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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8937</link>
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    <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:54:32 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-28T21:54:32Z</dc:date>
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      <title>Desenvolvimento pós-embrionário de Cochliomyia macellaria (Fabricius), Chrysomya megacephala (Fabricius), Chrysomya albiceps (Wiedemann) e Chrysomya putoria (Wiedemann) (Díptera:Calliphoridae) em temperaturas combinadas e constantes</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26250</link>
      <description>Título: Desenvolvimento pós-embrionário de Cochliomyia macellaria (Fabricius), Chrysomya megacephala (Fabricius), Chrysomya albiceps (Wiedemann) e Chrysomya putoria (Wiedemann) (Díptera:Calliphoridae) em temperaturas combinadas e constantes
Autor: Carraro, Vinicius Marins
Resumo: Com o objetivo de verificar, sob condições artificiais, a tolerância destes califorídeos à&#xD;
temperaturas que aproximadamente correspondam a temperatura corporal média de mamíferos&#xD;
domésticos e do próprio homem, o presente trabalho procurou avaliar a performance dos imaturos das&#xD;
quatro espécies de califorídeos frente a regimes térmicos extremos (35o C e 38o C) e, paralelamente, a&#xD;
24o C de temperatura. Objetivou-se, ainda, a exploração de regimes térmicos que, combinados&#xD;
simulassem condições potencialmente mais favoráveis aos imaturos, após o abandono espontâneo das&#xD;
larvas de miíases cutâneas de animais. Os experimentos foram realizados em laboratório. Neolarvas dos&#xD;
califorídeos foram alocadas em câmaras climatizadas expostas a regimes térmicos constantes (24o C, 35o&#xD;
C e 38o C de temperatura) e combinados (35-24o C e 38-24oC de temperatura) (60 ± 10% UR e 14 h de&#xD;
fotofase). Nos tratamentos onde os imaturos foram monitorados sob as temperaturas combinadas, larvas&#xD;
de terceiro ínstar, previamente mantidas a 35o C e 38o C de temperatura, após o abandono espontâneo&#xD;
da dieta, foram transferidas para uma câmara climatizada regulada a 24o C de temperatura. Neste local,&#xD;
observou-se o comportamento de pupariação e emergência. Cada tratamento constituiu-se de quatro&#xD;
repetições compostas por 50 neolarvas inoculadas em 100 g de carne eqüina no início do processo de&#xD;
putrefação. A taxa de abandono de larvas das quatro espécies estudadas foi superior a 80% nos diversos&#xD;
tratamentos. As taxas de sobrevivência larval de C. macellaria, a 35o C e 38o C de temperatura foram&#xD;
superiores a 85%; os imaturos de C. megacephala revelaram taxas de sobrevivência superiores a 82%&#xD;
nestas temperaturas; mais de 70% dos imaturos de C. albiceps conseguiram pupariar. Sob as condições&#xD;
pré-estabelecidas, C. putoria foi a espécie mais suscetível ao regime térmico de 38o C de temperatura:&#xD;
apenas 55% dos imaturos, em média, pupariaram. A 35o C de temperatura a taxa de pupariação dos&#xD;
imaturos desta espécie atingiu 70,5%, em média. As taxas de sobrevivência pupal e de emergência de&#xD;
adultos foram significativamente reduzidas a 38o C de temperatura para C. macellaria, C. megacephala e&#xD;
C. albiceps. Apenas 7,4% das pupas de C. putoria sobreviveram nesse regime térmico e somente 4% dos&#xD;
imaturos atingiram a fase adulta. Ao combinarem-se os regimes térmicos de 35o C e 38o C a 24o C de&#xD;
temperatura, a performance dos imaturos foi significativamente superior. Cerca de 80% dos imaturos de&#xD;
C. macellaria, mais de 75% dos pupariados de Ch megacephala, 65% dos espécimens de C. albiceps e&#xD;
cerca de 50% dos indivíduos de C. putoria, em média, atingiram a fase adulta. A 24o C de temperatura,&#xD;
as taxas de sobrevivência larval e de sobrevivência pupal foram superiores a 80% e 90%, em média,&#xD;
respectivamente, ao computar-se os dados referentes à C. macellaria e C. megacephala. Os imaturos de&#xD;
C. albiceps construíram valores superiores a 80%, em média, ao analisar-se estes dois parâmetros. A&#xD;
resposta dos imaturos de C. putoria a partir da análise das taxas de sobrevivência larval, e, sobretudo, de&#xD;
sobrevivência pupal foram inferiores: 76,5% e 57,3%, em média, respectivamente. As taxas de&#xD;
