o desenvolvimento de seis compósitos&#xD;
fotocatalíticos baseados em três misturas distintas das fases cristalinas do&#xD;
pentóxido de nióbio em combinação com os metais não nobres alumínio e cobre. O&#xD;
processo escolhido para as sínteses foi o preparo de uma matriz orgânica baseada&#xD;
em oligômeros da conversão da frutose em meio de etilenoglicol e sais solúveis&#xD;
como precursores dos metais não nobres, seguida da adição da mistura reagida&#xD;
sobre uma suspensão de óxido de nióbio no mesmo solvente, a 105 oC. A partir da&#xD;
análise por refletância difusa no ultravioleta e visível (RDUV/Vis) dos materiais&#xD;
obtidos foi possível estimar as energias de banda proibida pelo método de Tauc,&#xD;
todas entre 1,79 e 2,47 eV, situadas no domínio da luz visível, em contraste com os&#xD;
materiais precursores (2,93~3,53 eV). Em adição, a determinação das energias de&#xD;
Urbach (0,295~0,538 eV nos compósitos e 0,080~0,129 nos óxidos precursores)&#xD;
corroboram com o potencial de aplicabilidade dos materiais como fotocatalisadores.&#xD;
Todos materiais foram testados fotocataliticamente para degradação do corante&#xD;
rodamina B em meio aquoso sob irradiação de luz visível de uma lâmpada de LED&#xD;
de 100 W e “temperatura de cor” de 6500 K, apresentando percentuais de&#xD;
descoloramento superiores aos óxidos de partida em 2h. Foi realizada uma breve&#xD;
discussão quanto aos possíveis mecanismos de ação dos materiais, o que levou à&#xD;
escolha do material Al/Fru@Up (70,4% de descoloramento) para uma tentativa de&#xD;
otimização do processo de síntese, levando ao material Al/Fru@Up1⁄2, com atividade&#xD;
similar (73,4%). Posteriormente, foram realizados ensaios de adsorção, destacando&#xD;
o emprego de métodos numéricos para análise cinética e a possibilidade de um&#xD;
mecanismo de duas etapas. Por fim, um estudo baseado nas teorias do funcional de&#xD;
densidade livre e dependente do tempo foi iniciado para investigação do mecanismo&#xD;
de transformação da frutose e para determinação das propriedades eletrônicas do&#xD;
5-hidroximetilfurfural, possível intermediário-chave do processo</description>
      <pubDate>Thu, 15 May 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25929</guid>
      <dc:date>2025-05-15T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>"Devo não nego, pago quando puder": entendendo a inadimplência no assentamento rural Casas Altas, Seropédica (RJ)</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25910</link>
      <description>Título: "Devo não nego, pago quando puder": entendendo a inadimplência no assentamento rural Casas Altas, Seropédica (RJ)
Autor: Pereira, Cloviomar Cararine
Resumo: Esta dissertação trata da problemática da inadimplência encontrada nos assentamentos rurais pela aquisição de crédito rural, mais precisamente com o Assentamento Rural Casas Altas, Seropédica/RJ e com o Programa de Crédito Especial para Reforma Agrária (PROCERA). Tem como objetivo central mostrar que essa inadimplência nos assentamentos rurais realmente existe e que ela resulta de um conjunto de fatores, como: políticos, institucionais, culturais e econômicos, sendo ao mesmo tempo, produto e potencializada por esses fatores. Para o trabalho de campo, realizamos um total de 23 entrevistas, num universo de 69 famílias contidas neste assentamento. Também foram realizadas entrevistas com técnicos que prestaram assistência técnica a essas famílias assentadas, funcionários de agência bancária por onde o crédito foi repassado e com técnico do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) responsável pelo acompanhamento desse processo de contratação e utilização dos créditos. A inadimplência no assentamento rural Casas Altas foi gerada por uma multiplicidade de fatores, ambos interligados e agindo de forma diferenciada em relação à realidade de cada família assentada. Percebemos que os problemas com a produção agrícola, aliada aos problemas com a comercialização e venda dos seus produtos, bem como os prejuízos proporcionados pelas enchentes de 1996 e período de seca em 1997, causaram dificuldades de pagamento para todas estas famílias. Como conseqüência disso, os processos de negociação das dívidas que estas famílias vieram a participar em 1998, 2001/02 foram fundamentais para resolver, em parte esse problema. Mas, percebemos ao longo das falas destes assentados que estes não seriam os principais motivos para a inadimplência neste assentamento. Existiriam outros motivos, que muitas das vezes não aparecem de forma clara a estes assentados, como: a forma que foi o contato destes assentados com instituições públicas, principalmente através de erros e falta de assistência técnica, com as diferenças entre as “lógicas dos assentados” e a “lógica do banco”. Aliado a isso temos o descaso e falta de credibilidade na política de assentamentos rurais e de crédito para atender a esse público. Por fim, dado as condições econômicas, de produção, de organização e de infraestrutura encontrada em Casas Altas, caberia questionar até que ponto seria inevitável essa inadimplência.</description>
      <pubDate>Tue, 29 Nov 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25910</guid>
      <dc:date>2005-11-29T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