emergência de adultos a 24o C de temperatura foram superiores a 75% nos experimentos realizados com&#xD;
C. macellaria e C. megacephala; para C. albiceps este valor atingiu os 66%, em média. Apenas 39% dos&#xD;
imaturos de C. putoria atingiram a fase adulta, a 24o C de temperatura. Os resultados obtidos&#xD;
experimentalmente, portanto, indicaram a tolerância das larvas das quatro espécies estudadas quando as&#xD;
temperaturas extremas de 35o C e 38o C, foram combinadas ao regime térmico constante de 24o C,&#xD;
ampliando, e, sugerindo, maiores discussões sobre o potencial desses califorídeos como causadores&#xD;
alternativos de miíases em nosso país.</description>
      <pubDate>Thu, 26 Aug 1999 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26250</guid>
      <dc:date>1999-08-26T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Análise morfológica de larvas do gênero Amblyomma para diagnose de cinco espécies</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26249</link>
      <description>Título: Análise morfológica de larvas do gênero Amblyomma para diagnose de cinco espécies
Autor: Amorim, Marinete
Resumo: Tem sido registrada a ocorrência de Amblyomma&#xD;
cajennense Fabricius, 1787; Amblyomma varium Koch, 1844;&#xD;
Amblyomma rotundatum Koch, 1844; Amblyomma nodosum Neumann, 1899&#xD;
e Amblyomma dissimile Koch, 1844, em várias regiões do Brasil,&#xD;
mas até hoje, não há trabalho sobre caracteres morfológicos&#xD;
destas larvas do gênero Amblyomma, para a determinação específica&#xD;
desse estádio, o que justificou a importância de se resgatar&#xD;
essas informações para larvas dessas cinco espécies.&#xD;
&#xD;
As espécies foram capturadas de animais sinantrópicos&#xD;
e silvestres, na Estação para Pesquisas Parasitológicas W. O.&#xD;
Neitz da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e Fundação&#xD;
Rio/Zoo, respectivamente. A partir de teleóginas foram obtidas&#xD;
posturas que deram origem a neolarvas, em condições de&#xD;
laboratório. Processadas segundo técnica de rotina no Laboratório&#xD;
de Morfofisiologia e Patogenia de Carrapatos (UFRRJ-IB/DPA) para&#xD;
essa forma imatura.&#xD;
&#xD;
Cem larvas de cada espécie foram analisadas&#xD;
morfologicamente através de microscopia óptica quanto a presença&#xD;
ou não de mancha peri-ocular; forma do gnatossoma e do idiossoma:&#xD;
espinhos coxais, órgão de Haller, número de fileiras de dentes no&#xD;
hipostômio, quetotaxia dos palpos e idiossomas, estruturas&#xD;
sensoriais e outros aspectos morfológicos; também foram&#xD;
analisados com auxílio de estereomicroscópio, a coloração da&#xD;
neolarva e os padrões de ornamentação. Esses caracteres e&#xD;
atributos morfológicos contribuíram na diagnose de larvas dessas&#xD;
cinco espécies do gênero Amblyomma.</description>
      <pubDate>Mon, 21 Feb 1994 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26249</guid>
      <dc:date>1994-02-21T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Cryptosporidium muris, Eimeria nieschulzi, E. separata e Pneumocystis carinii em ratazanas de dois habitats localizados na microrregião Fluminense do Grande Rio: morfologia, diagnóstico e patologia</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26247</link>
      <description>Título: Cryptosporidium muris, Eimeria nieschulzi, E. separata e Pneumocystis carinii em ratazanas de dois habitats localizados na microrregião Fluminense do Grande Rio: morfologia, diagnóstico e patologia
Autor: Bomfim, Teresa Cristina Bergamo do
Resumo: Ratazanas em número de 173, foram capturadas aleatoriamente em dois&#xD;
habitats: um de característica urbana, no município de Nova Iguaçu e outro rural, no&#xD;
município de Seropédica, ambos localizados na microrregião homogênea Fluminense&#xD;
do Grande Rio, no estado do Rio de Janeiro. Estes animais foram agrupados&#xD;
considerando o seu habitat e, dentro dele, de acordo com a idade. Oocistos de&#xD;
Cryptosporidium foram observados em fezes dos animais nos dois habitats e, através&#xD;
da caracterização morfométrica e localização no trato gastrointestinal, foram&#xD;
considerados como C. muris. Observou-se uma freqüência de 29 (16,77%) de animais&#xD;
parasitados nos dois habitats, sendo que a maior freqüência foi atribuída aos animais&#xD;
com peso corporal superior a 201 g, considerados como adultos. Eimeria nieschulzi e&#xD;
E. separata foram encontradas nas fezes desses animais, independentemente dos&#xD;
habitats estudados, onde a maior freqüência observou-se em animais com peso corporal&#xD;
entre 101 a 200 g, considerados como jovens. Quanto ao parasitismo misto por estas&#xD;
duas espécies, os resultados sugeriram a inexistência de interações&#xD;
&#xD;
negativas ou mesmo competitivas entre ambas as espécies, tendo uma freqüência de 47&#xD;
(27,17%), superior ao parasitismo das espécies analizadas isoladamente. Quanto ao&#xD;
parasitismo por Pneumocystis carinii, este só foi observado no habitat urbano, onde de&#xD;
um total de 112 animais, 20 (17,86%) apresentaram lesões pulmonares e a maior&#xD;
freqüência foi observada em animais com peso corporal de 101 a 200 g, considerados&#xD;
jovens, onde 10 (8,93%) estavam parasitados. As lesões macroscópicas foram bem&#xD;
definidas e pulmões tinham sua superfície caracterizada por áreas de coloração cinza&#xD;
pálido a castanho, com o seu volume aumentado. Histologicamente, as lesões foram&#xD;
caracterizadas como broncopneumonia intersticial crônica.</description>
      <pubDate>Thu, 28 Mar 1996 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26247</guid>
      <dc:date>1996-03-28T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Morfologia de estádio larval de espécies do gênero Amblyomma Koch,1844(Acari:Ixodidae). Chave dicotômica para identificação de espécies</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26245</link>
      <description>Título: Morfologia de estádio larval de espécies do gênero Amblyomma Koch,1844(Acari:Ixodidae). Chave dicotômica para identificação de espécies
Autor: Amorim, Marinete
Resumo: O gênero Amblyomma esta representado por trinta e três de espécies, dentre as&#xD;
quais as espécies Amblyomma cajennense (Fabricius, 1787); Amblyomma nodosum&#xD;
Neumann, 1899; Amblyomma varium Koch, 1844; Amblyomma parvum Aragão, 1908;&#xD;
Amblyomma rotundatum Koch, 1844; Amblyomma geayi Neumann, 1899; Amblyomma&#xD;
dissimile Koch, 1844; Amblyomma auriculare Conil, 1878 e Amblyomma cooperi Nuttal&#xD;
&amp; Warburton, 1908, que ocorrem em várias regiões do Brasil. Não há bibliografia&#xD;
disponível sobre chave para identificação específica do estádio de larva de espécies do&#xD;
gênero Amblyomma registrados no Brasil, o que justificou esse estudo.&#xD;
As espécies A. cooperi, A. parvum, A. geayi, A. auriculare, A. cajennense, A.&#xD;
nodosum, A. dissimile, A. rotundatum e A. varium, foram capturadas de animais&#xD;
sinantrópicos e silvestres, mantidos na Estação para Pesquisas Parasitológicas W. O.&#xD;
Neitz da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, da Fundação Rio/Zoo do Rio de&#xD;
Janeiro, do Zoológico Quinzinho de Barros em Sorocaba/São Paulo, e das Universidade&#xD;
Estadual de Tocantins e do Maranhão. A partir de teleóginas identificadas, foram obtidas&#xD;
posturas que originaram a neolarvas em condições de laboratório.&#xD;
Cem larvas de cada espécies foram analisadas através de microscopia óptica,&#xD;
buscando caracterizar parâmetros morfológicos e quetotáxicos diferenciais quanto a:&#xD;
forma do gnatosoma; presença de olhos e de mancha peri-ocular; sulco anal posterior ao&#xD;
anus; número de festões no opistossoma; número, tamanho e forma dos espinhos nas&#xD;
coxas I, II e III; quetotaxia relacionada ao número de cerdas pós-hipostomais; número de&#xD;
cerdas anteriores a "Sensilla" campaniforme no idiosoma e número de cerdas externas no&#xD;
Órgão de Haller do tarso I. Estes caracteres e atributos foram fundamentais na elaboração&#xD;
de chave de identificação de larva de espécies do gênero Amblyomma.&#xD;
Para elaboração da chave dicotômica foram utilizadas as espécies A. cajennense,&#xD;
A. nodosum, A. dissimile, A. rotundatum, A. varium, A. cooperi, A. parvum, A. geayi e A.&#xD;
auriculare que ocorrem no Brasil e também as espécies A. americanum, A. maculatum, A.&#xD;
tuberculatum, A. pseudoparvum, A. chabaudi, A. tigrinum, A. testudinis e A. neumanni,&#xD;
assinaladas em outros países do mundo.</description>
      <pubDate>Fri, 28 Aug 1998 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26245</guid>
      <dc:date>1998-08-28T00:00:00Z</dc:date>
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